Notas iniciais
Oi gente!
Faz muito tempo, mas finalmente eu estou de volta!
Eu queria pedir mil desculpas pela demora!
Eu tava morrendo de saudades daqui, mas eu tava super enrolada com trabalhos da faculdade e ainda fiquei um tempao sem note...
Eu espero que vocês ainda queiram ler a fic.
O capítulo não ficou muito bom,faz tanto tempo que eu não escrevia, mas eu prometo melhorar nos próximos.
bjinhos

POV Elena

Esta fora a primeira vez em muito tem que eu acordei me sentindo bem. Era uma sensação indescritível, eu estava calma, tão calma, meu corpo estava relaxado, tranqüila, mas, ao mesmo tempo, também havia uma agitação em mim. Era uma agitação diferente, pois ela era estranhamente calma, era aquele tipo de agitação que atinge seu coração e faz com que ele bata mais forte, bata em um compasso diferente, que ele pulse mais forte, mais rápido por alguém especial e essa pessoa também faz com que você se sinta especial. E quando você se dá conta, você já está sorrindo, um sorriso. também diferente, porque você só consegue sorrir assim por causa daquela pessoa. Era assim que o Damon fazia com que eu me sentisse. E essa era a primeira vez que eu me sentia assim. A noite que nós tivemos também foi a primeira noite em que eu me senti amada, porque em todas as outras noites da minha vida, em todas as noites que eu passei com o Matt, eu fui obrigada, eu fui forçada a fazer sexo mesmo quando eu implorava que não. Com o Damon foi diferente, foi especial. Finalmente eu tinha feito sexo com alguém que eu amava, com alguém a quem eu desejei me entregar. E eu me sentia bem, muito bem, na verdade, muito mais do que isso. Eu me sentia feliz, livre. Eu estava livre do medo que eu sentia cada vez que eu acordava ao lado do Matt e rezava para que um simples movimento que eu fizesse não o irritasse e ele me batesse. Mas hoje eu pude acordar tranqüila, eu pude acordar com um beijo em meus lábios, um beijo que deixava um gosto maravilhoso em minha boca e me fez sorrir levemente.

-Bom dia, princesa. -Damon sussurrou carinhosamente, enquanto sua mão deslizava lentamente em meu rosto em uma leve carícia.

-Bom dia. -Respondi em um tom doce, e quando terminei de pronunciar as duas palavras, o sorriso rapidamente retornou ao meu rosto.

-Gosto do seu sorriso. -Elogiou, deixou o polegar pressionar levemente os meus lábios, acariciando.

-Gosta? -Perguntei, tentando um flerte.

-Seu sorriso é lindo... -Respondeu, seus olhos profundamente azuis miraram os meus, meu coração acelerava toda a vez que nossos olhares se cruzavam. -Os elogios dele fizeram com que o sorriso se alargasse em meu rosto, ele também estava sorrindo. -E cada vez que você sorri, você faz com que eu sorria também. -Fez uma longa pausa, eu tentei dizer alguma coisa, mas eu estava sem palavras. -Elena, eu te amo. -Confessou e todo meu corpo pulsou, pude sentir uma alegria invadir cada uma de minhas células, e não havia nada além das palavras dele ecoando em minha mente. Instintivamente, meus lábios colaram nos dele, selando um beijo.

-Eu também te amo... -Sussurrei entre os beijos doces que trocávamos. Eu estava tão apaixonada e essa era a melhor sensação que eu já tinha sentido, era intensa e suave, perfeita.

Para cada beijo, surgia outro ainda mais vigoroso, delicioso, nossas bocas não se separavam nem por um instante e eu sentia cada vez mais vontade de beijá-lo, de estar com ele. Ficamos um longo tempo nos beijando e depois, ficamos apenas abraçados, os corpos colados, podia sentir o calor do corpo dele fluindo para o meu, eu me sentia tão querida, tão protegida, eu tinha muita sorte de tê-lo comigo.

-Por mim, eu poderia passar o dia inteiro assim abraçadinha com você. –Sussurrei.

-Então nós vamos passar o dia o dia assim. –Respondeu, abrindo um daqueles sorrisos sedutores.

-Mas nós temos que ir trabalhar... -Falei um pouco desanimada enquanto olhava para o relógio que estava na mesinha ao lado da cama. –Aliás, nós já estamos atrasados. –Observei.

-Nós não precisamos ir hoje. –Damon esticou o braço para alcançar o relógio e mudá-lo de posição de forma que eu não conseguisse mais ver o horário que estava sendo exibido.

-Mas Damon... -Tentei retrucar, sem sucesso.

-Eu sou seu chefe, Elena. –Falou ironicamente, o sorriso alargou em sua face. –E eu estou dizendo que você não precisa trabalhar, eu mesmo não pretendo ir.

-Que belo exemplo, doutor! –Provoquei. –Depois não vai poder reclamar quando sua funcionária começar a faltar...

-Eu acho que eu não vou reclamar. –Sorriu maliciosamente. –Afinal cada vez que você faltar, você vai estar comigo... -Puxou-me para si, podia sentir sua respiração quente, seus lábios colando nos meus, meu corpo inteiro pulsou por ele, eu não consegui falar mais nada, meus sentidos estavam completamente inebriados. Tudo que eu queria era me entregar aquele momento, eu não conseguia resistir.

...

-Aproximadamente um mês depois-

POV Damon

Fazia quase um mês que eu e a Elena estávamos morando juntos e eu estava cada vez mais apaixonado por ela. Fazia tanto tempo que eu não era tão quanto eu estou sendo com ela. Ela é maravilhosa, eu nunca pensei que poderia encontrar alguém assim. Não é como se ela estivesse substituindo a Katherine, é muito mais do que é isso, é como se ela fosse a garota com quem eu deveria estar junto desde o inicio. Eu fazia questão de fazer de tudo para que ela sempre percebesse o quanto eu a amava. Depois de tudo que ela passou em sua vida, ela precisa de alguém que a trate com todo o amor e é assim que eu vou sempre vou cuidar dela. E eu realmente precisava cuidar, precisava protegê-la, eu precisava protegê-la do Matt, ele jamais chegaria perto dela novamente. Ele chegou a ligar algumas vezes para o escritório, fizera diversas ameaças, mas depois de que a polícia foi até a casa dele com uma intimação para que ele prestasse esclarecimentos sobre o caso de agressão que a Elena o denunciara, ele parou, principalmente depois que também recebeu uma ordem judicial proibindo que ele aproximasse dela. Ainda assim, isso não era garantia de que ele permanecesse longe, não até que ele fosse condenado e preso por tudo que tinha feito a ela e isso ainda seria pouco. Ele merecia apanhar, ele merecia morrer por tudo que tinha feito. A verdade é que se ele chegasse perto da Elena, eu mesmo iria matá-lo. A raiva que eu sentia daquele cara era imensa. Ele tinha feito mal a garota que eu amava e eu nunca iria esquecer isso. Falando em amar, todos já haviam reparado o quando eu e a Elena estávamos apaixonados, aquele tinha virado o assunto no escritório. Todos pareciam aprovar o nosso relacionamento e faziam questão de comentar, principalmente, o meu irmão.

-É tão bom te ver feliz de novo, Damon. –Stefan comentou. –Desde o acidente eu não te via assim. –Continuou. –Que bom que as coisas entre você e a Elena estejam dando certo, ela é uma garota ótima.

-Ela é incrível. –Concordei. –Ela foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Eu estou planejando em levá-la para viajar esse final de semana para algum lugar bem romântico, eu quero surpreendê-la.

-Ela vai adorar. –Stefan concordou. –Falando em viajar, morar junto, eu estou pensando em pedir a Rebekah em casamento. –Mudou de assunto.

-Tem certeza, cara? –Perguntei surpreso, apesar dos dois estarem juntos há muito tempo, eu não imaginava que eles fossem se casar tão cedo.

-Não sei... -Hesitou. –Cara, ela está me pressionando. –Falou preocupado e eu não consegui conter o riso. –Porra, você tem que ficar rindo? –Stefan me repreendeu. –Sério, Damon, a Rebekah tá me deixando louco com isso...

-Caralho, Stefan, que drama idiota! –Exclamei. –Ela é gostosa, vocês estão juntos há sete anos e ela é louca, se você não casar com ela, eu não duvidaria que ela te mate por isso.

-Como você está me ajudando, Damon. –Reclamou. Eu apenas sorri ironicamente.

...

POV Elena

Eu e a Caroline estávamos correndo de um lado para o outro naquela tarde. Iria acontecer uma reunião com os diretores de uma empresa cliente do escritório e alguns documentos ainda não estavam prontos e nós precisaríamos tê-los de qualquer maneira naquele dia e para piorar uma das estagiárias estava doente e estava faltando fazia uma semana, ou seja, o trabalho estava ainda mais atrasado e sempre sobrava para as secretárias ter que dar um jeito em tudo. Às vezes, eu achava que nós duas trabalhávamos mais do que os advogados e bem, em alguns casos isso era mesmo verdade.

-Ah, Lena, eu vou ficar louca! –Caroline exclamou. –Nunca que nós vamos conseguir esse documento a tempo! –Suspirou. –Tudo culpa da Bonnie! Por que ela teve que ficar doente? –O jeito furioso com o qual ela falava chegava a ser engraçado.

-Ela não tem culpa disso, Carol!

-Eu sei, mas mesmo assim! Ah que droga! Agora quem tem que se virar é a gente. –Reclamou.

-Se e eu for lá buscar, será que eu consigo? –Perguntei.

-Eu não sei, Elena. O lugar é longe daqui e geralmente o documento demora uns dois dias para ficar pronto, só se você for muito convincente e conseguir isso para hoje...

-Não custa tentar, não é mesmo?

-Não custa e eu realmente espero que você consiga!

POV Matt

Eu estava com tanta raiva, ou melhor, eu estava furioso. Eu ainda não podia acreditar que a vagabunda da Elena tinha me escapado. Eu paguei tão caro para tê-la. Ela é minha, é minha propriedade. E como minha propriedade ela deveria estar comigo e não com outro cara e pior, ela jamais deveria ter me denunciado a polícia. Ela pode achar que está livre, mas ela nunca irá escapar de mim e por mais que ela tente fugir, ela não vai conseguir. E o advogadozinho do namorado dela também não vai conseguir protegê-la para sempre. Eu pensei em aparecer no escritório e acabar com os dois, mas me pareceu uma atitude infantil demais. Eu não teria a Elena de volta se eu fizesse isso. E eu a quero de volta! Como eu quero! Quando eu a tiver, ela irá pagar por tamanha desobediência. Ela vai se arrepender de não ter se comportado como deveria. Passei quase um mês seguindo o “casalzinho”, precisava conhecer cada passo deles, precisava saber a rotina. Elena raramente estava sozinha, ela estava sempre com ele. Mas eu sabia que ela iria acabar se colocando uma situação de desvantagem. Ela é burra e eu sempre soube disso. Tudo que eu precisava era continuar seguindo os dois sem ser notado. Finalmente tudo deu certo. Elena estava saindo no meio da tarde. Ela estava sozinha e parecia bastante apressada. Ótimo, ela não deveria estar prestando nenhuma atenção e seria fácil chegar até ela. Eu a segui até que ela entrou numa rua de pouco movimento. Lugar perfeito! Ela estava totalmente vulnerável e eu já tinha tudo pronto. Eu a agarrei por trás com força, ela tentou se debater inutilmente. Levei minha mão, que segurava um pano com um liquido que a faria dormir assim que ela inalasse o seu cheiro. Elena perdeu a consciência rapidamente e eu arrastei até o meu carro, que estava parado a poucos metros dali. Dirigi até uma casa que eu havia alugado só para isso. Certifiquei-me de que estava tudo trancado e que ninguém iria entrar ali, tirei a garota, ainda desmaiada, do carro e a carreguei até um dos quartos. Não a coloquei na cama, deixei-a no chão mesmo, encostada em uma parede. A vagabunda não precisava de conforto algum. Amarrei seus braços para trás, amarrei também seus pés, um bem junto ao outro. As amarras estavam bem apertadas, ela nunca iria conseguir se soltar. Aproveitei e ainda a amordacei e coloquei uma venda em seus olhos. Agora eu só precisava esperar que ela acordasse.

Notas finais
=*