A Maldição Da Herdeira
6 Família temporária
Dumbledore estava parado em uma estrada rural. Não havia nada por perto, com exceção de uma casa torta que ficava no final da estrada. A menina ainda chorava muito, por causa da separação de Harry.
_Calma, você vai gostar muito deste lugar. — Disse ele balançando a menina e começando a seguir a estrada.
Ela foi se acalmando, e quando chegaram na casa Verônica tinha parado de chorar. O velho diretor bateu em uma porta, no que parecia ser os fundos da casa.
_Ja vou. — Disse uma voz feminina dentro da casa, que parecia muito cansada. — Quem e? — A pessoa estava encostada na porta.
_Dumbledore.
Uma mulher ruiva, baixinha e um pouco gorda, que usava um avental abriu a porta para o diretor.
_Entre. — Ela disse, abrindo a porta e dando passagem para o homem.
_Não deveria fazer uma pergunta, para saber se eu sou eu mesmo? — Disse Alvo sentando na ponta do grande banco da mesa da cozinha, que já estava posta para o almoço.
_Ninguém teria coragem para se passar por você, Dumbledore. — Ela abaixou os olhos para os baços do homem. — Esta deve ser a minha pequena hospedei?!
_Sim. Esta e Verônica. — O diretor olhou para a menina e disse.- Verônica, esta e Molly Weasley.
Molly pegou a menina no colo e percebeu que ela estava chorando antes de entrar na casa .
_Ela estava chora ?
Dumbledore explicou o que tinha acontecido na casa dos Potter.
_Achou que sei como resolver. Fred e Jorge venha aqui na cozinha agora. Ela sabe andar Alvo?
_Sim. Ela e sete meses mais velha que seu filho Ronald.
Assim que o diretor terminou a frase, dois meninos ruivos e com muitas sardas no rosto entraram na cozinha, ambos tinha um rosto angelical.
_Não confie no rosto dos dois. -Disse a mulher, indicando os filhos. — Ele vão explodir Hogwarts se tiverem chacem. Meninos esta e Verônica. — A mulher indicou a menina em seu colo, que olha os garotos com aminação. — Levem ela para brincar.
Molly pegou a menina e a colocou no chão, cada um dos meninos pegou uma mão da dela e a levaram para o outro comodo.
_Ela e muito pequena, pensei que tinha a idade da Gina!
Dumbledore explicou o motivo da menina ser tão pequena e frágil. Molly ficou chocada, com o fato de uma pessoa ser capas de usar uma criança em uma magia da trevas.
_Tem certeza que pode ficar com ela Molly, mesmo depois de tudo que eu te contei?
_Claro, ela sera uma Weasley, pelo tempo que for necessário.
_Molly, mas em circunstancia alguma esta menina deve sair do limite desta casa. Ela não pode cair nas mão de você-sabe-que e nem de seus seguidores. Devo vir busca-la no final de semana, se tudo correr bem. Qualquer problema mande uma coruja.
_Pode deixar Dumbledore. O senho não quer ficar para o almoço?
_Mesmo com o cheiro ótima da comida, tenho que recusar. — O velho diretor se levantou e foi acompanhado pela dona da casa ate a porta.
Molly fechou aporta e foi ate a sala onde estava seus filhos e sua pequena hospedei. Carlinhos, seu segundo filho lia setado no sofá, Percy, o terceiro filho, estava em um canto com a cara fechada, para os irmão gêmeos, que estava rindo, junto com Verônica, de Rony, o filho mais novo dos meninos, o garoto estava imitado um sapo. A única filha do casal Weasley estava em pé no cercadinho assistindo tudo que acontecia na sala.
_Fred! Jorge ! O que vocês fizeram com o seu irmão.
_Juro que foi sei querer, mamãe! — Disseram os dois juntos. — Nos só queriam deixar a Verônica feliz.
A mulher sacou a varinha e apontou para o filho, que parou de saltar com um sapo.
_Não vou punir vocês, desta vez. O almoço esta na mesa Carlinho traga a Gina.
A semana passou rápido. Todos Na´ Toca gostavam muito de Verônica, principalmente os gêmeos, que adoravam fazer brincadeiras para ver a menina sorri e Rony que sempre era alvo das brincadeiras, mas agora não reclamava para a mãe dos irmãos.
Molly ficava muito preocupada com Verônica. A menina tinha febre muito alta de uma hora para outra sem explicação, dormia quase um dia inteiro e não se alimentava bem. Nos últimos dias ela estava muito bem. E agora estava no jardim com as outras crianças brincado de voar com Carlinhos, em uma das vassouras da família Weasley.
Molly aproveitando a distração das criança para preparar o jantar especial da noite de halloween. Quando ela ouviu uma barulho de alguma coisa colidindo com o chão vindo do quintal e Fred entrou correndo na cozinha. A mulher tinha certeza que alguma coisa de muito ruim tinha acontecido.
_Mamãe, mamãe. A Verônica caiu da vassoura . — O menino puxou a mamãe pela mão para o lado de fora da casa. Assim que saio Molly viu a pequena menina caída no chão.
Molly correu ate ela. Percy carregava Gina, que chora. Rony, Jorge e Carlinhos estava agachado do lado de Verônica. Ela se abaixou pegou a pequena e correu para casa, com os filhos atrás.
Nada que ela tentava fazia a menina acordar, e agora ele estava com febre. Molly chamou Carlinhos para saber o que tinha acontecendo no quintal.
_ Eu estava voando com ela na vassoura, estava baixo no gramado, como o papai me ensino a voar com os meus irmãos. — O menino chora. — Ai, a Verônica ficou mole e desmaiou. Eu não consegui segurar ela então ela caio.
_Ela desmaiou?
_Sim. Ela vai ficar bem, mamãe?
_Vai quero.
Molly não sabia mais o que fazer, então ela pegou um pedaços de papel e escreveu uma carta para Dumbledore explicando toda a situação.
A noite caio e Molly ainda não tinha nem uma resposta do diretor. A cada minuto Verônica estava mais pálida. Ela não apesentava reação nem uma. Já era próximo a meia-noite quando o Sr. Weasley chegou em casa. Molly nem esperou o marido falar nada jogou o problema em cima dele.
_Vamos leva para o St. Mundus.
_Mas Dumbledore, disse que ela não podia sair do limite da nossa casa?!
_O perigo acabou.
_Como assim Arthur?
_O Lord das Trevas foi destruído esta noite. O mundo bruxo esta em festa.
Arthur pegou Verônica da cama com o máximo de cuidado. Ele e a mulher desceram as escada, orientaram os filhos e se dirigiram para a porta. Assim que a abriram deram de cara com ninguém menos que Dumbledore.
_Onde vão com esta menina?
_Ela esta muito doente. E necessita de atendimento especializado.
_Ela não pode sair daqui e muito perigoso.
_Ele foi derrotado. — Disse o Arthur tentando passar pelo diretor.
_Não, ele não foi destruído, só esta muito fraco no momento. E ainda a muitos seguidores dele a solta.
_E o que vamos fazer. Deixar esta criança morrer. — Disse Molly, beirando o desespero.
_Não. — O diretor tirou um frasquinho com um liquido vermelhou.
_O senho descobriu o que aquele -que-não- deve- ser-nomeado fez com a Verônica.
_Não, ainda não, minha cara Molly. Mas esta poção vai garantir mais energia vital para ela. — O diretor esticou a mão e deu a poção para Molly. — Você pode dar a poção para ela e arrumar-la, tenho que levá-la para sua nova família.
_Dumbledore, gostaríamos de ficar com a menina. — Disse Arthur entregando a pequena para a esposa.
_Não e possível. Sei que as intenções de vocês são as melhores, mas o melhor para Verônica e ser criada longe do nosso mundo.
Todos os membros da família Weasley se despediram de Verônica, que agora dormia tranquilamente nos braço de Dumbledore. O diretor já estava no jardim quando se virou e falou com o casal Weasley.
_Não chorem tenho certeza que ainda vão ver ela de novo. E mais uma coisa por serviços prestados a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, os filhos de vocês a partir de agora tem bolsa integral.
Dito estou o bruxo aparatou para entregar Verônica para sua nova família.
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