Notas iniciais
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH SORRY, SORRY SORRY PELA DEMORA :D
NÃO ME ODEIEM, O CAPÍTULO FICOU MEGA GIGANTE E TEM AQUELA PARADA DA INSPIRAÇÃO.

CAPÍTULO BETADOOOOOOOOOO PELO MINHA BETA LINDA!

VOU FICAR ENROLANDO AQUI NÃO, LEIAM O CAPÍTULO EU ENCONTRO COM VOCÊS LÁ EMBAIXO.

BOA LEITURA.

Casar? Edward havia me pedido em casamento e eu estava absolutamente discutindo comigo mesmo mentalmente...

– Bella? – Edward havia se sentado na cama, olhava para mim sereno e tranquilo e eu não sabia o que dizer. – Você está bem meu amor? – murmurou e me abraçou puxando meu corpo junto ao seu.

Respirei.

– Me desculpe, você... me pegou de surpresa, não esperava isso...

O peito de Edward subiu e desceu com sua risadinha.

– Não precisa me responder hoje, baby! – Seus lábios tocaram o alto de minha cabeça, beijando meu cabelo.

Nossos corpos estavam quentes, grudados um ao outro, nossa respiração desacelerada, talvez a dele, por que naquele momento eu tinha voltado a ofegar.

– Quando você diz casar... – pensei. – É casar? Casar mesmo? – perguntei diminuindo a voz, eu sabia, estava sendo idiota.

Edward riu novamente.

– Sim, quero você para sempre ao meu lado.

– Vou estar sempre aqui – olhei em seus olhos. – Vou ser sua todas as noites, pode me chamar de sua, pode dizer que me ama...

Edward assentiu um pouco desapontado.

– Isso quer dizer que você não aceita?

– Isso quer dizer que eu preciso pensar – mordi o lábio. – Argh! Quero toda uma vida ao seu lado, é claro que eu quero.

Edward riu novamente.

– Não precisamos fazer nada se você não quiser ok?

– Eu quero você... sempre!

Edward me beijou e mordeu minha bochecha.

– Pensa baby, pensa.

– Você vai me esperar?

– Claro que vou, não importa o tempo que precise.

Sorri.

– Obrigada.

– Eu amo você – murmurou com seus lábios no meu. Retribui seu beijo e senti seu corpo novamente sobre o meu.

– Humm – gemi em seus lábios.

– O que foi?

– Precisamos voltar ou irão procurar pelo aniversariante – apontei para ele.

Edward revirou os olhos.

Nos beijamos mais uma vez e frustrado ele se levantou.

– Não fica assim, ainda temos toda a noite – sussurrei em seu ouvido abraçando sua cintura enquanto ele tentava vestir a cueca.

– Deus, você ainda me mata.

– Hum, seria uma morte muito prazerosa.

Edward sorriu sacana.

Se afastou e se agachou para pegar meu vestido no chão.

Eu estava ajoelhada na cama, meus seios na altura de seu tórax. Edward suspirou quando minhas mãos correram seu corpo.

– Bella, desse jeito eu não vou querer vestir a roupa.

– Não quero que vista.

– Quer que eu desça pelado? – ergueu uma sobrancelha debochado.

– Não quero que desça. Quero que seja meu.

– Sou seu!

Fechei os olhos e sorri.

– Droga, veste logo a calça – dei um tapa em sua bunda e corri para o canto do quarto me enfiando pra dentro do vestido.

Aproveitei o tempo em que Edward usava o banheiro para retocar minha maquiagem e arrumar meu cabelo bagunçado.

Tentava distrair minha mente, mas a única palavra que minha cabeça gritava era casamento, casamento, casamento.

É claro que eu queria casar com ele, ter filhos e formar nossa família, mas eu pensava isso em um futuro distante. Eu e ele mal tivemos um relacionamento saudável e na verdade nós mal namoramos de verdade porque sempre tinha algo nos impedindo disso.

Casamento era um grande passo em um relacionamento, eu conhecia poucas coisas sobre Edward. Eu queria saber mais sobre ele, conhecê-lo melhor, está bem, cem por cento, sem que o buraco estivesse no meu peito, porque por mais que eu estivesse com ele naquele momento, meu peito ainda doía e me fazia querer chorar, não pela perda, mas sim pelo medo que eu sempre teria de ter que deixá-lo novamente. Eu nos dei a chance de um recomeço, era isso que eu queria fazer e para isso eu não podia me precipitar em qualquer decisão.

– Você está pronta meu amor? – ouvi sua voz atrás de mim, seus lábios tocaram meu ombro desnudo. Seu sorriso apareceu no espelho.

Assenti sorrindo e me virei pra ele.

– Você está linda! – murmurou e demos um ultimo beijo antes de ele abrir a porta do quarto.

– Humm, estava pensando, não é melhor arrumarmos o quarto antes de...? – perguntei e parei na ponta da escada.

– Pra que se vamos bagunçar tudo novamente?

Sorri e descemos a escada.

Claro que a maioria das pessoas soltaram piadinhas e comentários maldosos, eu não sabia onde me esconder.

Charlie me olhava como se... como se fazer sexo com o seu namorado no dia do aniversário dele fosse crime.

Edward mal terminou de descer a escada e foi abordado por um de seus colegas de trabalho.

Ele olhou para mim com um pedido de desculpa, mas dei de ombros e sorri. Era o dia dele, precisa ficar com a família e amigos também.

– Imagino que esteja com sede – Alice apareceu na minha frente toda saltitante, com um sorriso enorme e uma taça de champanhe.

– Estou, obrigada – peguei a taça de sua mão e bebi quase metade em um só gole.

Alice continuava parada no mesmo lugar, o sorriso intacto esperando eu dizer algo.

– O que? Quer uma gorjeta? – Sorri.

– Não, mas quero detalhes.

– Detalhes do que? – Fingi não saber. Caminhei até uma mesa vazia e me sentei, estávamos perto de Jasper e as crianças.

– Oras, não se faça de besta Bee, deu um trabalho enorme decorar aquele quarto em 30 minutos.

Olhei para ela boquiaberta e devolvi a taça á mesa.

– Foi você?

– E quem mais seria?

– Oh... obrigada Alice – sorri.

– Detalhes – bateu palmas como uma criança ansiosa.

– Oh claro, quer saber a posição e se ele meteu fundo, lento, rápido e quantos minutos demorei pra go...

– Não, eu hein Bee, não quero saber isso – Alice pareceu chateada por um momento. Não pude segurar a risada. – Só quero saber se foi bom... pra vocês? Sabe, eu torci muito pra que desse tudo certo e eu sabia que estavam com saudade um do outro e que precisavam de um momento como esse.

– Foi maravilhoso Alice, obrigada por tudo amiga, você tem sido meu porto seguro todos esses meses — disse com sinceridade segurando na sua mão.

– Ah, acho que eu vou chorar – Alice disse com a voz embargada. Dei um abraço nela e rimos feito bobas quando ela me disse que eu estava cheirando a sexo e Edward.

– Tudo tem sido ótimo, maravilhoso e sinto que enfim nós podemos recomeçar. Meu amor por ele não diminui em nada e acho que agora vai ficar tudo certo.

– Vai sim, claro que vai!

Tivemos que mudar de assunto quando nossa família se juntou a nós para conversar. Todos estavam um pouco mais animados depois do jantar.

Nessie dançava com Seth e mais algumas amigas dela com uma música agitada. Já estava um pouco tarde. Edward teve que dar atenção a muitas pessoas e olhei em seus olhos novamente enquanto alegremente todos cantavam a música de Parabéns a Você antes de cortar o bolo decorado.

O sorriso em seu rosto não escondia sua felicidade e eu ficava feliz em vê-lo feliz daquela forma.

Após Edward cortar os primeiros pedaços de bolo e fazer os agradecimentos eu voltei a me sentar junta com a família na mesa.

Jasper tinha Brian dormindo em seus braços e logo Alice o pegou para que Jazz descansa-se.

– Hei Jazz, cadê a Mel? – perguntei assim que percebi que a pequena não estava por perto.

– Hum, Esme está com ela... – Jazz se virou na cadeira e apontou para um ponto vazio, quer dizer, Esme estava lá, junto com Rosie e Emm, mas Mel não.

Automaticamente procurei a pequena pela sala, não estava dançando com Nessie, não estava nos braços de nenhum convidado, nem com Edward, Renée ou Charlie.

Olhei para Alice que também a procurava.

– Onde a Mel está? – perguntei retoricamente, pois eu já sabia a resposta, ninguém sabia.

Alice meneou a cabeça negativamente.

Levantei-me e segui até Nessie. Ela parou de dançar e me olhou.

– Que foi Bells?

– Nada – dei de ombros. – Quer dizer, você viu sua irmã?

– Hum, ela estava com a vovó, deve estar com algum convidado agora.

– Ah ok, vou procurar ela.

Andei pela sala de estar e a sala de TV, havia apenas algumas pessoas, mas ninguém com um bebê no colo.

Ah claro, o andar de cima. Mel simplesmente pode ter dormido e Esme a colocou em seu berço.

Subi a escada e com passos ágeis abri a porta de seu quarto.

Apenas a luz rosa do abajur iluminava, um cheiro de bebê e brinquedinhos para todo lado. Segui até em frente seu berço e ela não estava lá.

Suspirei e sai do quarto fechando a porta atrás de mim.

Desci a escada lançando um olhar de alerta para Jasper e Alice e eles logo entenderam que Mel havia sumido.

– Não diga nada a Edward, ok? Vamos encontrá-la– sussurrei.

– Eu vou procurar ela lá fora, porque a porta está aberta e com esse entra e sai de pessoas ela pode ter saído – Alice informou.

– Eu vou dar mais uma olhada por toda casa, isso aqui é grande. – Jasper disse.

– Ok, eu vou olhar o jardim, a porta está aberta ela pode estar lá.

Alice e Jasper assentiram e saíram à procura da Mel.

Eu já estava começando a me desesperar. Mel era só um bebê, mal queria imaginar que ela estava perdida em algum lugar na rua.

“Deus ajude que ela esteja bem e protegida” – rezei baixinho.

Tentei parecer despreocupada ao passar por Rosie e Emmett, não queria que todos se desesperassem.

Até poderia ter alguns convidados de Edward no jardim, então eu duvido mesmo que ela esteja por lá.

Passei pelas portas de vidro e caminhei pelo caminho de pedra. A noite estava um pouco fria, um vento gelado na verdade.

Como eu havia pensado, havia dois rapazes do lado de fora, dois copos com bebida alcoólica e conversavam alto dando risadas. Passei por eles com um sorriso falso e olhei para os cantos e embaixo da pequena árvore que Edward havia plantado quando Nessie havia nascido.

Mel não estava em nenhum lugar do jardim e se eu continuasse caminhando sairia na área da piscina e churrasqueira.

Meu Deus, aquela piscina não tem proteção alguma. Meu coração disparou ao pensar no pior.

Corri sobre meus saltos encurtando o caminho entre eu e a piscina. Suspirei aliviada ao ver que Melanie não estava lá.

Virei-me para sair de lá, mas uma risadinha chamou minha atenção.

Era a risada da Mel. Ela gargalhava como se alguém lhe fizesse cócegas.

Segui a risada e ao canto eu vi uma silhueta feminina. Senti-me furiosa.

Que porra Rachel fazia ali?

– Hei Rachel – gritei, pois ela estava do outro lado.

A risadinha de Mel parou, Melanie me olhou e sorriu apontando pra mim. Rachel se virou e suspirou.

Caminhei em torno da piscina até ficar há um metro de distancia.

– Isabella.

– O que faz aqui? – perguntei.

Melanie tinha os bracinhos estendidos em minha direção, aproximei-me para pegá-la, mas Rachel impediu se afastando.

– Eu... eu justamente queria falar com você – Rachel olhou-me de cima a baixo.

– Comigo? Eu não tenho nada para falar com você. Deixei a Mel e vá embora.

Rachel sorriu e segurou Mel em um só braço.

– Eu preciso falar, ok?

– Olha, seu dia de ficar com a Melanie é só amanhã, se quebrar a regra judicial Edward vai impedi-la de vê-la e suponho que não queira que isso aconteça. Agora só vai e eu não vou contar nada ao Edward.

– Isso não se diz respeito a você e sim a Edward, Melanie e Renesmee. Não me importo se quer ouvir ou não, mas vou dizer. Só você pode me ajudar agora.

– Ajudar? – ergui as sobrancelhas. Cruzei os braços.

– Sim – ela suspirou. – Serei breve.

– Por favor.

– James tem me ameaçado constantemente...

– Esse problema não é meu.

– Tem razão não é seu, nem de Edward, Mel ou Nessie.

Suspirei. Era melhor deixa-la dizer, o que quer que fosse.

– Eu não tenho mais nenhum tipo de contato com James a dois, três meses, não sei exatamente. Depois de tudo eu decidi seguir meu caminho e me importar apenas com as minhas filhas e meu trabalho. Mas James tem me atormentado todas as noites com mensagens ameaçadoras. Eu ainda devo dinheiro a ele de um acordo que fizemos. Eu não tenho toda essa grana e também não tenho como conseguir a droga desse dinheiro que ele quer. Mas a pior parte é que ele passou a ameaçar Edward, Melanie e Nessie. Eu o conheço Isabella, sei do que ele é capaz de fazer. Eu realmente estou me sentindo ameaçada com tudo isso, não me importo com o que vai acontecer comigo, mas sim com eles.

– E onde eu entro nesta história?

– Você é a única pessoa que pode conseguir essa quantia de dinheiro. Você pode conseguir com o Edward, não sei.

– Já pensou em simplesmente denunciá-lo para a Polícia? Se tiver mesmo as mensagens com as ameaças pode entregá-lo.

– Sim, eu poderia fazer isso, mas James tem uma rota de fuga toda armada e ele me disse que se quer desconfiar que eu pensei em contar isso a polícia quando ele voltar irá acabar com todos...

– Olha, isso não envolve a ninguém, nem Edward, Melanie ou Renesmee. Você se meteu nisso, faça um empréstimo, trabalhe, não sei, a divida é sua. Não vou cair nesse papo furado.

– Você realmente acha que se eu não estivesse realmente precisando eu estaria aqui lhe pedindo isso Isabella? Eu estaria aqui me humilhando para você? Tudo bem, não acredite, eu vou fazer o máximo que eu poder, porque acima de tudo eu amo minhas filhas e se for preciso me sacrificar por elas eu vou fazer. Eu sei que errei, todo esse tempo e me arrependo. E aqui estou eu, pedindo ajuda para quem nunca irá acreditar em mim, ou que vá me ajudar um dia. Sabe eu até te entendo, talvez se fosse eu no seu lugar eu nem estaria aqui ouvindo.

Rachel parou de falar e me entregou Melanie, antes dando um beijinho em sua testa.

– Amanhã é meu dia de ficar com a Melanie e vou fazer de tudo para que Nessie fique comigo também. Eu não vou ficar parada e ver minhas filhas morrerem na mão do James. Eu vou dar um jeito e tirar elas do país, eu faço qualquer coisa para...

– Não pode fazer isso. Edward jamais permitiria. – Esbravejei.

– Eu que não permito saber que se eu não fizer nada elas vão sofrer.

Suspirei.

Eu queria estapear a cara de Rachel. Dizer o quanto ela era vadia e o quanto a odiava.

Mas eu não podia arriscar, era a vida de três pessoas mais que importantes na minha vida. Eu era a única porta de saída, se Rachel estava mentindo ou não eu teria que arriscar.

Rachel me olhou por um momento e se virou para sair da área da piscina.

Trinquei meus dentes, respirei fundo.

– Rachel – chamei.

Ela se virou me olhando.

– Qual o valor? E onde encontro você?

– 10.000 dólares – ela sussurrou. – Estarei na West com Charlote Street as 15h00 amanhã. E por favor, ninguém pode saber, se envolver a polícia todos nós vamos morrer, não conte a ninguém.

Rachel voltou a caminhar e pulou o cercado para fora da casa de Edward.

10.000 dólares. Meu Deus, eu jamais teria todo esse dinheiro.

Melanie choramingou ao ver sua mãe ir embora.

– Shhh, está tudo bem meu amor, não chore.

Melanie colocou sua cabecinha em meu ombro e continuo a resmungar.

Passei rapidamente entre o caminho de pedra do jardim e empurrei a porta de vidro para entrar. O ar do lado de dentro era quente e Mel parou de chorar.

– Bella, por que estava lá fora? – dei de frente com Edward ao entrar, ele fechou a porta atrás de mim.

– Hum... Melanie estava chorando, acho que estava irritada e então eu saí com ela lá fora para tomar um ar – menti.

Odiava mentir para ele.

– Ah, ok. – ele sorriu.

– Hei, princesinha do papai, você está bem, hein? – Edward tombou a cabeça de lado para falar com Melanie.

Olhei para o lado onde Alice e Jasper respiravam aliviados ao perceber que Melanie estava bem.

Edward me olhou nos olhos e sorri sem querer.

A maior parte das pessoas já haviam ido embora. Eu tinha ficado tanto tempo assim com Rachel?

– Você comeu bolo amor? – Edward perguntou brincando com o meu cabelo.

– Não estava com vontade, me desculpe, tenho certeza que a Alice deve ter guardado para amanhã.

Edward riu.

– Está se desculpando porque não comeu bolo?

Sorri.

– Acho que sim.

– Você está bem? Parece... sei lá, está estranha.

– Estou bem. Não se preocupe.

– Ok, eu falo com você depois, vou só acompanhar Henry até a porta.

– Vá.

Passaram-se alguns minutos e logo todos foram embora.

***

Coloquei Melanie em seu berço e senti que ali ela estaria segura. Eu me sentia perdida e sem saber o que fazer. Não podia contar a ninguém, não tinha aquele dinheiro e não podia pedir a Edward.

Lembrei que eu tinha a senha dele do banco, ele havia me passado uma vez quando precisou que eu saca-se dinheiro para ele.

Mas isso seria como um roubo. Deus o que ele vai pensar? Mas era pela vida deles.

– Vamos dormir amor? – Edward me chamou, enquanto eu continuava a olhar para Mel.

– Ah, Edward... eu quero ir pra casa se não se importa.

– Tudo bem, eu levo você. Mas por quê? Aconteceu algo?

– Não, não. Só quero ir pra casa, eu tenho um trabalho da faculdade pra fazer em grupo, é com a Angela e o Mike, preciso dessa sexta, tudo bem? Amanhã no fim da noite tudo vai estar bem e poderei ficar com você.

Edward assentiu.

Ele me envolveu com um casaco seu. Nessie iria ficar com a Melanie. Charlie havia levado meu carro pra casa já que eu disse que iria dormir na casa de Edward.

Permanecemos em silêncio o tempo todo até que Edward parou em frente minha casa.

– Baby, aconteceu mais alguma coisa? Olha, desculpe eu ter me precipitado.

Edward parecia preocupado, decepcionado com a minha atitude.

– Não, não é nada disso, por favor, não pense isso. – Meneei a cabeça. Desafivelei o sinto e me aproximei dele o abraçando desajeitadamente. – Só havia me esquecido dessa droga de trabalho, amanhã de tarde poderemos ficar juntos.

– Ok. – Suspirou. – Descanse meu amor – sua mão deslizou sobre o meu cabelo.

– Aproveite a sua folga e saia com as garotas, sei lá, leve-as para um parque ou a um cinema. Renesmee não terá aula na faculdade amanhã.

Edward sorriu.

– Acha mesmo que Nessie vai querer sair com o coroa dela? Ainda mais agora que só sabe falar e ficar com o Seth? Seth daqui, Seth dali, meu Deus.

Não pude deixar de rir dele.

– O que foi? — perguntou emburrado.

– Não sabia que você era um papai ciumento.

– Não sou.

– Não? Uhum!

Edward riu e beijou minha bochecha.

– Queria muito poder ficar com você essa noite – murmurei minutos depois.

Edward fez um biquinho e depois me beijou.

– Quer que eu vá buscar você amanhã na casa do Mike? Daí podemos ir ao cinema, todos juntos.

– Ah não... eu não sei que horas vamos terminar e não quero que vocês percam o dia me esperando, vão e divirtam-se.

Edward olhou-me novamente desconfiado e não disse mais nada. Era melhor eu dizer Adeus e ir.

Beijei sua boca por mais algum tempo e enfim lhe desejei boa noite e fui para dentro de casa.

***

Não tive uma boa noite de sono, na verdade eu dormi por algumas horas.

É ruim sentir que definitivamente eu estava sozinha nessa. Eu não podia contar a ninguém, nem mesmo a Alice que sempre me ajudou.

Fitei a hora no despertador, ainda era cedo para estar acordada em um dia em que não tinha aula na faculdade, mas eu estava inquieta. Queria que tudo isso acabasse o mais rápido possível.

Escovei os dentes, o cabelo e vesti um moletom. A manhã está fria e chuvosa.

Charlie e Renée deveriam estar dormindo ainda e aproveitei para procurar o papel que salvaria a vida de Edward, Renesmee e Melanie.

Eu só precisava lembrar onde havia colocado os dados de Edward.

Imaginei se haveria tal quantia em sua conta bancária.

Procurei por todo meu quarto, quase 30 minutos de busca e eu não achava o maldito papel.

Joguei-me na cama deixando as lágrimas tomarem conta de mim. Agora tudo estava perdido?

James seria mesmo capaz de fazer isso? Rachel estava falando a verdade?

E se ela estivesse mentindo mais uma vez? Mas se ela estivesse falando a verdade?

Suspirei. Limpei as lágrimas de frustração e voltei a procurar minuciosamente.

Algo em minha mente, como um estalo, fez-me lembrar que o papel estava no bolso de uma calça, uma calça que estava suja e que certamente Renée o jogou fora.

Ouvi barulho no piso de baixo. Renée preparava o café da manhã.

Sem pensar desci os degraus da escada rapidamente.

Charlie que estava no sofá assistindo ao noticiário me olhou assustado.

– Mãe...

– Bella, o que faz aqui? Pensei que dormiria na casa do Edward – disse surpresa.

– É... mas achei melhor dormir em casa, na verdade é porque eu tenho que ir até a casa do Mike junto com a Angela para fazer um trabalho da faculdade – menti para Renée também, com a mesma história de que inventei para Edward.

– Trabalho da faculdade? – Charlie perguntou e se aproximou de nós em lentos passos.

– Sim – menti mais convictamente. – Hei mãe, faz um tempo que eu usei um Jeans escuro, eu acho que a três meses atrás... mas o que eu quero saber é se você se lembra de ter encontrado algum papel com informações bancárias no bolso da mesma?

– Há três meses? – Renée olhou-me como se eu fosse louca. Um sorriso até brincou em seus lábios. – Querida, não me lembro.

– Ah, vamos lá mamãe – sentei-me na cadeira de frente a mesa. – Eu nunca deixo papéis nos bolsos das calças, aquela foi a primeira vez, você deve se lembrar. O que fez com o papel? Jogou fora? Guardou?

– Calma, primeiro eu preciso lembrar se achei algum papel depois o que fiz com ele.

Suspirei e relaxei na cadeira, enquanto Renée pensava e adoçava o chá ao mesmo tempo.

– Ah claro! – Renée sorriu. Senti um enorme alivio, meu coração acelerou na expectativa. – Está ali, dentro daquele baú perto da TV.

Caminhei até a TV. Abri o mini baú – que no momento era minha salvação – e tirei de dentro o papel que continha informações da qual eu precisava para sacar o dinheiro.

– Obrigada mamãe, você é ótima! – dei um beijo estalado em sua bochecha e voltei para o quarto.

A manhã passou rapidamente. Permaneci no quarto tentando pensar que estava tudo bem. Hilário, mas até estava tentando ler um livro.

Não tomei café da manhã e mal tinha estomago para almoçar.

Meu celular tocou naquela tarde. Era Edward.

– Você está bem, estou te achando meio apreensiva.

– Estou bem não se preocupe, ok.

– Ok. Você já está na casa do Mike?

– Ah sim, sim, já adiantamos boa parte do trabalho.

– Que bom, te vejo em breve então.

– Sim. Onde está a Nessie e a Mel?

– Estão aqui. Achei estranho Rachel não buscar a Mel, hoje é o dia dela. Tentei ligar, porem ela não atende ao telefone.

Claro, ela não iria ficar com a Mel. Obvio!

– Vai ver ela chegue mais tarde ou não vá ficar com ela hoje – minha voz saiu baixa porque eu estava apreensiva demais.

– Sim, pode ser. Nessie decidiu que quer esperar você para irmos todos juntos ao cinema.

Droga Nessie!

– Ok.

– Eu não quero atrapalhar você, vá terminar o dever, aliás, eu tenho algumas coisas pra fazer aqui.

– Ok.

– Tchau, baby.

– Edward...

– Sim.

– Eu amo você, muito.

– Eu também amo você.

– Eu... eu quero que sabia que se um dia algo acontecer...

Edward riu.

– Nada vai acontecer, meu amor. Nosso amor agora é inquebrável Bella.

Sorri.

– É verdade. Bom, preciso ir.

Edward riu mais uma vez e desligou.

Vesti uma roupa quente e confortável e uma bolsa diferente daquela que costumava usar para trabalhar.

Faltavam duas horas até às 15h, mas eu não queria ficar em casa, e o lugar de encontro que Rachel marcou não era tão perto.

– Vai sair filha? – Renée perguntou quando passei por ela na sala de TV.

– Sim, estou indo na casa do Mike para fazer o trabalho.

Renée deu de ombros, se aproximou e beijou minha testa.

– Amo você, querida. Tome cuidado, está chovendo bastante.

– Ok mãe. Amo você também. Tchau pai.

Peguei a chave do carro, coloquei a alça da bolsa sobre o ombro e o capuz, como se ele impedisse de me molhar.

Corri até o carro e me senti mais protegida dentro do mesmo.

Droga! Praguejei. Minha jaqueta estava toda molhada. Suspirei.

Liguei o carro e o GPS do celular. A agência mais próxima ficava a cinco quilômetros, era perto e eu sabia chegar até ela.

***

Havia apenas 12.000 mil na conta de Edward. Ele iria saber que haviam sacado dinheiro de sua conta, pois automaticamente ele iria receberam um sms do banco informando, então meu tempo era escasso.

Eu sabia que ele ficaria furioso por eu estar pegando seu dinheiro. Era praticamente um roubo, mas ao mesmo tempo ele tinha que entender que aquela era a única saída. E mesmo sem ele saber ele mesmo estava poupando a vida dele e das crianças.

– Bom, eu vou contatar o senhor Edward para ver se está tudo certo em relação ao valor que a senhora está sacando.

O que?

– Não. Quer dizer, Edward está em reunião e ele não gosta de ser interrompido.

– Não podemos deixar de contatar...

– Está duvidando de mim? Não acredita que eu sou a secretária dele? Ou você acha que eu o assaltei e peguei todos os dados bancários? E se eu realmente fosse uma criminosa você acha que eu saberia o horário que ele está em reunião? Quer ligar para ele, tudo bem, mas não me responsabilizo, pois a incompetente vai ser você... e além disso, pode puxar os dados em seu computador, essa é a segunda vez em que saco dinheiro para o meu chefe. E tem meu nome cadastrado ai, pois Edward permitiu...

– Ok. Tudo bem senhora Isabella, só um instante.

Suspirei e me afundei na cadeira.

Aquele banco não era para qualquer pessoa. Era por isso que Edward odiava ir lá.

Logo a moça loura voltou com alguns papéis para que eu pudesse assinar.

– O gerente liberou o valor. Não havia visto o seu cadastro aqui senhora Isabella, me desculpe.

– Claro.

Assinei todos os papéis precisos e guardei o dinheiro na bolsa.

Meu celular tocou no momento em que eu estava saindo do banco.

O atendi somente quando estava dentro do carro. Coloquei a bolsa no banco de trás.

O número era restrito.

– Alô?

– Isabella. Olhe para ao lado esquerdo de onde você está.

Era a voz de James. Meu coração acelerou.

– Estou olhando.

– Estava vendo o carro preto?

– Sim.

– Siga-me.

– Mas o combinado não foi esse, eu encontrarei com a Rachel...

– Eu dito as regras. Rachel está aqui comigo. Agora faça o que eu digo e tudo ficará bem.

Desliguei, manobrei o carro e comecei a seguir o carro preto de James.

Sem que ele percebesse pelo retrovisor eu digitei o endereço de onde estaria e envie para Alice.

Por favor, que ela entenda essa mensagem. O GPS do celular permaneceu ligado e estávamos indo para o lugar em que Rachel havia combinado comigo.

Estávamos quase chegando a Port Angeles. Apenas garoava e ventava frio. Fitei o relógio. Edward não podia nem sonhar em me ligar agora.

Meu celular tocou novamente quando entramos em uma curva que deu acesso a uma avenida desconhecida, estava vazia devido a chuva. Lojas fechadas e poucas pessoas.

James instruiu para que eu parasse logo atrás dele. O vi saindo do carro e caminhando para um pouco mais a frente, e parou a cem metros de nós. Rachel ainda estava parada, encostada ao carro de James.

Ela queria o que? Que eu descesse?

Rachel fez um sinal com a mão direita e cruzou os braços. Ela parecia assustada.

Peguei a bolsa com o dinheiro e enfim sai do carro. Coloquei-a sobre os ombros e caminhei em direção a Rachel. Antes mesmo que eu chegasse até ela, ela seguiu James com os mesmo passos.

Parei por um momento. Afinal o que ela queria?

Fiquei parada ali, se eles quisessem a droga do dinheiro iriam ter que fazer do meu jeito.

Rachel percebeu que não a seguia e parou no meio do caminho.

– O que você está fazendo? Ande Isabella, vamos acabar com isso.

– Por que não pode ser aqui? Por que temos que ir para lá?

– Não complique, eu quero ver-me livre do James o tanto quanto você quer, então não complica.

Andei a contragosto atrás de Rachel e logo havíamos chegado a uma rua sem saída. Rachel caminhou com suas botas mais rápidas para perto de James e eu segui atrás dela.

Parei a mais ou menos três metros de ambos. Rachel estava do lado de James de braços cruzados.

James vestia um jeans preto gasto, seu cabelo preso com um elástico e uma jaqueta de couro marrom.

Mascava um chiclete e tinha um sorriso irônico no rosto.

– Isabella – disse meu nome com desdém. – Garota obediente você – gargalhou.

– Vamos acabar logo com isso James – disse seriamente.

Ele ergueu as sobrancelhas.

– Quanto de dinheiro você tem pra mim lindinha? – James se aproximou, encostando aquela mão suja em meu rosto, o empurrei para longe.

– Não encoste em mim. Tem o valor que você pediu a Rachel.

– Humm... quanto Rachel? – James se virou para ela e sorriu.

– 10.000 mil. – Rachel murmurou.

– Apenas isso? Mas o merda do Edward tem tanto dinheiro... – James meneou a cabeça. – Me entregue à bolsa Isabella – James estava longe novamente, ao lado de Rachel.

– Espere – eu disse. – O que me garante que você vai nos deixar em paz?

James deu de ombros.

– Talvez eu não deixe – sorriu novamente.

Rachel riu junto com ele. Olhei para ela no mesmo instante e ela deu de ombros se aproximou de mim.

– Ah querida Bella, acha mesmo que 10.000 mil é o bastante para nós?

Suas unhas passavam por meu rosto.

Vadia. Eu sabia que ela estava mentindo.

– Você mentiu – sussurrei.

– Ah não fique tão decepcionada – Rachel apertou minha bochecha. Dei um tapa em sua mão.

– Pegue logo essa merda dinheiro e me deixe ir James.

James gargalhou.

– 10.000 mil é muito tentador, mas porque não 50.000 mil dólares?

Meu coração acelerou. Vi James se aproximar de mim também.

Rachel estava perto de mais, suas mãos em meu cabelo.

Em um rápido movimento eu joguei a mala com dinheiro em James e empurrei Rachel para longe de mim.

Pensei que chegaria longe correndo pelo beco vazio porem um dolorido puxão em meus cabelos fizeram com que meu corpo voltasse com um grande impacto para trás e cai no chão.

Meu couro cabeludo latejou. Bati com a cabeça. James estava a minha frente, quando tentei me levantar sua mão veio de encontro ao meu rosto me fazendo sentir a pior dor do mundo. Senti o forte gosto de ferrugem em meus lábios e o sangue escorrer pelo mesmo.

Levei minha mão até minha cabeça e meus lábios. Senti outra pancada na costela e gemi de dor ao cair ao chão.

Eu estava derrotada, deitada ao chão e apanhando e sendo humilhada. Em um beco onde ninguém me veria. Coloquei a mão sobre o rosto para me proteger e James e Rachel se afastaram de mim.

– Levante Isabella – Era a voz de Rachel, próximo a mim. – Vamos piranha, levante.

Cuspi o sangue acumulado para fora da boca e me ajoelhei. Minha visão estava turva em meu olho esquerdo mal conseguia abri-lo.

Rachel se aproximou de mim e puxou meu cabelo para trás, o suficiente para erguer meu rosto e encarar seus olhos.

Sua mão veio de encontro ao meu rosto.

Gritei de ódio, de repulsa, de nojo e de dor. Eu me sentia um lixo, um nada. Eu não podia me defender, eles estavam sendo covardes.

– Isso é por tomar o Edward de mim – Rachel tapou minha boca.

James estava parado a minha frente, de braços cruzados ele ria como se tudo fosse uma piada.

A mão de Rachel voltou ao meu rosto novamente.

Gritei novamente, mas o som foi abafado pela sua mão. Deixei as lágrimas tomarem conta de mim naquele momento.

– Isso foi por você arruinar todos os meus planos. Por ter entrado na vida do Edward.

Mordi a mão de Rachel e puxei seu cabelo com toda força que tive naquele momento. Ela gritou e se afastou de mim.

Cuspi fora novamente o sangue.

Meu rosto ardia, doía, e eu sentia um corte no mesmo. Minhas costas parecia ter quebrado todos os ossos e minha cabeça latejava.

– Eu amava o Edward, Isabella. E o que você fez? – Rachel rosnou.

– Você procurou por isso... não tenho culpa se não foi mulher o bastante. Não tenho culpa de ser uma pessoa melhor que você. Não tenho culpa se você é uma vadia – Rachel mal deixou eu terminar de falar e voltou a puxar meu cabelo.

– Não tem medo de morrer, não é vadia?

Rachel prendeu meus braços com uma de suas mãos e puxava meu rosto para cima. A chuva caia mais forte naquele momento. James se aproximava de mim, eu não sabia o que ele iria fazer comigo.

Fix You

Fitei o céu e rezei baixinho. Por que eu sabia, aquele era o meu fim. Eles iriam me matar e ninguém me acharia. Eu não me arrependia de estar ali, porque não suportaria se fosse Nessie ou Melanie em meu lugar. Muito menos Edward ou qualquer outra pessoa.

Senti a mão de James afundar em meu estomago. Meu gemido saiu esganiçado, meu corpo voltou-se pra frente se dobrando de dor e ofeguei caindo no chão. Eu não conseguia respirar, a dor tomava conta de mim. Fechei os olhos e a escuridão me tomou.

***

– Bella, por favor, pelo amor de Deus... fala comigo meu amor – ouvi ao longe. Era a voz de Edward. – Bella? Eu amo você, por favor.

Segui a voz me chamando e abri os olhos. Mas logo os fechei, pois os pingos de chuva caiam sobre meu rosto.

– Ah graças a Deus – Ouvi seu choro em meu pescoço quando seus braços me envolveram. Meu anjo estava ali. Edward estava ali comigo.

– Edward...

– Sim meu amor, eu estou aqui. Vai ficar tudo bem, ok?

– Você tem que sair daqui... James e Rachel...

– Não, shhh, está tudo bem agora. A polícia está cuidando disso.

Polícia?

Tentei me desvencilhar do corpo de Edward para visualizar a situação.

Havia muitas pessoas ali agora. Viaturas de polícia, Alice conversava no canto com um homem, mas Edward logo me impediu entrando em minha frente.

– Tem que ficar quietinha, tá bom? O resgate já está vindo.

– Me perdoa Edward, eu não sabia... – chorei.

– Ah Bella, eu tive tanto medo de perder você agora.

– Eu só queria que ficasse tudo bem, me desculpe.

– Não se desculpe. Deus, o que eles fizeram com você meu amor?

Suspirei.

Eu poderia dizer que agora tudo estava bem? Eu estava a salvo. Meu anjo me encontrou.

Ouvi uma sirene e paramédicos correndo em minha direção. Senti os braços de Edward se afastando de mim.

Não.

– Edward?

– Eu estou aqui, estou aqui amor.

Uma equipe se postou ao redor de mim. Cada parte do meu corpo doía, cada centímetro parecia estar quebrado.

– Edward... – o chamei novamente. Um dos paramédicos havia aplicado algo em minha veia, eu havia sentido a agulha me perfurando.

Meu corpo relaxou. Minha cabeça estava pesando e nem mesmo as gotas de água era capaz de fazer sentir acordada.

– Sim – Edward respondeu.

Ergui minha mão para que ele segurasse. Eu precisava sentir seu toque.

– Eu aceito – sussurrei.

– O que? – ele perguntou erguendo a sobrancelha.

– Me casar com você – sorri apesar de tudo. – Eu aceito.

Edward sorriu e beijou meus lábios rapidamente.

– Eu amo você. Você vai ficar bem, ok?

Assenti e me entreguei ao sono que me cobria naquele momento. A escuridão tomou conta de mim, mas eu sabia, não precisava ter medo. Edward estava comigo.


Continua...

Notas finais
VADIA, VADIA, VADIA MIL VEZES VADIA ESSA RACHEL.
MAS GENTE... TO DOANDO A CABEÇA DELA PRA VOCÊS, PORQUE VOU DIZER.
ESSE CAPÍTULO (QUER DIZER A PARTE FINAL SAIU DO NADA, NEM ERA ISSO QUE EU IA ESCREVER, MAS AI EU FUI ESCREVENDO E ESCREVENDO E QUANDO VI DEU NISSO)E EU GOSTEI DESSE CAPÍTULO ATÉ, TIRANDO A PARTE EM QUE ELES BATEM NA BELLS :(
MAS O QUE VOCÊS ACHAM,É UM BOM ULTIMO CAPÍTULO? SIM? NÃO?
POIS É, ESSE É O ÚLTIMO CAPÍTULO DA FIC, MAS CALMA, PORQUE TODA FANFIC QUE SE PREZE TEM UM EPILOGO, ENTÃO ESSE É O ÚLTIMO NÃO ÚLTIMO CAPÍTULO, ENTENDERAM?
MAS EU VOU CAPRICHAR NO EPÍLOGO, VOU FAZER VOCÊS CHORAREM KKKKK
EU REALMENTE ESTOU ENROLANDO PORQUE NÃO QUERO O FIM DESSA FANFIC. PORQUE ELA TIPO, MEGAAA ESPECIAL PRA MIM, VOCÊS SÃO ESPECIAIS, PORQUE ESTAMOS JUNTOS A MAIS DE UM ANO. EU AMO ESSA HISTÓRIA, OS PERSONAGENS E O JEITO E O CARINHO QUE VOCÊS ME TRATAM E FICO FELIZ POR GOSTAREM DAS PORCARIA QUE ESCREVO, MAS ENFIM, EU VOU DEIXAR O MEGA DISCURSO PARA O EPILOGO.
OBRIGADA A PESSOINHA LINDA QUE DEIXOU A RECOMENDAÇÃO BJO.
LEITORAS FANTASMAS, VOCÊ MESMO, O QUE ACHA DE COMENTAR NESSE ÚLTIMO CAPÍTULO HEIN?? KKKKK
BOM GALERA, NÃO VOU DEIXAR UMA NOTA MUITO GRANDE, PORQUE SEI QUE A MAIORIA NEM LÊ, MAS ESPERO QUE TENHAM GOSTADO REALMENTE DESTE CAPÍTULO, EU PROMETO, PROMETO MESMO, PELA KRISTEN QUE POSTO O EPILOGO LOGO LOGO, PORQUE EU JÁ TENHO METADE DELE, ENTÃO NÃO SE DESESPEREM.
COMENTEEM NESTE CAPÍTULO E FICAREI FELIZ QUEM QUISER RECOMENDAR.
POR HOJE É SÓ.
QUE TODOS TENHAM UM BOM FERIADO, E FELIZ PASCOA.
BJOS DA LSCULLEN