A New Chance To Love
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Mais um cap, eu espero que gostem!
A fic tÃá entrando na reta final jÃá...ou quase isso kkkk Ainda tem algumas coisas para acontecer antes de terminar kkkk
esse cap Ãé bem feliz...
acho que depois de tanta tristeza, delena merecia um pouco de felicidade nÃé? kkk
“Porque tudo de mim
Ama tudo em você
Amo suas curvas e todas as suas arestas
Todas as suas imperfeições perfeitas
Dê o seu melhor para mim
Vou dar tudo de mim para você
Você é o meu fim e meu começo
Mesmo quando eu perder estarei ganhando
Porque eu te darei tudo, tudo de mim
E você me dá tudo, tudo de você” **
POV Elena
Aquele era o dia da festa de noivado do Stefan e eu, apesar de não ter nenhuma intimidade com a Rebekah me ofereci para chegar mais cedo para ajudá-la com os últimos preparativos. Eu queria ter um bom relacionamento com ela, afinal, em pouco tempo, ela seria a esposa do meu cunhado e eu sabia o quanto o ele e o Damon eram apegados um ao outro. Além de irmãos, eles eram ótimos amigos. Eu queria me tornar mais próxima da família do Damon, queria estreitar os laços. Cheguei ao local da festa às cinco da tarde, seria uma comemoração simples, afinal, o que deveria ser surpreendente era a festa de casamento, cuja data eu ainda não conhecia. Quando encontrei a Rebekah, ela estava bastante nervosa, pelo visto, as coisas não estavam saindo como esperado.
–Será que é tão difícil fazer os arranjos de flores como eu quero? –Falava irritada com uma das decoradoras.
Eu me aproximei das duas cautelosamente e falei de um jeito simpático. –Oi, Rebekah!
–Ah, Elena, que bom que você chegou! –Ela exclamou como se estivesse aliviada e como se nós duas nos conhecêssemos há anos.
–Precisa de ajuda? –Ofereci.
–Você não tem idéia do quanto! Será que você pode me ajudar a montar os arranjos de flores?
–Claro que sim! -Nós duas fomos até a mesa onde as flores estavam e começamos a arrumá-las. –Como você quer que eu faça? Posso fazer arranjos com uma rosa de cada cor? Acho que vai ficar muito bonito. –Sugeri.
–É uma ótima idéia, Lena! –Concordou e abriu um sorriso. Aquela tinha sido a primeira vez que eu a vi sorrindo, afinal, nas poucas vezes que eu a encontrei, ela e o Stefan estavam discutindo. Eles viviam brigando e apesar disso, eles se amavam muito. -Você não tem idéia do quanto eu ando ansiosa desde que o Stefan me pediu em casamento! Planejar festa de noivado, planejar um casamento... É muita coisa para fazer!
–Quando vai ser o casamento? –Perguntei curiosa, eu me lembrava da Caroline ter me falado algo sobre a Rebekah e o Stefan se casarem em três meses ou algo assim, mas achei que ela deveria estar enganada, afinal, era um tempo muito curto para se planejar uma festa.
–Nós vamos nos casar daqui a três meses, acredita? –Seus olhos brilharam e um sorriso se desenhou e m seus lábios.
–Mas você acha que vai conseguir organizar tudo em tão pouco tempo?
–Eu tenho que conseguir, não é mesmo? Eu já reservei a igreja, a casa de festas! E eu estou ficando louca com tanta coisa!
–Eu imagino que deva ser complicado mesmo organizar um casamento, mas deve ser super divertido também. –Era estranho falar isso, afinal, eu tinha sido casada por dez anos e não tinha idéia de como era planejar um casamento. Bem, eu tinha sido casada com um psicopata e eu nem ainda tinha sido obrigada a isso, então, não era um casamento. Entretanto, eu já estava muito melhor, e decidi que não queria mais saber de todos esses traumas. Eu queria virar essas páginas e ser uma pessoa nova a partir de então e era isso que eu estava tentando fazer. Eu estava, na medida do possível, sendo feliz.
–Eu não consigo achar ninguém que consiga entender exatamente o que eu quero. –Reclamou. –E eu não acredito que seja tão difícil assim! Não pode ser assim tão complicado prestar atenção nos detalhes. Se eu digo que quero vermelho bordô, como me aparecessem com vermelho rubi?Eu quero que façam as coisas exatamente como eu quero! –Eu nem sabia que a cor vermelha pudesse ter tanto tons, para mim era apenas vermelho escuro e vermelho claro, mas pelo visto eu estava enganada. E ao ouvir a Rebekah falando eu pude notar que ela era mimada, estava acostumada que fizessem tudo como ela queria e quando ela perdia o controle, ou achava que o tivesse perdido, ela ficava extremamente mal humorada.
–Bem, deve ser complicado mesmo. –Concordei. –Mas acho que você não deveria se estressar com isso, não agora, pelo menos! –Sorri. –Hoje é a sua festa de noivado! Você e o Stefan tem que aproveitar muito!
–Ah... -Notei que sua expressão se modificou. –Você acha que o Stefan me ama? –Eu não pude acreditar que ela estava me perguntando isso. Era uma pergunta pessoal, que nós só fazemos para nossos amigos mais próximos, afinal, estamos partilhando nossas inseguranças e então, eu percebi que apesar de ser muito mimada, a Rebekah era, também, muito insegura.
–Bem, o Stefan é meu cunhado, mas nós não nos quase não nos falamos, não temos intimidade, mas pelo que ele diz ao Damon, ele te ama muito. –Respondi da forma mais sincera possível. –Mas se ele te pediu em casamento, é lógico que ele te ama!
–Eu não sei... -Vacilou. –Eu meio que estava forçando que ele me pedisse em casamento. –Admitiu. –Eu não quero chegar aos trinta anos solteira! As pessoas vão me julgar, vão pensar que ninguém me quis.
–Não tem mal nenhum em ter trinta e ser solteira! –Eu realmente pensava nisso. –A felicidade não está em uma aliança no dedo, nem em nada disso! A felicidade está em ter pessoas que você ama ao seu lado, seja, apenas amigos ou um namorado! Você não precisa casar para ser feliz. –Falei sobre o que eu realmente acreditava. –Sabe o que eu realmente acho? Eu sei que nós não somos amigas, nem nada, mas eu acho que você deveria parar de se importar com a opinião dos outros e ser mais segura de si!
–Talvez, você tenha razão, Elena. –A loira sorriu. –É que eu não tenho muitos amigos, sabe? Eu quero dizer, amigos eu tenho, eu só não tenho amigos de verdade!
–Nunca é tarde para se fazer amigas! –Também abri um sorriso.
–Amigas?
–Amigas! –Nós duas nos abraçamos.
...
Eu e a Rebekah estávamos terminando de arrumar os últimos detalhes da festa quando o Damon e o Stefan chegaram acompanhados de um casal. Eles deveriam ter por volta de sessenta anos, e apesar da idade, eram muito bonitos e pareciam apaixonados. O senhor segurava a mão de sua senhora com tanto carinho, isso era tão bonito de se ver. Eu não pude deixar de reparar nos olhos azuis dela, eram lindos, pareciam os olhos do Damon. Ela deveria ser a mãe dele! Senti meu corpo inteiro tremer com essa possibilidade! Eu não estava preparada para conhecer os pais dele, eu nem saberia como agir.
–Quem são aqueles dois? -Perguntei a Rebekah com esperança que ela me dissesse que eles não eram quem eu estava pensando que fossem. -Eles não são os...
–Os pais do Stefan e do Damon! — A loira respondeu enquanto se arrumava, ajeitava as roupas e os cabelos. -Eles vieram da Flórida para a festa de noivado.
–Ah, meu Deus! E se eles não gostarem de mim? -Perguntei insegura. Eu iria conhecer os pais do meu namorado e eu não fazia à mínima ideia de como me comportar.
–Fica tranqüila! -Tentou me acalma. -Tudo o que você tem que fazer é agir com naturalidade.
–Vou tentar.
Para a minha sorte, toda a atenção estava voltada para a Rebekah, afinal, era ela quem tinha sido pedida em casamento e estava usando um anel em seu dedo. Eu estava praticamente invisível, só o Damon que me abraçou e sussurrou no meu ouvido para que eu ficasse calma. Eu respondi que enquanto os pais dele não me notassem, eu ficaria calma e ele riu.
–Rebekah, eu estou tão feliz que o meu menininho tenha te pedido em casamento! -A mãe abriu um sorriso e a abraçou.
–Agora que vocês estão noivos, Stefan, você tem que se dedicar mais a Rebekah, afinal, é isso que um marido faz, ele sempre pensa em primeiro lugar, você entendeu, filho? –Achei muito bonito o que ele tinha acabado de falar para o Stefan, é tão bom ver que alguns pais ainda passam bons valores para seus filhos.
–Pode deixar, papai. -Stefan concordou. -Eu amo a Rebekah demais e vou cuidar dela sempre. — Stefan e Rebekah se abraçaram e eu achei lindo vê-los assim, eles realmente se amam.
–Imagino que, em breve, eu terei netinhos! -A mulher falou.
–Bem, nós ainda não temos planos para filhos... -Rebekah foi sincera. -Talvez daqui uns cinco anos...
–Cinco anos é muito tempo! -Concluiu e o casal sorriu um pouco sem graça.
E foi nesse momento que eu deixei de ser invisível, as atenções estavam em minha agora.
–E quem é essa mulher mais linda, Damon? -A mãe dele perguntou exibindo um sorriso em seu rosto. -É essa a Elena de quem você me falou tanto? -Fiquei surpresa pelo fato de que ela já sabia meu nome! Nunca imaginei que o Damon já tinha falado de mim para os pais.
–É sim, mamãe, essa é a minha Elena.
–Oh, Elena, eu estão feliz em te conhecer! -Falou de um jeito simpático.
–O prazer é meu, senhora Salvatore. -Fui um tanto quanto formal, mas é que eu estava tão envergonhada que eu mal sabia o que falar.
–Pode me chamar de Yolanda. -Eu apenas assenti com um movimento positivo. -Giuseppe, venha conhecer a namorada do Damon! -Chamou o marido que estava concentrado conversando com a Rebekah e o Stefan.
–É um prazer tão grande te conhecer, Elena. -Ele era tão simpático quanto à esposa.
–Ah, Elena, você não sabe o quanto eu estou feliz por você estar aqui. -Yolanda interrompeu a conversa e me abraçou. -Você está fazendo o meu menino ser feliz de novo.
–O que eu posso dizer é que ele também me faz muito feliz. -Falei sinceramente.
–Isso é muito bom! -Fez uma pausa. -Sabe, Elena? O Damon é um menino maravilhoso, então, não o magoe. –Agora, ela estava falando como uma mãe que realmente se preocupa com seu filho e eu gostei de ver isso. Damon tinha muita sorte de ter pais que se importavam de verdade com ele.
–Eu jamais faria isso! Eu o amo...
–Menino? -Damon se intrometeu. -Mãe, eu tenho trinta e um anos! -Abafou um risinho.
–E continua sendo um menino! -Ela riu. -Aliás, eu tenho dois meninos maravilhosos. -Puxou os dois filhos para perto dela, eu pude notar que tanto o Damon quanto o Stefan ficaram um pouco sem jeito.
–Dois meninos, um de vinte e sete e outro de trinta e um. –Damon fez questão de lembrar isso à mãe. -É, mamãe, você adora nos deixar constrangidos na frente das mulheres. –Brincou.
–Constrangidos por quê? Eu acho ótimo que elas saibam que os meus filhos tem família e que são rapazes sérios, não é mesmo, meninas?
–Claro que sim! -Eu e a Rebekah concordamos.
–E eles tem que tratar vocês como princesas. -Giuseppe falou. -Eu ensinei aos dois que um homem tem que tratar a sua mulher com todo o amor.
Os dois irmãos não falaram nada, talvez, achando que assim, o assunto morreria e eles não passariam ainda mais vergonha.
–Vocês realmente criaram dois filhos ótimos. -Rebekah falou a verdade e isso acabou por cortar o assunto.
...
Depois de ter ajudado a Rebekah a organizar a festa e ter sobrevivido ao encontro inesperado com os pais do Damon, que por sinal eram ótimas pessoas, eu estava exausta, mas estava me sentindo bem, afinal, eu tinha acabado de fazer uma nova amiga e não era apenas ela que precisava de amigos. Eu também precisava, afinal, eu só tinha uma amiga, a Caroline e é claro que nós seríamos melhores amigas, mas eu precisava de mais amigas, é sempre bom ter pessoas que se gosta e confia para compartilhar a sua vida. Apesar do cansaço, eu precisava me arrumar. Eu não tinha muita idéia do que vestir, mas para a minha sorte, a Caroline viria se encontrar comigo, na casa de festas, e nós iríamos se arrumar juntas. Eu sabia que ela tinha um ótimo gosto para roupas e eu poderia contar com ela. Tinha separado dois vestidos e iria pedir para que ela me ajudasse a escolher. Quando ela chegou, eu abri um sorriso de felicidade. Finalmente, eu iria resolver o “drama” de “não saber o que vestir”. É estranho, mas eu me senti com essa situação, pela primeira vez na minha vida, os meus problemas eram normais. Eu não estava mais vivendo um pesadelo
–Oi Carr!
–Oi Lena! –Falou com aquele seu jeito alegre.
–Você precisa me ajudar! –Pedi. –Eu não sei o que vestir!
–Eu ajudo, é claro! O que você está pensando em usar?
–Eu não sei, eu pensei em um desses dois vestidos. –Mostrei um vestido vermelho tomara que caia com uma fenda na coxa e um vestido preto de paitê super decotado.
–Paitê não! –Caroline franziu o cenho. –Por favor, Lena! Você vai para uma festa e não para a balada!
–Então, eu vou usar o vermelho. –Concluí.
–Também não!
–Mas eu não tenho outro vestido para escolher.
–Para a sua sorte, eu também estava indecisa com o que usar e trouxe cinco vestidos e eu tenho certeza que um deles vai ficar lindo em você!
–Mas e você, Carr? Eu não quero pegar os seus vestidos e te deixar sem poder escolher.
–Lena, não tem problema! Eu não iria escolher aquele vestido mesmo, aliás, você não quer ver o que você acha dele?
–Eu quero!
Caroline pegou um vestido verde que era simplesmente maravilhoso, eu me apaixonei por ele assim que o vi. E quando o provei me senti estranhamente bonita. O curto vestido caiu perfeitamente em minhas curvas, deixando minhas pernas a mostra. O decote realçava os meus seios volumosos. Eu tinha adorado!
–Fiu, fiu! –Caroline brincou comigo. –Você está maravilhosa!
–Obrigada, Carol! –Sorri. –E você, o que vai vestir?
–Eu estou em duvida entre esse vestido rosa ou esse azul...
–O rosa com toda a certeza é o mais lindo! É delicado e sexy ao mesmo tempo, vai ficar perfeito em você.
–Tem razão, Leninha! Eu vou usar esse!
...
Depois de nos arrumarmos, eu e a Caroline descemos juntas para a festa. Damon e o Stefan estavam conversando e por isso, decidi não interrompê-los, deixaria que eles tivessem um momento de irmãos, até porque, eu teria o restante da noite para passar com o meu namorado. Ainda não tinha visto a Rebekah, ela ainda deveria estar se arrumando, afinal, aquela era a noite dela e ela teria de estar deslumbrante.
–Leninha, eu quero dançar! –Caroline falou animadamente enquanto levantava os braços e caminhava, meio que dançando, para a pista. Eu a segui.
–E eu quero cerveja! –Falei quando encontrei um dos garçons servindo bebidas.
–Duas! –Ela concordou.
Pegamos dois copos e seguimos para pista. Estava tocando música eletrônica, nada melhor dançar do que isso! Eu realmente queria aproveitar a festa, era uma das primeiras que eu vinha em toda a minha vida, então teria que ser memorável.
–Eu não sei dançar direito... -Notei ao ver como a minha amiga dançava, eu nunca conseguiria repetir nenhum movimento que ela fazia, eu era totalmente travada!
–E qual o problema? Dança do seu jeito! –Seu tom continuava alegre e ela estava me encorajando. –O importante é que você aproveite essa noite! Nós somos jovens, não temos que curtir!
–Você tem razão. –Decidi não me importar com a forma que eu estava dançando, eu estava me divertindo e era isso que importava.
Nós duas ficamos um bom tempo dançando até que a música diminuiu de ritmo, estava mais lenta, romântica. E foi nesse momento que o Damon chegou para ficar comigo.
–Caroline, espero que você não se importe, mas eu vou roubar essa morena linda para mim. –Brincou.
–Imagina! Fiquem à vontade. –A loira riu.
Damon me envolveu pela cintura, colando nossos corpos. Senti um arrepio gostoso percorrer toda a minha espinha. Gostava dessa proximidade com ele. Nossos olhos se encontraram em um olhar apaixonado. Abri um sorriso e ele retribuiu. Nós dois estávamos felizes, nós ficávamos ainda mais felizes quando estávamos juntos. Era como se nós nos completássemos.
–Eu nem preciso dizer o quanto você está linda essa noite, preciso? –Perguntou daquele jeito sedutor que fazia com que eu me arrepiasse por inteira.
–Acho que nunca é demais ouvir você dizendo que eu sou bonita. –Flertei.
–Ótimo, eu adoro te elogiar. –Sorriu. –Com toda a certeza, você é garota mais linda da festa.
–É porque você ainda não viu como a Rebekah está linda. –Apontei para ela que tinha acabado de adentrar o salão. A loira estava deslumbrante em um vestido dourado, ela parecia uma princesa de tão linda.
–Ela está realmente linda. –Damon concordou. –Mas perto de você, ela não tem nada de especial. Aliás, nenhuma garota tem algo de especial perto de você. Elena, você é perfeita.
–Perfeita? –Perguntei tentando esconder um sorrisinho de satisfação.
–Isso mesmo, você é perfeita. –Damon repetiu. -Você é linda, bondosa, inteligente e muito corajosa.
–Inteligente e corajosa? –Perguntei surpresa. Eu nunca imaginei que ele pensasse isso sobre mim, porque eu mesma não me definiria assim.
–Claro que sim. –Ele parecia ter certeza do que está dizendo. –Já percebeu que tudo que você diz é tão coeso, você tem argumentos fortes, opinião. Só uma pessoa inteligente é assim. –Explicou. –E corajosa porque não é qualquer pessoa que passa por tudo que passou e enfrenta as dificuldades como você faz, não importa o quanto seja difícil, você luta até o final e sempre consegue superar.
–Eu não sei o que dizer... -Falei sinceramente. –Você me deixou sem palavras... -Eu realmente não sabia responder aos elogios que ele tinha acabado de me fazer, era bonito demais.
–Você não precisa me falar nada... -Acariciou o me rosto. –Eu quero apenas que você saiba o quanto eu te amo.
–Eu também te amo. –Eu realmente o amava, eu o amava com todas as minhas forças. –E eu quero ter um futuro ao seu lado... -Fiz uma pausa. –Eu quero viver para sempre com você, quero que nós sejamos felizes juntos...
–Casados e com filhos? –Indagou. –Nós estamos em uma festa de noivado, acho que faz sentido esse tipo de assunto surgir...
–Eu não consigo me imaginar vestida de branco entrando em uma igreja, isso me trás péssimas recordações... Talvez, com o tempo... Isso passe... –Mesmo sabendo que o que eu tive com o Matt não foi de fato um casamento, eu não sei se algum dia eu seria capaz para firmar um compromisso desses. A idéia de casamento que eu tinha no meu inconsciente era terrível, eu nunca conseguiria me vestir de noiva, eu ainda gravada em mim, minha própria imagem de aos quinze anos estar vestida de noiva e caminhando até o altar e essa é uma das minhas piores lembranças.
–Bem, nós já moramos juntos, não precisamos nos preocupar em casar e com toda essa formalidade. –Sorriu. –Com o tempo, nós vamos decidindo o que fazer...
–Você tem razão. –Eu concordei com ele. Para mim, nosso relacionamento estava ótimo do jeito que estava, ou melhor, estava perfeito. –Mas sabe algo que eu quero muito?
–O que?
–Filhos. Eu realmente gostaria de ser mãe. –Estava sendo sincera. Desde o aborto que eu sofri, tudo que eu quero é um filho, eu realmente quero. Seria perfeito.
–E eu de ser pai, eu iria ficar muito feliz se você me desse um filho. –Admitiu. –Mas é claro, que eu vou esperar você se sentir preparada por isso, eu sei de tudo que você passou.
–Eu me sinto preparada...
–Sério?
–Sim.
–Mas se você ficar grávida, você sabe o que eu vou fazer em seguida, não sabe?
–O que?
–Pedir você em casamento... -Responder. –Eu sou o tipo de cara que quando engravida uma mulher, se casa com ela. –Abriu um sorriso delicioso. –E mesmo se eu não quisesse casar, o meu pai iria me obrigar, e não importa que eu tenha mais de trinta, ele iria me obrigar do mesmo jeito. Ele iria dizer que tinha criado um homem e não um moleque e que eu tenho que arcar com as responsabilidades. –Nós dois achamos graça.
–A propósito, eu adorei ter conhecido os seus pais.
–Eles também te adoraram, principalmente a minha mãe.
–Sério?
–Sim, enquanto você se arrumava, nós ficamos conversando e ela me disse isso.
–Que bom! Eu fiquei com medo de que eles pudessem não gostar de mim. –Admiti.
–É impossível não gostar de você, Elena.
Damon jogou meu corpo para trás, me amparando com seu braço e eu coloquei o meu ao redor de seu pescoço. Nossos lábios se aproximaram selando um beijo delicioso. Nós estávamos nos beijando em uma cena que parecia de cinema e isso deixava tudo ainda mais romântico. O beijo era cada vez mais intenso, cada vez mais delicioso, era como se nós estivéssemos conectados, havia uma ligação muito forte entre nós, eu acho que era o amor que nós sentíamos um pelo outro. Era o amor que tornava cada momento que tínhamos juntos perfeito.
...
Nós chegamos em casa aos beijos, era como se nós não quiséssemos nos separar nem por um minuto e não queríamos mesmo. Eu não queria, eu não queria meus lábios longe dos dele, nossos corpos distantes. Fomos até o quarto, ficamos em pé em frente à cama, nós continuamos nos beijando, as mão dele passeavam pelo meu corpo, pelos seios, cintura, as coxas, nádegas. Deixei que ele me tocasse como quisesse, que explorasse minhas curvas daquela forma tão ousada que fazia com que o meu coração acelerasse. Seus beijos escapavam da minha boca e incendiavam a pele do meu corpo, os lábios deslizavam pelo meu pescoço em uma carícia quente, que me incendiava de tanto desejo. Intercalado aos beijos, mordidinhas tão provocantes. Eu estava pulsando por ele, eu arfava, pois aqueles toques roubavam o meu ar, me provocavam. Deixei minhas mãos passearem nele também, pelos braços, peitoral, a barriga, até perceber que as roupas que ele vestia eram distancia demais entre nossos corpos. Comecei a abrir os botões da camisa social branca que ele usava, o primeiro botão, o segundo, o terceiro... O desejo só aumentava. Deliciei-me com a visão quando finalmente tinha me livrado do tecido. Precisava tocá-lo, sentir minha pele contra a dele. Explorei cada centímetro de seu corpo másculo, os músculos bem esculpidos... Ele era delicioso. E era ainda mais gostoso quando ele me tocava. Damon me virou de costas, suas mãos deslizavam pelo meu corpo, estavam nos meus seios, apertando-os em uma deliciosa massagem, e me fazendo gemer, depois desceram, desceram por todas as minhas curvas.
Abriu o zíper do meu vestido e o tecido caiu pelo meu corpo, deixando-o exposto. Seus lábios pousaram em meu pescoço em um beijo tão gostoso e instigante. Gostava daquela sensação, gostava do contato de seus lábios, sua língua quente em minha pele. É algo delirante. E para que tudo fosse ainda mais intenso e luxurioso, Damon voltou a tocar os meus seios, apertava, massageava. Eu não conseguia falar, não conseguia organizar uma frase, eu mal conseguia pensar. Tudo que vinha em minha mente eram as sensações que ele provocava em mim e eu não queria que ele parasse. E eu percebia o quanto ele também me desejava, o quanto ele me queria. Senti uma satisfação quando ele me virou e nossos olhares se encontraram, os olhos dele faiscavam desejo, mas também amor. Nossas bocas se juntaram em um novo beijo, era um beijo doce e ardente, era apaixonado e luxurioso. Eu conseguia sentir todo o sentimento que havia ali. Eu podia sentir o quanto nós nos amávamos e nos desejavam. Eu podia me entregar a ele, eu podia me entregar completamente. Ele me amava e eu sabia disso. Eu não precisava ter medo algum e nenhum medo me veio à mente, eu sabia que ele jamais faria comigo algo que eu não quisesse. Damon não era como o Matt, eu tinha certeza. E eu podia confiar nele e me entregar novamente, como tinha feito algumas vezes antes do seqüestro. Eu o amava e por isso, queria estar com ele daquela forma tão intima. Damon acariciou o meu rosto e depois, seus dedos se entrelaçaram nos fios de meus cabelos em uma carícia romântica e sensual.
–Você é tão linda... -Sussurrou em meus lábios e eu sorri delicadamente. -Eu adoro quando você sorri desse jeito, me faz te querer ainda mais. -Eu não consegui responder, pois logo ele me calou com um novo beijo, um beijo tão quente. Meu coração disparou, meu corpo vibrou...
Em seguida, em uma atitude, muito mais ousada e lasciva, me colocou contra a escrivaninha senta sobre ela. Abriu meu sutiã, revelando os meus seios. Ele sorriu de um jeito malicioso e eu soltei um gemido quando sua boca os atingiu, passou à língua nos mamilos em uma lenta e alucinante carícia, eu queria mais, eu queria que fosse ainda mais intenso e parecendo que ele lia os meus pensamentos, começou a chupar meu seio direito com vontade. Eu soltei um gemido tão alto. Aquilo era tão bom, era tão gostoso. Fez movimentos circulares com a língua, como se fosse uma suave massagem em meus mamilos, para depois voltar a sugar. Eu estava enlouquecendo. Ele ameaçou deixar os meus seios, mas eu não permiti, fiz resistência a minha mão, não deixando que ele saísse dali. Atendeu o meu pedido e voltou a me chupar, chupou em uma intensidade tão gostosa, tudo que eu conseguia fazer era gemer. Eu sentia o meu sexo ficar molhado de tanta excitação e prazer. Brincou com os meus seios por um bom tempo até fazer o caminho de volta para os meus lábios. Damon me pegou no colo e me levou até a cama, deitou-me cuidadosamente ali. Os beijos continuavam, nossas bocas pareciam não querer se desgrudar de jeito nenhum. Minhas mãos percorriam as costas dele, arranhando de leve e as dele deslizavam pelo meu corpo. Fui além, levei a mão até a calça dele, sentindo seu membro duro, apertei, fazendo com que ele gemesse. Trocamos de lugar, dessa vez era eu quem estava por cima. Tirei dele as roupas que ainda usava, deixando-o completamente nu. Meu coração acelerou com a visão que tive. Ele era tão lindo, seu corpo era magnífico. Beijei-o por inteiro, distribuindo mordidinhas e lambidinhas pelo seu peitoral sarado, continuei descendo, a barriga tanquinho, as coxas. Cheguei até o seu sexo. A pele do meu rosto corou quando comecei a estimulá-lo com a mão. A vergonha foi passando no momento que percebia como os meus toques o afetavam. Eu o estava fazendo delirar. Timidamente, deixei a minha boca tocá-lo. Coloquei só a pontinha em minha boca e deixei minha língua massagear. Ele gemeu. E eu coloquei tudo na boca e chupei, suguei intensamente. Fiquei bastante tempo assim, até que, mais uma vez, ele estava por cima de mim. Pressionou o corpo contra o meu, aprisionando o meu quadril aos dele, senti sua ereção, seu membro quase me invadir por cima da calcinha que eu ainda usava. Movimentou-se em mim e eu mordi o lábio inferior contendo um gemido. Mais um pouco. Ele arfou. Nós nos beijamos mais uma vez, nossos olhares se cruzaram e sorrimos.
–Eu te amo... -Sussurrei em uma voz ofegante.
–Eu também te amo. –Respondeu e me beijou.
Demos mais um longo beijo e depois ele passou a beijar todo o meu corpo, o pescoço, os seios, a barriga, as coxas ate chegar à minha intimidade. Tirou minha calcinha, beijou todo meu sexo, passou a língua e eu estremeci. Passou a me estimular, usando também as mãos. Friccionou o meu clitóris com o dedo e eu delirei. Passou a língua nele, em uma suave massagem, chupou essa parte tão sensível e eu me deliciei. Estava sentindo tanto prazer. Era como se uma corrente elétrica estivesse passando pelo meu corpo, era uma sensação deliciosa. Eu estava tão úmida, eu estava pulsando para tê-lo dentro de mim e foi isso que aconteceu. Colocou minhas pernas apoiadas em seu quadril e me penetrou. Soltei um gritinho de prazer. Mexeu-se dentro de mim, em leves estocadas. Assim como eu, ele estava repleto de prazer. Rebolei ajudando a controlar o ritmo, que foi gradualmente se intensificando. As estocadas estavam mais fortes e não demorou em que nós dois atingíssemos o orgasmo juntos. Era uma sensação alucinantemente gostosa, meu corpo inteiro pulsava, estava agitado por tanto prazer, e depois as ondas calmantes se apoderavam de mim. Eu estava exausta. Damon se deitou ao meu lado e eu o abracei, ficamos coladinhos e dormimos juntos.
______________________________
**Trecho da letra All of me do John Legend
Notas finais
Elena conheceu os pais do Damon...eles sao super fofos nÃé?
Damon e a Elena tao super felizes juntos nÃé?
E que safadinhos eles nÃé? kkkkkkkkkkkkkk
Comentem pls
Se vcs gostam da fic, recomendem, por favor !
Gente....falando em TVD eu ainda estou revoltada com o 5x03
Nao tem sentido aquela história toda das cópias
Delena always and forever â¥
Primeiro eu pensei que para ter um pouco de lógica o Stefan e a Katherine deveriam ser predestinados...mas analisando de novo...eu pensei que não
Nem a Kath e o Stefan são predestinados...
Pq pensa...a Kath nasceu no de 1400 e sei lá o que.... Ninguém sabia que ela iria virar vampira..
E o Stefan nasceu em 1800 e pouco
As copias são humanas....entao... se eles nao estao predestinados a ser vamps...pq eles aparecem exatamente para consertar o feitiço da imortalidade... Copias devem ser humanas...
Ou seja...precisa ter uma copia nascida em 1400 e tal para ser a copia da Katherine
Precisa de uma copia nascida em 1800 e tal para ser a copia do Stefan..
Stefan e Katherine nunca conheceram suas "copias gemeas"
Tudo bem, se eles perderam as copias deles... eles podem ter ficado destinados? Ate ai tudo bem....
Mas e a Elena? Ela nao tem a copia dela....
Ela vai ficar com quem?
E como a Amara pode ser a primeira?
Pq eu lembro q para existir uma copia precisa ter laço de sangue....a Tatia, a Kath e a Elena sao parentes... e lembra. O Klaus queria a Elena humana? Pq tipo....ela poderia ter filhos e o sangue dela faria outra copia de quem, no futuro, ele obteria o sangue pros hibridos
Mas e a Amara? Ela morreu e nao teve filhos...
e o Sylas? Ele teve filhos? Como ele pode ter copias?
E mais...a Elena nao vai ter a copia dela....pq tipo...supondo que o Sylas tenha um filho e deu sequencia a linhagem...essa parou no Stefan...ele nao tem filhos...e a Elena nao tem copia nascida na mesma epoca que ela para ser predestinada....
E qual o sentido de haver copias e o destino querer junta-las a partir desse ponto? A Elena é a copia sem par...
E ela tbm nao vai dar sequencia a linhagem Petrova...
E agora? Nao tem sentido!
E tbm nao entendo pq as copias em maneira geral vao se apaixonar uma pela outra...pq isso não é a definição de alma gemea...
Que eu saiba...para o Stefan e a Elena...serem almas gemeas...Eles deveriam ser a reencarnação do Sylas e da Amara...pq eles teriam a mesma alma e por isso se amariam... Mas eles não são!! Entao essa história é ainda mais furada!
E se o destino quer juntar qq cópia pq o Stefan e a Katherine nao ficaram juntos? Como o Stefan parou de amar a Katherine? Se eles eram predestinados (partindo do ponto que o destino queira juntar qq cópia independente da cronologia). O Stefan parou de amar a sua "copia" gemea...mas o Damon nao parou de amar a Katherine? WHATTTTT?
E a Elena se apaixonou pelo Damom? WHATTT? Se ela e o Stefan poderiam ser predestinados?
Na boa...nenhuma teoria, NA MINHA OPINIÃO, se encaixa
mais do que nunca Delena forever pls ♥
bj
Fale com o autor