Notas iniciais
OIE AMORESSSSS!! Eu já tava planejando escrever essa fic há um tempo, mas só agora tomei coragem pra começar. Olha, vou ser sincera, eu nunca terminei uma fic. Geralmente escrevo até o décimo capítulo, mais ou menos, e paro, por falta de tempo/vontade/inspiração. Mas essa eu planejei bem direitinho e pretendo (sério mesmo) terminar.
Vejo vocês lá embaixo e espero que gostem!
Fichas nas notas finais.

Depois de muito tempo procurando, Scorpius finalmente avistou Albus na plataforma. Ao lado dele viu Rose, e olhou alguns segundos mais para a multidão para ver se avistava mais alguém da família dos dois. Não encontrou, e decidiu que seria seguro andar até lá para encontrar os amigos.

– Al, Rose! – Falou o Malfoy, abraçando os dois.

– Scorpius, oi! – Falou Ginny, que estava de mãos dadas com o marido. Ela gostava muito do menino Malfoy, diferentemente de Harry, que não era muito chegado no garoto.

Scorpius empalideceu ao ver os dois. Envergonhava-se do que sua família havia feito no passado, e sabia que Harry Potter era um dos que tinham mais motivos para ter raiva dele.

– Sr. e Sra. Potter – falou baixo, cumprimentando os dois.

Albus, percebendo a tensão do amigo, o empurrou para ir andando na rente, junto com Rose.

– Tchau mãe, tchau pai! – Falou, acenando para os pais. E acrescentou para o amigo, falando mais baixo – Me desculpe por isso, Scorp.

– Desculpar pelo que? – Falou Rose – Ele tem sorte de não ter encontrado meu pai. Aí sim eu teria que me desculpar, pois Rony Weasley não sabe se comportar ao ver um Malfoy.

A ruiva entrou no trem, sendo seguida por Albus e Scorpius.

– Acho que todas as cabines já estão cheias, vamos ter que sentar junto com o seu irmão, Albus – Falou Rose.

Albus fez uma careta:

– Prefiro sentar junto com Lily e os amigos dela, do que com James.

– Seu irmão não é tão horrível assim, você tem que parar com isso, Al.

O Potter olhou para a melhor amiga, incrédulo. Não conseguia acreditar que ela realmente queria ficar no mesmo vagão que James Potter e os amigos grifinórios e populares dele.

– James não é horrível. Ele é perfeito. Grifinório, não é amigo de nenhum Malfoy, estrela do quadribol e o maior orgulho do meu pai.

– Você poderia jogar quadribol também, se fizesse os testes – Falou Scorpius, ignorando a parte sobre os Malfoy – E seus pais não ligam para a casa de Hogwarts em que você está, então vê se esquece o draminha adolescente, Potter.

– Achei uma cabine vazia! – Exclamou Rose, interrompendo a discussão iminente dos dois.

xxx

Roxanne estava a ponto de matar James Potter. Não porque ele era um completo babaca (o que ele definitivamente era), nem por ele ter roubado o sapo de chocolate que ela tinha comprado e ter dado de presente para uma das fãs dele, mas sim porque o maldito Potter já tinha sumido em algum lugar do trem com uma sonserina qualquer e nem mesmo havia dado um “oi” para a melhor amiga.

– Eu o odeio. Odeio o Potter e odeio aquela sonserinazinha nojenta – Falou Roxanne para a prima e melhor amiga, Dominique Weasley (embora a loira prefira ser chamada de Delacour. Segundo ela, existem Weasleys demais naquele castelo).

Dominique suspirou ao ouvir as reclamações da morena. James e Roxy tinham um relacionamento estranho, que variava de amigos coloridos para inimigos mortais em questão de minutos.

– Não sei por que vocês não namoram logo. Você morre de ciúmes quando ele a troca por alguma garota, e ele tem vontade de bater em qualquer cara que olha para você.

– Eu não estou com ciúmes, Nikki. Eu quero matar o Potter porque ele roubou meu chocolate. Pouco me importo com o que ele faz com as vadias dele.

– Quem faz o que com as vadias? – Falou Lysander, que acabara de entrar no vagão, se sentando ao lado de Dominique.

– James, é claro – Falou o outro Scamander, que havia entrado junto com o gêmeo – Oi, meninas. Porque estamos falando mal do James no primeiro dia? Ainda nem deu tempo dele fazer alguma coisa realmente irritante.

– Roubou o chocolate da Roxanne e saiu para se agarrar com a Alice Longbottom – Dominique explicou, mastigando um feijãozinho de todos os sabores – Oba, morango!

Lorcan pegou um e mastigou, fazendo uma careta:

– Cera de ouvido. Eu nunca dou sorte.

Lysander pegou um caderno na mala para terminar um desenho que havia começado mais cedo.

– James está certo. Se eu tivesse garotas se jogando em cima de mim como ele tem, ficaria com uma diferente em cada dia da semana – Ele olhou para a Weasley sorrindo, que o encarava com raiva – A qual é, Rox. Não me venha com o seu olhar mortal. Você sabe que se quisesse, poderia estar namorando com ele.

Roxanne olhou para Dominique, como se estivesse pedindo para a loira dizer algo que fosse a ajudar. A amiga apenas deu de ombros e sorriu, concordando com Lysander.

– Se eu namorasse James, teria mais chifres que um unicórnio.

– Unicórnios só têm um chifre, Roxy – Implicou Lysander – Não é a toa que você tirou uma nota tão baixa em trato das criaturas má... Ai! – Exclamou o Scamander, ao receber um tapa de Nikki.

Roxanne riu ao ver a expressão de dor do amigo, e os quatro começaram uma conversa animada sobre como seria o torneio de quadribol daquele ano. Roxanne e Lysander estavam no time, e acreditavam que podiam conquistar o bicampeonato.

A porta do vagão se abriu subitamente, revelando um James sorridente e com duas caixas de sapos de chocolate na mão.

– Oi, estranhos. Sentiram minha falta? – Falou o Potter, se sentando ao lado de Roxanne – Aqui, Roxy, um chocolate para pagar o que eu roubei de você mais cedo.

A Weasley olhou para ele desconfiada e pegou o sapo de chocolate com cautela.

– Obrigada, Potter.

James olhou para ela sorrindo

– Nada, Weasley – Disse, para em seguida dar um beijo na bochecha dela.

Lorcan e Lysander se entreolharam. Os dois haviam apostado vinte galeões sobre se James e Roxanne iriam namorar naquele ano ou não. Naquele momento, Lorcan achava que tinha vantagem.

xxx

– Lils, está tudo bem? – Perguntou Fred, olhando para a ruiva.

– O que? Ah, ta sim – Respondeu a Potter, olhando para os amigos.

– É que você estava... – Começou Louis Weasley.

– Perdida, dormindo, devaneando – Completou Hugo.

– Hum, eu to bem. Só pensando.

– Pensando no que? – Fred voltou a indagar. O moreno era o melhor amigo de Lily, ainda mais próximo do que Louis e Hugo.

Lily olhou para ele, envergonhada. Estava pensando que iria mudar naquele ano, que ia arranjar uns amigos que não fossem seus primos e, principalmente, pretendia arranjar um namorado.

– Nada, coisa de menina. Vocês viram meu irmão? Eu deixei metade das minhas coisas com ele.

– Eu vi ele mais cedo, se agarrando com a filha do professor Longbottom – Falou o Fred.

– Ele não estava namorando a sua irmã? – Luis fez uma cara confusa – Eu vi os dois quase se comendo nas férias.

– Eles ficam de vez em quando, mas nada sério – Explicou Lily, impaciente.

Quando os garotos começaram uma discussão sobre qual time de quadribol era o melhor da temporada, Lily Luna voltou a devanear, olhando para a janela. Estava cansada da vida monótona que levava. Queria viver grandes aventuras como os seus pais um dia vivera, queria ação e emoção na sua vida. Queria ser uma heroína.

Notas finais
Fichas: http://www.tfaforms.com/358919
É uma ficha meio longa, mas eu juro que preciso de tudo isso pra conhecer os personagens de vocês. E nesse link aqui (https://charahub.com/user/marianoites) tem os personagens da fic, a Lily, o James, etc. Tem fotos e as personalidades deles e tal, é legal dar uma olhada se vocês quiserem.
Eu não aceito as fichas por ordem de chegada nem nada, então podem levar o tempo que precisarem.

Beijinhos xx
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.