Notas iniciais
ESPERO QUE GOSTEM

Nora caminhava de mãos dadas com seu namorado, seu amante, sua vida.

Argo.

Eles andavam de mãos dadas e sorriam um para o outro, já era mais da meia noite e eles passeavam de mãos dadas pela borda do lago. Quando Argo olhou pra floresta proibida e viu um brilho diferente, e como um homem corajoso que era olhou pra sua amada Lufana e falou.

- eu vi algo na floresta, Nora, e queria ver o que seria. – pediu insistente.

Ela olhou pra aquela escuridão e falou.

- não Arg, sabes que tenho medo de lá. – falou Nora manhosa.

- eu posso ir sozinho, não tem problema nenhum, te deixarei em sua Casa e voltarei pra cá. – falou.

- não Arg, vou com você, — falou beijando de leve os lábios do alto moreno.

- tem certeza No? Eu posso ir só, não tem problema.

- não, eu quero ir com você, uma aventura – falou segurando a mão do moreno e seguiram pra floresta.

Eles penetraram na floresta, com Nora erguendo sua varinha iluminando o local, já Argo apenas olhava com sua adaga em mão, já que ser um aborto o privara da maigia de seus pais.

— Arg, acho que vi algo ali – Nora apontou pra a extremidade oposta a qual Argo olhava.

Ele olhou pra o ponto que ela mostrava e viu um brilho verde.

Ele caminhou na frente, e penetravam mai adentro da floresta, e já caminhavam a mais de dez minutos, quando finalmente chegaram a fonte da luz, uma flor preta com o brilho completamente verde.

- que linda – falou Nora sorrindo e caminhando até a flor.

- Nora, não chega perto disso, — falou o moreno.

- não Arg, vai ficar perfeita com o seu terno, e vamos combinar nesse baile. Vai ser perfeito. – falou.

- mais nem aluno eu sou. Sou apenas o cara que patrulha os corredores. – falou. – não irão me deixar acompanhar uma aluna.

- nem comece, eu já tenho nossas roupas, o baile é amanha e essa flor vai ficar muito bonita, agora para de besteira – falou e se agachou, tocando a flor, mais começara a se contorcer no chão, como se a torturassem a base do Cruius.

- NORA. Larga a flor – gritava, esperniava, tentou pegar nela mais sentiu uma grande dor e se afastou.

Pegou a varinha dela e tentou fazer algum feitiço.

Mais como um aborto iria se interessar em aprender truques de magia que ele não possuía. Ele não seria capaz de tirar ela dali.

Ele a olhava com lagrimas nos olhos.

Foi quando uma lagrima bateu na mão dela e uma grande fumaça apareceu. Uma fumaça preta, escura e densa.

E ele escutou um miado fraco.

- Nora? É você? – perguntou desesperado.

Ela se jogara fraca nele.

Ele a pegara e levara pro diretor, que descrevera com uma difícil maldição das trevas e que seria impossível ela retornar ao normal.

Ele chorara muito, lembrava da gata em seus braços, que dormia.

- Nora, entenda, a culpa foi minha – falou com a voz fraca. A gata miou em discordância. – eu sei que foi, peço que me desculpe, e fique comigo, seja minha eterna companheira.

A gata miou e se aconchegou nele, que a abraçara carinhosamente.

- te amo, minha Madame. Minha Madame Nor-r-a — falou soluçando.

E assim o nome ficou, a própria Nora aceitará.

Notas finais
MEREÇO COMENTÁRIOS?
Espero que sim.
bjs
leiam minhas outras fics, beleza?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!