A New Life

2 Capítulo 2 - A Viagem


Notas iniciais
Olá de novo. Novo capítulo. Espero que gostem.

Asuna não estava sozinha na viagem. Ela estava sendo acompanhada por seu cavalo Rizar, um felino parecido com um leão chamado Yuna e uma águia chamada Mukku. Já faziam 3 dias que eles estavam viajando quando ouvem um bramido ao longe como se fosse um chamado. Outro bramido mais perto faz com Asuna se vire intrigada com o que estava acontecendo. Assim que vê eles estão sendo seguidos por uma família de 15 Budokijikos, eram uma mistura de rena com cavalo. Asuna não gosta da situação.

– O que fazem aqui? Podem tratar de voltar para a Vila. — manda Asuna.

Os Budokijikos não se interessam pelo que foi dirigido a eles e se aproximam. Outro bramido e Asuna acaricia a cabeça de um deles.

– Vocês querem ir junto conosco? — pergunta Asuna.

Todos os Budokijikos bramem e balançam a cabeça positivamente.

– Está bem. Vamos lá. — diz Asuna sorrindo.

A caminhada é retomada. A viagem estava indo muito bem. Asuna sabia que as coisas não seriam tão fáceis. Algum tempo depois quando o sol já estava alto eles chegam ao Dāku Sabaku ou Deserto sombrio. Rizar, Yuna e os 15 Budokijikos não queriam passar pelo deserto. E o medo se instala. Asuna insiste com todos mas sem sucesso. Mesmo com sol alto, brilhando muito lindo e intensamente não conseguia lançar seus raios para iluminar bem aquele deserto. A escuridão imperava no deserto. Asuna pensa e toma uma decisão. Usando seu chakra ela cria colunas de fogo para iluminar o caminho. Com isso ela consegue fazer todos atravessarem o deserto.

– Vocês são demais. Me fizeram gastar chakra só para atravessar. Muito engraçado. — fala Asuna.

Rizar, Yuna e os Budokijikos abaixam a cabeça tristes.

– Não fiquem assim. Foi só um desabafo comigo mesmo. É que se vocês se lembram quando o chakra é gasto fico sem energia. — diz Asuna suspirando.

A felicidade colta a tomar conta de todos.

– Vamos andar mais um pouco para sairmos daqui. — diz Asuna subindo em Rizar.

Rizar então começa a galopar e a ganhar velocidade. Yuna e os Budokijikos vão atrás na mesma velocidade. Mukku voa bem rápido também como se não ou esse limite. Assim que chegam ao local ideal para passarem a noite Asuna prepara todos para dormirem. Asuna então se deita e dorme. Seu sonho se torna pesadelo quando rostos familiares apararecem como assassinos e bestas. Dois rostos em particular deixam Asuna apreensiva. Eram um moço e uma moça. O moço tinha cabelos castanho escuro, olhos azuis e usava uma roupa azul marinho. O olhar dele colocou medo em Asuna, era um olhar selvagem, sanguinário. A moça tinha cabelos pretos, olhos castanhos quase pretos, usava uma roupa na cor preta com um símbolo desgasto nas costas. A fisionomia da moça era de ódio, vingança, fúria. Asuna acorda assustada, nervosa e suando frio. Rizar, Yuna, Mukku e os Budokijikos ficam assustados e tentam acalmar Asuna. Quando conseguem, todos voltam a dormir. Quando o sol nasce novamente eles aproveitam para se alimentaram. Com as barrigas cheias é hora de partir.

– Acho que estamos quase chegando ao nosso destino. — diz Asuna sorrindo.

A viagem segue normalmente com paradas quando necessário. Asuna começa a passar mal o que deixa Yuna e companhia preocupados.

– Não é nada. Só preciso tomarrrr... — diz Asuna desmaiando.

Yuna consegue ficar em pé em duas patas e segurar o corpo Asuna antes que o mesmo batesse no chão. Eles cuidam de Asuna com remédios e vento feito com as asas de Mukku. Após um tempo desesperador Asuna recobra a consciência e sorri.

– Já estou bem. Deve ter sido o sol. — diz Asuna se levantando.

Mesmo preocupados eles obedecem Asuna e seguem viagem. E vão dar de frente com alguém desespero esperando por ajuda.

Notas finais
Aí está. Até o próximo capitulo. Espero comentários.