A Minha Salvação
3 Capitulo Três
Notas iniciais
Capitulo Três.
Eu estava em casa esperando Gaara para começar a fazer o trabalho, estava deitada no sofá, ainda olhando aquele pedaço de papel com aquela caligrafia perfeita.
Depois da aula da Kurenai, não teve mais nada de interessante, então, na hora da saída, eu estava juntando os meus materiais quando Gaara para de frente minha mesa, solta um papel e vai embora sem falar nada.
Quando abri o papel, vi caligrafia mais perfeita de todas, estava escrito: “Passo na sua casa às 14h30min para fazer o trabalho. É bom que esteja lá.”.
Agora são 14h15min, ou seja, faltam 15 minutos para ele chegar e eu estou um pouco tensa com isso.
Vai ser difícil fazer esse trabalho com Gaara, já que ele não é muito de falar e quando falar, é com frieza, então, também será difícil apresentar. Eu já tinha separado uma cena para a gente ensaiar, não sabia se Gaara iria querer fazer ela, mas eu vou perguntar para ele.
Larguei o papel em cima da mesinha que tinha ali e peguei Hachi no colo, fazendo carinho nele e fiquei assim ate que o interfone tocou. Coloquei Hachi no chão e corri para atender.
– Oi Hiro! – Disse, Hiro é o porteiro do dia.
– Olá Srtª Ino. Tem um rapaz aqui em baixo chamado Gaara, posso deixa-lo subir?
– Pode sim. – Respondi.
– Tudo bem.
Desliguei o interfone e depois de alguns minutos a campainha tocou. Fui ate a porta e a abri, vendo Gaara parado lá.
– Entra. – Sorri para ele.
Ele entrou sem falar nada nem sorrir, como sempre. Então Hachi veio correndo da sala e parou ao ver Gaara e Gaara olhou para ele.
Gaara desviou o olhar dele para mim e Hachi pareceu não gostar, pois correu ate Gaara, latindo e depois mordendo a barra da calça que ele usava.
Gaara apenas olhou para o Hachi e ele parou de morder a calça dele e o olhou também. Gaara olhou para mim de novo e novamente Hachi mordeu a calça de Gaara, rosnando.
– Mas qual é o problema dessa bola de pelos? – Disse Gaara pegando Hachi no colo e o levantando na altura de seu rosto.
Hachi rosnava para Gaara e Gaara o encarava de volta.
E eu?
Segurava-me para não rir da cena dos dois.
– Hã... Tudo bem ai? – Perguntei sorrindo, ainda segurando a risada.
Gaara colocou Hachi no chão, que olhou para mim abanando o rabinho e quando Gaara me olhou também, Hachi voltou a mordê-lo.
E eu não me segurei mais. Comecei a rir deles e Gaara me olhou furioso, fazendo Hachi rosnar ainda mais alto enquanto puxava a calça dele.
Abaixei-me pegando Hachi e ele soltou a calça de Gaara, quando me levantei, Hachi rosnou de novo para Gaara e depois encostou a cabeça em mim, como se dissesse que sou só dele.
– Acho que o Hachi tem ciúmes de mim. – Comentei acariciando ele.
– Tsc, vamos fazer logo esse trabalho. – Hachi rosnou de novo ao ouvir a voz do Gaara. – E mantenha essa coisa longe de mim se você gosta de ter um cachorro.
Eu ri de novo indo para sala com Gaara atrás de mim.
– Vou ir no meu quarto pegar o livro e deixar Hachi lá, pode ficar a vontade. – falei subindo as escadas, sentindo o olhar de Gaara em mim e Hachi o olhando por cima do meu ombro.
Entrei no meu quarto e peguei o livro e coloquei Hachi no chão.
– Você não gostou mesmo dele, né meu amor? – Acariciei a cabeça dele e sai do quarto fechando a porta, ouvindo Hachi chorando logo depois.
Suspirei e desci as escadas, vendo Gaara parado de frente a mesinha onde estava... Droga, eu tinha deixado o papel que ele me deu la.
Corei um pouco e o chamei, ele colocou um porta-retratos de volta na mesinha e olhou para mim, sério.
Na foto, estava eu, meu pai e minha mãe. Gaara continuava me olhando.
– Eu separei uma cena do livro, ia te perguntar se quer fazer ela. – Estendi o livro para ele, que estava marcado na pagina da cena.
Gaara não pegou o livro, apenas continuou me olhando.
Já disse que odeio quando ele faz isso?
– Qual cena é? – Perguntou.
Abaixei a mão e abri o livro.
– Cena V. – Respondi.
E ele continuava me olhando.
– Pode ser essa. – Respondeu, sua voz como sempre, estava fria e sem vida.
Dei de ombros e me aproximei dele.
– Eu leio e depois você lê, ta? – Perguntei sorrindo.
Ele se afastou de mim, ficando em um canto da sala. Suspirei e comecei a ler.
— Já vai embora? Mas se não está nem perto de amanhecer! Foi o rouxinol, não a cotovia, que penetrou o canal receoso de teu ouvido. Toda a noite ele canta lá na romãzeira. Acredita-me, amor, foi o rouxinol. – Terminei de ler e novamente, me aproximei dele, estendendo o livro.
E como sempre, ele apenas me olhava sem pegar o livro nem nada.
— Foi a cotovia, arauto da manhã, e não o rouxinol. Olha amor, as riscas invejosas que tecem um rendado nas nuvens que vão partindo lá para os lados do nascente. As velas noturnas consumiram-se, e o dia, bem-disposto, põe-se nas pontas dos pés sobre os cimos nevoentos dos morros. Devo partir e viver, ou fico para morrer. – Disse ele, com uma voz suave e calma, nada comparado a como ele fala normalmente.
O olhei surpresa.
– Você sabe as falas? – Perguntei.
Ele apenas assentiu.
– Shakespeare não parece fazer muito seu estilo. – Comentei.
Ele deu de ombros.
– As aparências enganam, nem tudo o que parece ser, é. Decore suas falas, já estamos com o trabalho pronto então. – Disse indo rumo a porta.
– Hm, você já vai? Não quer lanchar? – Perguntei.
Ele nada respondeu, eu o segui o vendo destrancar a porta com a chave que estava na fechadura e saindo logo depois, fechando a porta de novo.
Suspirei.
Talvez Temari tivesse razão, é difícil lidar com Gaara.
*****-----******
Uma semana depois...
–----****------
Já era hoje o dia da apresentação.
Gaara faltou à semana toda no colégio, e eu fiquei agoniada de não vê-lo por toda essa semana que passou.
Espero que ele não falte hoje de novo.
Levantei-me indo tomar banho. Fiquei um bom tempo debaixo da agua quente e depois sai. Vesti uma calça preta, uma blusa vermelha tomara-que-caia um pouco rodadinha na barriga e uma sapatilha vermelha também.
Deixei meu cabelo solto hoje, ele estava enorme.
Peguei a mochila, desci para a cozinha e coloquei ração para o Hachi. Peguei o suco na geladeira e sai para o colégio.
A aula da professora Kurenai era a terceira, mas ela pegou os dois primeiros horários também, então, quando entrei na sala, todos estavam revisando suas falar, menos Gaara que estava sentado em seu lugar e como sempre, sozinho.
Cada um estava com sua dupla, então apenas acenei para meus amigos e fui me sentei na cadeira que estava vaga na frente do Gaara.
– Bom dia. – O cumprimentei. – Preparado para a apresentação?
Silêncio.
Suspirei.
Ele apenas me olhava, como sempre. O roxo em sua boca já estava quase imperceptível.
Eu já tinha decorado todas as minhas falas, então, não havia necessidade de ensaia-las mais, então, fiquei calada quieta, vim para o lado dele apenas para não atrapalhar os outros a ensaiarem, mas Gaara me olhando já estava me irritando.
– Porque que toda vez que estou perto de você, você não fala nada e só fica me olhando? – Perguntei o olhando um pouco irritada.
E ele, inacreditavelmente, sorriu.
Surpreendi-me, era a primeira vez o que via sorrindo e ele ficou... Lindo assim.
Não era um sorriso grande, era um pequeno sorriso de lado. Um lindo sorriso de lado.
– Você deveria sorrir mais, fica bonito assim.
Arregalei os olhos e coloquei as mãos na boca ao ver que tinha falado sem pensar.
O sorriso já não estava mais lá, agora ele me olhava sério novamente.
– Então, vamos para a sala de teatro? – Ouvi a voz da professora Kurenai na porta e me levantei rapidamente.
Sai da sala e esperei as meninas saírem também, para logo começar a andar ao lado delas.
– Então Ino, boa sorte com seu Romeu. – Riu Sakura.
Hinata e Tenten a acompanharam na risada e Temari estava séria.
– Idiota. – Reclamei. – Temari, esta tudo bem?
Ela me olhou e deu um meio sorriso.
– Sim, só estou um pouco nervosa com a apresentação.
Apenas sorri para ela. Eu sabia que era mentira.
– Ei, — Começou Tenten – vamos ao cinema amanhã depois da aula? Só nós meninas, vamos colocar o papo em dia depois.
– Eu topo. – Falamos eu e Sakura.
– Não vai dar, tenho que resolver umas coisas. – Falou Temari.
– Tudo bem. – Falou Tenten.
– Eu vou se eu não estiver na cadeia. – Falou Hinata séria.
– Por que você estaria na cadeia, Hina? – Perguntou Sakura.
– Porque eu vou matar aquela vadia. – Falou Hinata saindo de perto de nós e indo ate Naruto, que tentava se soltar de Shion.
Chegamos à sala de teatro, que era mais ou menos um auditório e nos sentamos, olhei para os lados e vi Gaara sentado o mais distante possível dos alunos. Suspirei e me levantei.
– Aonde vai, Ino? – Perguntou Hinata, que estava sentada ao meu lado.
– Vou terminar de acertar umas coisas com o Gaara.
Hinata piscou para mim e sorriu.
– Ei irmãzinha. – Olhei para Naruto. – To de olho, hein.
Ei ri.
– Pode ficar de boa, irmaozão. – Falei e ri, indo para onde Gaara estava.
Desde que conheci Naruto, nós fazemos essa brincadeira falando que somos irmão, porque nós dois somos loiros de olhos azuis.
Sentei ao lado de Gaara e ele fingiu que não tinha me visto.
– Porque se isola de todo mundo? – Perguntei o olhando.
– Porque não me deixa em paz? – Respondeu com outra pergunta.
– Porque quer ficar sempre sozinho? – Perguntei novamente.
– Porque não cuida de sua vida? – Se virou para mim, irritado.
Abri um enorme sorriso para ele e ele bufou virando a cara.
– Então, vamos começar? – Falou a professora Kurenai, que estava em cima do palco. – Ino e Gaara, vocês primeiro.
Senti um frio na barriga e eu e Gaara nos levantamos.
Caminhamos ate o palco e quando subimos, Naruto, Sakura e Tenten começaram a gritar palavras de apoio para nós e eu acenei para eles.
– Qual cena que vocês vão fazer? – Perguntou Kurenai.
Fiquei calada e olhei para o Gaara, sorrindo. Eu não ia falar nada, apenas minhas falas, quero ouvir mais a voz dele.
– Qual cena? – Perguntou Kurenai novamente.
Gaara olhou para mim e abri mais o meu sorriso.
– Ato 3, cena 5 – Respondeu Gaara friamente, me fuzilando com o olhar.
Virei-me para a plateia e vi Hinata e Sakura segurando o riso, pisquei para elas.
– Há sim, a cena da sacada. Podem se posicionar. – Falou Kurenai.
Tinha todo um negocio preparado na sala de teatro, tinha uma escada dando para uma sacada improvisada e uma na frente da sacada, onde Gaara ficaria.
Subi a escada e quando cheguei ao topo, Gaara já estava posicionado.
– Podem começar. – Falou Kurenai.
Assenti e olhei para Gaara.
— Já vai embora? Mas se não está nem perto de amanhecer! Foi o rouxinol, não a cotovia, que penetrou o canal receoso de teu ouvido. Toda a noite ele canta lá na romãzeira. Acredita-me, amor, foi o rouxinol. – Falei suavemente, encenando.
— Foi a cotovia, arauto da manhã, e não o rouxinol. Olha amor, as riscas invejosas que tecem um rendado nas nuvens que vão partindo lá para os lados do nascente. As velas noturnas consumiram-se, e o dia, bem-disposto, põe-se nas pontas dos pés sobre os cimos nevoentos dos morros. Devo partir e viver, ou fico para morrer. – Disse Gaara, suave, calmo e... Amoroso?
Bom, é atuação, né?
— Essa luz não é a luz do dia, eu sei que não é, eu sei. É só algum meteoro que se desprendeu do sol, enviado para esta noite portador de tocha a teu dispor, e iluminar-te em teu caminho para Mântua. Portanto, fica ainda, não... Precisas partir. – Gaara me olhava fixamente e eu estava ficando envergonhada já, espero que eu não core.
— Que me prendam! Que me matem! Se assim o queres, estou de acordo. Digo que aquele acinzentado não é o raiar do dia; antes, é o pálido reflexo da lua. Digo que não é a cotovia que lança notas melodiosas para a abóbada do céu, tão acima de nossas cabeças. Tenho mais ânsia de ficar que vontade de partir. — Vem, morte, e seja bem-vinda! Julieta assim o quer. — Está bem assim, meu coração? Vamos conversar... Posto que ainda não é dia! – Gaara estava atuando tão bem e quando falava, não parecia mesmo ser ele. Ele poderia muito bem ser ator.
— É dia sim, é dia sim. Corre daqui, vai-te embora de uma vez! É a cotovia que canta assim tão desafinada, forçando irritantes dissonâncias e agudos desagradáveis. Alguns dizem que a cotovia separa as frases melódicas com doçura; não posso acreditar, pois que ela vem agora nos separar. Alguns dizem que a cotovia é o odiável sapo permutam seus olhos; como eu gostaria, agora, que eles também tivessem permutado suas vozes! Essa voz alarma-nos, afastando-nos um dos braços do outro, já que vem te caçar aqui, com o grito que dá início à caçada deste dia. Ah, vai-te agora; ilumina-se mais e mais a manhã. – Coloquei uma mão na testa, fazendo drama e depois abaixei ela.
Gaara a segurou.
— Ilumina-se mais e mais... enquanto anoitece em nossos corações! – Continuou segurando minha mão.
Olhamos para Kurenai, ela iria interpretar os papeis extras nas apresentações e é nesse momento que a Ama entra.
— Madame! – Kurenai disse.
— Ama?
— A senhora tua mãe vem vindo para os teus aposentos. Amanheceu. Sê prudente, cuida do que acontece à tua volta. – Kurenai abaixou o livro e olhou para nós, porque a Ama sai.
Olhei para Gaara e ele já estava me olhando.
— Então, janela, deixe entrar o dia e deixe fugir a vida. – Falei fazendo voz triste.
— Adeus, adeus! Um beijo, e eu desço. – Disse Gaara e depois desceu a escada, me olhando do chão do palco.
— Estás indo embora assim? Meu esposo, meu amor, meu amigo! Preciso ter notícias tuas todo dia, a cada hora, pois num único minuto cabem muitos dias. Ah, por essa contagem estarei velhinha antes de reencontrar o meu Romeu. – Eu disse, me esforçando para lembrar a fala.
— Adeus! Não perderei oportunidade em que possa transmitir a ti, amor, meus sentimentos. – Gaara levantou o braço, como se apontasse para mim.
— Acreditas que nos veremos de novo? – Perguntei esperançosa.
— Não duvido nem por um momento. E todas essas aflições servirão de tema para doces conversas em nosso futuro. – Gaara disse.
— Ah, Deus! Como minha alma é agourenta. Penso ver-te, agora que estás aí embaixo, como alguém morto, no fundo de uma tumba. Ou meus olhos estão me enganando ou estás muito pálido. – Fingi tristeza e desespero.
— Acredita-me, amor, enxergo-te igualmente pálida. A tristeza, insensível, nos bebe todo o sangue. Adeus, adeus! – Gaara disse e sumiu do meu campo de visão.
Então, os aplausos começaram e Kurenai nos aplaudia de pé. Comecei a descer a escada, mas no antepenúltimo degrau, tropecei e ia cair rolando e ia dar de cara no chão.
Porem, braços fortes me seguraram e eu olhei para cima, sentindo o cheiro maravilhoso e vendo o rosto de Gaara bem de perto.
– Obrigada. – Agradeci por ter me segurado.
Ele apenas me soltou sem falar nada e fomos para o meio do palco, onde Kurenai estava toda animada.
– Estão de parabéns. – Falou ela.
– Obrigada. – Agradeci e Gaara não falou nada, voltou a ficar com aquele rosto indiferente de sempre.
– AEEE INO, — Naruto gritava – SE EU NÃO AMASSE A HINA, EU CASAVA COM VOCÊ.
Comecei a rir junto com o pessoal da sala quando Hinata olhou para ele corada e brava.
– A gente não poderia casar, irmaozão. – Falei para ele.
– Eu não te queria mesmo, já tenho a minha linda Hinatinha. – Falou ele e depois tascou um beijo na Hinata.
Todos da sala aplaudiram e gritaram pelo momento declaração do Naruto, menos Shion que estava de cara feia e Gaara, que ficava indiferente com tudo, até Kurenai bateu palmas.
– Tudo bem, Naruto se controle. – Disse Kurenai sorrindo. – Podem ir se sentar.
Gaara e eu fomos para o lugar que estávamos antes e nos sentamos.
– Porque não vai ficar com seus amigos e me deixa? – Perguntou, com a voz fria novamente.
– Você atua muito bem. Já pensou em seguir essa carreira? – Perguntei sem olhar para ele e ignorando a outra que ele fez.
– Droga, Ino. Vai ficar com sua turma e me esquece. – Disse irritado.
Virei-me para ele e abri um sorriso meigo e carinhoso.
– Não. Eu vou fazer você se abrir, Gaara. Vou me tornar sua amiga e te mostrar que o mundo pode ser quente e divertido. Vou te mostrar que há pessoas que se importam com você.
Ele ficou surpreso, mas logo depois a mascara de indiferença dele voltou.
– Vai perder seu tempo. Não quero amigos nem nada disso e também, quero você longe de mim o máximo possível. – Disse com ódio na voz.
– Porque odeia tanto as pessoas? – Perguntei curiosa.
O verde de seus olhos ficou opaco.
– Odeio os seres humanos, eles são primitivos, cruéis, falsos e sempre decepcionam quando dizem amar. É de nossa própria natureza fazer isso. – Disse com a voz carregada de ódio.
– Apesar de te conhecer a muito pouco tempo, imagino que eu não tenha feito nada para que você me tratasse assim. Já me decidi, Gaara. Vou te mostrar que você esta errado. – Falei o olhando.
– Então agora vamos para a próxima apresentação. – A voz de Kurenai chamou nossa atenção e nos viramos para ela. – Naruto e Shion.
Olhei para Hinata e ela fuzilava Shion com o olhar, e Shion parecia que ia voar em cima de Hinata a qualquer momento.
É, essa vai ser uma apresentação interessante.
Continua...
Fale com o autor