A New And Different Life.
4 Knowing...
Notas iniciais
Pov Percy
Assim que entrei em meu chalé, deparei-me com uma garota. Ela estava com uma espada em sua mão, o que não era uma boa impressão. Mas logo ela a jogou para cima que se transformou em um anel, presente de Poseidon, pensei. Ela cabelos castanhos claros, olhos verdes como o mar e pele em um tom fraco bronzeado.
Ela era linda. Logo tirei esse pensamento de minha cabeça, ele era minha irmã!
– Oi – falou ela – Eu sou Emma.
– Prazer em conhecê-la, Emma – falei enquando a abraçava.
– Bom, esse é o seu irmão, filho de Poseidon Emma – falou Quíron – ele lhe ensinará a usar seu poderes com a água, lhe ensinará também esgrima. E também as regras do Acampamento – falou Quíron, encarando Percy.
– Sim senhor – assenti imediatamente.
– Tenho que ir. Vou deixa-los a sós, tenho muitos assuntos para resolver... – logo ele parou, percebendo que estava falando demais. Assenti para que ele fosse tranquilo. E logo ele saiu, restando somente eu, Emma e Grover.
– Vou sair também galerinha – falou Grover – vocês tem muito o que conversar. – disse Grover saindo, antes que eu pudesse falar algo.
Nos encaramos por longos 5 minutos. Eu não sabia o que falar, não sabia o que era ter uma irmã, mas sabia que estava prestes a descobrir o que era.
– Então, Emma, quer dar uma volta pelo acampamento? – perguntei quebrando o gelo.
– Ah... Claro, – falou ela – vamos.
Eu a conduzi para fora do chalé, eu já estava acostumado com tudo mesmo: campistas de diferentes chalés discutindo, diferentes tipos de chalé, campistas do chalé de Ares tentando arrumar uma briga para derramar sangue... Isso para mim já era normal. Eu meu sentia em casa.
Todos nos encararam por um longo momento. Eu conseguia ouvir alguns cochiscos do tipo "quem é a garota nova?" "o que ela faz com Percy?" "Annie já viu isso?" "novo casal...?". Eu simplismente ignorei os comentários e segui em frente.
– Não liga não para isso – falei apontando para correrias de campistas, outros discutindo e o de Ares, claro – com o tempo você se acostuma.
– Espero que sim – falou ela, percebi um sorriso querendo aparecer em seu rosto.
– Vem, vamos lá, você vai adorar esse lugar, é totalmente incrível. – falei
– Claro que é. – disse ela olhando para mim.
Pov Emma
Percy, era um cara legal. Senti que seríamos ótimos amigos e irmãos, claro.
Ele me levou para conhecer o acampamento, que era totalmente incrível como ele dissera. Primeiro fomos aos estábulos, onde estavam vários pegasus. Um pegasus, preto veio em nossa direção.
Iae chefe, – falou o cavalo, em minha mente e ao mesmo tempo eu escutava seu "relincho" de cavalo – quem é essa ai?
– Blackjack, já disse para não me chamar assim. Essa é a Emma, minha irmã. Emma esse é Blackjack meu pegasus.
Ahhh olá. Ok chefe. – falou Blackjack.
– Oi – falei confusa. – Percy, como é que... – Percy me interrompeu.
– Nosso pai criou os cavalos e pegasus da espuma do mar. Desde então nós podemos nos comunicar com ele pela... "mente"
– Ahh claro, como não pensei nisso. – falei meio boba
Tchau gente, vou voar um pouco. Tchau chefe, tchau Emma. Foi legal te conhecer – ouvi o cavalo...
– Tchau ... – falei enquanto ele já voava para longe. – Isso é muito confuso.
– É... no começo também achei, mas logo você se acostuma. – Percy sorriu para mim – Vamos logo, ainda tem muito o que conhecer.
Em seguida passamos pelas forjas de Hefesto, e logo depois pelo arsenal. Onde nós paramos enfrente.
– Aqui é onde ficam todas as armas do Acampamento – falou Percy, apontando para um grande galpão de metal.
– Acho que não vou precisar. – falei olhando para meu anel.
– Também acho que não – disse ele, puxando o meu braço em direção a um grande pavilhão de mármore.
– Aqui é o Pavilhão de Jantar – falou Percy. Tinha várias mesas, com diferentes toalhas e posiçôes. Ao lado de fora tinha uns tipos de arquibancadas e um lugar bem ao meio, onde deveria ser a fogueira à noite. – é onde nós comemos as três refeições do dia...
– Eu entendi, Percy – falei interrompendo-o, ele me olhou com cara feia. – Desculpa – disse rapidamente
– Não tem problema... – falou ele – Vamos para o melhor lugar desse acampamento.
– O que é? Onde? Pensei que nós já estivessimos nele... – nós rimos juntos por um momento. Era muito bom ter alguém com quem rir e compartilhar as coisas. Eu mau conhecia o Percy, e já sabia que podia confiar nele, para qualquer coisa.
– Arena – disse ele enquanto eu o fitava – O que? Vamos!!! Você vai gostar, é lá que eu vou te treinar...
– Você só pode estár brincando... Mas tem que ser agora? Eu não... – ele me interrompeu
– Sim tem que ser agora! Vamos. Só que antes vou te apresentar A Casa Grande.
– O que é "A Casa Grande"? – perguntei.
– É a sede do acampamento onde Quíron e Sr. D tem seu apartamentos... – falou ele
– Quem é Sr. D? – perguntei curiosa
– Dionísio...
– Ah claro, o Deus do Vinho. Mas ele não deveria estar no Olimpo?
– Longa história – falou Percy, implorei a ele com o meu olhar para que me contasse – Ok. Uhh.. Ele foi punido por Zeus a operar o acampamento durante 100 anos, porque tentou seduzir uma ninfa... – logo ele me explicou toda a história e eu entendi.
– Bem vinda A Casa Grande – falou ele, de braços abertos para a casa. Era enorme, quando olhei para cima pude ver uma janela, e logo decifrei que era o sótão da casa. Na frente da casa estava Quíron e um homem com barba e um terno roxo, cor de uva, sentados a uma mesa jogando... Logo deduzi que era o Dionísio, Sr D.
– Ahh, olá Emma, olá Percy – falou Quíron.
– Ora ora ora – falou Sr. D – vejo que o Sr. Pedro arrumou uma nova cabeçinha de alga para essa Acamapamento estúpido. Qual é o seu nome querida? – Perguntou Sr. D. Logo me deu vontade de avançar nele, mas por sorte dele, Percy segurou meu braço e fez um movimento com a cabeça, entendi que era "não".
– Meu nome é Emma, Sr. D – falei séria.
– Ora, vejo que já me conhece Emily, seja bem vinda. – falou ele de olho nas cartas.
– É Emma, Sr. D – falei, já um pouco mais calma. Por que o Percy não me dissera que esse Deus era assim? Isso era um saco!!
– Tanto faz Emília. Voltem para suas atividades agora! Estão dispensados. – falou o Deus, de cara séria.
Logo saímos daquele lugar, e fomos em direção a Arena. Era uma enorme área verde, onde vários campistas estão treinando, lutando, contra bonecos de madeira ou outros campitas.
– Ele é sempre assim? – perguntei a Percy, sobre o Sr D.
– Sempre – falou – portanto, se acostume logo... – falou ele quase rindo.
– Ahhh isso não tem graça. Eu senti que você também não gosta dele. Rá. – nós rimos um pouco.
– Vamos lutar. Treinar, seja lá o que for. – falei tirando o anel de meu dedo e o jogando para cima, que logo virou uma espada de bronze celestial. Percy fez uma cara de surpresa.
– Claro. – disse ele tirando do bolso uma caneta dourada, que ao tirar sua tampa ela virou uma espada, parecida com a minha. Nós andamos em meio a multidão, e paramos perto do rio/mar que tinha lá no final da Arena. Todos nos encararam, ou pelo menos quase todos.
Logo nós começamos a lutar. Eu não sabia, mas por incrível que pareça eu estava me saindo muito bem. Era como se aqui estivesse em meu sangue.
Até que eu vi um garoto, que estava a uns 20 metros de distancia. Perto o suficiente para que eu pudesse observar seus movimentos e sua beleza.
Ele era ágil, tinha a pele pálida, com cabelos escuros e olhos esuros também. Perdi a concentração e logo cai de costas no chão. O garoto parou, olhou, e veio em minha direção.
– Você está bem? – perguntou Percy num tom preucupado, se ajoelhando ao meu lado.
– Sim estou, Percy, não foi nada. – disse tentando me levantar para sair dali, fugir do garoto que estava vindo agora, em nossa direção.
Mas já era tarde demais, eu estava presa a sua beleza. E ele já estava ao lado de Percy.
– Está tudo bem? – perguntou o garoto de pele pálida perfeita.
Notas finais
Mas, o que vocês acharam? Deixe comentários aqui, com dicas para mim!!!
quem será o garoto de pelo pálida perfeita? hahahah ♥
Beeeeeijos!
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