A Mulher da minha vida
15 Se conhecendo
Notas iniciais
O caminho rumo à festa foi todo em silencio entre eu e Annabeth, e quando chegamos a frente ao hotel Plaza onde seria a festa a entrada dele estava cheia de fotógrafos.
–Pronta para encara uma horas de puro tédio? –Pergunto me preparando para sair do carro.
–Acho que não vai ser tão chato assim não Percy, vamos e sorria... –O motorista de nosso carro abre a porta do lado de Annabeth e assim que ela sai do carro os flashes vão logo em direção a ela, mas quando eu saio do carro logo em seguido e fico ao lado dela passando o braço pela cintura dela pode se dizer que chove flashes em cima de nós.
–Nossa, vou fica cego com esses flashes. –Comento rente ao ouvido dela podendo sentir o cheiro de limão do perfume que ela usava.
–Vamos entrar. –Passamos pelos fotógrafos que faziam tantas perguntas ao mesmo tempo para nós que não entendíamos nenhuma. Passamos pela porta do hotel deixando os vários fotógrafos para trás. A festa não estava tão desagradável quanto pensava que seria, na verdade tinha algumas vezes que até rir de uma conversa que estava tendo com um filho de um empresário do ramo de aviação. Conversamos com algumas pessoas importantes assim falamos que estávamos representados nossos pais e até conseguir engatar sobre o mercado financeiro sem fica entediado. Até agora Annabeth e eu estava fazendo o papel muito bom de namorados, algumas horas ficávamos de mãos dadas o que para mim era estranho porque nunca andei de mãos dadas com nenhuma das minhas “conquistas temporárias” aparentemente estava convencendo. Estávamos na mesa com o casal McLean.
–Piper vamos dança um pouco. –Jason se levanta e ajuda Piper a se levanta também e segue em direção a pista de dança montada.
–Não vai me tira para dança Percy? –Pergunta Annabeth.
–Não, eu só sei dança musica de balada. –Digo.
–Mas eu sei, anda, vamos para pista. –Annabeth se levanta me puxando pelo braço em direção a pista de dança.
–Não me responsabilizo pela pisadas que poderei lhe dar...
No final pisei poucas vezes ao pé dela o que foi constrangedor. Quando chegou a hora da comida nós sentamos em uma mesa com nossos novos amigos Jason e sua esposa Piper McLean. Pegamos o cardápio para fazemos nosso pedido.
–Hm... acho que eles não tem um pelo filé mal passado com fritas... –Digo olhando o cardápio e arrancando uma gargalhada de Jason e sorrisos de Piper e Annabeth parecia nem ter ouvido o que eu tinha falado, estava concentrada no cardápio, ela nem ligou para o que eu falei.
–infelizmente não cara, também adoraria esse prato e por isso que quando tenho eventos assim a comparecer antes de vim para cá dou uma passada no McLanche comendo um bom hambúrguer com fritas. –Diz Jason.
–Posso anotar o pedido dos senhoras e senhores. –Diz o garçom.
–Eu vou querer esse franco, por favor, e eu lhe dou vinte dólares se me arranjar uma porção batatas fritas, por favor. –Peso.
–Para mim um frango grelhado com salada cozida a vapor... –Pedi Annabeth. O casal McLean também faz seu pedido e engatamos em uma conversa descontraída.
Uma hora depois estávamos nos despedindo das pessoas da festa inclusive dos nossos novos amigos o casal McLean. Já tinha chamado o motorista para que eles nos esperasse do lado de fora.
–Na quinta-feira à tarde eu te ligo e marcamos de nós encontramos para sair então. –Fala Piper para Annabeth.
–Tudo bem. Tchau Piper... –Elas trocam beijos na bochecha com um leve abraço. –Jason... –Entre eles apenas um abraço formal. Eu já tinha me despedido deles.
–Vamos. –Seguro Annabeth pela cintura e a guio em direção à saída a onde continuava os flashes mesmo que poucos agora.
–Sairemos o mais discreto possível e sem fala nada. –Fala Annabeth.
–Como quiser. –Annabeth pega na minha mão e saímos, assim quando na hora que entramos os fotógrafos e repórteres e jornalista de plantão faziam perguntas, mas nem ligamos para elas. O motorista já estava a posto apenas nós esperando para nós levamos para nossas respectivas casas. Quando já estávamos dentro do carro quando faço um pergunta a Annabeth.
–Se eles têm que saber sobre nosso namoro por quer não falamos com algum daqueles jornalistas ou repórteres e falamos que estávamos namorando.
–Porque eles têm que especula primeiro sobre o nosso namoro para depois assumimos entende. –Diz Annabeth mexendo nós seus pés.
–Acho que entendo... –Foi ai que se instalou um silencio meio que constrangedor entre nós, já que não tínhamos assunto, esse silencio ficou por alguns minutos até que resolvi quebra ele. –Até que a festa não foi assim tão mal quanto pensei que fosse que seria.
–Não e nenhuma hidra Percy... –Diz Annabeth se acomodando melhor ao banco do carro.
–Como é? Não entendi a lance de “hidra”... –Falo olhando para ela através do escuro do carro. –Conseguir vê que ela tinha um sorrisinho nós lábios.
–As pessoas geralmente fala “não foi nenhum bicho de sete cabeças” invés disso eu falei “não foi nenhuma hidra já que ela também tem varias cabeças” entendeu agora?
–Sim, entendi sim...
–Sua companhia até que não e tão desagradável quanto pensei que seria Jackson. –Diz Annabeth quase num sussurro com a cabeça apoiada no encosto do banco.
–Obrigado?! Eu acho... –Não sabia se isso eu poderia considera um elogio ou um insulto. Resolvi não pensa muito nisso, levei minhas mãos até os primeiros botões da minha camisa e as desabotoei os dois primeiros porque estava com calor e casando, aproveitei e tirei meu terno também.
–Está como calor também...? –Fala Annabeth se virando pra mim. Faço que sim com a cabeça. –E eu também estou... –Annabeth volta a deitar a cabeça, mas dessa vez na janela. –Pedi ao meu motorista que aumentasse o ar-condicionado que alguns segundos depois já diminuía o calor dentro do carro. -Esse e um dos principais problemas de se mora em cidade grande principalmente uma cidade como Nova York, o ar quente e pesando, poluído e sufocante às vezes...
–E verdade, e por isso que gosto de ir às vezes para praia, gosto de sentir o vendo que vem do mar o ar mais leve... –Digo.
–Também gosto. –Annabeth se vira em minha direção. –Há algum tempo atrás quando eu morava na Califórnia eu...
–Você morou na Califórnia?! Nossa... eu sempre quis ir lá, mas nunca deu... acho um ótimo lugar para a pratica de esportes aquáticos, o meu preferido e o surfe e navegar, mas faz muito tempo que não navego, mas o surfe sempre que posso ir a praia eu levo minha prancha e surfo nas ondas... –Digo animado.
–Eu nunca fui muito de esportes principalmente aquáticos, sabe eu tenho trauma com o mar, mas eu goste de ir a praia com os amigos pega um proseado...
–Senhor Jackson, chegamos à casa da senhorita Chase. –Avisa o motorista.
–Obrigado. –Agradeço ao motorista. –Chegamos, espero poder continuar nossa conversa outro dia.
–Seria bom... Tchau. –Annabeth sai do carro e depois sigo para casa.
Fale com o autor