A Missão

25 Uma Noite De Amor


Notas iniciais
Helou *u* Estou de volta!! Ebaaa Rsrs' Bem, aqui vai mais um capítulo, como prometido. Bem... Nesse capítulo terá uma cena digamos... ''concreta'' de sexo. Lembrando que se não quiser ler essas partes, basta pular as escritas em negrito do capítulo. Pode ler agora u.u

Estava em meu quarto, sentada de barriga na cama, balançando os pés sobre o ar. Na minha frente estavam livros e cadernos. Eu estava fazendo as tarefas de casa. Coloquei minha mão sobre meu queixo, enquanto anotava as respostas. Eu vestia um short de tecido azul claro, e uma camiseta sem mangas branca, de alça. Meus cabelos estavam presos em um coque mal feito e eu também estava de meias brancas. Eram 16:25 da noite, e eu tinha passado o dia inteiro conversando com o pessoal pelas redes sociais. Rudy contou que estava fazendo progresso com os alunos. Disse que Milton quebrou duas tábuas, e que Jerry tinha conseguido derrubar um boneco de pancada com um belo chute. Eddie aprendeu á dar estrela e estava se empenhando muito. Contou também que Bobby Wasabi poderia estrelar em um novo filme, mas não é nada decido ainda.

Fiquei pensando... Quando eu e Jack estávamos no dojo, nada disso acontecia. E quando a gente sai por uns dias tudo muda? Os alunos avançam, se empenham, e até o Bobby é convidado para estrelar um filme? Será que era eu e Jack que dávamos azar? Afastei esse pensamento logo. Não, isso não têm nada a ver. Mas Rudy disse que todos estavam desanimados com minha saída e a de Jack do dojo. Rudy também contou que já pegou Jerry chorando várias vezes nos cantos. Eddie evitava olhar para o quadro pendurado na parede do dojo, onde apareciam todos nós, reunidos. Rudy por fim disse que já flagrou Milton apreciando o '' selfie '' que tiramos no dia em que embarcamos para Manhattan.

Isso me deixou ainda mais para baixo. Saber que eles também estavam sofrendo por nossa causa... Antes de eu me derramar em lágrimas, Rudy disse que eles estavam se empenhando, tanto no karatê ou em outras atividades por nossa causa também. Eles queriam nos deixar orgulhosos; mostrar que iam conseguir. Tá certo, eu chorei. Chorei a tarde inteira. Me tranquei no quarto, e chorei, chorei e chorei... Peguei minha mala e vi que tinha guardado centenas de fotos minhas e de meus amigos. Sorri em meio aos soluços e a cachoeira que transbordava de meus olhos. Tive uma ideia. Arrumei todas as roupas que sobravam para serem guardadas e construí um mural de madeira. Pintei as bordas de roxo claro para combinar com o design do quarto. Pendurei o mural na parede e colei com fita colorida as fotos. Haviam 3 selfies com o Milton, 4 com o Jerry, 1 com Jack, 2 com Eddie, 5 com Rudy, 7 com Mika, 5 com Grace e 4 com Julie. As demais fotografias eram de nós todos em grupo, e outras de minha família. Sorri ao ver minha foto com minha irmã.

Voltei para o presente. Tirei todos aqueles pensamentos da cabeça, e voltei a me concentrar na tarefa. Dois minutos depois ouço uma batida na porta.


– Kim! — Jack diz — Posso entrar?


– Claro — Respondo.


Jack entra. O mesmo estava com uma calça de moletom preta e uma camiseta sem manga branca, exibindo seus braços fortes. Estava um pouco desanimado, com uma expressão triste nos olhos.


– Senta aqui! — Eu disse batendo a mão na cama.


Ele se sentou ao meu lado. Me encarou por um momento. Seus olhos castanhos estavam com um brilho anormal. Seriam... Lágrimas?


– O que foi Jack? — Perguntei me aproximando e tocando de leve seu ombro.


– É... Acabei de falar com o Jerry pelo telefone. Ele me contou várias coisas... E disse tantas coisas bonitas... Eu, eu, não me toquei na saudade que estou sentindo deles Kim!


Ele começou a chorar. Sorri e achei a cena muito bonitinha. Jack não chorava com facilidade, ele sempre procurou manter a calma e ver o lado positivo das coisas. Mas ver ele assim, chorando... Foi de cortar o coração.

Fechei meu sorriso e me aproximei ainda mais de Jack. Ele estava de cabeça baixa, chorando e soluçando. Coloquei meus dedos em seu queixo e o subi de leve fazendo ele encarar meus olhos.


– Jack — Eu disse em um tom meigo — Eu realmente sei o que você está sentindo. Eu não sou nada boa com palavras, mas... Nós estamos sentindo muita falta deles. Não sei se você sabe, mas, eu chorei a tarde inteira. Fiquei conversando com Rudy por redes sociais, e ele me contou que o pessoal também está sofrendo, até mais que nós. Mas eles estão tentando manter a cabeça erguida, nos orgulhar. Mas eles não sabem que nós já temos muito orgulho deles. Não pelo fato deles serem bons ou não em karatê, mas pelo fato de serem as pessoas mais maravilhosas do mundo. Fiéis, engraçados, amigáveis e sempre dispostos á ajudar uns aos outros. E tudo graças á você Jack. Você manteve todo mundo unido nos momentos mais difíceis, salvou o dojo de fechar, sempre encontrou uma saída pras coisas que pareciam praticamente impossíveis. Sempre defendeu seus amigos com honra e coragem, e se precisar enfrentava um exército sozinho só para nos proteger. Nunca deixou nada te subir á cabeça, como o fato de ser o melhor aluno do dojo, de todas as garotas gostarem de você. Sempre foi humilde e corajoso. Você Jack, nos orgulha. E orgulha á mim também. Muito. Eu Te Amo Jack, e por favor, continue sendo essa pessoa maravilhosa. Eu Te Amo.


Ele ficou parado. Provavelmente surpreso e grato por minhas palavras. Ele sorriu, mas não pôde deixar de se emocionar. Algumas lágrimas desceram de seu rosto e ele me abraçou. Um abraço apertado e gostoso. Pude sentir ele sorrindo, e o mesmo sussurrou em meu ouvido:


Também te amo. Você é garota mais perfeita do mundo.


Senti as minhas bochechas corarem. Jack se afastou de mim, mas depois se aproximou ainda mais. Nossos narizes estavam á uns 4 centímetros de distância. Ele disse com uma voz calma, porém, extremamente sexy:


– Você me ama como amigo, ou como algo á mais?


E agora? Eu amava Jack como nunca amei ninguém antes, ele era perfeito pra mim. Mas eu não sabia se ele iria com responder da mesma maneira; não sabia se ele gostava realmente de mim como algo á mais...! Sem perceber eu respondi:


– Como nunca amei nenhum homem em toda a minha vida. Você me completa, me faz me sentir especial, quando estou perto de você esqueço tudo ao meu redor, meu mundo desaba e eu só quero ser sua. Eu te amo Jack.


E todos os pensamentos de culpa possíveis invadiram minha cabeça. Por que disse aquilo? E agora? Será que ele iria rir? Me humilhar ou algo do tipo? Até que ele me surpreendeu. Não foram palavras, mas ele se declarou da melhor maneira possível: Ele me beijou.



((( NOTAS DA AUTORA — ATENÇÃO: PEÇO COM TODA A GENTILEZA POSSÍVEL QUE OUÇA ESSA MÚSICA, ( LINK >>> https://www.youtube.com/watch?v=Wl3CGQP1gFQ ) ENQUANTO LÊEM AS PRÓXIMAS CENAS. MESMO PRA QUEM NÃO GOSTA DE OUVIR MÚSICAS ENQUANTO LÊEM O CAPÍTULO, PEÇO, POR FAVOR, POR FAVOR, POR FAVOR, QUE OUÇAM ESSA! VAI DEIXAR A LEITURA BEM MAIS GOSTOSA E EMOCIONANTE. OBRIGADO. )))


Foi um beijo calmo e gostoso. Sua boca encostava de leve em meus lábios e ele dava selinhos demorados na mesma. Separou seu rosto do meu, chocando nossas testas. Seu hálito de menta invadiu minhas narinas. Minhas bochechas queimavam, aliás meu corpo todo queimava.

Jack aproximou seu rosto em ouvido, onde cochichou:


– Eu também te amo, Kim. Muito.


Logo depois ele mordiscou meu ouvido, fazendo um fogo tomar conta de mim. Estremeci e ele sorriu, logo beijando meu pescoço. Em seguida mordeu o mesmo me fazendo arrepiar.


– Virou vampiro agora? — Eu perguntei irônica.


Ele riu e voltou seu rosto perto do meu. Suas mãos acariciaram de leve meu rosto, e depois meus cabelos. Ele soltou os mesmos, que estavam presos em um coque mal feito. Meus cabelos longos e loiros caíram sobre minhas costas, feito cascatas. Jack sorriu.


– Você é linda de qualquer jeito — Ele disse — Mas prefiro com o cabelo solto.


Revirei os olhos. Homens... Porque gostam de mulheres com cabelos soltos?


Ele colou nossos corpos e me beijou novamente, de um jeito feroz. Uma de suas mãos apertavam minha cintura enquanto a outra segurava minha mão, de um jeito carinhoso. Sua língua invadiu minha boca e colidiu com a minha. O beijo ficou mais intenso e apaixonante. Senti sua mão, que segurava na minha, deslizar em meu braço e depois na lateral de meu corpo, chegando a cintura. Suas duas mãos foram levantando devagar minha camiseta, enquanto me beijava. Por fim ele tirou minha camiseta por completo, deixando a mostra meu corpo de violão e meus seios fartos, cobertos por um sutiã preto. Jogou a camiseta pro lado e me agarrou. A mão suave dele deslizava por meu corpo, agarrando-lhe a cintura com fome. Eu puxava seu quadril ainda mais faminta. Arranquei sua camiseta e á joguei para um canto qualquer do quarto. Derrubei todos os livros e cadernos na cama, dando-me espaço para me deitar na mesma, puxando Jack comigo. Seus beijos seguiram novamente para minha orelha, onde ele sussurrava coisas picantes que me deixavam louca. Suas mãos desceram de leve até meu short, desabotoando-o e tirando o mesmo. Depois ele jogou o mesmo para o lado, passando as unhas de leve em minha coxa. Estremeci e com os pés tirei a calça de Jack, a jogando para trás. Me levantei e me sentei em cima de Jack. O encontro de nossas intimidades fez ele gemer alto me agarrando pela cintura. Comecei a fazer movimentos ousados com o corpo, e Jack começou a rugir alto, e pude sentir seu membro se esticar de leve. Ele estava exitado. Passei minhas mãos pelo corpo de Jack, enquanto me mexia de leve. Finquei minhas unhas em suas costas e fui deslizando as mesmas por suas costas. Sai de cima dele, mas o mesmo me agarrou por trás, fazendo seu membro colidir com meu bumbum. Ele passou suas mãos por todo o meu corpo, apertando meus seios e por fim, em minha intimidade. Ele enfiou a mão por dentro de minha calcinha, e estimulou minha intimidade, me fazendo rugir e gritar por seu nome. Depois me virou e deitou por cima de mim. Aqueles olhos brilhantes, aquele cabelo macio, aquele corpo sexy, aquele rosto perfeito. Jack era perfeito.

Sua mão abaixou as alças de meu sutiã, e ele distribui beijos em meu colo, seguido por minha nuca. Ele me sentou e me abraçou esfregando nossos corpos, me fazendo gritar, chegando ao cume do prazer. Suas mãos habilidosas acariciavam meu corpo ele distribuiu chupadas em minha pele me deixando sem voz para gritar. Meu corpo amoleceu, agora eu era uma marionete sendo controlada por Jack, e ele estava fazendo tudo o que queria de mim. Ele por fim abriu meu sutiã e o jogou, deixando a mostra meus seios. Ele me olhou e exibiu um sorriso malicioso, mas também de paixão. Me agarrou novamente, apertando meus seios, e logo depois beijou os mesmos, me fazendo gritar desesperada de prazer. Pude sentir sua língua em minha pele, chupando cada centímetro de meu corpo. Seus lábios macios tomaram os meus com uma fome insaciável, para abafar meus gritos. Eu mordia seus lábios com tamanha intensidade que temo ter furado os mesmos. Nossas línguas dançavam da mesma forma que nossos corpos, como se fosse uma espécie de jogo, um jogo bom e irresistível de deixar qualquer um excitado.

Começamos á suar, pois nos abraçávamos, nos beijávamos, nos amávamos muito. Com os pés tirei lentamente a cueca de Jack, até a mesma escorregar entre suas pernas. Ele a chutou para o lado e me pegou pela coxa, me puxando até minha intimidade colidir com seu corpo nu. Gritei por seu nome, arfando e ele voltou a me beijar. Puxei seus cabelos com vontade. Suas mãos tiraram minha calcinha devagar até a mesma sair por completo. Ele entrou dentro de mim, fazendo-o gemer. Um gemido alto e rouco. Eu já estava sem voz até para gemer. Perto do ápice, estávamos vermelhos e loucos um pelo outro. A cama estava banhada de suor. Chegamos ao cume ao mesmo tempo com Jack gritando meu nome na hora, fazendo com que o prazer aumentasse ainda mais.

E foi assim durante horas e horas... Ficamos fazendo amor quase a noite inteira.

Até que uma hora estávamos cansados demais para prosseguir, e eu desabei ao seu lado. Olhei para o teto. Com uma respiração pesada, pois parecia que eu tinha corrido uma maratona. Jack pegou em minha mão, apertando-a. Virei meu rosto e vi que seus olhos brilhantes me olhavam com paixão, e havia um belo sorriso estampado em seu rosto. Retribui da mesma forma.

Me enrolei com o cobertor e levantei da cama, ainda em silêncio, mas eu estava muito feliz. Era capaz de sair correndo e abraçar todos que visse pela frente. Queria correr na praia, queria fazer todo tipo de loucura. Mas me contive apenas com sorrisos e trocas de olhares com Jack. Coloquei minha roupa íntima, e Jack fez o mesmo. Enquanto vestia sua cueca ele disse:

– Éh, nada mau, nada mau.

Olhei franzindo as sobrancelhas para ele. O mesmo riu. Terminei de me vestir. Fui ao banheiro e lavei o rosto, ainda me recuperando. Vi minha garganta, só para ver se estava tudo certo; afinal eu gritei tanto que poderia ter machucado minhas cordas vocais. E com certeza, qualquer cantora de ópera ficaria boquiaberta comigo. Ri em frente ao espelho.

Saí e vi que Jack falava ao celular; quer dizer, o celular secreto. Ele desligou e depois me viu. Por fim disse:

– Está na hora.

Notas finais
*u* Capítulo bem ''safadenho'' néh? Rsrs' E não me culpem, é que algumas leitoras estavam insistindo pelas cenas de sexo, e eu só atendi o pedido delas okay? Okay :3 Beijos e até o próximo capítulo!!