A Mesa Dos Delinquentes
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Me arrumei, bateram na minha porta, abri e era Andrew. Recebi ele com um longo beijo.
– Aquela é sua cama? – ele perguntou e eu assenti – Ela é tentadora não acha? – ele franziu a testa.
– Eu acho que ela vai ficar mais tentadora depois da festa.
Ele assentiu, me levou para o seu carro e chegamos na festa que estava lotada. Entramos de mãos dadas e dancei um pouco, fiquei bebendo com Nathan. Depois de um tempo Andrew e eu fomos dançar.
– Eu vou buscar bebida, quer alguma coisa? – Andrew perguntou.
– Cerveja.
Assim que Andrew saiu senti alguém passar a mão na minha cintura. Virei e dei de cara com um menino loiro dos olhos claros. Ele me puxou e sorriu. Certo... é agora que eu começo a me divertir.
– Oi linda, será que posso provar o gosto da sua boca? – sorri
Agarrei o pescoço do menino e o beijei, ele tinha gosto de cerveja, provavelmente estava bêbado.
De repente fomos empurrados bruscamente por Andrew que nos separou. Seus olhos demonstravam ódio. Ele ficou encarando o menino que eu beijei.
– Vai se arrepender pelo resto da vida por ter tocado nela – gritou Andrew.
– É mesmo? – o menino loiro perguntou com ironia – E quem é que o idiota que vai fazer eu me arrepender? – uma multidão já nos cercava.
Rebeca tinha me contado que Andrew era ciumento, não que ele era loucamente, psicopatamente ciumento. Andrew pulou em cima em cima do menino e começou uma série de socos e palavrões.
Fiquei sem reação, tinha que parar a briga.
– Nathan – gritei procurando ele.
Nada dele aparecer, então eu simplesmente pulei em cima das costas de Andrew e tentei segurar suas mãos (sim, foi muito maduro).
– Andrew! Para! – gritei.
Mas ele não me escutava e pior, ele era tão forte que quase não me notava em cima dele. Vi Nathan correndo em nossa direção preocupado. Agradeci aos céus. Nathan segurou o menino loiro, eu desci das costas de Andrew e logo em seguida Drake o segurou.
– Me larga – Andrew protestou – Eu vou matar esse filho da puta.
– Pode vir – gritou o loiro.
O canto do lábio inferior de Andrew sangrava, e o nariz do menino loiro também. Andrew se soltou e veio na minha direção, apertou meu pulso e me tirou da festa a força. Ele me colocou no carro e dirigiu até o internato, fiquei calada o caminho inteiro, nem em um milhão de anos eu iria imaginar que Andrew faria uma briga daquelas.
Ele abriu minha porta e me tirou do carro puxando meu braço com força.
– Aonde vai me levar? – me preocupei – Me larga.
Ele era muito forte. Me levantou até a porta do quarto dele, colocou eu e minhas mãos contra a parede.
– Por que fez aquilo? –exigiu saber.
– Desculpe, ele meio que parecia com você, deve ter sido a bebida ou...
– Não venha com esse papo – ele me interrompeu sorrindo de lado, mas sem mostrar os dentes – Você queria me provocar.
Ele acertou, era exatamente o que eu pretendia, em resposta apenas fique calada encarando ele.
– Pois você consegui – ele disse já partindo para um beijo.
Ele agarrou minha cintura, e minhas mãos ficaram livres para agarrar seu pescoço. Andrew abriu a porta dele com dificuldade, entramos e ele trancou a porta.
Novamente ele me colocou na parede, tirou sua jaqueta, sua blusa e voltou para mim. Fiquei passando a mão pelo seu peito. Ele acariciou minha barriga com o polegar e logo tirou minha blusa. Andrew me levantou e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura. Ele me levou até a cama e me jogou lá. Tirei meu short e ele tirou a calça jeans. Tracejou beijos pelo meu corpo me deixando com mais desejo dele. Ele colocou as mãos nas minhas costas e tirou meu sutiã sem dificuldade. Podia sentir o quanto ele estava excitado, o que me fez sorrir. Andrew beijou meus seios me deixando louca. Ele desceu as mãos lentamente até minha cintura e baixou minha calcinha, gemi baixinho. Inverti nossas posições, agora eu estava em cima dele sorrindo maliciosa, enquanto ele dava um sorrisinho cúmplice. Distribui beijos no seu abdômen e ele deu um gemido rouco, cheguei até sua boxer e a abaixei com os dentes.
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