A Nerd e a Patricinha
9 Expulsão
Notas iniciais
Quinn
Assim que meus pais entraram o médico disse que ia pedir pra uma enfermeira vir me dar um remédio para a dor, Rachel ainda tinha a mão sobre seu membro, mas assim que o médico saiu ela saiu logo atrás deixando-me sozinha com os meus pais, minha mãe veio até mim e me deu um abraço em quanto meu pai me olhava parado aos pés da cama, sorri fraco pra ele que me retribuiu do mesmo jeito.
– Minha filha fiquei com muito medo de perder você. — disse mamãe ainda me abraçando e me dando um beijo no rosto.
– Realmente filha nós deu um belo susto. — disse papai abrindo um sorriso largo.
– Mãe, pai preciso conversa com vocês serio. — disse para ambos que me olharam, mamãe se sento ao meu lado na cama me ajudando a sentar e papai se sentou na beirada da cama perto de meus pé e me olhou fixamente.
– Pode falar filha estamos prestando atenção. — disse papai calmo como sempre, era impressionante como meu pai podia se manter calmo, eu nunca tinha visto ele nervoso na minha vida toda.
– Mãe, pai, vocês sabem o dia que me deixaram de castigo. — ambos confirmaram com a cabeça, então resolvi continuar. — eu sai escondida e fui em uma festa...- disse e fui interrompida por um grito de indignação da minha mãe.
– Como assim Quinn Fabray, você estava de castigo, não devia ter saído sem nossa premiação ainda por cima. — disse minha mãe me olhando seria e agora estava levantada ao lado da cama, meu pai era calmo mas minha mãe não era nem um pouco calma.
– Mãe deixa eu falar antes de você começar a me dar bronca. — disse e ela me olhou e apenas confirmou. — então eu fui a esta festa lá eu bebi muito e acabei transando com a Rachel Berry, mais isto não vem ao caso agora, mãe, pai eu to grávida. — disse por fim deixando as lágrimas escorrerem pelo meu rosto, minha mãe me olhou com muita raiva, ela estava muito nervosa, nunca tinha visto ela deste jeito, olhei para o meu pai e em seus olhos havia pena por mim.
– Como assim Quinn, você saiu bebeu até perder os sentidos e ainda por cima vem me falar que transou com uma garota, que esta grávida, você só pode ta brincando comigo Quinn. — disse minha mãe em meio aos gritos, abaixei a cabeça em todos os momentos que ela gritava e meu corpo todo tremia.
– Mãe eu não estou brincando com a senhora, eu estou grávida da Rachel Berry. — disse ainda com a cabeça baixa e com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
– Quinn como você esta grávida de uma mulher isto e impossível. — disse mamãe com os olhos transbordando raiva, agora ela não gritava mais falava alto.
– Mamãe pode até parecer impossível, mais não e quando uma garota nasceu com um penis em vez dos órgãos femininos. — disse agora olhando pra ela e limpando meu rosto no lençol que eu estava coberta.
– Você ta brincando comigo né Quinn?. — perguntou-me mamãe e abaixei a cabeça e a balancei negando. — se isto não e brincadeira eu tenho uma filha que transou com uma aberração e não passa de uma vadia. — gritou mamãe e continuou com a cabeça baixa em quanto escutava seus berros.
– Judie calma, ela esta grávida não deve deixar ela nervosa. — disse papai pela primeira vez falando alguma coisa e vindo até perto da cama.
– Nossa filha esta grávida de uma aberração e você pede pra mim ter calma Russel. — disse mamãe olhando pro meu pai com muita raiva.
– Ela e nossa filha precisamos cuidar dela Judie, ainda mais agora ela precisa de nos. — disse papai chegando perto de mim e dando um beijo em minha testa.
– Não temos que cuidar de ninguém Russel, se ela volta pra casa você vai ta perdendo sua mulher e vai ser difícil pra você achar uma como eu. — disse mamãe cheira de raiva o que me fez chorar mais ainda, eu sabia que meu pai ia seder a ela.
– Tudo bem Judie se e isto que você quer eu não vou negar seu pedido, me perdoa filha. — disse papai saindo de perto de mim e minha mãe me olhou com muita raiva e me deu um tapa forte no rosto que me fez chorar ainda mais, olhei para o meu pai que me olhou com mais pena ainda.
Logo os dois saíram do quarto e mamãe mandou eu nunca mais volta pra casa que meu irmão Sam iria trazer minhas roupas, me permiti chorar mais ainda, onde eu ia morar, trabalhava em um emprego que ganhava pouco que não dava pra pagar nem uma casa caindo aos pedaço e ainda tinha dois bebês pra sustentar, o que eu vou faz com a minha vida.
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