Notas iniciais
oi oi oi!! mais um capítulo!! eu tava doida pra fazer esse cap hehe então, sem mais demoras, aproveitem o cap!! ah, antes, achei interessante contextualizar um pouco as fotos. bem, a foto de hoje é a entrada para o submundo no Assassin's Creed. Achei que combinaria com o cap de hj :3 desculpa ela estar meio escura e ruim pra ver... foi o que deu pra tirar.

Salve a ti, salve a ti!

Anúbis vestiu-te,

ele fez como quiria, colocando seus ornamentos entre as ataduras,

pois ele é o vice do grande deus. Você viaja, é purificado no Lago da Perfeição, você fez oferendas nas Casas do Céu, você satisfez os Senhores de Heliópolis.

~ Poema “Morte e enterro”

Sob a superfície na qual caminhavam e viviam os humanos existia algo mais, algo que como lava se movia lentamente abaixo do reino mortal. Uma camada caótica, perigosa e ainda pouco estudada embora Thoth estivesse anotando tudo que conseguia ver com seu olhar. Essa estranha camada mágica e tenebrosa formada por mais outras camadas era chamada de Duat. Imenso e cheio de segredos, seus mistérios eram o que faziam Thoth estar tão curioso conforme o barco que carregava os deuses velejava preguiçosamente por um rio negro de aparência ameaçadora que carregava o singelo nome de “Rio da Noite”.

Mesmo ainda estando na camada mais superficial do Duat, Anput não conseguia deixar de ficar arrepiada e abraçar à seu próprio corpo. A jovem deusa receava o que poderia estar se escondendo nas sombras de um lugar que guardava horrores bem piores do que um rio de águas turvas em seu ponto mais profundo. Demônios, caos, o abismo. Apesar da imortalidade, a tensão estava entre todos os deuses apesar de Anúbis tentar esconder isso quando segurou a mão de Anput numa tentativa de acalma-la. A tensão era resultante da preocupação de se encontrarem com um inimigo bem pior do que Seth e acabar atraindo a atenção dele. Afinal, ali, no ponto mais profundo do Duat, Apophis travava uma eterna batalha com Rá. Servido de sua horda de demônios, Apophis era o inimigo jurado dos deuses, a enorme serpente personificação da destruição e do mal. Uma ameaça bem maior do que Seth. E, exatamente por isso, eles não queriam atrair a atenção dele. A situação já estava ruim o suficiente.

Em silêncio, Anúbis, Anput, Thoth, Ísis e Bastet seguiam o caminho do rio da noite. Os outros haviam ficado para trás, principalmente Neby. Afinal, o Duat não era lugar para almas mortais vivas embora com certeza fosse o lugar das almas já mortas e perdidas embora poucas conseguissem chegar tão longe. Não era um caminho fácil chegar até o Duat. Enquanto via a alma de um idoso jogada no rio de olhos semiabertos, Anúbis pensava na necessidade de dar um descanso e uma direção para essas almas. Foi exatamente por isso que tinha feito todo o ritual para Osíris, para que a alma dele conseguisse chegar num ponto seguro do Duat. Para aquele senhor idoso chegar até ali, ao menos parte de algum ritual deveria ter sido coincidentemente feita. Mesmo que essa parte tenha sido simplesmente enterrá-lo de alguma maneira mais cuidadosa.

Estranhamente, quando olhava para a alma do idoso que flutuava apaticamente no rio, uma informação simplesmente surgiu na mente de Anúbis.

— Menna. Nascido em Per-Wadjet. Morto aos 59 anos e 10 meses. Nobre. Morreu doente. Tossindo sangue. Morreu no sexto dia do segundo mês de Akhet. — disse Anúbis.

— O quê? — perguntou Anput olhando para ele um tanto perdida.

— Menna. É o nome dele, daquela alma — disse Anúbis apontando para o idoso.

— 59 anos… só mesmo um nobre para viver tanto. — disse Bastet se juntando à conversa.

— Como consegue ficar tão relaxada? — perguntou Anput olhando para Bastet — Esse lugar me dá arrepios. E só de pensar que… ele… pode acabar aparecendo.

— Sinceramente? Não sei — disse Bastet dando de ombros.

— Não é tão ruim… — disse Anúbis e Anput olhou para ele levemente surpresa.

Interrompendo uma conversa tão informal que começava a fazer a tensão do navio se dissipar, Ísis se aproximou do trio e tossiu duas vezes chamando-lhes a atenção. O peso em seu coração era bem mais pela curiosidade em saber o destino do marido do que por medo de atrair a atenção de Apophis.

— Estamos na direção certa? — perguntou Ísis olhando para Anúbis que afirmou brevemente com a cabeça.

— Sim… — disse ele olhando para a direção que o barco tomava por si só seguindo a correnteza do rio — Acho que estamos quase lá.

Olhando para o caminho que o barco seguia, o grupo podia ver a aproximação lenta de um extenso clarão. Conforme se aproximavam, notaram que esse clarão era produzido pelo mais puro fogo que queimava formando um lago no qual o rio onde eles estavam desaguava depois de uma catarata marcada por rochas irregulares. Não foi difícil evitar que o barco sofresse com a queda, foram necessários apenas alguns feitiços e, então, no momento seguinte, o barco navegava por um lago de fogo ardente. A semelhança do lago com a superfície do sol não era coincidência, era ali que Rá se banhava para se renovar. Apesar do calor chegar até eles, a divindade os impedia se sentir na pele a alta temperatura assim como o barco, mágico, não era atingido pelo fogo.

O destino deles era a ilha que se erguia como um ponto seguro no meio do lago flamejante. Nela, existia apenas um templo que qualquer um que visitou o Duat anteriormente poderia dizer que não estava ali antes. A aparência claramente nova do templo criava uma bela visão junto com as paredes detalhadas com cores e pinturas como se tentasse criar um lugar de elegância mesmo existindo em um ambiente não negro.

Enquanto Anput, Ísis, Thoth e Bastet olhavam para o templo com um misto de curiosidade e fascinação, apenas o segundo sentimento batia no peito de Anúbis. O jovem deus sentia uma sensação diferente, uma sensação acolhedora que gritava “Casa”. Além disso, ele podia sentir que algo dentro daquele templo o atraía como um imã. A atenção dele para aquele lugar era tanta, que mal notou quando o barco parou nas margens da ilha e todos desembarcaram. Mesmo que ele tenha desembarcado também, praticamente movendo-se de modo automático, ele mal piscava nem desviava os olhos da construção que se erguia diante de si.

— Hey… Anúbis, você está bem? — perguntou Anput, a voz dela tirando-o do breve transe.

— Sim… só… — disse Anúbis tentando achar palavras para explicar a sensação mas não conseguindo muito bem — Acho que… acho que eu deveria ter vindo até aqui antes.

— Como assim? — perguntou ela perdida — Ao Duat?

— Também mas… digo especificamente para esse lugar. Essa ilha.

— Porquê?

— Não sei bem… parece… certo. Não sei explicar. Parece ser meu lugar. — disse Anúbis sentindo os olhares dela, de Bastet e também de Thoth sobre si.

O olhar de Ísis não estava no jovem deus pois a deusa se apressava para dentro do templo ignorando tudo mais. Notando isso, os outros deuses seguiram o exemplo dela e se apressaram para dentro do templo que, interessantemente, era bem maior por dentro do que ele parecia por fora. As paredes altas e brancas ansiavam para ser pintadas embora o teto já tivesse recebido a devida atenção. O teto, pintado de azul escuro com algumas linhas amarelas, representava o céu noturno. Apesar da beleza da pintura do teto, a atenção dos deuses foi para o centro do enorme salão onde um trono repousava. De pé ao seu lado, estava um homem com um olhar de surpreso no rosto e de pele de um azul mais claro do que o céu. De pé ao lado do trono, estava Osíris.

Palavras não precisaram ser ditas quando Osíris e Ísis correram um de encontro ao outro. O casal se abraçou e se beijou matando a saudade que nasceu nos meses de separação e desamparo. Lágrimas escorriam do rosto de Ísis sem que ela tentasse ao menos segura-las. Uma sensação de alívio percorreu o coração de Thoth que abriu um sorriso enquanto Bastet limpava uma lágrima que escapou de seus olhos aguados. Para Anúbis não sobrou muito tempo para se emocionar, pois logo uma chorosa Anput o abraçou e beijou-o na bochecha.

— Você conseguiu! — disse ela.

— Eu? — disse ele negando com a cabeça achando difícil focar em tudo ali pois algo ainda o chamava fortemente — Todos ajudaram.

— Mas você sabia que tínhamos que juntar os pedaços, também sabia como juntar eles. Sem falar que achou a maioria. — dizia Anput — Foi você também que explicou todo o ritual e que fez o ritual. Sim, todos ajudaram, mas não teríamos conseguido sem você.

— Não é pra tanto. — disse Anúbis.

Sem graça, Anúbis desviou o olhar e coçou a nuca. Seu rosto estava levemente vermelho quando Anput se aproximou e deu ombro beijo em sua bochecha. Ele passou o braço ao redor da cintura dela abraçando-a mas seus olhos eram atraídos para um portal aos fundos da sala selado com pedras de calcário.

O momento entre o jovem casal foi interrompido quando Osíris se aproximou deles. Com um sorriso caloroso e gentil, o poderoso deus botou a mão direita sobre o ombro de Anúbis.

— Muito bem, Anúbis. Anput está certa, você foi muito importante nisso tudo — disse Osíris.

— Você já sabe? — perguntou Anúbis.

— Algumas coisas apenas. — disse Osíris — Não é fácil acompanhar as coisas pelo Duat. Mas, depois que fez aquele seu ritual, de repente eu estava aqui.

— E onde é “aqui” exatamente? Esse templo, essa ilha… — disse Bastet.

— Estava pensando nisso desde que cheguei. — disse Osíris — O melhor nome que consegui dar foi Terra dos mortos. Incluindo o lago de fogo, a catarata, essa ilha e mais coisas que parecem se esconder do outro lado do lago.

Enquanto a conversa se desenrolava, o olhar de Anúbis voltou para o portal bloqueado por pedras. Atentos como todos estavam na conversa, apenas Osíris e Anput perceberam como o portal atraía Anúbis. Contudo, enquanto Anput exibia um olhar de curiosidade e preocupação, Osíris exibiu um leve sorriso.

— E esse templo? — perguntou Thoth.

— Eu estava pensando primeiramente em sua funcionalidade antes de batizá-lo. — disse Osíris — Lá fora está cheio de almas perdidas. Notei isso principalmente enquanto eu mesmo estava perdido. Acho que seria de bom tom tentar organizar isso. Dar à essas pobres almas um destino certo.

— Falando assim faz até parecer que pretende passar muito tempo aqui… — disse Ísis com um olhar da mais pura preocupação.

Osíris olhou para sua esposa e irmã e segurou suas mãos. O olhar que ele diria à ela era o da mais pura doçura, principalmente quando ele levou ambas as mãos dela até seus lábios e ali depositou um doce e tenro beijo.

— Minha doce e querida Ísis… — disse Osíris — Embora a tentativa de fazer-me continuar à viver tenha tido sucesso, tenho uma péssima notícia para lhe dar.

— O-o q-que… p-por favor… eu não aguento mais tanta complicação — disse Ísis.

— Me dói o coração em dizer que aparentemente não posso sair deste templo. — disse Osíris enquanto Anúbis se aproximava do portal que tanto lhe chamava a atenção.

— O QUE?! COMO ASSIM?! — exclamou Ísis.

— Esse templo é minha salvação e minha prisão. Tentei sair dele, sem sucesso. — disse Osíris soltando um pesado suspiro olhando ao redor — Sim, o ritual funcionou, mas ainda assim, olhando-se por certo ponto de vista, ainda estou morto. Sendo assim, à Terra dos Mortos pertenço.

— M-Mas… — gaguejou Ísis sem conseguir encontrar as palavras.

— Por séculos eu sabia que era o deus da vegetação, da agricultura. — explicou Osíris — Mas eu ainda sentia que algo estava faltando. Essa não parecia ser minha denominação completa. Mas, depois que acordei nesse templo, eu percebi. Também sou o senhor da vida e juiz dos espíritos que aqui chegam. Deus do submundo.

— E-Então… e-então… — disse Ísis, o lábio inferior tremendo ante a chegada da vontade de chorar — Irá ficar aqui? Sozinho, para sempre?

— Não… não sozinho… — disse Osíris virando a cabeça para olhar para outro lado.

O olhar de Osíris foi para onde Anúbis estava, diante do portal cujas pedras de calcário desapareciam e eram substituídas por uma membrana mágica dourada respondendo à aproximação do jovem deus. Sem pensar duas vezes, Anúbis atravessou a membrana dourada adentrando na escuridão que existia do outro lado do portal. Ele não teve tempo de olhar para trás quando o portal se fechou mais uma vez e ele se viu na mais completa escuridão.

Apesar de não poder ver um palmo diante de si, ele estava tranquilo. Aquele lugar passava uma sensação boa, de paz, como se nada nunca pudesse dar errado, e nunca daria. Um lugar sem mágoas e tristeza. A única coisa que o jovem deus conseguia ver era um par de tochas, um de cada lado seu. Ele simplesmente sabia o que tinha que fazer quando falou:

— Eu sou Anúbis — disse ele e o par de tochas se acendeu revelando outro par de tochas logo após — Filho de Set e Néftis.

As informações de parentesco fizeram as tochas seguintes acenderem e outras apagadas surgirem depois formando um corredor que se inclinava levemente para cima. E, assim, algo começou a surgir da parte mais profunda de seu ser. Palavras que ele nunca tinha proferido na ordem e combinação que elas queriam sair. Não, não conhecia todas as informações que queriam sair de sua boca, mas todas elas pareciam totalmente verdadeiras, assim como aquele lugar o fazia sentir-se em casa. Assim, ele andou alcançando a última tocha acessa proferindo as palavras desde do começo e andando para cada tocha que acendia para cada informação dada.

— Eu sou Anúbis. Filho de Set e Néftis. O chacal. O embalsamador. A criança real decaída. Primeiro dos ocidentais. Senhor da Terra Sagrada. Aquele que está sobre a Montanha Sagrada. O Cão que Engole Milhões. Governador dos nove arcos. Mestre dos Segredos. Aquele está no lugar do embalsamamento. Guia de almas. Guardião da balança e da pena da verdade. Protetor dos mortos. Defensor das tumbas. Patrono dos órfãos. Senhor do embalsamamento. Deus da mumificação. Deus dos funerais…

E, ele parou. Inspirou e expirou profundamente olhando para o que parecia, o que ele sentia ser, o último par de tochas à serem acesas. Com o coração num misto de empolgação e ansiedade, ele proferiu as três palavras finais.

— Deus da morte.

Aquelas simples palavras foram tudo que aquela escuridão precisava para explodir de luz dourada irradiada do jovem deus. A luz dourada se espalhou pela escuridão enquanto Anúbis entendia que agora sabia completamente quem era. Ele inspirou profundamente ante a incrível avalanche de poder que sentia e simplesmente esticou o braço no ar. Da palma de sua mão surgiu um bastão um pouco maior do que ele e com a extremidade superior feita do mais puro ouro. Tudo que ele precisou foi bater a parte inferior do bastão no chão e a luz dourada que se espalhava expandiu-se em vida. Ao simples toque de seu bastão, uma nova dimensão começou a ser criada. Do chão, centenas e centenas de juncos, uma planta parecida com trigo, nasceram fazendo com que o dourado fosse a cor predominante. Com um movimento com o bastão para o alto, um raio dourado atingiu a escuridão superior fazendo um sol e tornando azul a escuridão que antes seria o céu.

Aproveitando o surto de poder, com a mão livre, ele usou o indicador para traçar uma linha dourada no ar fechando-a em um círculo. No ponto onde o círculo se fechou, ele juntou todos os dedos e então abriu-os. Daquele ponto, luz se irradiou e então o conjunto se revelou como um colar do mais puro ouro cujo pingente era o hieróglifo que significava vida, ankh. Ele não sabia explicar bem porquê criou o colar, talvez apenas tenha surgido a vontade. Magicamente, o colar passou por sua cabeça até descansar em seu pescoço e seus dedos tocaram o hieróglifo enquanto os olhos admiravam o que aquele mundo luminoso e extremamente dourado e puro tinha à oferecer.

As pradarias de juncos e o céu azul continuaram se expandindo sem necessitar do controle dele. Uma dimensão infinita onde alguns flocos de luz dourada caíam preguiçosamente como se fossem neve, embora Anúbis nem soubesse o que era neve. Ele notou que o lugar era perfeito para abrigar uma quantidade infinita de pessoas. Um lugar sem tristeza, sem dores, sem fome, sem pobreza, sem guerra, um paraíso. O Campo de juncos. O Aaru.

Notas finais
~~~~ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Duat - https://pt.wikipedia.org/wiki/Tuat Duat 2 - http://riordan.wikia.com/wiki/Duat Apophis - https://pt.wikipedia.org/wiki/Apep Cidades antigo egito - https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ancient_Egyptian_towns_and_cities Empregos - https://egypt.mrdonn.org/jobs.html Doenças - https://www.omicsonline.org/open-access/pharaohs-and-mummies-diseases-of-ancient-egypt-and-modern-approaches-2329-8731.1000e110.php?aid=20477 Calendário - https://en.wikipedia.org/wiki/Egyptian_calendar Osíris - https://pt.wikipedia.org/wiki/Os%C3%ADris Anúbis - https://www.behindthename.com/name/anubis Anúbis 2 - http://www.touregypt.net/godsofegypt/anubis.htm Anúbis 3 - https://en.wikipedia.org/wiki/Anubis Anúbis 4 - http://www.ancientpages.com/2016/09/19/immortal-god-anubis-lord-of-the-sacred-land-jackal-god-of-mummification/ Anúbis 5 - https://www.ancientegyptonline.co.uk/anubis.html Aaru - https://en.wikipedia.org/wiki/Aaru Ankh - https://pt.wikipedia.org/wiki/Ankh ps: eu não achei quem criou o Aaru. Mas achei massa a ideia de ter sido ele XD ps2: Quem que é Daenerys Targaryen, Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Quebradora de Correntes, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome perto de Anúbis. Filho de Set e Néftis. O chacal. O embalsamador. A criança real decaída. Primeiro dos ocidentais. Senhor da Terra Sagrada. Aquele que está sobre a Montanha Sagrada. O Cão que Engole Milhões. Governador dos nove arcos. Mestre dos Segredos. Aquele está no lugar do embalsamamento. Guia de almas. Guardião da balança e da pena da verdade. Protetor dos mortos. Defensor das tumbas. Patrono dos órfãos. Senhor do embalsamamento. Deus da mumificação. Deus da morte? XD ps3 (sobre “Primeiro dos Ocidentais”) : todos os títulos, por mais estranhos que uns possam parecer, têm suas explicações. O que acho mais importante ressaltar é o “Primeiro dos Ocidentais”.Não, os egípcios não conheciam o meridiano de Greenwitch pra dividir o mundo em ocidente e oriente kkk eles usavam o Nilo de base para isso. E o título dele nesse quesito é pq maioria dos cemitérios do antigo Egito estava localizada na margem ocidental do Nilo. ps4 (sobre “Criança real decaída”): “Anúbis” é um nome grego “Ἄνουβις”. O nome egípcio dele é Inpw ou Anpu, que significa “Criança real” ou “decaimento”. ps5 (sobre o “ps4” kk): É… o nome dele é muito parecido com o da Anput na realidade. Usando uma comparação brasileira bem tosca, é como se ele fosse Gabriel e ela Gabriela. O nome dela é a versão feminina do dele. ps6 (ultimo kk prometo): Pois é… quem diria que no meio de tanta morte, ele era o protetor dos órfãos XD