A Maldição Da Herdeira
17 Conversa noturna
Estava uma noite fria em Hogwarts, tinha se passado varias semanas desde o aniversario de Hermione. Todos os aluno estava no salão, juntos com as duas escolas visitantes, Durmstrang e Beauxbatons, e um membro do Ministério, para participando da festa de Boas Vidas e Abertura do Torneio Tribruxo. Na mesa dos professores havia muitas conversas paralelas sobre assuntos comum. Eles já tinha chegado na sobremesa, quando Karkaroff fez uma pergunta a Dumbledore.
_Alvo, sei que o senhor tem muitos alunos e você não deve conhecer todos.... Dumbledore o interrompeu com um gesto de negação. _Sei o nome, a casa, a melhor matéria, resumindo faço questão de conhecer cada aluno que pisa nesta escola. _ Tudo bem. Então o senhor tem alguma aluna chamada Verônica Merópe ? Este nome chamou atenção de Madame Maxime e McGonagall. _Não temos nem uma aluna com este nome em Hogwarts. Por que a pergunta? _Um estrangeiro foi ate a minha escola, a procura desta menina. Ele falou que ele devia estar cursando o 4 ou 5 ano. _ Esta pessoa também foi ate minha escola, procurando esta criança. — Interrompeu Madame Maxime. _ Ele não falou o que queria com a menina? -Perguntou Dumbledore, em tom casual. _Era sobre uma herança... Eu acho. — Disse Maxime, pensativa. _Era estou mesmo... — Confirmou Karkaroff. A professora Minerva, apenas ficou observado o diretor, que parecia não ter se afetado pelo nome da meninas. Assim que a festa acabou, e todos os alunos e convidados já estava acomodados, Dumbledore foi para sua sala. O diretor estava sentado em sua mesa lendo um memorando, sobre o torneio. O diretor não tinha indo dormir, esperando por uma visita. O barulho da escada, avisou o diretor _Pode entrar professora Minerva. Minerva entrou, ela também não tinha se preparado para dormir. Sua cabeça estava a mil com tantos pesamentos sobre o assunto da mesa. Ela entrou e ficou de frente para o diretor andando de um lado para o outro, com um angustia presa no peito. _Senti professora. — Dumbledore indicou uma cadeira. _Não diretor, obrigada, não tenho intenção de me demorar. — Ela parou de andar, e ficou encarando a janela atrás do diretor. _Alvo, acha que existe alguma chace de eles descobrirem a identidade da menina? _Quem Minerva, Karkaroff e Maxime? -Alvo levantou levante a sobrancelha. _Não, os Comensais da Morte. — A professora elevou sua voz. _Não. — Alvo deu a volta em sua mesa e segurou Minerva pelo ombro. — Ela esta segura aqui, enquanto pouca pessoas conhecerem seu segredo. E principalmente, ela não saber a verdade. _Ela tera que saber a verdade, sobre o seu passado e o seu pai. _Sim, Minerva, ela tera. Mas acha que ficar sabendo da verdade agora, seria bom para a senhorita Granger ? E para o senhor Potter ? _ Potter ? — Minerva ficou encarando o diretor, com uma expressão de curiosidade. _Sim professora, Hermione e tida pelo senhor Potter como uma amiga, sua fortaleza nos piores momento. Imagine saber que sua amiga e a filha do homem que vem querendo sua morte, deste bebe, e principalmente matou sua família. Como vão ficar estas duas crianças. Ela e ele, poderia ate chegar a louca. Sem falar das outras pessoas, seus amigos e família. A professora se senta, o peso das palavras de Alvo, caíram em cima dela. A professora ainda não tinha pesado em nada destas implicações. Por vários minutos a sala ficou em completo silencio. Alvo caminho ate sua fênix. Os olhos de Minerva saíram do tapete e começaram o olhar a sala, como se a estivesse vendo pela primeira vez. Por fim encontraram o velho chapéu remendado, usado nas seleções. _E melhor eu ir me deitar diretor. — Minerva se levantou e foi ate a porta. _ Professora, o que a incomoda ? _E uma coisa boba, Alvo. _Mas esta te incomodando a muito tempo. E sobre este assunto. Minerva suspiro. _Minha casa tem ganhado o Troféu das Casas nos últimos anos, muitos dos nossos pontos são devido a senhorita Granger. Sento que estou roubando, que ela devia pertencer a outra casa. Se o senhor não tivesse usado o seu poder de diretor, ela seria da Sonserina. Dumbledore riu. _Por que não tira esta duvida com o chapéu? O diretor foi ate a prateleira e tirou o chapéu, que dormia. _Boa noite chapéu... desculpe atrapalhar o seu descanso. A professora Minerva gostaria de fazer uma pergunta. Eu já fiz para você a anos atrás e dou minha autorização que responda a Minerva também. _E sobre uma aluna, que agora esta no quarto ano. _ A senhorita Hermione... — Perguntou o chapéu. _ Sim... _Já respondi a esta pergunta para o diretor... mas como diretora da casa vou repetir minha resposta. A menina esta na casa certa, ela jamais poderia ser mandada para a Sonserina. Em sua mente existe os sentimentos e valores de um verdadeiro Grifinoriano. Minerva sorrio com a noticia, seu sentimento de culpa se desfez. Muito longe do castelo, outro assunto estava sendo resolvido. No chão imundo, o velho dono da livraria estava deitado. Seu corpo coberto de cortes, o sangre fazendo suas roupas ficarem encharcadas e grudados. A figura estranha e deformada, que era Voldemort estava sentada na cadeira com Pedro ajoelhado na sua frente.
_Meu senhor, eu...eu...eu achei que nem um bruxo iria ate aquele lugar. _Pois foram, e levaram o meu livro, seu idiota. Se eles quebrarem o feitiço de ilusão, vão saber o real conteúdo. E o pior nas mão de quem estava. _Meu senhor. — Rabicho choramiga. — Nos anos que passei com os Weasley's, eles nunca leram livros trouxa e Potter nuca se mostrou muito interessado em literatura nem do nosso mundo. _Então por que eles compraram aquele livro. — A voz de Voldemort era baixa e fatal. Pedro ficou em silencio. Só tinha uma explicação, a sangue ruim. _Hermione Granger, a sangue ruim, amiga de Potter. Ela sempre estava com um livro na mão, bruxo ou trouxa, não importava. Ela faz aniversario no inicio do ano letivo. _Então terei que tirar o meu livro das mão mortas dela.
Notas finais
Meu mais sinceros, muito obrigado a todos que estão acompanhando. É principalmente para os lindos que deixam comentários. Estou muito feliz, e cada vez que leio,o que vocês escrevem, sobre a historia fico com mais vontade de continuar.
Muitos beijos, para todos.
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