Notas iniciais
quase que o nome do capítulo foi 'Lambeijo de doguinho" kkk brinks mini dicionário de egípcio do dia Wadj-Wer - Mar Mediterrâneo Kebny - Nome egípcio da cidade de Biblos

A tempestade chegou enquanto estávamos no mar,

antes de nos aproximarmos da terra.

Enquanto navegávamos,

fez um uivo contínuo,

levantando um vento.

Havia ondas de oito côvados.

Um pedaço de madeira me atingiu.

~ Fragmento de “O conto do marinheiro naufragado”

Suavemente, o vento batia nas folhas douradas dos juncos que se aglomeravam aos centenas e milhares até onde a vista alcançava. Uma visão aérea, no entanto, mostraria que havia um pequeno pedaço da imensidão dourada que estava com um buraco. Esse buraco, era causado por mais do que uma falha no crescimento dos juncos, a causa principal era que havia ali um rapaz deitado. Esse rapaz, era ninguém menos do que Anúbis.

Com um suspiro de completo relaxamento, ele deixava seus olhos fechados também enquanto aproveitava um breve momento de descanso merecido enquanto, grudado nele e usando seu braço como travesseiro, estava Neby. Na verdade, com ele estava bem mais do que apenas Neby, pois do outro lado um outro chacal dormia e, ao lado dele, um cachorro.

Por mais prazeroso que fosse descansar, o relaxamento do deus foi interrompido quando um outro cachorro abriu caminho entre os juncos e a primeira coisa que fez foi começar a lamber o rosto de Anúbis.

Os dois cachorros eram bem parecidos, tanto o que havia o lambido como o que até então estava deitado na relva. Ambos eram da raça basenji, o tipo mais comum naquela região. De pelo corpo esbelto, focinho fino e estatura mediana. A diferença entre os dois era que um era macho e de pêlo completamente caramelo, enquanto o outro era fêmea e de pelagem branca e preta.

— Certo, certo, também não precisa me lamber todo. — reclamou Anúbis deixando os olhos fechados ainda enquanto se sentava.

Com um pequeno latido de felicidade, o cachorro caramelo sentou-se no chão enquanto Anúbis fazia o mesmo e então limpava o rosto magicamente. Todavia, apesar da limpeza mágica, era difícil resistir a tentação de passar as mãos nos olhos também.

— Porquê não consegue ficar quieto como os outros? — perguntou Anúbis com um suspiro e um pequeno sorriso enquanto se levantava e admirava a paisagem ao seu redor por alguns instantes.

Olhando o que o envolvia, Anúbis pode ver que, apesar dos juncos continuarem infinitamente, eles eram interrompidos por algumas casas e vilas que marcavam o horizonte. Estas eram moradias onde os mortos que agora chamavam o Aaru de lar haviam se instalado. Quando Anúbis se levantou, os outros caninos também o fizeram e aquele que havia lambido o rosto de Anúbis, o cachorro caramelo, latiu uma vez respondendo a pergunta que Anúbis havia feito.

— Eu sei que quer brincar. — disse Anúbis — Tem muitos cachorros e chacais por aqui. Não precisa esperar por mim para brincar.

Um resmungo canino, quase um pequeno choro, foi o que Anúbis recebeu de resposta dos quatro animais, principalmente de Neby. Esses pequenos sinais dos cachorros e dos chacais, juntamente com seus latidos e uivos, faziam parte da conversa que, para ouvidos estranhos, podia parecer até como um monólogo esquisito. Contudo, era fato que Anúbis entendia cada palavra dita por aqueles animais tal como se eles estivessem falando egípcio, e, de forma semelhante, as falas dele eram recebidas pelos animais.

— Ah não, tenho certeza de que entre vocês é mais divertido. — disse Anúbis andando calmamente até uma árvore solitária que crescia — Ficam correndo para cima e para baixo se mordendo toda hora. Ah, não entrei no mérito de se estão enjoados disso ou não.

Chegando na árvore, ele procurou um pedaço de madeira largado no chão e, ao exibi-lo para os animais, foi imediata a reação de felicidade deles. Ao ver eles pulando e se empurrando para ficarem no melhor lugar para pegar o grosso gaveto, Anúbis não pode deixar de abrir um sorriso diante da meiga cena. Sim, todos aqueles cachorros e chacais estavam mortos, mas consolava o coração do deus poder dar à eles um pós-vida feliz. Especialmente considerando que ser um animal extremamente respeitado devido à sua ligação com o deus da mumificação não significava que eles estavam longe de problemas como fome, sede ou a simples cadeia alimentar e selvageria da natureza.

Sem enrolar mais um segundo sequer, Anúbis jogou o graveto longe e se divertiu inicialmente com a visão dos animais correndo desesperados até o graveto que caía. Enquanto esperava o retorno deles, o deus encostou na árvore e deixou o seu olhar escapar para as casinhas que haviam ali no horizonte. Sabia bem quem morava em uma daquelas casinhas, e não era só porque esses moradores eram o motivo de Neby ficar mais tempo naquela parte específica do Aaru. Contudo, antes que Anúbis visse qualquer sinal de Shadya, Ahmen ou Iset, Neby voltou com o graveto na boca orgulhosamente enquanto um dos cachorros voltou com uma pequena lasca que havia se rompido do graveto numa provável briga entre eles pela posse do que era um brinquedo para eles.

— Você realmente não deixa os outros ganharem quase nunca eim? — disse Anúbis passando a mão na cabeça de Neby carinhosamente e coçando-o atrás da orelha mas logo dando carinho para os outros animais também — Por hoje, vou indo. Fiquem de olho no Aaru como sempre, por favor. Devo ficar esses dias menos tempo no Duat.

O breve choro e as orelhas abaixadas de Neby, foi mais do que uma tristeza pela maior ausência de seu amigo. Foi também uma pergunta que Anúbis entendeu bem.

— Eu sei. — respondeu Anúbis — Não se preocupem tanto. Continuarei a vir. É só que vai ter uma viagem e… bem… padrões humanos ela é bem demorada. Mas nada me impede de vir aqui frequentemente mesmo no meio da viagem para passar um tempo com vocês e julgar alguns dos mortos. É só que Anput quer aproveitar um pouco a viagem também.

Nesse ponto, como se querendo satisfazer uma curiosidade, um dos cachorros latiu duas vezes.

— Já disse. Não posso fazer isso. — disse Anúbis com um suspiro olhando mais além para as casinhas — Visitar vocês não tem problema mas… visitar os humanos… Melhor não. Estão mortos, não deveriam se preocupar com o que acontece no mundo dos vivos. Minha presença lembra-os de que há um mundo lá fora. Perguntas acabam surgindo. Por mais que o Aaru esteja, de certa forma, organizado de acordo com o ano que eles morreram, minha presença e pegar informações de mim é bem diferente de quando eles conseguem novidades com alguém que morreu recentemente. Vir aqui checar se está tudo bem é mais do que o suficiente.

Entendendo perfeitamente a longa fala, o outro chacal soltou então o que mais parecia uma mistura de um latido e um uivo.

— Sim. Eu tenho certeza. — disse Anúbis com um sorriso triste.

Despedidas foram ditas e logo Anúbis deixou o Aaru para trás. O próximo destino dele foi o porto de Mênfis onde havia marcado de se encontrar com Anput. Contudo, ele não demorou muito para notar que ela não estava lá ainda. Determinado à espera-la, ele sentou-se no alto de uma das casas que cercavam o porto, preferiu escolher a que tinha menos cheiro de peixe. Ali no alto, ninguém notaria muito a presença dele e, logo, teria menos chances de ele acabar chamando atenção demais quando passassem a o reconhecer devido simplesmente à fé em sua existência.

À sua frente, o Nilo exibia toda a sua beleza com barcos entrando e saindo toda hora da cidade mesmo em seu período de menor quantidade de água. No porto, via os soldados montando guarda, pessoas andando, crianças brincando e os mercadores descarregando e carregando os barcos de madeira e velas brancas que chegavam de toda parte do mundo já conhecido até então.

Observando na extrema direita do porto a preparação do barco que em alguns minutos iria para a Suméria, ele deixou o tempo passar. Um suspiro de certo tédio escapou de seus lábios enquanto o vento bagunçava levemente seus cabelos extremamente negros e atrás de si, passos silenciosos se aproximavam tocando delicadamente o chão a cada passo.

— Espero que não esteja pensando em me dar um susto. — disse Anúbis virando a cabeça levemente e vendo Anput que, pêga no flagra, deixou um suspiro de decepção escapar de seus lábios.

— Seu sem graça. — reclamou ela sentando-se ao lado dele — Demorei muito?

— Não. — respondeu ele tocando delicadamente na mão com a qual ela apoiava-se na pedra de barro em que sentavam — Sinceramente achei que eu fosse chegar até depois de você. Fiquei talvez tempo demais com Neby e os demais. Mas sempre é complicado estimar isso quando o tempo passa tão estranhamente no Duat.

— Verdade. Eu nem gastei tanto tempo assim lá com Chenzira. Ele lembrou que vai querer alguma coisa para ler, quer treinar o sumério dele, já que não tem muito o que ele fazer lá preso. — disse Anput soltando um suspiro triste pelo amigo.

— Lá tem muito mais coisa escrita sem ser em papiro. — disse Anúbis — Imagino que deva ser complicado para Chenzira lidar com um papiro que pode voar ou acabar se enrolando já que não pode tocar nele.

— Sim… — disse Anput melancólica preocupada pelo amigo pelo qual não podiam fazer muito.

Preguiçosamente, Anput se encostou em Anúbis deitando a cabeça em seu ombro e ele logo apoiou a cabeça dele sobre a dela. Por alguns bons minutos ficaram assim, até que a atenção de Anúbis foi desviada quando, de perto do barco que iria para a Suméria, ele pode ver alguém de cabelos loiros tentando chamar sua atenção levantando o braço e balançando-o amplamente. Mesmo com a longa distância, soube imediatamente quem era. Não era como se tivessem muitas pessoas loiras no Egito além de Thoth.

— Thoth já chegou. — disse Anúbis.

— Faraó Djoser também. — disse Anput notando a comitiva do faraó chegando carregando ele e sua esposa em liteiras.

Mesmo com os soldados impedindo que o povo mais comum se aproximasse muito, nenhum dos dois teve muita dificuldade em deixar o telhado daquela singela casa para trás e ir imediatamente para onde Thoth e o faraó Djoser estavam. Lá, notaram que Thoth estava acompanhado de Seshat que conversava com ninguém menos que Imhotep sobre literatura.

— Deixe-me adivinhar, é Imhotep que vai representando o faraó Djoser? — perguntou Anput para Thoth.

— Ironicamente, sim. — respondeu Thoth enquanto Djoser se aproximava deles seguido de sua esposa.

Era fácil notar que Djoser e Hetephernebti eram bem mais do que um belo casal, eles também eram bem parecidos. Ambos de pele e cabelos negros, com o mesmo formato dos lábios e pequenas diferenças entre os nariz e as orelhas. Uma semelhança que deixava à mostra um fato, que os dois também eram irmãos.

Embora tanto Djoser como sua esposa, Hetephernebti, estivessem cheios de adereços de ouro, Hetephernebti chamava bem mais atenção do que o marido. Isso se devia simplesmente ao exuberante vestido completamente púrpura que vestia. Algo que havia sido certamente extremamente caro. Um luxo que provavelmente só a mulher mais rica do Egito poderia financiar. O belo vestido só não chegava inteiramente até o chão pois Hetephernebti exibia também uma enorme barriga de gravidez. Uma gravidez que não havia chegado com facilidade, pois Hetephernebti acumulava uma série de abortos espontâneos em sua triste lista. E era exatamente por isso, que naquele período tão delicado, Djoser não queria sair de perto de sua esposa um segundo sequer, o que o forçou a ter que enviar Imhotep em seu lugar para a Suméria ao invés de ele mesmo ir. Afinal, não era raro ele viajar. Ainda mais com ele, assim como o seu pai, lutando arduamente para aumentar as fronteiras do Egito. Quando isso acontecia, era dever de Hetephernebti governar o Império em ascenção enquanto o marido estava longe.

— Você bem poderia ter vindo com o seu vestido. — sussurrou Anúbis para Anput — Acho bem mais bonito que o dela.

— Shiu. — reclamou Anput ficando levemente corada e abrindo um sorriso — Estou guardando para qualquer recepção que Gilgamesh possa dar por lá.

— Parece-me estar quase tudo pronto. — disse Djoser vendo a preparação do barco de longe, mas com atenção.

— Algumas coisas mais sendo carregadas e o barco poderá partir. — disse Imhotep se juntando à conversa — Os ventos estão favoráveis também. E a correnteza do rio está boa apesar do rio não estar em seu momento mais volumoso.

— Creio que isso faz parte da ajuda extra dos deuses que Hórus prometeu? — perguntou Hetephernebti.

— Sim. — respondeu Djoser, ou melhor, Hórus, que estava dentro do corpo de Djoser — Essa viagem tem que dar certo.

— Vai dar. — garantiu Seshat — Deixaremos Mênfis para trás descendo o rio com sua correnteza até alcançar o Wadj-Wer. Seguiremos então seguindo a linha da terra até alcançar a cidade fenícia de Kebny onde os sumérios já estarão nos esperando para fazer a parte da jornada até Uruk.

— Temos que tomar cuidado com essa parte. — disse Anput — Por mais que os Sumérios se mostrem amistosos até então, não podemos simplesmente nos distrair e confiar demais.

— Sim. Não só agora, mas na viagem toda. Imagino que seja por questões assim que insistiu em sempre ter algum de nós com a comitiva, Hórus?- concordou Anúbis olhando para Djoser mas querendo falar com Hórus.

— Sim. — disse Djoser externando a resposta de Hórus — É melhor assim por isso e para que cheguemos todos juntos. Simplesmente entrar na Suméria magicamente pode atrair atenções indesejadas ou podemos ser interpretados erroneamente. Uma visita oficial é melhor, especialmente se seguir todas as formalidades para que ninguém acuse ninguém de nada.

Nesse ponto, um marujo se aproximou timidamente já que havia tantas pessoas importantes ali. Notando uma presença que não deveria ouvir todos os detalhes daquela conversa, ela parou imediatamente. Até que o marujo, de cabeça abaixada, se aproximou de Imhotep.

— Senhor… — disse o marujos — Estamos precisando seu auxílio em uma questão do barco.

— Bem, com licença. — disse Imhotep se retirando fazendo uma leve saudação para seu faraó com a mão sobre o coração.

Eles acompanharam Imhotep se distanciar até que, com um suspiro, Djoser se virou para Anúbis e tentou montar mentalmente o que queria dizer. Era difícil para ele medir o quão educado ele tinha que ser com alguns deuses com os quais ele não tinha tanto contato como tinha com Hórus. Especialmente um deus que iria decidir seu destino final após sua morte. E também, ele cresceu sabendo que nenhum mortal estava acima dele, mas ali, ele estava dentre imortais. Era uma situação que deixava ele mais inseguro do que ele deixava transparecer.

— Agora… considerando que Imhotep está longe, acho que posso fazer um pedido e um questionamento. — disse Djoser — Isso é, se eu estiver em posição de fazer tal coisa.

— O que seria? — perguntou Anúbis curioso fingindo não notar o leve nervosismo do faraó.

— Entendo que todos estão maravilhados pela exuberante tumba que será meu lar final e pela qual Imhotep é responsável pela construção. Mas queria saber de ti, Senhor Anúbis, se tal obra está ficando de seu agrado.

Quase que Thoth não conseguiu esconder o riso que tentou escapar de seus lábios. Felizmente, a reação dos outros deuses ali presentes foi de simplesmente abrir um sorriso. Isso é, de todos menos Hórus que sentiu a inveja corroendo dentro de si. Afinal, no final das contas, uma tumba era um templo para a morte, um lugar para proteger os mortos. Considerando isso, e falta de templos per se de Anúbis, as tumbas eram como seus templos. Era fácil ver que a obra da tumba de Djoser estava chamando mais atenção do que qualquer templo já feito para qualquer deus. Afinal, era uma obra arquitetônica bem mais desafiadora, diferente e chamativa do que qualquer outra jamais feita em toda a história da humanidade.

— Sim. — respondeu Anúbis se surpreendendo com a pergunta — Mal posso esperar para vê-la pronta.

— Eu também. — disse Djoser aliviado com a resposta — Espero viver o suficiente para isso. Está certamente tomando muitos anos. Mas confio em Imhotep desde que salvou minha vida quando eu era um mero menino. Ele sempre foi bem inteligente e capaz.

— E qual o pedido? — perguntou Anput.

— Dois, na realidade. Fazer pedidos talvez seja um tanto prepotente de minha parte. — disse Djoser — Mas realmente queria pedir para que olhassem por Imhotep. É uma viagem certamente longa e perigosa. Ele é importante para o Império mas firmar acordos com os Sumérios também é, o que o faz o melhor homem para o trabalho. Dada-me a liberdade de fazer mais de um pedido, também pediria para que intercedessem junto à Hathor e Tawaret pelo filho que minha esposa carrega. Fiz o mesmo pedido para Hórus mas...

A voz de Djoser falhou e ele olhou para Hetephernebti que estava cabisbaixa tentando segurar a vontade de chorar. Gentilmente, ele pegou na mão dela e, com o dedão, acariciou a delicada mão da esposa.

— Já é a quinta vez que tentamos ter um bebê. — disse Hetephernebti lutando para não deixar as lágrimas escorrerem mas falhando em deixar a voz controlada — É mais do que simplesmente um herdeiro ao trono. Queremos muito um pequenino para nós.

— Então…- completou Djoser — Já estamos ficando um pouco desesperados e preocupados. Não quero que Hetephernebti venha também a falecer no próximo parto. Bem sei que eles estão ficando cada vez mais arriscados. Assim, não posso simplesmente parar de pedir não importa quantas vezes forem.

— Todas as manhãs e todas as noites rezo para Tawaret, Hathor, Ísis e Néftis. — disse Hetephernebti — Raramente tenho forças para sair do palácio. Hoje foi um desses poucos dias. Mas, quando tenho, faço questão de ir até os templos rezar por um bebê saudável.

Decididamente tocada pelo pedido, Anput abria um pequeno tímido sorriso que escondia por trás a dó pela situação do casal real. Assim, a deusa não resistiu em se aproximar da rainha e segurar-lhe ambas as mãos delicadamente.

— Falarei eu mesma com Hathor. — disse Anput — Se dependesse inteiramente de mim, esse bebê nasceria sem problemas. Farei de tudo para convencer Hathor do mesmo e para que ela esteja no momento do parto.

O sorriso de Hetephernebti aumentou enquanto a rainha perdia completamente qualquer controle sobre as lágrimas e deixava-as escorrer pelo rosto livremente. A gratidão também fez com que ela abraçasse Anput firmemente enquanto, silenciosamente, Djoser torcia para que dessa vez ele realmente pudesse ganhar um filho que eventualmente teria para si a coroa do Alto e Baixo Egito.

Notas finais
## REFERÊNCIAS O conto do marinheiro naufragado - https://www.ancient.eu/article/180/the-tale-of-the-shipwrecked-sailor-an-egyptian-epi/ Rotas para a Suméria - https://slideplayer.com/slide/8023121/ Barcos egípcios - https://www.dkfindout.com/us/history/ancient-egypt/ancient-egyptian-boats/ Navegação - https://exploration.marinersmuseum.org/watercraft/egyptian-ships/ Suméria - https://gohighbrow.com/the-first-civilizations-egypt-and-mesopotamia/ cachorros no Egito Antigo- https://www.ancient.eu/article/1031/dogs-in-ancient-egypt/ basenji - https://en.wikipedia.org/wiki/Basenji Hetephernebti - https://en.wikipedia.org/wiki/Hetephernebti Inetkaes - https://en.wikipedia.org/wiki/Inetkaes Byblos - https://en.wikipedia.org/wiki/Byblos Mar Mediterrâneo - https://www.ancient.eu/Uat-Ur/