Notas iniciais
*Lumos! *Eu juro solenemente que não pretendo fazer nada de bom! Oi, voltei meus leitores lindos. Hoje o capítulo ficou bem grande, e vai falar de muitas coisas no passado da Carol, provavelmente vocês vão ficar com raiva, mas eu espero que gostem do capítulo, ele também vai ter muita pegação e uma pegadinha. Queria agradecer as minhas lindas Mrs Horan, nightshade45, Caroline Halliwell Black, Pamymalvada, AlineSilva, Ashley Weasley Potter e a Ana Black Levesque por comentarem, e não poderia deixar de lado o guicmit, obrigada todos. (e também a uma amiga muito especial que me ajudou a escrever e ter a ideia da pegadinha, mas não comentou.). Vou deixar vocês lerem agora, espero que gostem, e não esqueçam de comentar, e leitores novos, fiquem a vontade também. Boa leitura!

P. D. V. Carol

— Licença. – Falou Jay entrando entre mim e o Six, e o Remo se juntou.

— Tudo isso é por causa daquela sena na aula? – Perguntou Six os olhando irritado.

— Sim. – Falou Remo e Six o olhando indignado.

Flash Back on

— Bom dia alunos, por favor, abrem o livro na página 360. – Falou o professor entrando na sala.

Nós estávamos na aula de DCAT, nossa ultima aula do dia, eu estava sentada com o Six, Remo e Pedro estavam sentados atrás da gente, e Jay estava sentado com a Lily no nosso lado. O professor começou a explicar a matéria, e avisou que não precisavam anotar nada agora, só deixar o livro aberto para ver as imagens.

Durante a explicação o Six colocou a mão em cima da minha cocha, perto do joelho, não era nada de mais. Eu olhei para ele perguntando na mão ali, e ele me respondeu sorrindo maroto, eu revirei os olhos e deixei, voltando a prestar atenção na aula, e ficamos assim a aula inteira, e também eu tirei a mão dele da minha coxa e entrelacei os nossos dedos em baixo da mesa, ninguém estava olhando.

Quando a aula acabou saímos e começamos a andar pelo corredor, até o Jay e o Remo, junto com Lily e Pedro, puxarem Six e eu para uma sala. Assim que entremos, eles me separaram do Six, me deixando no lado na Lily e ficaram de frente para o Six com cara assassina, e o Pedro só ficava no canto olhando.

— O que foi? – Perguntou Six os olhando, eu também não estava entendendo nada.

— Como assim “o que foi”? – Falou Jay bravo.

— Vocês dois na aula agora, bem juntinhos, até parecia que Hogwarts inteira já sabia do namoro de vocês. – Falou Remo não tão bravo quando o Jay.

— E que mão safada foi aquela? – Perguntou Jay ainda bravo para o Six, que não estava entendendo nada.

Eu e a Lily trocamos olhares e começamos a rir, rir da cara dos meus dois amigos ciumentos e protetores, e da cara de mongo lerdo do Six. Assim que começamos a rir, os quatro nos olharam sem entender, eu e a Lily estávamos chorando de tanto rir pela sena.

— Do que estão rindo? – Perguntou Remo.

— De vocês. – Respondi rindo um pouco, e a Lily estava tentando recuperar o folego de tanto rir.

— Você não deveria rir, estamos tentando te proteger desse cachorro que chamamos de amigo. – Falou Jay me olhando.

— Ei. – Falou Six indignado.

— Ai James. – Falei, cheguei ao seu lado e dei um beijo na sua bochecha. – Não vai acontecer nada de mais, mesmo se o Sirius quiser. – Falei e olhei para o Six, para falar que ele não vai me obrigar a nada.

— Não duvido nada depois de vocês ficarem pelados um na frente do outro. – Falou Jay me olhando, nenhum dos meninos tinham se esquecido disso, mesmo uma semana depois.

— Não aconteceu nada. – Falei revirando os olhos.

— Está certo, confio em você. – Falou Jay sorrindo e eu pulei no seu pescoço o abraçando.

— E em mim? Você não confia? – Perguntou Six o olhando magoado.

— Quer mesmo que eu responda? – Perguntou Jay o olhando.

— Deixe quieto. – Falou Six com uma careta, fazendo todos rirem.

— E depois fala que o James é veado. – Falou Lily brincando (se ela soubesse o motivo da piada) e todos rirem com a cara do Six.

— Só vou deixar passar por que é você Lily. – Falou Six a olhando.

— E por que ele tem medo de você jogar um feitiço nele. – Falei sorrindo e todos riram de novo.

— Vem cá. – Falou Six, me abraçando pelo pescoço e bagunçando o meu cabelo.

— Voltando ao assunto. – Falou Jay ficando serio, e o Six ainda estava me abraçando pelo ombro. – Você é meu amigo, mas a Carol também é, se você fizer qualquer coisa com ela, eu te esgano.

— Além de ela ser a nossa casula. – Falou Remo sorrindo maroto, eles adoravam jogar na minha cara que eu era a mais nova.

— Podem deixar, não vou fazer nada. – Falou Six sorrindo.

Os meninos ficaram satisfeitos e saímos da sala, comigo e o Six um pouco mais atrás dos outros.

— Ao menos que você queira. – Falou no meu ouvido sorrindo maroto.

— Idiota. – Falei sorrindo para ele e ele me deu um beijo na bochecha.

Flash back off

— Qual é? Nós já resolvemos isso. – Falou Six os olhando.

— Acreditamos em você. – Falou Remo sorrindo maroto, e o Six o olhou bravo, fazendo todos rirem.

— Vamos meninos, deixem os dois em paz, já deram seus recados. “Não meche com a Carol que eu te esgano, mesmo você sendo meu amigo”. – Falou Lily imitando a voz do Jay, e todos riram, até ele.

— Está certo. – Falou Jay levantando e indo para o lado da Lily, logo Six sentou no seu lugar e me abraçou pela cintura, enquanto eu apoiava a cabeça no seu ombro e deixava uma mão na sua perna.

Ficamos conversando durante um bom tempo, todas as vezes que os meninos nos olhavam torto, por que estávamos abraçados, o Six me dava um abraço mais apertado, só para contraria-los, e eu ria disso. No final a Lily foi embora falando que iria fazer umas lições, para aproveitar mais a sexta-feira, que seria amanhã.

Logo subi na árvore e fiquei olhando o céu e a floresta, pensando em nada, só vendo a bela paisagem daquele dia. Depois de longos minutos eu sentei em um ganho e fiquei balançando as pernas.

— Carol. – Me chamou Six e olhei para baixo. Ele estava sorrindo divertido e estava sozinho. – Vamos.

— Ahh. – Falei ficando de ponta cabeça na sua frente. – Está tão bom aqui.

— Só você mesmo. – Falou e me deu um selinho de ponta cabeça. – Vamos logo que já vai anoitecer.

— Está bem. – Falei colocando as mãos no galho, logo ficando pendurada.

O Six me abraçou pela cintura e eu me soltei, passando meus braços pelo seu pescoço. Ele me colocou no chão e logo me puxou para um beijo. Era um beijo calmo e quente ao mesmo tempo, era totalmente hipnotizante. Separamo-nos por falta de ar, ainda com os olhos fechados e com o rosto ainda bem perto, comecei a rir, era impressionante que todas as vezes que tinha uma brecha ele me beijava.

Ele começou a rir comigo, acho que ele entendeu porque eu estava rindo, e foi bom, pois nenhum de nós dois nos importamos da sena naquele momento. Abri os olhos e olhei os olhos azuis do Six, me encarando com um brilho lindo e sorrindo perfeito. Fiquei na ponta dos pés e depositei vários beijos nos seus lábios, eu amo essa boca.

Quando estávamos perto de prolongar os beijos, escutamos um trovão e começou a chover. Então eu e o Six começamos a rir enquanto nos molhávamos.

— Acho melhor entrarmos. – Falei para ele, que sorriu maroto.

— Chuva deixa tudo mais romântico. – Falou e me beijou.

Era um beijo calmo e totalmente apaixonado, aqueles beijos de casal que você nunca quer parar, um beijo aconchegante e totalmente do casal, o Six me apertava entre os seus braços me abraçando, como se não quisesse que eu saísse que lá, coisa que eu não quero, e eu o abraçava pelo ombro, mostrando que eu também não queria que esse saísse de perto de mim.

Paramo-nos de beijar por falta de ar, e ficamos um tempo com as testas coladas tentando acalmar a respiração, sorrindo um para o outro. Depois nos olhamos e o Six me abraçou, colocando sua cabeça no meu pescoço, e eu o abracei mexendo no seu cabelo, adorava mexer nele.

— Era você! – Falou me olhando.

— Era eu o que? – Perguntei não entendendo.

— Era você que eu beijei na noite em que fomos ao Três Vassouras e acabamos ficando bêbado. – Falou me olhando sorrindo, e eu correi.

— Era sim, quando te coloquei no box você me puxou junto. – Falei o olhando.

— Por que não me contou? – Perguntou um pouco chateado.

— Você estava bêbado, e nem se lembrava, resolvi deixar quieto. – Falei dando de ombro.

— Eu devo ter falado muita merda para você. – Falou rindo e eu ri dele.

— Não, você ficou bem quietinho. – Falei o olhando e ele me olhou desconfiado.

— O que eu te disse? – Perguntou me olhando.

— Bom... – Falei ficando na ponta do pé, bem perto dele, e ele fez um careta. – Foi exatamente assim: Você: Deve ter sido um sonho. Eu: O que Sirius? Você: Uma menina que estava beijando, ela beijada super bem. Estávamos nos beijando na chuva. – Falei e ele começou a rir.

— Pelo menos não falei mentira, a menina realmente beija muito bem. – Falou sorrindo maroto e eu comecei a rir.

Ele riu comigo e beijou o meu pescoço me abraçando, e nós ainda estávamos na chuva. Então escutamos mais um trovão, acabamos rindo e resolvemos entrar correndo para o castelo, mas pegamos a passagem para não molhar Hogwarts inteira, por que se Filch visse iria nos matar.

Subimos toda a passagem rindo e brincando um com o outro, não sei por que estávamos tão felizes, mas tudo bem. Assim que chegamos ao quinto andar, corremos até o quadro da Mulher Gorda, que recamou por estarmos molhados e tudo o mais. Assim que ela abriu a porta o Six me abraçou por trás e entramos rindo, encontrando todos os nossos amigos.

— Que lindo, chegar a essa hora e todos molhados. – Comentou Lily nos olhando sorrindo divertida.

— O que vocês estavam fazendo? – Perguntou Lene sorrindo maliciosa, essa só pensa besteira, meu Merlin.

— Nada de mais. – Falei de ombro e sorrindo, acho que não tiraria esse sorriso tão fácil. – Vou subi para tomar banho, e o senhor deveria fazer o mesmo. – Falei e dei um beijo no Six. – Tchau gente.

— Espera ai, vai ter que nos contar tudo. – Falou Dorcas e logo as meninas me puxaram correndo para o dormitório.

P. D. V. Remo

As meninas puxaram a Carol correndo para cima, e nós acabamos rindo com isso. Logo subimos e o Sirius foi tomar banho. Assim que saiu do banheiro só de calça do pijama, se jogou na cama sorrindo feito bobo, acho que pior que o James olhando a Lily de longe.

— Ei Poodle. – Falou James jogando um travesseiro no Sirius. – Que sorriso é esse?

— Que sorriso? – Perguntou Sirius ainda sorrindo sentando na cama.

— Esse bem na sua cara. – Falei apontando para ele. – Está pior que o James sorrindo quando vê a Lily.

— Ei. – Falou James me olhando, e depois olhou para o Sirius maroto. – Parece que alguém está extremamente apaixonado.

— Cala a boca Veado. – Falou Sirius ainda sorrindo, e todos nós começamos a rir.

— O que você e a Carol estavam fazendo? – Perguntei sorrindo divertido pela situação.

— Nada de mais, só ficamos nos beijando, então começou a chover e nos beijamos mais. – Falou sorrindo ainda bobo, como se estivesse lembrando.

— Quem diria que um dia veríamos o Sirius com cara de bobo. – Falou Frank e todos nós acabamos rindo.

Dava para ver que o Sirius estava apaixonado. Será que vai ser a Carol a nossa tão esperada pessoa para colocar uma coleira no Sirius? Provável, só ela conseguiria isso, eu até acho que já colocou, mas ainda não a prendeu direito.

P. D. V. Carol

Assim que sai do banho me joguei na cama ainda sorrindo, e eu ainda não sei por que eu estava sorrindo igual a uma boba.

— Então, Caldin, nos conte cada detalhe. – Falou Lene e eu sentei na cama, olhando cada menina do quarto.

— Nossa gente, não foi nada de mais, nós só nos beijamos. – Falei e olhei mais adiante me lembrando dos beijos. – Muito. – Completei sorrindo.

— E esse sorriso? – Perguntou Lily sorrindo.

— É o meu sorriso. – Falei dando de ombros.

— Não é não, esse sorriso é de gente apaixonada. – Falou Alice.

— Nossa Carol está apaixonada. – Falou Dorcas e todas pularam em cima de mim e eu ri com isso.

— Está bem, suas eufóricas, talvez eu esteja, mas vamos dormir que está tarde. – Falei e elas riram mais.

No outro dia...

Finalmente sexta-feira e eu estava no jardim, indo para a árvore, já que os meninos subiram para deixar as coisas na Sala Comunal, e como eu não estava a fim de subir para depois descer tudo, falei que os encontraria na árvore, e o Six levou a minha mochila para a Sala Comunal. Estava andando pensando nas aulas, até que uma voz me tira dos meus pensamentos.

— Oi Caldin. – Falou e vi a Cronddly parada na minha frente com aquele sorriso irritante.

— O que você quer agora Cronddly? – Perguntei cansada de ela ficar correndo atrás de mim me infernizando, já não foi o bastante na nossa infância?

— Não quero nada, não posso mais falar com minha velha amiga? – Perguntou sarcástica, o que ela estava tramando?

— Eu te conheço muito bem para saber que você não vai ver as pessoas só por ver. – Falei.

— Acho que você não me conhece tão bem assim então. – Falou sorrindo. – Cadê os seus amigos?

— Por que a pergunta? – Perguntei, sabia que ela estava tramando alguma coisa.

— Nada. É que vocês se falam tão próximos um do outro, e todas as vezes que eu te vejo você está sozinha. – Falou sorrindo divertida. – Acho que vocês não são tão próximos assim.

— Cala a boca Cronddly. – Falei já brava, ela acabou com a minha paciência.

— Briga. – Gritou alguém e logo se formou uma roda em volta de nós duas.

— Cadê os seus amigos Caldin? – Perguntou de novo Cronddly.

— Não te interessa. – Falei brava para ela.

— É engraçado como eles na primeira oportunidade se afastam de você. – Falou Cronddly. – Você já reparou que todos acabam se afastando de você? – Falou e alguns riram e outros gritaram de motivação.

— Cala a boca, você não sabe de nada. – Falei para ela.

— Nossa Carol, não precisa falar assim, você é muito entranha. – Falou e sorriu maligna.

— Estranha. – Gritaram alguns. – Carol estranha. – E logo começou o couro de pessoas gritando “Carol estranha”, isso de novo não.

— Para com isso. – Falei para Cronddly.

— Que foi Caldin, está com medo? – Falou Cronddly provocando, eu estou ficando com raiva. – Os seus amigos não vão aparecer para te ajudar. Ah é, esqueci, você não tem amigos.

— Fica quieta. – Gritei para ela, e o coro “Carol estranha” continuava a nossa volta.

— Vamos Caldin, mostra quem você é de verdade. – Gritou para mim, me deixando com muita raiva.

Ela sorriu vitoriosa e olhou para o chão perto de mim, que estava se mexendo, então era isso que ela queria, ela realmente queria me lembrar do passado, mas eu não daria esse gostinho a ela. Fechei os olhos e me acalmei, olhando para o chão e não vendo mais nenhuma mudança de textura, estava normal de novo. Olhei para ela e seu sorriso vitorioso tinha sumido. (Autora: Gente desculpe o suspense, mas vocês vão descobrir logo todo o rolo entre essas duas).

P. D. V. Six

— Até que fim é sexta-feira, finalmente descanso. – Falou Dorcas suspirando.

Como todos subiram, menos a Carol, nos encontramos lá e resolvemos descer todos juntos para ficarmos um tempo conversando antes de escurecer, e aproveitando que é a ultima sexta-feira livre de tarde, já que semana que vem vamos começar a treinar aparatação.

— Nem me fale. – Concordou Alice de mãos dadas ao Frank.

— Sirius, Sirius. – Falaram Hugo e Pat correndo de nossa direção.

— Hugo, Pat, o que foi? – Perguntou Remo vendo que eles estavam visivelmente desesperados com alguma coisa.

— É a Carol. – Falou Hugo tentando acalma a respiração.

— O que tem a Carol? – Perguntou Lily preocupada.

— Eu não sei por que, ela está discutindo com uma menina no jardim, e está bem irritada, não sabemos quem é, o pessoal fez uma roda em volta delas e não nos deixaram passar. – Falou Pat preocupada.

— Eu acho que sei quem é. – Falei e olhei para os meninos, eles também sabiam. – Temos que ir rápido, antes que aconteça algum desastre. – Espero que a Carol não faça nenhuma besteira.

Corremos iguais a uns loucos para o jardim, e quando estávamos chegando perto escutamos um couro de gente falando “Carol estranha”, eu não entendi direito o porquê, mas eu estava começando a ficar com muita raiva. Se alguém encostar na Carol eu pulo no pescoço.

P. D. V. Carol

— Eu não sou mais aquela menina. – Falei para ela, e todos ainda estavam gritando.

— Não tenho certeza disso. Você continua sem amigos. Cadê eles quando você precisa? – Perguntou sorrindo.

— Estamos aqui. – Escutei a voz do Six, e logo vi, ele, Jay, Remo, Pedro, Lily, Lene, Dorcas, Alice, Frank, Bob, Lucia, Guilherme, Xenofio (namorado da Lucia, eu já conversei algumas vezes com ele), o time de Quadribol e seus respectivos namorados/as (eu também já tinha conversado com eles), Hugo, Pat e eu vi de longe Regulo observando com cara fechada, e quando me viu acenou com a cabeça falando que estava comigo.

Eles ficaram no meu lado e sorriram para mim, e eu não contive o sorriso, não acredito que eles fizeram isso. Olhei para a Cronddly e ela estava com uma cara irritada, acho que ela não esperava por isso. O Six segurou minha mão, me dando força.

— Acho melhor você ir embora, antes que as coisas piorem. – Falou Lily ao lado do Jay que estava no meu outro lado.

Cronddly me olhou mortalmente e saiu andando, passando pela muvuca que ainda estavam em nossa volta.

— Estão olhando o que? Vão achar outra coisa para fazer. – Falou Jay bravo, e logo todos saíram, só ficando meus amigos.

— Você está bem? – Perguntou Six e eu olhei para ele e concordei com a cabeça, e ele logo me abraçou.

Ficamos um tempo assim, acho que uns 10 segundos, então o Jay me abraçou, Remo e a Lily também vieram, e quando fui ver estavam todos “me” abraçando. Foi bom, eu me acalmei em 10 segundos, e quando vi que estavam todos se abraçando, eu comecei a rir, estava uma sena engraçada.

— Não acredito que vocês fizeram isso. – Falei ainda rindo e todos estavam rindo também. – Obrigada.

— Nós somos seus amigos, Carol. – Falou Bob sorrindo.

— Não se esqueça disso. – Falou Lucia sorrindo também.

— Não vou. – Falei sorrindo.

— Nós vamos indo. – Falou Francisco sorrindo e alguns concordaram.

— Qualquer coisa é só chamar. – Falou Guilherme piscando e alguns foram embora.

Vi o Regulo de longe sorrindo em nossa direção, e quando viu que eu estava o olhando, deu uma piscada sorrindo muito parecido com o Six e seguiu para o castelo. Acabou que ficaram os Marotos, as meninas, o Frank, o Hugo e a Pat.

— Como chegaram aqui tão rápido? – Perguntei e todos olharam para mim, Six e para Hugo e Pat.

— O Hugo e a Pat falaram que você estava com problema. – Falou Six sorrindo.

Eu olhei para eles sorrindo, Hugo sorria também, e Pat estava sorrindo envergonhada.

— O que eu seria sem vocês? – Perguntei os olhando.

— Seria uma chata. – Falou Pat sorrindo maroto igual a mim.

— Achei que tinham esquecido essa história. – Falei com cara triste, o pessoal riu e eles vieram me abraçar. – Pestinhas. – Falei baixo só para eles.

— Também te amamos Carol. – Falou Hugo sorrindo.

— Nunca disse que não te amava. – Falei para os dois, que riram.

— Nossa, eu achei que era só para mim isso. – Falou Six triste.

— Coitado, tão iludido. – Falei para ele e deu um beijo na sua bochecha, fazendo todos rirem.

— Nos vamos indo, temos que fazer algumas lições. – Falou Pat.

— Bom estar tudo em dia em, vou ficar sabendo se não estiver. Pat, cuida desse cabeça de vento. – Falei me referindo ao Hugo.

— Ei. – Falou Hugo me repreendendo.

— Pode deixar. Vamos cabeça de vendo. – Falou Pat e eles logo saíram correndo para o castelo.

— Essa menina vai ser uma mini Carol. – Falou Lene me olhando.

— Sou uma ótima professora. – Falei sorrindo e dando uma piscadela.

— Você vai nos contar o que aconteceu entre você e a Cronddly? – Perguntou Lily me olhando.

— Contar tudo. – Falou Jay me olhando.

— Vou. Vamos para Sala Precisa. – Falei, acho que estava na hora deles saberem de tudo.

Todos nós fomos para a Sala Precisa e quando cheguei à frente pedi uma sala que tinha uma penseira. A porta apareceu e entramos.

— Isso é uma penseira? – Perguntou Lily chegando perto dela.

— Achei que você iria nos contar. – Falou Alice me olhando sem entender.

— É mais fácil vocês verem. – Falei e fui até a penseira.

Pensei em tudo que eu e a Cronddly passamos na infância, e quando eu pulei no pescoço dela e joguei tudo na penseira. Então todos nos mergulhamos na penseira, nem sei como couberam todos, mas ela é mágica então deixa pra lá.

Penseira ON

Lá estava eu, com os meus sete anos, e meio gordinha, lendo um dos vários livros que eu já li, com meus óculos de leitura, sentada no sofá sem se preocupar-me com nada em volta, afinal, estava numa parte boa do livro.

— Não que você realmente usou óculos. – Falou Lene, ela não tinha acreditado muito nisso.

— Eu disse. – Falei sorrindo.

— Cara, você parece uma mini nerd, não sei como não foi parar na Corvinal, você era pior que o Remo. – Falou Jay abismados, e todos riram.

— Uma mini nerd linda. – Falou Six no meu ouvido e me deu um beijo no pescoço.

— Não fala mentira. – Falei rindo para ele.

— Oi Carol. – Falou Leandro com seus 10 para 11 anos entrando pela porta, com o Keller que tinha a mesma idade do Leandro e a Cronddly pequena também.

Eu pequena olhei para eles sorrindo, corei um pouquinho e voltei para o meu livro.

— Espera ai, por que você corou quando olhei o loirinho? – Perguntou Six bravo.

— Eu o achava bonito. – Falei dando de ombros, era verdade, e ele me olhou bravo.

— Quantos anos você tinha mesmo? – Perguntou Frank.

— Sete. – Respondi.

— Carol, você é uma tarada. – Falou Lene abismada. – Mas tenho que admitir que ele era bonito mesmo. – E todos riram.

— Carol essa é a Hillier. – Falou Leandro vindo ao meu lado. – Seja simpática e converse com ela. – Falou Leandro baixinho para mim.

— Vou ser simpática se ela for também. – Falei baixo para o Leandro sorrindo, e ele riu.

— Está bem. Vamos Keller. – Falou Leandro e ele e o amigo subiram a escada enquanto Cronddly sentava no sofá mais longe de mim.

— Keller, Hillier. – Falou Jay rindo com os outros.

— Carol você era muito fofinha com esse óculos e sorrindo daquele jeito. – Falou Dorcas sorrindo para mim.

— Mas por que o Leandro falou para você ser simpática? – Perguntou Remo.

— Eu não ligava muito para se as pessoas iriam gostar de mim ou não. – Falei para ele, e todos me olharam sem entender. – Vocês vão ver.

— Oi, tudo bem? – Perguntei olhando para a Cronddly, com aquela vozinha de criança.

— Não fala comigo, eu não quero ser sua amiga, não queria nem estar aqui, minha mãe que me obrigou. – Falou me olhando bravo. (e todos ficaram assustados com isso).

— Está bem. – Falei eu pequena dando de ombro e voltei ao meu livro, como se nada tivesse acontecido.

— Foi o que eu disse. – Falei olhando os meus amigos.

— Que grossa. – Falou Lene olhando feio a Cronddly, e eu ri.

— Menina louca. – Falou Lily.

— Vocês não viram nada. – Comentei.

Passou-se um tempo e a Cronddly ficava me olhando de canto de olho enquanto eu lia meu precioso livro.

— Você é muito idiota. – Falou Cronddly levantando e batendo no meu livro derrubando ele no chão, e eu a olhei sem mostrar sentimento. – Eu sou sua visita.

— E como minha visita eu devo respeitar suas vontades, você falou para eu não falar com você, eu não falei com você. – Falei a olhando, e ela me olhou irritada.

— É verdade. – Falou Pedro.

— Mandou bem Carol. – Falou Dorcas, e eu sorri.

— Já acabou? – Perguntei para a Cronddly depois de um tempo em silencio e ela me olhou irritada, e como não obtive respostas, pequei meu livro no chão e voltei a ler.

— Uou. – Gritaram todos os meus amigos.

— Que patada. – Falou Alice, e eu ri, não acreditava que seria tão divertido lembrar essas coisas com os meus amigos.

— Aff. – Bufou Cronddly e saiu batendo a porta, eu apenas a olhei saindo e voltei a ler.

— Eu era um pouco fria. – Comentei mais para mim do que para os outros.

— Talvez um pouco, mas você era criança. – Falou Lily dando de ombros sorrindo.

— O que aconteceu? – Perguntou Leandro descendo correndo as escadas com o Keller.

— Cadê a Hillier? – Perguntou Keller.

— Foi embora. – Respondi sem tirar minha cara do livro.

— Vou indo cara, até mais. – Falou Heller e saiu de casa.

— Carol o que você fez? – Perguntou Leandro sentando no meu lado.

— Nada. – Respondi dando de ombro, e ele me olhou desconfiado, e eu dei meu sorriso maroto, eu sempre dava esse sorriso para ele, fazendo coisa errada ou não.

— Ai ai. – Falou suspirando e pegou meu livro.

— Me devolve Leandro. – Falei e ela saiu correndo comigo atrás, nos estávamos rindo.

— Está comprovado, Carol é tarada, sempre teve esse sorriso maroto, Leandro e ela sempre brincavam estranhamente, e a Cronddly é estranha. – Falou Jay.

— Mas por que ela ficou tão brava? – Perguntou Alice para mim.

— Até hoje eu não sei. – Respondi a olhando, e era verdade.

Então começou a passar algumas senas comigo e com ela, ela me jogando na lama do parquinho, me fazendo tropeçar enquanto eu lia meu livro na rua, me chamando de quatro olhos. E cada vez tinha mais pessoas juntas, como eu não era amiga de ninguém, eles adoravam.

— Que bullying. – Falou Lily abismada.

— Cadê o Leandro? – Perguntou Jay.

— Está em Hogwarts, no seu primeiro ano. – Respondi.

Então chegou o pior dia da minha vida, pelo menos na infância. Eu estava no meu quarto lendo mais um livro deitada na cama, então a Cronddly apareceu em frente em casa gritando ofensas para mim, e eu ignorei, só que acabou vindo todas as crianças do bairro, e eu estava sozinha em casa, minha mãe tinha saído para comprar algumas coisas, meu pai estava trabalhando e o Leandro, já de férias no natal, estava passeando com alguns amigos do bairro.

— Carol... – Escutei a Cronddly gritar, isso já estava de desconcentrando e me deixando irritada. – Carol você é estranha.

— Carol estranha. – Começou o coro, eu fui até a janela para gritar para irem embora, mas vi que tinha muita gente.

— Eles não estavam gritando isso hoje? – Perguntou Frank.

— Ela fez de proposito. – Respondi enquanto todos olhavam a janela.

Eu fui ficando irritada, irritada dela não me deixar em paz, irritada por ela colocar todos contra mim, irritada por não conseguir ler meu livro, irritada por não saber por que ela não gosta de mim, e ao mesmo tempo triste por não poder fazer nada, estar sozinha em casa, e estarem todos contra mim.

Então brotou, literalmente, um cachorro no meu quintal (Igual ao Six, por que será?) e começou a latir desesperado tentando partir para cima do pessoal, alguns ficaram assustados e saíram correndo, outros riram e continuaram gritando, pois o cachorro não conseguia pular a cerca.

Vi a Cronddly rindo igual uma louca e me olhando pela janela, e eu já estava com lagrimas escorrendo pelo rosto, era uma mistura de raiva com tristeza. Então eu vi o Leandro aparecer correndo perto de casa, e me acalmei fazendo o cachorro sumir.

— O que vocês estão fazendo? Vão arrumar outra coisa para fazer. – Falou/Gritou Leandro e todos foram embora.

Eu me sentei no chão e comecei a chorar abraçada a minha perna, eu não entendia por que eles não gostavam de mim, não entendia por que a Cronddly não gostava de mim, e colocava toda a minha frustação no choro naquele momento.

— Carol. – Falou Leandro entrando no quarto e me viu chorando. – Ah Carol. – Falou e sentou no meu lado me abraçando. (eu sempre vou amar esse meu irmão, sempre me ajudando).— Calma, já passou, eles já foram embora.

— Leandro, eu sou estranha? – Perguntei o olhando para ele com lágrimas no rosto.

— Claro que não, talvez um pouco. – Falou sorrindo.

— Eu não quero ser estranha, eu quero ser normal. – Falei escondendo meu rosto na perna.

— Mas ser estranha, ou diferente é legal. – Falou Leandro mexendo no meu cabelo.

— Você acha? – Perguntei levantando a cabeça e o olhando, parando de chorar.

— Tenho certeza. – Falou e limpou minhas lágrimas. – Acredite no seu irmão mais velho.

— Está bem. – Falei e encostei minha cabeça no seu ombro.

— Ai como vocês eram fofos. – Falou Lene olhando a sena, e eu ri.

— Você em Carol, sempre se metendo em confusão. – Falou Leandro sorrindo para mim.

— A confusão que me encontra. – Falei sorrindo marota e acabamos rindo.

— Frase típica da Carol. – Falou Jay sorrindo e o Six me abraçou.

— Fato. – Falei rindo com todos.

— Qual vai ser agora? – Perguntou Lily.

— A melhor de todas. – Falei sorrindo marota, estava na hora do dia em que eu bati na Cronddly.

A lembrança começou e todos escutaram com atenção, Lene e Dorcas ficaram xingando todas as vezes que a Cronddly falava alguma coisa e quando eu falei que nenhum dos meninos iria ficar com ela, todos concordaram, então eu pulei no pescoço dela e comecei a bater nela muito, minha cara estava vermelha de raiva.

— Bate, bate, bate mais. – Falava Lene pulando olhando eu batendo na Cronddly.

— Direita, esquerda, direita. – Falava Dorcas fingindo que estava dando soco.

Todos nós riamos, mas então os meninos chegaram e separaram a briga, acabando com a Lembrança.

Penseira OFF

— Não era para ter separado a briga Sirius. – Falou Lene dando um tapa na cabeça do Six, me fazendo rir. – Era para ter deixado a Carol bater mais.

— Ai. – Falou Six passando a mão na cabeça. – Eu não fiz por mal, e não sabia de toda essa treta.

— Lene não bate no Six, ele fez certo. – Falei abraçando de novo o Six.

— Não vai defender seu namoradinho, não. – Falou Lene brava, mostrei a língua para ela e começamos a rir.

— Então desde antes daquele dia você gostava de mim? – Perguntou Six no meu ouvido.

— Eu não tinha certeza na época, mas sim. – Respondi sorrindo e dei um selinho nele.

— Ok, vamos ao que interessa. – Falou Jay chamando a atenção de todos. – O que vamos fazer com a Cronddly? – Perguntou sorrindo maroto.

— Pegadinha é claro. – Falei sorrindo do mesmo jeito.

— Você não acha que pegadinha é muito infantil? – Perguntou Lily cruzando os braços.

— Pode até ser, mas é a única coisa que podemos fazer sem ser expulso. – Respondi.

— E não é tal infantil se fizermos uma coisa legal. – Falou Six sorrindo.

— Olha Lily você não precisa participar, na verdade ninguém precisa. – Falei para todos.

— Você é nossa amiga. – Falou Alice e Frank concordou.

— Vamos te ajudar. – Falou Dorcas e Lene concordou.

— Até que vai ser legal. – Falou Lily corando por concordar.

— Aleluia, a Lily vai fazer alguma coisa a não ser ler. – Falou Lene brincando.

— Não falam assim, as pessoas que mais leem são as que fazem melhor pegadinha. – Falou Jay piscando para mim.

— Claro, nós encontramos tudo nos livros. – Falou Remo, e ele e a Lily fizeram High Five.

Todos nós começamos a rir, foi engraçado.

— Vem cá, qual foi a do cachorro? – Perguntou Lene.

— É, eu não sabia que você tinha um cachorro. – Concordou Dorcas.

— E eu não tenho. – Falei sorrindo para elas.

— Acho que aquilo foi um meio de te proteger, como você tinha sete/oito anos, você não controlava o seu poder direito, e quando ficou com raiva e ele apareceu para te proteger. – Falou Lily.

— Faz todo sentido. – Concordou Alice.

— Nós já vamos indo, obrigada por confiar na gente para contar toda essa história com a vaca da Cronddly. – Falou Lene e ela, Dorcas, Alice e Frank vieram me abraçar.

— Era o mínimo que poderia fazer, depois de me ajudarem. – Falei sorrindo e eles foram embora.

— Eu também vou indo, nos vemos na Sala Comunal. – Falou Lily me abraçando e logo saindo.

— Poxa, não poderia ter nos contado antes? – Perguntou Jay sorrindo.

— Eu não sabia como, e também não estava nem um pouco a fim de lembrar-me de tudo isso. – Falei e eles sorriram. – Mas foi bom.

— Ai Carol. – Falou Remo negando com a cabeça sorrindo e veio de dar um abraço. – Às vezes você complica muito as coisas. – Falou depois do abraço.

— Eu sempre complico as coisas. – Falei sorrindo e os meninos riram.

— Então o seu protetor é o cachorro do Almofadinhas? – Perguntou Jay e todos riram.

— Vai entender. – Falei rindo, afinal eles tinham reparado que o cachorro era igual ao Six em forma animaga.

— Claro que é. – Falou Six me abraçando por trás e me dando um beijo no pescoço.

— Vamos aproveitar a deixa e vamos indo. – Falou Jay.

Remo me deu um beijo na bochecha, Jay um beijo na testa e Pedro o chocolate que eu adoro, e agradeci muito por ele ter feito isso. Logo que saíram o Six me abraçou mais forte e eu sorri.

— Vamos? – Perguntei olhando para ele.

— Eu estava pensando em ficarmos aqui um pouco. – Falou sorrindo maroto.

— Então tá. – Falei e sentamos no sofá que apareceu.

Assim que o Six sentou eu deitei minha cabeça na sua perna e ele ficou mexendo no eu cabelo. Então eu tirei o colar da minha avô e fiquei o olhando. Eu lembro como se fosse ontem que ela me falou que não importava o que as pessoas falavam, eu tinha que ser eu mesma, pois as pessoas que realmente gostavam de mim iriam me amar do jeito que eu sou, e ela nunca esteve tão certa.

— Carol, você está bem? – Perguntou Six e quando eu olhei para ele vi que ele estava me observando.

— Estou sim, por quê? – Perguntei guardando o colar da minha avó em baixo da blusa de novo.

— É que você fica mexendo no colar da sua avó quando está triste. – Falou-me.

— Você me conhece tanto assim? – Perguntei e ele riu. – Não é nada de mais. – Falei e sentei no seu lado. – Eu só estava lembrando-me de uma coisa que ela me disse.

— O que? – Perguntou segurando a minha mão.

— Que as pessoas que realmente gostam de mim, vão gostar do jeito que eu sou. – Falei sorrindo.

— E ela está certa. – Falou passando o braço no meu ombro e me deu um selinho. – Você está bem por lembrar-se de tudo o que passou com a Cronddly?

— Estou, não foi tão ruim assim. – Falei e sorri para ele. – Foi engraçado, ainda bem que vocês estavam lá comigo.

— Nós sempre vamos estar com você. – Falou e me beijou.

Ficamos lá, nos beijando, fazendo carinho um no outro, conversando sobre qualquer coisa e nada ao mesmo tempo, fazendo piadas um com o outro e rindo. Acabamos que depois de uns 10 minutos nós já estávamos deitados no sofá abraçados, Six mexendo no meu cabelo e eu brincando com os botões da camisa dele.

— Você é a menina mais linda que eu já vi. – Falou Six parecendo que estava sonhando.

— Não pode falar mentira Sirius. – Falei sorrindo divertida para ele.

— Não estou mentindo. – Falou me olhando.

— Talvez agora eu seja bonita, mas quando eu era pequena não.

— Não é verdade.

— É sim, eu era gordinha e usava óculos. – Falei o olhando.

— Você era linda quando era pequena, e aquele óculos combinava com você. – Falou e eu o olhei sem acreditar. – É verdade. E pensa assim, todos naquela idade ou eram gordinhos ou eram magrelos, e por você ser mais gordinha isso te ajudou a ser quem você é agora.

— Está falando que eu sou gostosa? – Perguntei sorrindo marota e divertida para ele.

— Eu não disse isso, mas já que você falou, é exatamente isso. – Falou sorrindo maroto.

— Você não existe mesmo. – Falei rindo.

— Existo sim. – Falou e me beijou.

Foi um beijo calmo e romântico, ele me abraçou pela cintura me puxando para cima, e com a outra mão ele mexia no meu cabelo, e isso foi muito bom. Uma das minhas mãos estava no seu pescoço e meu braço em cima do seu peitoral, e o outro eu estava me apoiando no sofá. Assim que o beijo acabou eu olhei para os olhos azuis e brilhantes do Six, e dei um beijo na sua bochecha.

— Obrigada por estar comigo. – Falei sorrindo e ele sorriu daquele jeito perfeito dele. – Mas agora nós temos que ir. – Falei e levantei, saindo pelo encosto do sofá.

— Por quê? – Perguntou fazendo carinha de cachorro pidão.

— Por que está tarde, estou começando a ficar com fome, e daqui a pouco vai ser o jantar. – Falei e escutei a barriga do Six roncar, e eu o olhei com cara de: eu disse.

— Está bem, vamos. – Falou e num pulo estava em pé.

Antes que eu pudesse fazer ou falar alguma coisa, o Six me puxou pela cintura e me beijou.

Alguns dias depois...

— Juliana, Juliana. – Esses eram os meninos correndo até a Cronddly gritando seu nome pelo corredor. – Cronddly. – Gritaram e ela finalmente parou.

— Ah são vocês, o que estão fazendo aqui? Por que não estão com a Caldin? – Perguntou e eles logo ficaram na sua frente.

— Ela é chata, mandona, nos enchemos dela. – Falou Six tão verdadeiramente que até doeu.

— Não somos mais amigos dela. – Falou Jay dando de ombro.

— E vocês vieram aqui só para falar que eu estava certa? – Perguntou sorrindo vencedora.

— E também para ver se você queria ser nossa amiga. – Falou Remo, fazendo o seu sorriso aumentar, era a minha deixa.

Comecei a andar pelo corredor abraçada á alguns cadernos de cabeça baixa, e toda encolhida, parecendo que eu estava sofrendo.

— Você combina com a gente. – Falou Six dando seu sorriso galanteador, eu vou matar ele.

— Será que devo confiar em vocês? – Perguntou Cronddly. – Por que até outro dia vocês quase pularam no meu pescoço.

— Sim, é verdade, e pedimos desculpa por isso. – Falou Remo.

— Mas depois desse dia percebemos que a Carol não fala a verdade para gente, ela fica escondendo as coisas, e mandando a gente esquecer, isso irritou. – Falou Jay.

— Hum. – Falou Cronddly pensativa e eu já estava no lado deles bem longe, como se eu não quisesse que me vissem. – Oi Caldin.

— Me deixa em paz. – Falei com voz de choro e com cara triste, logo apertando o passo como se quisesse sair de lá rápido.

Quando eu já estava bem longe entrei numa sala e esperei os meninos entrarem. Esqueci-me de explicar, estamos fazendo uma pegadinha com a Cronddly, ela tem que acreditar que os meus amigos estão me odiando e confiar neles, para depois eu simplesmente mostrar que mesmo para uma coisa tão cruel quanto isso comigo, eles me ajudaram, pois são meus amigos e fariam qualquer coisa por mim, até mentir, assim como eu faria por eles, e que nada que ela falasse iria me atingir.

— Hahahaha. – Escutei a Cronddly gargalhar, e os meninos riram com ela. – Acho que realmente poderíamos ser amigos.

— Que bom. – Falou Six e eu certeza que ele estava sorrindo maroto. – Nós temos que ir, temos uma coisa pra fazer, até outra hora.

— Tchau meninos. – Falou Cronddly e pelo tom da voz ela estava feliz, cretina.

— Tchau. – Falaram todos e logo entraram na sala.

— Nunca mais faz isso. – Falou Six me olhando, e o Jay lançou um feitiço na porta para ninguém nos ouvir. – Eu quase deixei tudo isso de lado quando vi sua cara. – Falou e me abraçou apertado, me fazendo ir.

— Desculpa, mas ela tinha que acreditar. – Falei sorrindo para ele que me deu um selinho.

— Deu certo? Acha que ela acreditou? – Perguntou Remo sentando com os outros em algumas mesas que tinham na sala.

— Com certeza. Ela se convenceu. – Falei sorrindo e todos sorriram felizes. – Valeu por entrarem nessa.

— Que nada, eu quero ver logo o resultado. – Falou Jay sorrindo maroto.

— Todos nos. – Concordou Six e ele ainda estava me abraçando.

— Vamos deixar vocês juntos, o Sirius quase chorou quando você saiu correndo da gente. – Falou Jay sorrindo maroto, e o Six mostrou a língua para ele.

— Acho que deveria ganhar um Oscar. – Falei brincando e todos riram e logo eles saíram da sala me deixando o Six.

— Você é muito má. – Falou Six me olhando.

— Olha quem fala. – Falei sorrindo, mas logo fiquei seria. – Que sorriso foi aquele galanteador para a Cronddly?

— Você me mandou conquista-la. – Falou me olhando.

— Na amizade, não para a cama. – Falei o olhando brava me distanciando um pouco dele. – Pensa que eu não sei que aquele sorriso você dava para as oferecidas daqui?

— Para de ciúmes. – Falou e me deu um selinho, já sem estar me abraçando. – Se eu não desse esse sorriso, como antes de começar a namorar você, ela não iria acreditar.

— Esqueci-me desse detalhe, espero que você não saia pegando todas as meninas que vê pela frente de novo. – Falei cruzando os braços e o olhando mortalmente.

— Claro que não. – Falou sorrindo e me deu mais um selinho.

— Acho bom. – Falei ainda o olhando seria e olhei para o outro lado, eu só estava fazendo seninha.

Ele riu e me puxou pela cintura, fazendo nossos corpos ficarem bem colados de novo e eu por reflexo coloquei minhas mãos no seu peitoral, me fazendo olhar para ele um pouco vermelha por ter gostado de encostar naquele lugar (o peitoral definido dele) e pelo susto que ele me deu.

— Você é muito bobinha. – Falou sorrindo e me beijou.

Foi um beijo quente, ele me apertava mais contra ele e eu puxava ele para mim, como eu amo os beijos do Six.

— Eu não sou bobinha. – Falei ofegante depois do beijo.

— Claro que é. – Falou e começou a beijar o meu pescoço.

— Não sou não, só não quero mais meninas que o normal dando em cima de você. – Falei com ele ainda beijando o meu pescoço.

— Relaxa. – Falou e voltou e me beijar.

Eu mexi no seu cabelo enquanto nos beijávamos, era um beijo hipnotizante e num movimento rápido ele me encostou na parede e apertou minha bunda, e eu soltei um gemido mínimo de surpresa, fazendo ele sorrir durante o beijo.

— Você não presta. – Falei depois do beijo.

— Eu sei que não. – Falou me dando um selinho demorado e apertando de novo a minha bunda. – Mas eu sei que você gosta. – Falei com os nossos lábios se encostando.

— Idiota. – Sussurrei e puxei ele para mais um beijo.

Uma semana depois...

Eu já estava com todos os meus amigos dentro dessa pegadinha, Bob, Lucia e Guilherme não ficaram fora e me ajudaram nisso também, e meus primos fizeram um show quando contei para eles e a Cronddly apareceu, e o Six deu outro.

Flash Back On

— Carol você é louca? – Perguntou Pat me olhando.

— Que ideia mais idiota. – Falou Hugo, e os dois me olhavam indignados.

— Sim, Pat eu sou louca e você sabe disso. E eu sei que é meio idiota, mas é a única coisa que funcionaria com a Cronddly. – Falei e respirei fundo. – Por favor, me ajudem, vocês e os meninos são as peças principais disso, se ela ver vocês bravos comigo ela vai acreditar em tudo que disserem sobre mim. – Falei e eles ficaram me olhando, e vi a Cronddly chegando. – Por favor, ela está vindo.

Eles suspiraram e viram a Cronddly no final do corredor.

— Ai Carol você é muito chata. – Falou alto Pat me olhando brava e deu uma piscada, eles entraram.

— Mas... – Tentei falar com cara de sofrimento, mas o Hugo me cortou.

— Já não chega nas festas, você vai ficar nos infernizando aqui também? – Perguntou Hugo tão bravo quanto a Pat, e a Cronddly já estava sorrindo chegando cada vez mais perto.

— Você fica só nos livros e quando tentamos conversar com você, você é fria e responde que está ocupada e que não quer falar com ninguém. – Falou Pat ainda brava.

— Ou você fica falando tanta bobagem na nossa orelha que vamos ficando com raiva. – Falou Hugo, e a Cronddly já estava passando atrás da gente.

— Não somos obrigados a te aturar aqui também. – Falou Pat, e eu abaixei a cabeça triste.

— Vocês são as únicas pessoas que me restam, todos os meus amigos me deixaram, por favor, não fazem isso. – Falei com a voz triste.

— Problema é seu. – Falaram os dois ao mesmo tempo cruzando os braços.

Escutei a Cronddly no fim do corredor rindo, ela estava adorando, mas não fazia a melhor ideia de que era uma farsa tudo isso. Assim que ela virou o corredor rindo, Pat me abraçou apertado e Hugo logo a seguiu.

— Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa. – Falaram os dois me abraçando apertado e eu ri.

— Você sabe que não é verdade. – Falou Pat me olhando.

— Eu sei que vocês exageraram, mas adoro infernizar vocês, pestinhas. – Falei sorrindo marota.

— Mas é divertido. – Falou Hugo preocupado.

— Relaxem. – Falei sorrindo e eles sorriram. – Mas não se esquecem de que vai ter volta quando voltarmos ao normal. – Falei os olhando mortalmente e logo começamos a rir.

Outro dia...

— Cara, nunca acreditei que a Cronddly seria tão fácil de manipular. – Falou Six, eu e ele estávamos andando sozinhos pelo corredor.

— Ela é difícil, mas quando é comigo, ainda mais vocês, que eu jurava que pé junto que éramos amigos para todas as horas, ela acredita rapidinho. – Falei sorrindo para ele.

— Ela está acreditando muito na gente, vem conversar com a gente por tudo. – Falou Six.

— Isso é bom. – Falei para ele e o feitiço que eu tinha feito para avisar que a Cronddly estava no outro corredor “apitou” (não sei que palavra usar, ele me falou que ela estava perto). – Ela está vindo.

— Hora do show. – Falou sorrindo maroto para mim e eu correspondi.

— Six, Six, Six... – Comecei a falar com voz melosa cutucando o seu braço e ele fingia que estava me ignorando. – Six, Six, Sirius fala comigo. – Falei quando vi a Cronddly no corredor.

— Não Caldin, que saco. – Falou explodindo e eu dei um pulo para trás com medo dele, ele estava com um olhar assassino que realmente me deu um pouco de medo. – Qual parte do “nós terminamos” você não entendeu?

— Mas Six. – Falei com aquela voz irritante das oferecidas.

— Não me chama de Six, nem de Sirius, para você agora é Black. Eu não quero mais olhar na sua cara, não quero que você chegue perto de mim, nem nada, você entendeu? Ou com a sua cabecinha lerda eu vou ter que desenhar? – Falou tão bravo que até ficou vermelho, ate doeu um pouco.

Eu forcei lagrimas nos olhos e sai correndo de lá fingindo que estava chorando, e entrei na primeira sala que eu vi, ficando com a porta um pouco aberta, dava para ver o Six e a Cronddly que já estava na sua frente de costas para mim.

— Ela ainda está no seu pé? – Perguntou Cronddly para o Six, que suspirou.

— Ela quer que a gente volte. – Respondeu dando seu sorriso maroto.

— E você quer? – Perguntou com a voz sexy, ela estava dando em cima do meu Sirius?

— Claro que não, ela era insuportável no namoro, só não terminei com ela antes por que ela era bonita, mais também nem tanto assim. – Respondeu Six sorrindo malicioso, ele estava fingindo dar mole para ela, e eu estava me segurando para não pular no pescoço dela.

— E você conseguiu levar ela para a cama? Do jeito que ela é fácil. – Falou Cronddly, eu vou matar aquela garota.

— Não, ela pode ser boba e tudo o mais, mas sempre que eu tentava ela arranjava um jeito de fugir de mim. – Respondeu Six sorrindo maroto. – Mas agora pensando bem, ainda bem que não a levei para cama. – Cretino, cafajeste, lindo, gostoso, maravilhoso, e falou que não me levou para cama, ainda bem, por que é verdade.

— Sabe, você deve estar numa seca danada. – Falou Cronddly com uma voz sexy passando o braço pelo pescoço do Six, ele deu um sorriso malicioso, eu vou acabar com os dois. – Eu posso te ajudar nisso.

— Adoraria. – Falou sorrindo galanteador, aquele cretino, é bom ele sair de perto dela rápido. – Mas a Caldin me deixou irritado, estou sem cabeça para isso. – Falou e afastou-a dele, deve ter visto minha cara de assassina. – Eu vou indo, a gente se vê mais tarde.

— Até mais então, quando estiver com a cabeça fria, pode vir me procurar. – Falou ainda com aquela voz.

Six deu uma piscadela sexy para ela e saiu andando, logo entrei na sala e acabei batendo o joelho num banco que não tinha visto e comecei a chorar igual a um cachorro e bem baixinho, com lagrimas nos olhos, doeu pra caramba.

— Acho que deu certo. – Falou Six entrando, fechando a porta, jogando um feitiço para não sermos escutados e me olhou. – Você está chorando mesmo? Acho que peguei pesado. – Falou preocupado.

— Não, eu bati meu joelho no banquinho. – Falei com cara de dor, e ele suspirou.

— Só você mesmo, quase me matou do coração. – Falou e me pegou no colo, não precisava disso, mas gostei, e me sentou numa mesa. – Me deixa ver. – Falou e olhou o meu joelho, ele estava um pouco vermelho. – Sua desastrada. – Falou e mexeu no meu cabelo.

— Para. – Falei rindo e tirando a mão do meu cabelo. – Tenho que acabar logo com isso.

— Por quê? – Perguntou colocando as mãos na mesa no lado da minha cintura, ficando com o rosto muito perto do meu.

— Se eu ver a Cronddly dar em cima de você mais uma vez, eu a mato. – Falei seria, mas ele riu.

— Não vai acontecer nada. – Falou e me deu um selinho.

— Ela tem seus truques. – Falei o olhando, e ele sorriu.

— Não vai funcionar comigo. – Falou e me beijou.

Durante o beijo eu o puxava para perto de mim, e ele se encaixou entre as minhas pernas, e uma das suas mãos ficaram apertando minha cintura, enquanto a outra apertava minha coxa. Quando o beijo acabou o Six começou a beijar o meu pescoço e eu mexia no seu cabelo, e ele me puxava para mais perto dele.

— Temos que ir. – Falei no ouvido dele, segurando sua cintura o afastando um pouco de mim.

— Por que você sempre faz isso? – Perguntou com carinha de cachorro, e eu ri.

— Eu não faço nada. – Falei para ele que me olhou nos olhos desconfiado e se afastou.

— Chata. – Falou serio e eu ri saindo da mesa.

— Fala uma novidade. – Falei para ele sorrindo marota.

— Eu aturo essa chata que é minha namorada. – Falou e me deu um selinho sorrindo.

— Isso também não é novidade. – Falei rindo e ele riu comigo.

Flash Black Off

Eu falei que eles tinham dado um show, acho que poderíamos abrir uma escola de teatro e ganhar um Oscar cada um. O show do Hugo e da Pat foi ao começo da semana, e o Six faz dois dias, hoje é sexta feira, mas por algum motivo o responsável do ministério não conseguiu vir, então vai para a semana que vem. E é claro que a pegadinha não foi só isso, ficamos jogando vários feitiços na Cronddly durante a semana, como fazer uma nuvem de chuva ficar em cima dela a molhando, pintar seu cabelo de verde parecendo uma meleca e muitas outras coisas.

Nesse exato momento, estavam os meninos e as meninas conversando em baixo da árvore, enquanto eu olhava em cima da árvore, eles estavam esperando a Cronddly chegar, para acabar logo com isso. Ela já estava os chamando de amigos e tudo o mais, praticamente andava toda hora com eles, e eu estou louca para saber a reação dela.

— Oi gente. – Falou Cronddly aparecendo.

— Oi. – Responderam todos, sem sorrisos. – Agora só volta uma pessoa. – Completou Lily.

— Quem? – Perguntou Cronddly, ela ainda não tinha se sentado.

Pulei da árvore ficando da frente para ela, que me olhou sem entender e assustada por eu simplesmente pular na sua frente.

— Eu. – Falei sorrindo.

— O que? – Perguntou sem entender, está melhor do que eu esperava. – Vocês falaram que odiavam a Caldin.

— Sobre isso... – Falou Jay com uma careta. – Na verdade não. – E ela ficou nos olhando sem entender.

— Nos fizemos uma pegadinha com você, queria te mostrar que eles são meus amigos, tão meus amigos que fingiram que me odiavam para me ajudar. – Falei para a Cronddly que me olhou assassina, mas logo deu seu sorriso irritante.

— Você se preocupa tanto assim com o que falo? – Perguntou, eu disse que ela tinha sempre uma resposta pronta.

— Não, não mais pelo menos, percebi que as pessoas que realmente importam gostam de mim do jeito que eu sou, e estão comigo até para fingirem que me odeiam. – Falei sorrindo marota para ela. – Eu não sou mais aquela menininha sem amigos da nossa infância. – Falei baixinho só para ela ouvir.

Ela bufou e virou as costas saindo irritada, e eu sorri, tinha funcionado, espero que ela pare de me infernizar.

— Cara, você é do mau. – Falou Lene e eu sentei no lado do Six, e todos riram.

— Mas totalmente foda. – Completou Dorcas e começamos a rir.

— Não conseguiria sem vocês, valeu gente. – Falei sorrindo, e eles piscaram de um jeito maroto para mim.

Ficamos conversando sobre qualquer coisa. No jantar todos acharam estramos voltar a nos falar, pois não estávamos nos falando em nenhum lugar aberto, e quando eles descobriram que era uma pegadinha, e falamos que eram com todos, eles falaram que foi muito boa, pois realmente parecia que estávamos nos odiando e deram os parabéns.

Até que essa pegadinha veio a calhar, agora Hogwarts inteira sabe que ninguém nem nada pode nos separar.

Notas finais
E ai gostaram? Comentem o que acharam por favor. A Cronddly é ou não é uma peste? O que acharam da pegadinha, muito pesada ou não chegou nem perto do que ela fez com a Carol? E as pegações do Six e da Carol, merecem mais ou deixa assim? Hot ou não hot, eis a questão, meus caros Watson's. (espera, misturei tudo) Amizade vale tudo né, tenho certeza que essa pegadinha mostrou para a Cronddly e para a Carol que ela (Carol) tem amigos maravilhosos. Por favor comentem, estou louca para saber o que vocês acharam. Beijos, beijos e beijões marotos. *Malfeito feito. *Nox.