A Maldição Black
36 A torre de Astronomia
Notas iniciais
Primeiro eu quero avisar como esse cap ocupou 8 páginas de world, e eu estou muito orgulhosa.
Segundo, isso tudo era, na verdade, para ser 2 capítulo, mas eu achei que dividí-los seria muita mancada com vocês, então voces ganharam esse super-mega-blaster cap.
Terceiro, se eu for mal nas provas de física E história, a culpa é toda de vocês (cof* mentira pq eu nao ia estudar de qualquer maneira cof*)
quarto: Ok, é oficial. contagem regressiva. faltam 3 capítulos. Estejam prepados para rir, e morrer, durante esse capítulo (eu passei meia hora rindo de uma piada que eu fiz nesse cap, que ninguem vai provavelmente rir, mas eu posso ter esperanças)
E sem mais delongas, eu apresento aos senhores
"A torre de Astronomia". (e finalmente um título de capítulo decente).
Hogwarts estava aos pedaços. Alunos corriam em desespero por entre os corpos caídos no chão e os comensais da morte. As escadarias de pedra estavam quebradas, os quadros na parede, em grande parte, rasgados. Feitiços perdidos voavam para todos os lados, de ambos os lados. Hogwarts estava em maior número, mas os comensais tinham o elemento do ataque surpresa. Os professores haviam ordenado aos quadros para que mantivessem os alunos menores de 17 anos dentro de seus devidos salões comunais, mas os menores haviam conseguido escapar para a batalha.
O vento frio fez a nuca de Rony se arrepiar. Ou talvez fossem os gritos desesperados ecoando pelas paredes. O ruivo olhou para a entrada para a torre de astronomia, claramente bloqueada por algum feitiço que provavelmente Hermione saberia retirar. Então ele fez a única coisa que ele podia fazer: ele correu o mais rápido que ele podia em direção a barreira protetora.
—RONALD! — exclamou Gina
Um barulho de choque ecoou sobre os gritos, e um ruivo estava caído no chão, as vestes e os cabelos vermelhos levemente fumegantes. Pansy andou até o namorado, apagando o fogo com um feitiço simples, e revirando os olhos enquanto ele levantava.
—Feliz agora? É um feitiço-barreira Weasley, você não vai atravessar ele a não ser que tenha uma marca negra no braço esquerdo.
—Tem que haver alguma maneira de entrar na torre! — exclamou Gina.
—Levaria no mínimo uma semana de pesquisa na biblioteca para achar o feitiço certo —explicou a sonserina — E infelizmente, não temos esse tempo.
Os irmãos bufaram fortemente, frustrados.
—Então o que você sugere que façamos? — perguntou a mais nova
Pansy levantou as sobrancelhas e encrespou os lábios, jogando os braços para frente e para trás.
—Eu nunca achei que isso iria algum dia sair da minha boca, mas… parece-me que lutar é a melhor opção. É claro que eu voto em correr e me esconder, mas eu acredito que isso esteja fora de questão para vocês.
—Volte para seu salão comunal e não saia de lá — murmurou Rony — eu e Gina vamos ficar.
Pansy riu sarcasticamente olhando para o namorado.
—E deixar você lutar sozinho, sem o Potty-maravilha e sem a rata-de-biblioteca-granger? Vai sonhando Weasley… Eu vou junto — então ela completou baixinho, como se fala-se com ela mesma — você vai acabar comigo um dia.
—Então, basicamente, — explicou Gina — ninguém entra e ninguém sai desse andar sem passar pela gente. Temos que impedir que algum outro comensal entrará nessa torre. Entendidos?
Os dois assentiram e se separaram pelo castelo, infelizmente (ou felizmente) a torre de astronomia era o centro da batalha, que ocorria em volta do andar. Os trio, enfeitiçados pela poção-da-sorte, não eram acertados pelos feitiços que voavam rasantes pelos corredores e salões.
Rony olhou Pansy, a alguns metros dele, lutando um comensal que parecia confuso ao ver o emblema da sonserina estampado na capa da garota. Ele sorriu de leve para ela, pensando em dizer algo romântico antes de entrarem de verdade na batalha, mas momentos nunca foram exatamente seu forte, então ele apenas sorriu,esperando ela sorrir de volta.
Um feitiço passou tão perto da orelha de Pansy que esta sentiu a pele esquentar; e a frente dela, o comensal caiu duro no chão. Os dois olharam para onde o feitiço que atingiu o homem em preto veio, vendo uma capa verde se aproximar.
—Droga! Querem parar de namorar enquanto estão no meio de uma GUERRA? — exclamou Blaise Zabini, se aproximando.
—Zabine? — perguntou Pansy, confusa ao ver o amigo na batalha
—Sim, eu! — exclamou o menino, visivelmente irritado — por que diabos eu fui me meter com grifinórios? É tudo culpa sua e daquela fuinha oxigenada do Malfoy. Eu podia estar no meu salão comunal tomando chá agora!
Ele cutucou o comensal que ele estuporara segundos atrás, virando o rosto para cima.
—Droga! — ele gemeu, falando tudo muito rápido — É o padrinho da minha prima! Cara, eu vou ficar de castigo para o resto da minha vida depois dessa! Será que ele viu que fui eu que o ataquei? Estava tudo uma bagunça no meio dessa guerra ele nem deve ter percebido que fui eu! Merda, eu acho que ele me viu, a cara confusa que ele fez quando eu ataquei, ele deve ter percebido na hora que era eu! Ele foi ao meu aniversário esse ano, me deu um kit de limpar vassouras genial. Ah droga! Eu estou de castigo para sempre…
—Zabini… Zabini — disse Pansy pegando o amigo pelos ombros e balançando ele — foco! Batalha, lembra?
—Ah, sim, sim, vamos.
O trio se virou para a guerra, e se dividiu para a batalha.
Dentro da torre de astronomia, parecia que era um outro universo. Estava tão silencioso que era possível ouvir a respiração pesada de cada um presente na torre. Um grupo de cinco comensais fazia uma barreira afastados da maior janela, como se estivessem escondendo alguém. Entre essa barreira, se encontrava Bellatrix Lestrange sorrindo diabolicamente, ao lado de Fenrir Greyback e de Severo Snape.
A frente de todos eles estava Draco Malfoy. Seu rosto parecia mais pálido do que o costume, e a luz fantasmagórica da lua fazia seu rosto parecer mais magro, e subnutrido do que deveria ser. Grandes olheiras se formavam em baixo de seus olhos, mas de alguma maneira, isso o fazia parecer mais ameaçador do que deveria.
Eles todos pareciam esperar algo, pacientemente, olhando pela janela. Por um momento, uma nuvem cobriu a lua, deixando apenas algumas velas no teto para iluminar o vasto salão.
—Parece que haverá uma tempestade — Snape comentou casualmente
—Ótimo — sibilou Bellatrix sinistramente contente.
Felizmente para o grupo de comensais da morte, nenhum deles teve que esperar mais. Pela janela, era possível ver uma vassoura deslizando pelas nuvens acinzentadas. Pela janela, entrou Alvo Dumbledore, descendo da vassoura eventualmente, olhando respeitosamente para os presentes.
—Boa noite, Amico, Aleto, Severo, Bellatrix, Lobo. — ele disse formalmente sorrindo de leve para cada um dos comensais.
—Feliz em me ver? — sorriu Fenrir Lobo Greyback, com dentes amarelos.
—Não, não posso dizer que esteja — respondeu o velho de maneira cortês, se virando então, para Draco — E você jovem Malfoy, presumo que a culpa dessa inesperada reunião seja sua.
O loiro parecia ter desviado sua atenção para um canto vazio da torre, virando rapidamente o rosto cansado para o diretor.
—Sim senhor — ele respondeu, focando um sorriso desdenhoso em seu rosto
—Ah draquinho, não vamos dar todo o credito para você, não é?
A voz familiar invadiu os ouvidos do sonserino, o fazer perder a pouca cor que ele tinha. A barreira de comensais se desfez, e por de trás dela, se encontrava Hermione Granger, sentada em uma das mesas, balançando as pernas no ar.
Se o sorriso de Bellatrix era demoníaco, o sorriso de Hermione era o próprio Lúcifer encarnado no rosto de uma adolescente de 16 anos. Ela usava um vestido preto que descia até os tornozelos, com um corte na coxa direita que subia até quatro dedos abaixo de seu quadril. Quando ela colocou os pés (calçados com um salto tão preto quanto o vestido) no chão, um raio brilhou no outro lado da janela, iluminando grandes asas pretas saindo das costas de Hermione, que desapareceram completamente junto com o clarão de luz.
—Eu posso dizer que tive uma grande contribuição com o plano.
O diretor olhava diretamente nos olhos da aluna, que brilhavam sinistramente vermelhos sobre a maquiagem impecável.
—Granger. — disse o diretor cordialmente
—Black. — ela corrigiu, sem tirar o sorriso dos lábios vermelhos. — Mas você já sabia disso, é claro.
—Eu sempre tive o costume de te chamar pelo sobrenome de Granger, perdoe o velho por continuar com suas manias.
—Black — murmurou Bellatriz, tão baixinho que ninguém além de Dumbledore deva ter escutado, olhando para Hermione com uma expressão ilegível.
—Nada de conversas Alvo — ela falou convencidamente — vamos para o trabalho.
A morena levantou a mão, e uma bola de energia vermelha saiu de sua mão, derrubando Alvo, empurrando-o até a parede.
—Srta. Granger — ele murmurou — Você precisa tomar controle do seu corpo de volta.
Mas tudo que ele ganhou de resposta foram as risadas frias do grupo de comensais.
—Vamos nos divertir um pouco? — ela murmurou, jogando uma bola de luz branca no professor.
Como se controlado por uma maldição imperius, ele levantou, os braços caídos ao lado do corpo e cabeça pendendo de lado como um fantoche de cordas. A morena moveu os dedos, fazendo-o dançar pelo salão, rodando pela torre. Os comensais da morte riam observando-o, e Hermione acabou a se juntar com eles. Sua risada era falsa, e gelada; ouvi-la fazia todos os pelos de Draco (e dos demais presentes) se eriçarem, como se a própria morte tivesse atravessado seus corpos.
—Hermione! — gritou Draco de repente, não aguentando mais a risada
Dumbledore caiu no chão como um boneco, e a morena se virou para ele, mas antes que ela pudesse dizer algo, ele beijou seus lábios vermelho-sangue.
—Por favor funcione — murmurou o loiro se separando dela, de olhos fechados.
A risada gélida arrepiou seus pelos de novo, e ele abriu os olhos em tempo recorde, se afastando dela em um pulo ao se deparar com os olhos vermelho-vivo.
—Ah Draquinho — ela zombou — tentando salvar a própria pele? Você achou mesmo que beijá-la a traria de volta como nas últimas vezes? Eu estou muito mais poderosa agora, eu te disse no baile Tic Toc querido, o tempo dela está se esgotando; na verdade, seria correto dizer que o tempo dela já se esgotou.
Com um movimento da mão a morena o empurrou no chão. O loiro caiu de costas, batendo a cabeça no chão com um baque que ecoou na torre. Tremendo, ele sentou, passando a mão pelos cabelos loiros e sentindo algo molhado. Olhando para suas mãos, viu-as encharcadas de sangue. Algo no próprio sangue escorrendo pela cabeça ligou uma parte no cérebro dele. Talvez seja o instinto de sobrevivência, ou o desespero que o ser humano tem quando está nos últimos minutos de vida (por que, sendo sincero, se a batida na cabeça dele não o fizesse sangrar até a morte, Hermione faria), mas ele exclamou sem pensar nas palavras.
—Mas que grande bosta eu fui fazer. Minha missão era simples, fazer Hermione Granger aceitar a droga da maldição… mas NÃO, eu tinha que começar a amar ela.
Os olhos vermelhos de Hermione por um momento falharam, voltando para o castanho rapidamente. Ela virou o rosto tentando impedir o loiro de ver, mas era tarde de mais.
—Eu tinha que amar você, não tinha?
Os olhos ficaram castanhos por alguns segundos antes de voltar para o vermelho.
—Pare! — vociferou a Grifinória
Um raio caiu a frente da janela, e as asas negras brilharam novamente nas costas da menina antes de desaparecem. Havia começado a chover.
—Parar? — riu Draco — parar o que? De dizer que eu me apaixonei por Hermione Granger?
—Mentira! —exclamou a menina — Você a vendeu para mim, lembra? Os diários, o colar… Você é, e sempre foi, um mentiroso, Draco Malfoy.
—É verdade, eu dei o colar para Hermione, o colar que o Lorde das Trevas havia entregue à mim, e enfeitiçado ele próprio para facilitar a ativação da maldição. Ele, é claro, é especialista em feitiços, e eu não poderia inverter o poder do colar, mas eu não sou ruim em feitiços, e eu conseguiria criar algo que conseguiria anular o feitiço anterior.
Os olhos fraquejaram por alguns segundos.
—Mais mentiras Malfoy — sibilou a garota, sem tirar o sorriso do rosto — ela sentia o vazio na altura do colar, e eu sei que era o feitiço agindo.
—Era a anulação dos feitiços que ela sentia. — explicou o garoto, tentando levantar com as pernas tremendo, uma poça de sangue se formando sob seus pés — O meu feitiço não desativava o dele, eles estavam em eterno conflito, causando a sensação de vácuo.
—ORA SEU TRAI… — Gritou Amico avançando no loiro
—Para trás — exclamou Hermione, fazendo uma rajada de vento empurrar os comensais para longe — ele é meu.
Um sorriso petulante brincou nos lábios do loiro.
—Orgulhosa demais para deixá-los lutar? Bom saber que mesmo depois de tão corrompida, você ainda permanece um pouco Grifinória. Mais uma das coisas para eu amar em você.
Por um momento, Draco achou que funcionara. O corpo da garota tremeu, ameaçando desabar, e o sorriso saiu de seus lábios, mas ela se recompôs rápidamente.
—Então me diga, Oh Sr “eu amo Hermione Granger” por que você entregou os diários como requisitado pelo lorde das trevas, a ameaça de morte que você fez a ela quando Granger descobriu seu pequeno segredo?
—Caso você não tenha reparado, eu entreguei alguns diários para ela, e li os outros (os mais problemáticos), acredite ou não, Margaret não era a menina mais perturbada entre os outros que sofreram a mesma maldição. E a ameaça? Fácil. Uma vez que ela sabia que eu era um comensal, ela não voltaria a acreditar em mim, então quanto eu mais me afastasse dela, mas fácil seria para ela passar a me odiar, como você sabe muito bem, a maldição afeta mais facilmente pessoas emocionalmente instáveis, e convenhamos, alguém que odeia o ex-namorado é mais estável do que alguém magoado e irritada pelo ex-namorado.
A única coisa que ela fez foi chiar.
—Desista, você não tem como negar que eu Draco Malfoy amo Hermione Jane Granger.
Um baque surdo foi ouvido, e o corpo de Hermione estava caído no chão, desacordado. Draco tentou andar até ela, mas suas pernas pareciam não aguentar o peso.
—Sinceramente, que desperdício de tempo. —murmurou Severo Snape com um tom entediado.
A frente da janela, Dumbledore se levantava lentamente, olhando nos olhos do professor de poções.
—Severo... Severo por favor.
O homem ignorou o mais velho, levantando a varinha e exclamando as palavras da maldição mais imperdoável de todas. Dumbledore teve tempo de lançar um sorriso para Draco antes de ser atingido pela maldição, seu corpo batendo na janela, caindo da torre de astronomia até sumir de vista sob a chuva pesada que insistia em cair.
Por um segundo, todos ficaram e silencio, olhando o espaço vazio que Alvo estivera a segundos atras, como se esperassem que o velho surgisse novamente. Um feitiço atingiu Amico no peito de repente, fazendo esse cair no chão num baque surdo. Os comensais restantes olharam confusos para Draco, mas esse tinha rastejado até o corpo de Hermione, deixando uma trilha de sangue por onde passava, e no momento estava tentando acordar a menina.
Outro feitiço saindo do ar passou raspando por Bellatriz, indo atingir Greyback, que recuoou gritando com a mão no rosto.
—RECUAR! — exclamou Snape, olhando para o nada de onde o feitiço tinha saído, e correndo para a escadaria.
Os demais comensais correram, deixando a Aleto por último, carregando o corpo de seu irmão Amico. Draco se viu sozinho na torre com o corpo de Hermione caído no chão a sua frente, e esperou alguns segundos antes de falar.
—Eles já saíram Potter.
A sua frente, Harry tirou a capa da invisibilidade, varinha na mão.
—Nós temos que levar os dois para a enfermaria — murmurou o grifinório, levantando o corpo da amiga no colo — você consegue andar?
—Não seja tonto Potter! — respondeu o loiro ficando de pé e dando um primeiro passo, para cair sobre o peso do corpo novamente.
O moreno levantou as sobrancelhas para o sonserino, colocando o corpo da amiga cuidadosamente no chão, e fazendo um feitiço para levitação usado por Sirius para carregar o corpo inerte de Snape no terceiro ano (e pensando agora, teria sido melhor deixar o corpo de Snape na casa dos gritos). Então, com o corpo da amiga flutuando ao seu lado, ele abaixou e colocou um braço do loiro sobre seus ombros, ajudando-o a ficar de pé.
—Desde quando você é forte assim Potter? —perguntou o loiro surpreso. O moreno sempre fora magricela.
—Você não escolheu esse momento para dar em cima de mim, escolheu?
—Escolhi Potter — respondeu Draco sarcasticamente — esse discurso que eu acabei de fazer sobre amar a Hermione era, na verdade, para você.
—Você é muito retardado Malfoy — disse Harry rindo pelas narinas — Mas aquela coisa sobre… Amar a Mione… Era verdade?
O loiro ficou em silencio por alguns segundos, e quando ele abriu a boca para falar, ele disse.
—Vamos logo para a enfermaria, eu acho que se eu perder mais sangue eu desmaio, e você vai ter dois corpos para carregar.
E com isso, Harry desceu as escadarias, enquanto Draco se apoiava nele, e ele tentava controlar o corpo da amiga com uma varinha, impedindo ela de bater a cabeça nas pedras.
Notas finais
Eu juro que eu acho que o próximo capítulo sai esse mes. Eu espero que voces tenham gostado da pequena aventura
aposto que eu decepcionei todos voces :/
Eu sei que eu nao posso reclamar de review, contando que voces são todos leitores maravilhosos, me levando a 675 reviews, mas o número vem caindo, e eu quero saber se a fanfic está ficando ruim, ou é por que eu demoro, ou qualquer que seja o motivo, por que eu quero que essa seja uma fanfic que todos voces amem ler, e eu quero que minhas futuras fanfic tambem sejam, então espero que voce me ajudem sempre a melhorar!
De qualquer maneira, esse foi o capítulo (e eu ri tanto escrevendo o Zabine e o padrinho da prima dele, pq eu sou muito retardada), e eu tenho que dormir daqui a pouco (provas amanha, que eu nao estudei ainda o/)
Espero que tenham gostado da leitura, vejo voces nos próximos capítulos
Beijos
Laslus
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