A Medicina do Amor.

1 Capitulo 1- O Dr. Greg ops Greg não.. Dr. House.


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O despertador começa a tocar, e hoje por incrível que pareça, eu não me sinto cansada ao ponto de não querer acordar pelo contrario minha vontade é dar um super pulo para começar o dia.

Hoje não é um dia qualquer para mim, hoje é o dia em que esperei anos da minha vida. O meu primeiro dia como médica em um hospital.

Bom aqui estou eu entrando no hospital tomando um Starbucks Coffee, to meia perdida.Então resolvo subir de elevador pra ver se acho a tal sala 13 que eu devo estar.

Entrando no elevador com pressa acabo trombando com o Dr. Gregory House e derramando todo o Starbucks nele. " Droga! tava demorando pra eu fazer algo errado!"

Dr. House estudou na mesma faculdade de medicina que eu, porém a turma dele era 3 anos mais adiantada do que a minha. Naquele momento depois de quase 4 anos sem vê-lo eu não sabia, se perguntava por onde ele tinha andado ou se corria de vergonha pra fora daquele elevador.

É, eu não fiz nada, fiquei ali parada olhando aquele homem de olhos azuis, todo molhado olhando pra mim. Quando pensei em me desculpar ele me disse :

–Você não muda mesmo Lisa Cuddy, sempre atrapalhada.

E ao mesmo tempo ele ria da minha cara. Eu rapidamente falei :

– Me desculpe Greg. Eu não sei nem o que dizer, eu estava perdida procurando a sala 13 e..

– cala-boca Cuddy e me da um abraço, aliás faz mais de 4 anos que não nos falamos.

Eu meia que atrapalhada, lhe abracei. O abraço dele me fez lembrar o dia em que dançamos na festa fantasia na faculdade. Mas meus pensamentos foram interrompidos por ele me falando baixo nos meus ouvidos :

– Acho bom você parar de me chamar de Greg. Sabe como é, é meio estranho funcionária gostosa chamar o chefe pelo apelido dele. Ainda mais quando ele é gerente do hospital.

Bom, se eu estava sem reação antes, imagina agora. O cara que estudou na mesma universidade que eu era meu chefe, o pior ele era diretor de todo aquele hospital. Nesse momento eu desejava que o abraço demorasse pra acabar pois eu não teria onde enfiar a cara de tanta vergonha que eu estava sentindo.