A Mystical Love

16 Capítulo 16 - Xaradas


Notas iniciais
Mil desculpas! Eu prometi postar toda quarta e sábado, e ontem eu não postei. Foi culpa minha, esqueci totalmente e fui com meu pai trabalhar. Desculpem!
Mas eu não abandonarei a história e muito menos vocês, então, mesmo sendo atrasado, eu estou postando hoje.
No último capítulo só tive dois review's, então, farei o seguinte, caçarei todos os que já comentaram a minha história e mandarei uma mensagem privada para cada um, avisando que a história voltou. E continuarei divulgando a minha história no grupo da Anne Potter.
Até lá embaixo!

Um beijo.

Era o que eu queria. Um beijo. Olhei em seus olhos e mordi meu lábio inferior. Ele levou sua mão para minha cintura, querendo me puxar para si. Tentei me arrumar, e me encostar-se à porta. Meu cotovelo esbarrou na maçaneta, e a porta se abriu.

Fui direto para o chão. Bati com a maior força. E começamos a rir incessantemente.


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Acordei e estava com a cabeça no ombro de Merli. Meu pescoço doía. Com certeza aquela era uma posição nada confortável para dormir. Tentei levantar sem fazer barulho, para não acordar os meninos. Levantei-me e fui para a cozinha, beber um copo d’água.

– O que aconteceu comigo?! – Liam bateu a porta atrás de si.

– Como disse?

– Ha, nada. Estou indo para o meu quarto. Jass está no apartamento. Caso queira saber.

– Obrigada, já estou indo para lá.

Alguma coisa aconteceu entre Liam e Jasmine. Eles ficaram conversando na cozinha, depois vieram para a sala e ele deitou em sua perna. Sendo que, eles acabaram de se conhecer. Tinha de ir logo para o apartamento saber o que estava acontecendo entre esses dois.

– Jasmine?!

– Estou no quarto.

Entrei e ela já estava de pijama. Estava subindo na escada do beliche, encostou-se a beirada, levantou o edredom e iria deitar-se. Acendi a luz.

– O que aconteceu entre você e Liam enquanto eu estava dormindo? E só para constar, o ombro do Merli não é nada confortável. – Mexi em meu pescoço, que ainda doía.

– Não aconteceu nada. Ele continuou deitado na minha coxa, e dormiu. Depois eu mandei-o levantar e vim para o apartamento.

– Hm, sei. Só isso aconteceu?

– É Anne, só isso.

– Tem certeza?

– Você está achando que eu e ele fizemos alguma coisa, só pelo fato dele ter dormido deitado em minha coxa? Então, se for assim, você e Merli também fizeram alguma coisa...

– Eu e Merli não fizemos nada, dormimos só isso.

– Tem certeza?

– Ok. Vou jantar você vai querer?

– Não, estou com muito sono. Pode ir comer, e apague essa luz antes de sair.

A Jass realmente acha que eu engoli essa história de que “nada aconteceu, ele dormiu”. Claro que não. Eles com toda a certeza ficaram conversando e flertando durante todo aquele tempo. Isso se... Não se beijaram. Jasmine é muito rápida em todas as suas investidas, eles devem ter se beijado. E ainda foi capaz de dizer que entre eu e Merli tinha rolado alguma coisa. Como se eu, fosse ficar com o Merli. Ele pode ser bonito, mas definitivamente não faz o meu tipo. Ele é todo largado, todo moleque. Não quero alguém assim ao meu lado. Quero alguém que me respeite e tenha responsabilidade. Coisa que com certeza, ele não tem nem um pingo se quer.

Mas, mais cedo ou mais cedo tarde eu acabaria descobrindo tudo o que eles fizeram.

Eu estava cheia de fome. Fui até a cozinha, mas ninguém havia preparado nenhuma comida. A solução mais prática era macarrão instantâneo.


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Continuamos ali na frente de nosso prédio nos beijando, aproveitando nosso tempo sozinhos, juntos. Mas obviamente o tempo passava, ou melhor, corria.

– Ei, temos de subir. Já está tarde e amanhã temos aula, esqueceu? – Coloquei minhas mãos em seu rosto e lhe dei mais um beijo.

– Não. Que se dane a aula de amanhã. Eu quero estar aqui, com você. – Ele me levantou e colou nossos lábios em um beijo rápido.

– Eu também quero. Quero muito. – Me descolei de seu corpo, e sai de seu terno abraço. – Mas realmente precisamos ir dormir. Amanhã teremos o turno inteiro de aulas.

– É eu sei. Vamos subir então mulher-gato. – entrelaçou nossas mãos. Meus dedos encaixaram nos vãos dos seus, e pareceu mágico o modo como eram perfeitamente feitos para estarem daquele jeito.

5º andar. 537. Abri a porta, a luz da cozinha estava acesa, e o resto do apartamento um breu.

– Anne? Jass?

– Sou eu, Anne. E estou na cozinha. – Ela olhou por cima do balcão. Deu um tchauzinho. E voltou para dentro da cozinha.

Andamos até a sala, e ficamos de frente para o balcão da cozinha. Nossas mãos continuavam entrelaçadas, uma aquecendo a outra.

– Querem macarrão? – Virou-se para nós.


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Eles estavam com as mãos entrelaçadas. Mas não como dois amigos. Dois amigos não pegam um na mão do outro daquele jeito. Dois amigos não encaixam os dedos daquela forma.

– Porque estão de mãos dadas?

– Eu estava com as mãos congelando, mas não tinha luvas. Dex estava me esquentando. – Ela descolou rapidamente suas mãos da dele.

– Vocês estavam lá embaixo desde aquela hora? O que vocês fizeram todo esse tempo?

– Ficamos nos... – Dexter ia se pronunciar, mas Alie colocou a mão em sua boca.

– Ficamos no colégio, fomos no salão e jogos e rodamos o colégio. Queríamos saber como é à noite.

– Ok. – Virei-me para ver como estava o macarrão. Provei-o, mas ainda estava um pouco duro. – Vou fingir que acreditei no que vocês disseram. – Virei-me novamente, mas eles não estavam mais lá.

Devem ter ido dormir. Coisa que a Jasmine já fez. Mas eu havia dormido a tarde inteira praticamente, não estava com sono. Iria terminar meu macarrão, comê-lo e ver um pouco de televisão.

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Ele me puxou para dentro de seu quarto e me imprensou contra a parede. Colocou uma de suas mãos na minha cintura e me puxou para si. Arrepiei-me. Borboletas surgiram em meu estômago, e fechei os olhos, esperando seus lábios colarem nos meus. Seus dedos penetraram meus cabelos, passando pela lateral da minha cabeça, fazendo uma leve pressão em meu couro cabeludo. Puxou meu cabelo levemente e minha cabeça tombou em sua mão. Ouvi sua respiração mais forte. Abri os olhos. Ele me olhava com puro desejo. Colou seus lábios aos meus. Apertou-me mais forte, colando-me ainda mais em seu corpo.

Nosso beijo começou rápido, apaixonado e quente. De acordo com nossos movimentos ele puxava meu cabelo de leve. E cada puxada tinha como resultado um arrepio. Nosso beijo com o tempo tornou-se calmo, lento e terno. A cada segundo que passava me sentia ainda mais apaixonada.

Mas o tempo estava passando, e a qualquer momento Anne podia nos interromper. Terminei o beijo, olhe em seus olhos.

– Anne pode nos pegar aqui. E acho que não devemos contar a elas por enquanto. Não devemos contar a ninguém. Quero que seja uma coisa nossa por enquanto. Entende?

– Porque insiste tanto em não contar para ninguém? Tem vergonha de mim? – Descolou-se de mim e sentou na cama. Fui a sua direção e sentei ao seu lado.

Notas finais
Realmente a Annebeth tem um "X" para descobrir as coisas, não?
Quero saber o que vocês acharam do capítulo, se ele está bom, se a história continua como era antes. Quero saber tudoo!
Xoxo,
a garota da máscara.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.