Notas iniciais
Aqui esta a continuação =D Enjoy

8:35h... Parei o carro e corri pra entrar na escola antes que fechassem os portões, agradecendo a Zeus por não ter sido parada no caminho por nenhum policial, já que tinha ignorado todas as placas de pare e de velocidade mínima.

Pra minha sorte, consegui entrar a tempo. Com uma mochila nas costas, pra tentar parecer mais com uma aluna, pois estava com cara de quem tinha acabado de sair de uma raive.

Não podia ficar a toa pelos corredores, devia ir para minha sala. Seria ótimo se eu soubesse qual era.

Continuei andando, já que não sabia onde ficava nada naquele lugar, procurando algo pra fazer até dar a hora de ir embora...

– Ei você! – Uma voz feminina e autoritária chamou do começo do corredor, só podia estar falando comigo, já que não tinha mais ninguém ali.

– O que tá fazendo por aqui? Não tem aula não? – Eu girei nos calcanhares pra ver quem era a mulher. Ela era alta, loira, de aparência severa e tinha uma cara de gárgula velha de dar medo.

– Eu estou só dando uma volta pela escola sabe... Me familiarizando com o ambiente. – Dei uma desculpa esfarrapada, mas ela não acreditou muito.

–Você tá é vadiando! Mas eu tenho umas coisinhas pra esclarecer pra você mocinha... – Ela me olhava com expressão estranha. – Eu sei bem qual o seu tipo...

Ela me olhou de cima a baixo. Eu estava vestida com uma calça jeans e um all star, uma camiseta do Iron Maiden, minha jaqueta de couro e óculos escuros pra disfarçar minha cara de ressaca.

– Você é daquele tipo que só vem pra escola fazer zona! Mas eu tenho novidades pra você garota, aqui é minha escola e não vou deixar isso acontecer!

Aquela mulher era louca, nem me conhecia e já estava me julgando e falando merda pra mim. Tudo bem, eu acho que não sou lá a melhor aluna do mundo (o diretor da minha antiga escola que o diga) Mas hoje é o primeiro dia de aula, eu merecia ao menos o beneficio da duvida.

– Qual o seu nome? – Ela perguntou irritada.

– Elisabeth Puckerman.

A expressão dela mudou. Passou de raiva pra surpresa assim que eu disse meu nome.

– Então você é a garota da Shelby, não é? – Eu assenti com a cabeça, não era surpresa que ela conhecesse minha Mãe. – Vamos pra minha sala.

Eu achei estranho no começo, mas tratei de calar a boca e acompanha-la. Entramos numa sala que tinha escrito na porta: “Direção – Sue Sylvester” Então aquela mulher loira era a tal diretora Sylvester.

Assim que entrei eu me sentei numa cadeira em frente à mesa da diretora, já me preparando para um sermão sobre chegar atrasada e blá, blá, blá... Mas invés disso ela pegou o telefone e discou.

– Alo? Shelby? É a Sue – Ela tinha ligado pra minha mãe? Menos mal, pelo menos ela ia ficar sabendo que eu apareci na escola e ia deixar de ameaçar meu carro.

– Sim ela apareceu... Claro, eu posso deixar essa passar... Ok, até mais. – Ela desligou o telefone e meu queixo caiu em surpresa.

Primeiro, porque ela tinha ligado pra minha mãe? E como assim “eu posso deixar passar”? A senhora Sylvester não tinha muita cara de que era flexível com as regras.

– Garota presta atenção. – Ela sentou-se na mesa e me olhou. – Aqui é minha escola e não vou admitir que uma Puckerman a destrua, Entendeu? Se você tá pensando que vai fazer o que bem entende por aqui, tá muito enganada!

Eu apenas assenti com a cabeça e continuei calada.

– Eu conheci seu pai, ele era igualzinho a você. – Ele começou a falar do Noah, é claro que eu sou igual meu pai, eu sou uma Puckerman. – Um delinquente com um corte de cabelo estranho que achava que podia fazer tudo que queria só que eu tenho novidades pra você... Na minha escola não!

Ela apontava um dedo pra minha cara.

– Mas como hoje é o primeiro dia de aula e Shelby me falou que no fundo você não é uma rebelde sem causa igual o seu pai. Eu vou deixar passar. – Eu respirei aliviada, tinha me livrado daquela.

– O que você ainda tá fazendo aqui?!? – Ela falou segundos depois. – Levanta a bunda da cadeira e vai pra aula!

Eu me levantei, mas quando estava quase saindo pela porta me lembrei de um detalhe.

– Eu não sei onde é minha classe... – Ela bufou.

– Peça informações a secretaria! Agora saia da minha frente!

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Eu estava de volta aos corredores vazios, com meus horários e uma permissão para entrar na sala de aula depois do sinal. Ótimo seria se eu soubesse onde ficava a sala, mas continuei andando, se a diretora Sylvester me pegasse fora da aula de novo ela poderia esquecer-se da exceção que fez pra mim e me chutar pra detenção.

Isso até minha atenção ser desviada pra uma loira alta que estava procurando alguma coisa no armário. Era linda, e meu lado Puckerman falou mais alto.

– Oi, Tudo bem? – Falei me recostando no armário e dando meu sorriso de conquistadora, ela se atrapalhava com os livros então a ajudei.

– Obrigado. Você não devia estar na aula? – Ela falou e eu reparei nos lábios dela, eram realmente carnudos e convidativos e ela tinha olhos azuis, eu já falei como eu adoro olhos azuis?

– É que eu não sei onde é a classe de inglês, e você também não devia estar na aula?

– Sim, eu só voltei pra pegar uns livros que eu e meu irmão esquecemos. E pra sua sorte eu tenho aula de inglês também, pode ir comigo até a classe.

No caminho ela se apresentou, seu nome era Samantha Evans.

Notas finais
Ai está!
Queria fazer uma Sue mais do mal... mas não consegui pensar em xingamentos legais kkk me digam o que acharam...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.