A Man With a Lion Tatto II: Kingdom of Chaos

5 Capítulo Quatro – Welcome to Storybrooke


Notas iniciais
Rufem os tambores! Eu só não postei amanhã, porque o Nyah não tem 00:00 no horário e acabei postando ás 15:00 (desculpe, mas culpem o Nyah!) A Saga do Robin continua! Sim ladies, eu estou aqui, Raiane continua com o Robin e sua turma (vou pedi pro Maurício de Sousa fazer quadrinhos disso... kkkk). Muito bem, hoje temos o primeiro dia em Storybrooke e temos referências de OUAT e outras coisas, caso quiser saber apenas precisa ler as notas finais. Música tema de capítulo: Aviators - Momentum: http://www.youtube.com/watch?v=iMYkEzFjazk&feature=kp Enfim Enjoy! E mais: Sou Alemã agora! Danke (obrigada) por estar lendo o capítulo! P.S.: Só sei falar Danke em Alemão...

Entrei em minha casa de dois andares onde minha cachorra, nomeada Escarlate, me recebeu com uma grande festa e alguns latidos. Era um Husky inteiramente negro, com olhos amarelos como os de um lobo realmente selvagem. E assim voltava de mais uma noite, com mais uma mulher. Eram onze da noite, tinha ficado com ela ás oito.

Tirei minhas roupas, sujas por alguns fluídos do qual eu sabia bem o que era, e me joguei na minha grande cama com colchão da água. Não trabalhava, naquele ano, o começo de dois mil e quatorze, eu acabei jogando na Loteria de Boston. E adivinhe? Eu ganhei, e a quantia era tão alta que até hoje, depois de cinco anos, continua uma boa parte comigo.

E depois desses anos, descobri que mulheres gostam de homens ricos, e assim sempre fico com alguma. Nunca me apaixonei. E depois desses anos passados, eu ainda tenho uma ótima aparência e até parece que eu nunca envelheci ou nunca me cansei.

Escarlate subiu ao meu lado e se deitou, eu acariciei seus longos pelos e ela deu algumas lambidas em minhas mãos. Assim, já iria dormir, mas alguém tocou a campainha. Quem seria naquela hora da noite? Coloquei um short masculino simples e fui sem camisa atender a porta.

Abri e olhei para frente, nada. Olhei para baixo. Um menino, de pelo menos dez anos de idade. Eu arqueei a sobrancelha direita e logo perguntei:

— O que quer menino? Está perdido?

— Na verdade venho em sua busca — O menino, com cabelos morenos e olhos cor de avelã, entrou em minha casa. Sem alguma permissão, ele passou por mim.

— O que está fazendo? Saia já daqui, quer dizer... Está me buscando? — Logo fechei a porta e segui o menino.

— Sim, eu... Bem, sou seu filho. — Disse ele simplesmente.

— Filho? Mas... Eu não tenho nenhum filho! Menino, você... Onde mora? — Estava assustado, será que uma das mulheres com qual eu tinha ficado teve um filho? Estaria encrencado se fosse isso. Mas era algo bem mais inesperado.

— Moro no Maine, Storybrooke. — Disse ele enquanto pegava uma coca cola na geladeira. — Só tem coca light?

— Qual seu nome? — Disse eu ignorando a pergunta.

— Roland.

— Tudo bem, Roland. Eu vou levar para essa cidade. — Eu subi ao andar de cima e me troquei rapidamente, colocando uma camisa branca e um jeans com um simples tênis. — Vamos, vou te levar para Storybrooke.

— É Robin né?

— É agora vamos.

Chegando à cidade...

— Quer dizer que tudo nessa cidade é vindo de uma terra de Contos de Fada? E eu sou como o Robin Hood? — Perguntei ainda dirigindo meu UNO do ano de dois mil e doze. Entrava na cidade com o garoto no banco de passageiro. Era um lugar desatualizado, parecida que nada havia mudado na cidade.

— Sim, e você era casado com Regina, a Princesa da Noite e quase Rainha Má. Vocês me tiveram. — Disse Roland animado com seu livro na mão, com o escrito Once Upon a Time.

— E mora com ela?

— Não, com Dimitri. Ele fez com que eu fosse para adoção da cidade para que eu fosse adotado por ele. Dimitri é Discord.

— Lógico... — Disse parando em frente á uma grande mansão. Ele me disse que era do malvado chamado Dimitri, ou Discord.

Eu saí do carro seguido por Roland, assim fomos até a frente da mansão. Tinha uma cor branca com telhados azuis-cinza. Havia muitas janelas e uma grande porta á frente com o número quatrocentos e trinta e seis cravado á ouro, e com isso ele brilhava na luz do luar. Bati á porta e, depois de alguns segundos, o dono da casa saiu.

Tinha cabelos e barba branca, mas a aparência não era muito velha, havia apenas uma mecha negra como a pele de um lobo em seu cabelo. Tinha unhas longas e olhos estranhamente de uma cor vermelha. Ele tinha um cavanhaque e usava um casaco marrom um pouco claro, uma camisa amarela por baixo desse casaco e uma gravata vermelha cor de sangue juntamente com toda sua roupa. Usava uma calça da mesma cor de seu paletó e um sapato de cor preta. Esse era Dimitri.

— Olá, você é...

— Robin. Robin Clarssom. — Eu estendi a mão para ele, mas o homem apenas deu de ombros e me lançou um olhar desgostoso.

— Vejo que acaba de chegar com... Roland! Menino, eu estava procurando você! — Ele parecia realmente feliz de ver o menino, e aquela fantasia de Contos de Fada me parecia cada vez mais irreal.

— Eu não quero te abraçar! Você é mal, e Robin vai te derrotar! — Disse o pequeno assim que Dimitri estendeu os braços para ele, então Roland saiu correndo provavelmente em direção ao seu quarto dentro da casa.

— Sinto muito por isso, eu...

— Não tende se desculpar, Roland vem sendo muito... Assim. — Ele suspirou. — Oh, prazer, Dimitri. Sou prefeito de Storybrooke. Irá ficar aqui por um tempo? Pelo que eu vejo, meu menino gostou de você.

— Eu acho que sim, é bem pacato aqui. E eu tenho um cão, ela adoraria passar um tempo aqui em um lugar diferente. — Apontei para Escarlate dentro de meu carro com a cabeça para fora de uma das janelas, babando com a boca aberta e olhos brilhantes.

— Você pode se hospedar no apartamento da Granny. — Disse ele em uma voz estranhamente maliciosa. — Seja bem vindo, eu temo que agora eu tenha um pouco de papelada para preencher — Assim, Dimitri entrou em sua casa com um sorriso suspeito.

— Estranho...

Subi em meu carro e me dirigi até o centro da cidade. Lá havia uma torre de relógio que Roland havia dito que nunca funcionou, disse que o tempo era parado por ali e que muitas pessoas nunca envelheciam. Olhei para ele e pisquei algumas vezes, estava funcionando. E pelo que o menino havia dito, nunca, nunca mesmo, ele havia funcionado. Até, segundo ele, Granny, a moradora mais velha dali depois de Dimitri, dizia que ele nunca funcionara nem mesmo no começo da cidade. Era milagre ou apenas coincidência.

Fui seguindo até os apartamentos e estacionei á sua frente. Tive de deixar Escarlate em um canil, já que lá não era permitido animais.

Era um lugar bem rústico, com duas árvores em sua frente e quase todas as luzes estavam apagadas. Afinal, já era quase madrugada. Apenas a recepção estava acessa. Então entrei, para encontrar Granny, segundo Roland era ela a Vovó da Chapeuzinho Vermelho que também vivia por ali. A senhora sorriu quando eu cheguei a frente à bancada.

— Vai ficar aqui por um tempo?

— Eu acho que sim. — Estava pensando no pequeno, talvez se eu passasse algum tempo com ele, Roland acabaria esquecendo essas fantasias de Conto de Fadas e magia. Tudo isso era coisa da Disney.

— Muito bem. — Ela se virou e pegou uma chave em seu armário, entregando na palma de minha mão e me dando um sorriso. Na chave havia o escrito 213. — Bem-vindo a Storybrooke.

No dia seguinte...

Acordei com a luz do sol invadindo meu quarto pelas pequenas frestas de minhas cortinas fechadas. A minha noite de sono havia sido ótima, o barulho dos grilos me ajudou a dormir; o que era estranho em minha opinião.

Eu tinha dormitado por várias horas, e já eram onze da manhã. Minha barriga roncava e ansiava por algo, por isso me vesti e fui até a Lanchonete da Vovó.

Era um dia bom, a rua estava sendo iluminada pelo sol e, surpreendentemente, um arco-íris jazia no céu. Provavelmente havia chovido na parte da manhã, mas eu sempre dormirá como pedra e por isso mal escutei algo.

Chegando à lanchonete, vi que Ruby já estava com um sorriso para mim.

— Então novato, o que vai querer? — Perguntou ela se apoiando na bancada de cor verde do lugar.

— Só um café, Ruby não?

— Sim, já irei trazer para você. — Então ela se foi para cozinha.

Alguns segundos depois que ela foi, uma linda mulher com cabelos negros, meio curtos, com uma pele meio que morena, com lábios carnudos e vermelhos, com olhos cor de castanha e um corpo excepcionalmente lindo. Era uma mulher linda. Tinha uma roupa bem simples. Uma camiseta escrita ‘Do or Die’, um jeans azul escuro e um salto preto não muito alto.

— Aqui está — Dei um pulo ao ouvir a voz de Ruby, que me tirou de meus pensamentos.

— Obrigada. — Disse ainda olhando para trás para ver a morena pegando um jornal e começando a ler ele.

— Parece que alguém está interessado na irmã da Mary. Pode ir, ela não está com ninguém. — Ruby deu um sorriso amarelo.

— Onde ela trabalha? E, qual o nome dela?

— Essa é Regina Mills White, e trabalha com o Prefeito Dimitri como sua contabilista.

— Então, essa é a Rainha Má... — Murmurei pegando meu café e tomando um gole dele com um olhar pensativo em minha face.

— Mary é professora, dá aula para Roland, o filho adotivo do prefeito. Já deve ter conhecido ele não é? — Perguntou.

— Sim, um garoto bem imaginativo.

— Por que não fala com ela?

— Acho que não seria a melhor coisa de eu fazer; sou um homem totalmente livre. E também: Não quero machucar ela. — Expliquei. Já Ruby soltou um sorriso genuíno e me deixou curioso — Por que o sorriso?

— Nunca vi nenhum homem agir assim, muito bonito. Pensei que os cavalheiros já tivessem morrido e então você chega e faz isso... Parabéns me convenceu que o romance não está morto! — Ela pegou um café para ela mesma e se apoiou contra a parede com as costas.

— Ouvi dizer sobre... Belle. Aquele menino, o Roland, que imagina muitas coisas me contou sobre algo no livro dele — Bebi um gole de meu café então continuei — Ele me contou que, no livro, bem... Chapeuzinho Vermelho, “você”, e Belle da Bela e a Fera estavam juntas. Segundo ele, você seria Fera para a Bela dela. Mas é só imaginação do garoto, nada mais. Mas sente algo por ela?

— Sim. Ela só... — Soltou um gemido — Sabe, não sei explicar, ela me causa calafrios na espinha e são calafrios bons! — Aquele pequeno ‘grito’ foi em sussurro, provavelmente não queria que Regina escutasse.

— Por que não fica com ela?

— Por que... — Ambos paramos quando escutamos a porta da lanchonete se abrir e uma menina, com aparência jovem, cabelos marrons, olhos azuis e uma estatura não tão alta. — É ela, agora me deixe atendê-la.

— Olá Ruby!

— O-oi Belle... — Gaguejou e então pigarreou, se recompondo. — Vai querer chá?

— Sim, obrigada. — A menina se sentou na cadeira ao meu lado.

— Belle, não é?

— Sim e você deve ser o novato que todos estão falando. Seja bem vindo! Robin né? — Ela estendeu a mão para mim e eu a cumprimentei.

— Sim, Robin. O que tem aí? — Me referia á bolsa que ela trazia.

— É um livro. Chama-se Golden Blood e há Vampiros, Lycans, lutas, romance e tudo o que eu mais gosto! — Ela me mostrou o livro. Tinha um gato preto na luz de uma Lua Cheia juntamente com o título e o nome da autora.

— Muito interessante. Você é dona da Biblioteca?

— Não, ela é abandonada. Mas eu realmente desejaria poder ser a dona. Seria algo muito bom poder compartilhar todos aqueles livros quase que largados e também compartilhar novos livros. — Belle parecia excitada com o assunto, tinha um sorriso em sua face.

— Bem, desejo sorte para você. Seria uma boa dona e vejo que ama livros.

— Sim, leitura é minha paixão. Romances, Aventuras e Finais Felizes. — Suspirou de forma sonhadora.

— Titanic não tem um final feliz...

— Eu sei, mas isso pode fazer um livro ou um filme bom. Ensina para todos que a vida nem sempre tem um Final Feliz, mas você pode tentar buscar ele. E até agora estou tentado — Admitiu.

— Eu também estou, mas quero ser um pouco livre por um tempo.

— Veio até Storybrooke por mulheres?

— Não, na verdade, nunca viajaria só para ficar com mulheres — Ri um pouco — Eu na verdade acabei por trazer Roland para cá. E então decidi ficar um pouco, o moleque parece precisar de alguém.

— Daria um ótimo pai.

— Não acho isso, mas gosto de crianças. São... Sonhadoras. Coisa que poucos adultos continuam sendo; muitos dizem que é preciso ser realista, mas acho que às vezes um pouco de imaginação e alguns sonhos não fazem qualquer mal. — Eu disse e Belle sorriu para minha opinião.

— Esse é um bom modo de pensar...

— Aqui Belle, seu chá — Ruby colocou o copo na frente de Belle e a menina sorriu. Reparei em um detalhe, aquela xícara estava quebrada.

— Obrigada Ruby. — Tomou um gole.

— Vocês sabem que isso está quebrado né? — Então eu tomei o último gole de meu café.

— Bem, Belle diz que é como a xícara da sorte dela. Um dia, sem querer, eu a lasquei na bancada e disse que ia jogar fora, mas Belle resolveu que era melhor eu ficar com a xícara. Então ela a nomeou como a xícara da sorte. — Explicou Ruby com um sorriso, olhando entre mim e Belle.

— Cada um com sua loucura...

— Ora, ás vezes a melhor xícara está lascada! — Belle disse.

— Muito bem, filosofa! Já está no nível de Tati Bernardes! — Exclamou Ruby zombeteira. Belle balançou a cabeça.

— Bem meninas, acho melhor eu ir indo. — Me levantei e paguei Ruby. — Boa sorte para vocês duas. — Eu disse e saí, sorrindo.

— Do que ele estava falando? — Ouvi Belle perguntar.

— Nada não. — Exclamou rapidamente Ruby.

Mais tarde...

— Olá Dimitri, vim ver Roland. — Eu estava parado frente a frente de Dimitri, que estava com uma face desgostosa por me ver.

— Bem, ele não está, mas é ótimo que tenha vindo aqui. Tenho algo para te dizer. Entre! — Então ele me deu passagem e fechou a porta.

— O que é?

— Antes de eu começar, pegue um vinho, é um dos melhores que eu tenho. — Ele foi até a cozinha e voltou com dois copos de vinho. Ele me entregou o meu e se sentou em uma poltrona vermelha — Sente-se. — Me sentei em um grande sofá e tomei um gole do vinho — O que acha?

— Bom. Mas certamente não estamos aqui para conversar sobre seu vinho refinado, não é mesmo? — Quando eu disse aquilo era como se Dimitri estivesse com uma arma em frente de sua face, apontada diretamente para ela. O homem mais velho simplesmente estava com uma expressão ofendida.

— É sobre Roland. — Fiz um movimento com as mãos para que Dimitri continuasse — Ama ele?

— Bem, ele diz que é meu filho. E pode ser verdade, já fiquei com muitas mulheres nessa vida. E eu não quero mentir, pode ser mesmo a verdade — Expliquei — E se ele diz isso, eu o amo. Um pai deve amar um filho.

— É, mas ele já tem um pai. E este pai sou eu — Sua voz era áspera e fria — O menino já é amado por mim, não precisa de você. Entende? — Tomou um gole de seu vinho sem tirar os olhos de mim.

— Sim, mas eu não vou parar de falar com o garoto por causa de você. Ridículo, eu sou o pai dele de verdade, não você! — Agora eu tinha aumentado minha voz.

— Não ouse levantar sua voz para mim, Robin Clarssom...

— Estou fora daqui. É melhor deixar de ser ridículo e me deixar em paz. — Me levantei, deixei a taça ainda com vinho na mesa em minha frente. Antes de ir, virei para ele — E saiba que eu vou ficar aqui mais que por algum tempo. E vou fazer isso por Roland.

— Você foi avisado Sr. Clarssom, não digo algo mais de uma vez.

Balancei a cabeça e fui. Saindo da casa do prefeito, eu bati a porta com força. Quem ele pensava que era? Poderia mandar em mim? Nunca. Ninguém ali era meu dono ou dona, e por isso nunca mandariam em mim. Dimitri era certamente um homem estranho. Mas aquilo? Mesmo por eu ter conhecido o menino por apenas um dia eu pude ver que ele estava sem amor. E não há outra pessoa que saiba mais sobre isso do que eu, sobre estar sem amor.

Caminhava furioso na rua. Olhei para trás para ver novamente a grande mansão do homem e senti meu corpo se esbarrando em uma pessoa.

— Ei olha por onde... Anda. — Murmurou.

Virei-me e em minha frente estava Regina Mills White.

— Nossa, me desculpe. Eu não estava prestando atenção, é que estou furioso com alguém e ao mesmo tempo muito pensativo — Expliquei para morena. — Oh, eu sou Robin, Robin Clarssom.

— Prazer, Regina. É o novato?

— Sim. E você é a quase Rainha Má.

— O quê?

— Longa história curta, Roland, você deve conhecer ele, acredita nesses Contos de Fada e acha que você é a ‘quase’ Rainha Má. — Falando isso, Regina riu um pouco com meu jeito. Eu realmente estava nervoso, mas ri com ela.

— Tem um jeito engraçado de contar as coisas do qual já aconteceram, parece estar contando uma sátira de algo! — Riu mais um pouco — Eu trabalho com Dimitri. Vejo que está nervoso com ele.

— Como...

— Eu sei quando alguém está puto com ele, não se preocupe, não é o único — Me surpreendi com o palavreado dela.

— Bem, é bom saber que não sou o único.

— Talvez um dia nó possa ter uma revolução! Como a do México! — Exclamou Regina brincando — Ora, eu preciso ir para prefeitura. Preciso trabalhar. Tchau! Vejo você logo!

— Tchau — E ela se foi, indo em direção ao hall da Prefeitura. Eu sorri, aquela mulher tinha um jeito solto, mas ao mesmo tempo elegante de ser.

Continuei minha andança. Eu iria até a escola. Precisava conversar com Roland. E o horário de escola já estava acabando.

Chegando lá...

As crianças saiam animadamente da escola. Era simples, realmente não tinha muitas coisas de especial. A não ser pela macieira em frente do recinto. Provavelmente aquela que Roland dizia que Mary, a Snow White para ele, havia plantado. Apesar do que dizem, ela ama maçãs e Regina sempre faz uma torta de maçã deliciosa em seus aniversários.

Roland saiu da escola, sem ninguém ao seu lado, apenas uma mulher morena branca como neve e com longos cabelos morenos mais negros que o lobo com pelagem mais negra. Era Mary Margaret White, a Snow White de Roland. Ela conversava com ele enquanto o menino sorria feliz com o que a mulher mais alta que ele dizia.

— Ei Roland!

— Robin! — Ele veio correndo até mim com certa animação e a mulher sorriu, vindo até nós dois.

— Também estou feliz em ver você moleque! — O abracei.

— Vai ficar aqui? — Sorriu.

— Bem, é isso que eu vim falar com você. Se eu não estiver estragando o assunto entre você e... — Eu sorri para mulher branca e logo ela me respondeu.

— Mary Margaret. Sou professora dele. Ele não parou de falar sobre você hoje! — Exclamou Mary, segurando sua bolsa preta. Ela vestia um vestido azul claro com um casaco branco e um sapato preto.

— Prazer em conhecê-la. Parece que já sabe mais sobre mim do que eu sei, não é? — Me referi para os assuntos de Roland.

— Sim, Roland ama conversar comigo.

— Bem, agora acho melhor eu falar com esse menino. Foi bom conhecer você! — Eu e Roland caminhamos para longe dali, Roland se virou e acenou se despedindo de Mary.

Decidi levar Roland para o lugar que ele queria ir. Era um castelo na praia nublada de Storybrooke. Dava visão para o mar, que estava cheio de Gaivotas pescando seu lanche.

— E então? — Perguntou o garoto. Eu me sentava na base do castelo, ele ao meu lado.

— Eu tomei uma decisão. E disse para seu pai...

— Você é meu pai, Dimitri não é. Ele não gosta de mim! — Interferiu o garoto.

— Dimitri, eu falei com ele. E me decidi que, infelizmente eu vou... — Roland agora tinha uma expressão chateada no rosto. — Vou ficar!

— Sério? Obrigada! — Ele pulou em mim me abraçando.

— É sério guri, não se preocupe, ficarei por aqui por mais que um tempo.

— Ótimo, agora a maldição pode ser quebrada! — Exclamou ainda em meio ao abraço. Eu balancei a cabeça e sorri, decidi entrar em seu ritmo.

— Sim, a maldição será quebrada. Juro por minha vida e a vida de todos os cidadãos de Storybrooke. Eu quebrarei essa maldição. De uma vez por todas!

Notas finais
Referências: Cão de Robin - Escarlate faz apologia para Ruby, já que é uma loba. Vermelho, Red, Escarlate - As cores. Discord/Dimitri - A Personalidade Caótica dele é inspirada em Discord de My Little Pony: Friendship is Magic. Acontecimentos - Os fatos que ocorrem são baseados em OUAT, mas não iguais. O enredo é quase que totalmente diferente. Apenas poucas cenas são reconstruídas. Frase de Belle - A Frase faz apologia para uma verdadeira fala dela na série, feita para Rumple. Nomes e Sobrenomes - Os nomes e sobrenomes de personagens pertencidos á Ed e Adam podem ter mudanças de nome e personalidade. Já que aqui eu utilizo minhas headcanons para escrever. Arco-íris no céu - Este arco-íris simboliza esperança, amor e amizade. Quando Robin chega na cidade, tudo isso começa a aparecer em Storybrooke. Livro de Belle - Fanfic Original Golden Blood escrita por mim, por enquanto em seu terceiro capítulo. Nome de Capítulo - Granny fala 'Bem Vindo (a, no caso de Emma) á Storybrooke!' e, claro, devia colocar isso aqui! Escarlate sendo um Husky - Quando eu tinha sete anos de idade, minha mãe (como sempre amou cães) adotou uma Husky fêmea de pelo avermelhado. Seu nome era Luck (Sorte, por ter sido achada da Rua e adotada. Uma boa sorte para ela). Foi um cão realmente importante para mim, mas hoje em dia tenho Nick, uma pequena Yorkshire que ganhei de meu namorado (Jeff). Apologias do Futuro e do Passado: - A Lua e o Sol aparecerão muitas vezes na cidade, sempre fazendo apologia para Regina (A Princesa da Noite) e Snow (A Princesa do Dia). - O capítulo "Best Laid Plans" foi inspirado por um dos capítulos de The Golden Armor, escrito por Comet Burst no FiMFiction.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.