Notas iniciais
Estava reparando essa fic só tem uma recomendação. Como assim? =/

- Até que enfim de encontro sozinha. – Disse a loira. ‘’Ela vai me esculachar. ’’ Pensou Sakura.

- É, tenho andado tão ocupada ultimamente. – disse Sakura.

- Sei o tipo de trabalho que anda fazendo. – Sakura gelou. Era agora, iria ouvir um monte. Pensou Sakura. – Não faça essa cara menina... Eu não vou criticá-la se é o que está pensando.

- Não?

- Não Querida. Conheço o Sasuke a anos e nunca em toda minha vida o vi acordar a essa hora. Nem quando era adolescente. Ele está mais calmo, pelo que parece você fez bem a ele. – Sakura corou.

- Só não quero que pense que sou uma qualquer.

- E porque pensaria isso?

- Pelo fato dele ter namorada.

- De onde tirou isso menina? O Sasuke não tem namorada.

- E a Kurenai? Ela me disse que eles estão juntos.

- Então ela mentiu. O Sasuke não ficou com ninguém desde... – ela parou.

- Desde o que?

- Nada querida.

- O que o Sasuke fazia no exercito?

- Ele era comandante.

- De que tipo? Ele age como se tivesse feito algo de muito grave.

- o Sasuke teve uma vida dura. É bom vê-lo ter algum descanso. Agora vou cuidar dos meus afazeres. – e saiu deixando a garota sozinha na cozinha.

Sakura estava comendo quando o Uchiha entrou na cozinha. Ela se sentiu envergonhada e por isso não olhou para ele. Sasuke se aproximou dela e lhe deu um beijo na testa.

- Quer ir a cidade comigo? – Disse Sasuke. Sakura o olhou confusa. Ele sempre foi o tipo de homem que evitava as pessoas e agora a estava chamando para ir a vila.

- Porque?

- Porque achei que seria bom sair e relaxar um pouco. As vezes é bom espairecer, isso me ajuda a ter nova idéias para meus livros.

- Ok então. Mas você quer ir agora?

- Sim. – Sakura se levantou rapidamente.

- Vou trocar de roupa.

- Ok, te espero na sala, você tem meia hora.

- Você é muito mandão sabia.

- Fui comandante do exercito querida. Certos hábitos nunca mudam. – Sakura sorriu e saiu da cozinha.

...

Sasuke e Sakura passaram um dia agradável na vila. Ele estava diferente, Sakura nunca o vira tão relaxado. Visitaram os pais de Naruto que viviam na naquela vila. Assim como Sasuke Naruto tinha o pai inglês e a mãe era japonesa... Quando voltaram para casa já era noite.

- Quer ficar em frente à lareira? Está frio e quero me enroscar em você. – Disse Sasuke assim que entraram em casa.

- Eu adoraria ficar enroscada em você a noite toda, mas primeiro quero um banho.

- Eu vou com você. – Disse Sasuke já a agarrando por trás... O telefone toca. – Vai na frente que já te acompanho.

- Vou te esperar. – E saiu.

- Alô.

- Minha mãe me ligou e disse que você foi a visitou e que estava com uma garota. – Disse Naruto do outro lado da linha.

- Você esta me ligando para fazer fofoca?

- Quem era a garota. Minha mãe disse que ela é jovem... Só pode ser a sua linda secretária ninfeta. Estou certo? – Naruto não o deixava falar.

- Vai pro inferno Naruto.

- Me diga Sasuke.

- Sim Foi ela. – Respondeu.

- E vocês já...???

- Não é de sua conta.

- Qual é? Eu te contei quando transei com a Hinata pela primeira vez.

- Sim Naruto nós transamos.

- E então??

- Foi bom.

- Só isso?

- Não Naruto. Mas não vou falar disso, é uma coisa pessoal e intima.

- Só não fico com inveja de você porque minha Hinata é perfeita, não a troco por ninguém. Mas a sua ninfeta é muito bonita.

- Sim ela é.

- É meu amigo, essa garota de seduziu. Só cuidado, essas garota são experientes em seduzir velhos como você.

- A Sakura não e experiente em nada.

- O que quer dizer com isso?

- Não é de sua conta.

- Hoooo, Uma virgem? É isso? A garota é, quer dizer era virgem. – Sasuke suspirou cansado, Naruto não ia parar de enchê-lo até ele dizer algo.

- Sim Naruto.

- Que delicia! Uma virgem. Haaaa seu safado sortudo.

- Cala a boca seu imbecil.

- Tudo bem senhor Irritadinho. Eu só estava brincando. Fico feliz que finalmente tenha encontrado alguém.

- Obrigada. Agora vou desligar.

- Volte para os braços de sua querida Sakura. – Sasuke não respondeu apenas desligou o telefone na cara de Naruto...

Subiu as escadas rapidamente... Tudo que queria era se jogar nos braços daquela garota e se perder... E assim o fez...

...

Sasuke e Sakura estavam sentados no chão da sala perto de lareira. Estavam nus e enrolados por uma grossa coberta que os mantinham quentes...

- Me fala mais sobre você. – disse Sasuke levando a taça de vinho a boca.

- O que quer saber? – Disse Sakura.

- Tudo... Começe me contando como veio parar aqui.

- Mas eu já lhe disse.

- Não, você me disse apenas que precisava de dinheiro.

- Quer saber a verdade?

- Sempre.

- A verdade é que aceitei esse emprego porque oferecia casa e comida. – Sakura se sentiu mal por contar isso a ele. De alguma forma ela se sentia humilhada mesmo esse não sendo o caso. – Estava, quer dizer estou sem lugar para morar. Não tinha dinheiro o suficiente para pagar um aluguel. E esse emprego me caiu do céu. Quando fui a agencia me ofereceram e eu imediatamente aceitei.

- Entendo. – Sasuke sentiu o coração apertar ao imaginar uma garota sozinha e desamparada. – Você tem algum parente?

- Sim. Tenho uma tia. Ela me acolheu depois que meus pais morrerem, mas... – Se calou.

- Mas o que?

- Nada, esquece. Sua vez. Me fale sobre sua família. – Ele ficou pensativo por um momento.

- Minha família era pequena. Só meus pais, meu irmão e eu. Sempre moramos nessa casa. Foi meu pai quem a construiu para minha mãe... Quando fiz 18 anos entrei para o exercito, meu irmão já ela militar, acho que entrei mais nisso para poder ficar perto dele. Eu adorava meu irmão... Com 22 anos eu era o mais jovem comandante de toda a história do exercito... Mas foi ai que aconteceu. Estávamos em campo de batalha, havia muitos feridos e Itachi tentou salvar o Maximo de civis possíveis... Levamos todos para um hospital... Então um homem entrou, havia dinamite amarrada por todo o seu corpo. Não tive tempo nem pensar. Em um picar de olhos tudo foi pelos ares... Não restou nada do hospital e eu fui o único a sobreviver e isso somente porque o meu irmão me empurrou para fora do hospital... Eu estava perto de uma janela e ele me empurrou. Cai 2 andares e quebrei uma costela mas sobrevivi. – Sakura o ouvia atentamente. Sasuke não contaria a ela tudo que aconteceu depois e muito menos no monstro em que se tornou sem seu irmão para controlá-lo. Sakura tinha os olhos marejado. – Chega de conversa. Já lhe contei o suficiente. E você ainda não me contou porque saiu da casa de sua tia.

- Como você mesmo disse, chega de conversa.

- Não tente da uma de esperta garota. – o telefone toca. – Mas que diabos... Quem ligaria uma hora dessa? – Sasuke se levantou para atender ao telefone, ainda estava nu, mas não se importou. Tudo que queria era dispensar quem quer que fosse ao telefone e voltar a se aconchegar em sua pequena. – Alô!

- Boa noite Sasuke!

- Kakashi? O que quer me ligando uma hora dessa?

- Que eu sabia você não dorme cedo... será que atrapalhei algo?

- Diga logo o que quer.

- Liguei para lhe dizer que sexta-feira temos uma reunião com a editora.

- Você é meu agente para isso. Sabe que não gosto dessas reuniões.

- Eu sei, mas eles querem saber como anda seu novo livro, além do mas, ouvir dizer que querem fazer um contrato exclusivo com você para seus próximos dois livros. Haaa e também essa reunião será sobre o filme que pretendem fazer sobre seu livro.

- Eu não me importo com isso.

- Sasuke seu ultimo livro foi uma febre. Todos querem saber quem é o autor por trás dos Bests selers. Isso será ótimo para você. Além do mas se você não vier até eles, eles virão até você.

- Inferno. – praguejou Sasuke. – Não quero ninguém em minha casa.

- Pois então venha para a reunião. Terá um coquetel depois.

- Ok Kakashi, você me venceu seu agente inútil. Agora se me der licença.

- Boa noite Sasuke. – Sasuke desligou sem responder... voltou o mais rápido possível para sua garota e a abraçou. – Vamos para Londres.

- Vamos?

- Sim. Eu e você.

- Porque eu?

- Poque vou a trabalho e você ainda é minha secretária. – Sakura não pode deixar de notar o AINDA em suas palavras.

- Sim Senhor Uchiha. – Ela ficou fria de repente. – Agora se me der licença, acho que gostaria de ir para o meu quarto agora.

- Seu quarto? Seu quarto agora é o meu. – e a beijou. – Quero que durma em minha cama todas as noites a partir de agora. – e voltou a beijá-la...

Notas finais
E então??