A Magia Una
41 Invasão
Notas iniciais

Jellal: ABYSS BREAK! (Quebra de Abismo) — Ao ver que Jellal atacaria, Belial arremessa Meredy e Mira para cada lado do seu corpo, a força foi tão bruta que as garotas rolaram para bem longe de onde aconteceria a batalha. Depois de jogar as meninas, Belial faz movimentos rápidos com os braços, criando um círculo mágico de mesma proporção do Abyss Break, porém era de cor roxo.
Belial: ABYSS DEMONIC! (Abismo Demoníaco) — Uma rajada de energia de cor roxa sai do círculo mágico, assim como a rajada dourada de Jellal, ambas se chocando e causando uma onda de impacto que empurrava mais ainda Meredy e Mira. A rosada, apesar de fraca, estava consciente, vendo apenas o corpo de Mira rola do outro lado da disputa de magias. Na disputa, ambos estavam empatados no momento, mas quem sofria as consequências era o local, o chão começava a rachar e a terra a tremer por causa da liberação da enorme quantidade de poder mágico.
Jellal: Decidiu atacar também? Ficou com medo da morte? — provocando o ex amigo.
Belial: Medo da morte? — gargalhando. — Eu já vi a morte de perto, não tenho medo dela, muito pelo contrário, nós somos até parceiros. E como parceiro, levarei meu pior demônio para ela como um presente.
Jellal: O quê? — fala Jellal confuso. Belial começava a ganhar vantagem na disputa.
Belial: Morreremos juntos Jellal! Vou livrar esse mundo de uma pessoa que consegue ser pior que um demônio!
Jellal: Eu entendo que você esteja furioso comigo, mas a minha missão é a mesma que a sua, livrar esse mundo da maldade. Esse é o meu trabalho depois que me arrependi por tudo que fiz na Torre do Paraíso. Eu passei vários anos presos, refletindo sobre meus atos, eu estava sendo controlado naquela época, mas, mesmo assim, queria pagar pelos meus atos. Até que a própria pessoa que me controlava veio me tirar da prisão, dizendo que minha missão agora era acabar com toda maldade do mundo. Além disso, depois de ter enfrentado vários inimigos, pude ter um momento de sossego, me casei e agora terei um filho com a pessoa que mais fiz maldade nesse mundo. — Belial sorrir.
Belial: Erza?! Aquela garota que você nomeou de Scarlet? A mesma garota que você tentou sacrificar na Torre do Paraíso?!
Jellal: Isso mesmo! Se até ela foi capaz de me perdoar, por que você não? — Agora a magia de Jellal que avançava contra Belial. — Podemos sempre mudar Abdon, eu venerava as Trevas e agora a destruo. Você também pode mudar, sempre há tempo para tudo! — Belial fica pensativo por alguns segundos, ainda sim sem perder a concentração na disputa de magia contra Jellal. — Não deixe que sua fome por vingança tire a luz dentro de você. Eu me arrependo muito por ter te escolhido naquele dia, mesmo sendo controlado, eu tinha consciência dos meus atos e por isso queria pagar pelos meus crimes, mas agora acredito que morrer não é a solução. Podemos, juntos, purificar o mundo. — Belial rir ironicamente.
Belial: Agora te entendo... Todo esse tempo e eu cultivando o ódio que sentia por você. Não digo que te perdoei por aquilo, porém, morrer não é a melhor maneira de você pagar pelos pecados. Quero que continue a viver e a fazer o que está fazendo, livrando o mundo de pessoas como você naquela época.
Jellal: Essa é minha sina. Podemos fazer isso juntos. — Agora as magias estavam equilibradas.
Belial: Você não entendeu Jellal... Com essas magias que usamos um de nós morre ou todos nós morremos pela explosão que virá daqui a pouco. O que estamos fazendo é retardar nossas mortes, até suas amigas serão pegas pela explosão.
Jellal: Então como nós vamos...?
Belial: Sobreviver? Nós dois não vamos sobreviver, mas um de nós pode. Continue disparando magia Jellal.
Jellal: Espera! Você pretende...
Belial: AGORA! — Sem hesitar, Jellal começa a disparar mais magia, fortalecendo o Abyss Break. — Quero que nunca esqueça sua promessa. E não sinta culpa pela minha morte, você disse que iria me salvar das sombras e me salvou mesmo, então veja isso como uma purificação.
Jellal: Abdon, espera...! — As lágrimas caíam pelo rosto do azulado, mas Jellal ainda tinha que continuar a preencher o Abyss Break com magia. Como consequência da disputa de grandes magias, o solo estava praticamente todo rachado e as paredes do labirinto já caíam, formando apenas uma grande área deserta, um buraco dentro do labirinto. Meredy tentava ir até Mira, mas era inútil, pois a forte ventania não permitia.
Belial: Viva o que eu não vivi! — Abaixando os braços e anulando sua magia, fazendo com que o Abyss Break o atingisse com toda força acumulada.
Jellal: ABDON! — Grita em desespero. A rajada de luz dourada devasta uma grande parte do labirinto, mas logo depois é desviada para o céu, se chocando ferozmente contra o Campo de Força, quebrando-o como se fosse uma bolha de sabão estourando. A energia de Jellal sobe o mais alto possível, saindo da atmosfera e explodindo no espaço, fazendo vários feixes de luz serem vistos como se fossem meteoritos por várias partes do planeta. No labirinto, o que acontecia era uma chuva de cristais roxos, devido a destruição do Campo de Força.
Na mansão de Creta, Arthur que observava a luta, fica espantado com o poder do azulado. No jardim em frente a Mansão, onde o grupo de Erza lutava contra soldados menores, todos viram a quebra do Campo de Força, se perguntando quem teria o quebrado, porém, Erza sentiu a magia de Jellal, tendo a sensação que foi o seu marido quem fez aquilo, mas a Titânia também sentia uma sensação ruim, como se seu coração estivesse apertado, pois soube que Jellal havia usado magia das Trevas. De volta ao local do Panteão da Inveja, que estava praticamente todo destruído, Jellal se ajoelhou no chão chorando, dando socos no solo. Era uma batalha que não houve vencedores. O azulado sentia um enorme buraco no seu peito por ter matado Abdon. Logo depois, algumas pequenas esferas de luz branca surgiram no local como se fossem flocos de neve brilhantes. Uma dessas esferas cai em cima da palma da mão de Jellal, fazendo-o parar de socar o chão e olhar para aquela pequena esfera de luz branca. Nesse momento, Meredy também tenta tocar em uma dessas esferas de luz, mas sua mão passa direto, fazendo a rosada perceber o que elas são.
Meredy: São almas... — Rapidamente direciona o olhar para Mira desmaiada no chão, há alguns metros de distância, vendo três esferas caindo sobre o corpo da albina e desaparecendo. — Ela absorveu. Provavelmente recuperou seus Take Overs. — As pequenas esferas de luz começam a flutuarem em direção ao céu, eram como se fossem flocos de neves brilhantes que em vez de caírem, subiam aos céus e desapareciam gradativamente. A rosada agora olha para Jellal, que se encontrava ainda ajoelhado no chão e chorando, em uma postura de derrota. — Jellal... — sentindo pena do amigo. A noite já havia caído e cada floco de energia que subia ao céu parecia que se misturavam com as estrelas que se revelavam.
Nesse momento, Mirajane tem um sonho, após receber de volta seus Take Overs e mais uma alma extra. Nesse sonho a albina estava em um local todo branco, onde não havia absolutamente nada. Somente Mira, pelada, atrás da albina estavam mais três “Mirajanes”, cada uma com seus Take Overs: Satan Soul, Halphas e Sitri, porém, essas não tinham olhos, apenas buracos nos lugares, diferente da Mira pelada, elas não esboçavam reação, ficavam paradas e eretas como se fossem manequins. Som de passos foi escultado pela albina, deixando claro que uma pessoa se aproximava. O barulho dos passos foram aumentando gradativamente e Mira conseguia ver uma silhueta de longe, era uma mulher com praticamente a mesma altura que a albina. Após momentos de tensão, a mulher se revela ao se aproximar das quatro Mirajanes. A Mira pelada estava tensa com a pessoa que viu em sua frente. Era Sayla, demônio do Livro de Zeref e membro da guilda das trevas Tartarus, também estava pelada, revelando vários desenhos em seu corpo. A Mirajane pelada ficou em uma postura defensiva, afinal, não sabia porque Sayla estava ali, tinha a certeza que a morena havia sido derrotada há 1 ano.
Mirajane: Você que me trouxe para esse lugar? — olhando atentamente para Sayla. A mulher demônio estava com seu mesmo olhar indiferente, não esboçando emoções.
Sayla: Não seja idiota. Aqui é dentro de você. — falando de forma calma.
Mirajane: Dentro de mim? — olhando tudo a sua volta. — O que você faz aqui?
Sayla: Aquele Belial Eblis havia absorvido minha alma e convertido minha maldição para magia. Agora você é capaz de me absorver, quero que faça isso, aceite minha alma.
Mirajane: Por que eu faria isso? — pergunta uma Mira confusa.
Sayla: Porque não quero que minha alma fique com pessoas como ele. Prefiro que você tome conta dela. — Erguendo a mão direita para que Mira apertasse como cumprimento. A albina hesita.
Mirajane: É como se eu fizesse um pacto com você? — Sayla nega, ainda sem esboçar sentimentos.
Sayla: Agora sou só uma alma, não posso te fazer mal algum. Você aceita ou não meu poder?
Mirajane: O que você vai ganhar em troca? — ainda hesitante.
Sayla: Vou poder viver dentro de você. Uma vida que não pude ter enquanto viva. Só quero essa liberdade que vocês tanto falam. — Mirajane pensa por alguns minutos e por fim decide apertar a mão de Sayla. Ao fazer isso, um brilho forte toma todo local e Mira já se encontrava novamente no labirinto de Creta, com seus machucados causados pela batalha contra Samantha e Belial, voltava a está cansada e deitada ao chão. Abrindo os olhos lentamente e encontrando Meredy e Jellal, onde o azulado estava de joelhos no chão e chorando enquanto Meredy o confortava.
...
No Subsolo
O grupo de Levy e os Dragões Gêmeos haviam chegado finalmente em uma saída, mas antes de saírem dali, Sting pediu ao Lector para ir primeiro, somente para verificar se a “barra estava limpa”, mesmo reclamando por causa do possível perigo que passaria, Lector aceitou a proposta do amigo e foi na frente, apesar de Pantherlily se oferecer para ir junto, porém Lector negou ajuda alegando que era ele que deveria salvar Frosch, assim como a Sabertooth saber se cuidar sozinhos. A missão do Exceed era simples, precisava passar escondido pelos guardas, usando a seu favor o seu próprio tamanho e verificar se encontrava algum vestígio de Frosch, depois voltaria para avisar aos Dragon Slayers. Rogue sentia o cheiro do parceiro mais forte e tinha a certeza que o mesmo estava bem próximo. Assim Lector foi, saindo de um buraco que parecia um bueiro, a princípio não viu ninguém e continuou andando. Levy, Lily, Sting e Rogue ficaram ainda dentro do bueiro, esperando a oportunidade para agirem. Lector passou por um extenso corredor e subiu uma longa escadaria rapidamente, parando para recuperar o fôlego pelo esforço de subir escadas sem usar suas asas. De repente, o Exceed ouvi passos de pessoas se aproximando e entra em desespero sem saber o que fazer. Onde estava só havia outro corredor com vários quadros nos dois lados da parede. O barulho era de passos de várias pessoas, aproximadamente 20 pessoas, todas correndo com botas e ficava cada vez mais perto. Olhando para um dos quadros, Lector teve uma ideia e rezava para que desse certo, rapidamente, o Exceed voou para perto de um dos quadros, ficando em frente a um onde possuía uma pintura de uma sala rústica com uma menina de 3 anos de idade e com cabelos esverdeados, sentada em uma mesinha, brincado de chá com suas bonecas. A mesa era rosa e redonda e haviam três cadeiras, uma ela estava sentada e as outras eram das bonecas, uma loira e outra morena. Lector ficou em frente ao quadro para tentar se camuflar, mas estava claro que ele não se misturava com o cenário da foto. Os 20 soldados passaram correndo pelo corredor e desceram a escadaria, falando algo como “invasores estão no Jardim”, e nem mesmo perceberam o Exceed, afinal, tampouco prestavam atenção naqueles quadros. Após todos passaram, o Exceed pode sair da sua pose, que era com braços e asas abertas, suspirando em alívio logo em seguida.
Lector: Essa foi por pouco... Pelo visto esses caras são ainda mais idiotas que o Frosch. — Coçando o nariz em uma pose convencida, orgulhoso do seu plano ter dado certo. — Agora preciso ir atrás do Frosch! — Para adiantar o tempo perdido, Lector corre pelo corredor, seguindo o cheiro do amigo que ficava mais forte. Por fim, O Exceed entra em uma sala onde haviam várias celas, mas em um canto havia um daqueles guardas sentado em uma cadeira, porém, dormindo. O cheiro de Frosch estava mais forte dentro daquela sala e Lector tinha certeza que ele estava ali, entrando na sala com passos cuidadosos para não acordar o soldado. A sala possuía um corredor formado pelas celas que ficavam encostadas nas paredes, ao chegar no meio do corredor, Lector vê Frosch em uma das celas, porém essa mais parecia uma gaiola, era menor, o Exceed também dormia, com uma bolha de meleca enorme no nariz. — Frosch... Frosch... — chamando o Exceed verde em um tom baixo, mas nada do parceiro acordá-lo. Procurando por algo para jogar em Frosch, Lector acaba por ver o molho de chaves preso ao cinto do soldado que dormia. — Droga... — Não tendo escolha, O Exceed volta e recoloca suas asas, voando até a cintura do guarda e conseguindo pegar o molho com todo cuidado possível para não fazer muito barulho, voltando até a cela de Frosch e fazendo várias tentativas para usar a chave certa, por fim, na sétima tentativa a cela se abre. — Frosch... — Agora já estava dentro da cela, chamando o amigo que não acordava. — Vai ser nojenta, mas... — Lector fura a bolha de meleca co os dedos, fazendo a bolha estourar e acordar Frosch, mas antes que o parceiro do Rogue gritasse de susto, Lector tapa sua boca e faz sinal de silêncio com a outra mão. — Fique quieto, senão vão nos descobrir aqui. Vamos embora!
Frosch: Lector veio me salvar... — Os olhos de Frosch lacrimejam de emoção.
Lector: Ah não, não chore agora... Vem logo! — insistindo. Frosch o obedece, enxugando as possíveis lágrimas e o seguindo para fora da cela, mas assim que saíram ambos ouviram outras vozes os chamando. Era Lucy e Lisanna que estava na cela em frente.
Lucy: Ei! Nos ajude também por favor... — Cochichavam de forma que os Exceed escultassem.
Lector: São magos da Fairy Tail. Seus amigos estão aqui procurando por vocês.
Lisanna: Ouviu isso Lucy? Vieram nos salvar... — Lisanna se alegra, finalmente dando um sorriso. Sem perder tempo, Lector voa até a altura da fechadura da cela das garotas e tenta abri-la, conseguindo na terceira tentativa desta vez. — Conseguimos!
Frosch: Fro também acha!
Lucy: Esperem! Preciso encontrar minhas chaves...
Lector: São aquelas dali? — Apontando para o mesmo lado onde havia o soldado dormindo, o molho de Lucy estava preso na parede onde a cadeira do guarda estava encostada.
Lucy: Fiquem aqui, eu irei pegá-las. — Dando passos cuidadosos até o guarda. Todos no local estavam tensos com o momento, rezando para que o guarda não acordasse agora. A loira dá passos lentos até o guarda, ficando nas pontas dos dedos para conseguir alcançar suas chaves, pois a guarda estava entre a parede e Lucy. O problema é que as várias tentativas de se esticar até as chaves terminou fazendo com que os fios loiros fizessem cócegas no nariz do soldado, sem que Lucy percebesse. Por fim, a loira consegue alcançar suas chaves. — Consegui! — exclama abafando o tom de voz alto logo em seguida, mas já era tarde, o soldado terminou acordando, segurando Lucy pela cintura e a forçando a sentar no seu colo. A loira grita com o susto, deixando suas chaves caírem no chão, o soldado aproveita e tapa a boca da loira e com a outra mão usa para segura as mãos de Lucy para trás das costas.
Lisanna: Lucy! — grita preocupada. Os Exceed assustados também não pensavam em nada, enquanto a loira se debatia para se soltar.
Guarda: Então iriam tentar fugir, não é? Quero que vocês voltem para a cela, senão quebrarei o pescoço dela agora! — ordenando de forma autoritária. Sem oportunidades, Lisanna e os Exceeds recuam os passos, quase já voltando para a cela onde as garotas estavam, pois estava aberta ainda, mas antes que entrassem completamente na cela, Lucy consegue reagir a tempo, pisando forte no pé do guarda e fazendo-o gritar de dor ao mesmo tempo que afrouxar os braços da loira, que aproveita para desferir uma cotovelada no estômago do soldado, fazendo-o gemer colocando as mãos na barriga e soltando a boca da loira completamente. — Volte aqui sua vadia! — Lucy aproveita e corre, pegando suas chaves e puxando a primeira chave que conseguiu tirar do molho.
Lucy: Abro-te portão para o arqueiro, Sagittarius! — De dentro de um forte brilho dourado, o homem fantasiado de cavalo arqueiro surge. — Dê um jeito nele agora! — Apontado para o alvo.
Sagittarius: Pode deixar-moshi-moshi! — Antes que o guarda reagisse, Sagittarius dispara 4 flechas, cada uma prendendo os braços e pernas do rapaz e o deixando preso na parede. Ao ficar preso, o rapaz iniciou uma série de gritos pedindo por ajuda, também sendo acompanhando por ameaças por parte dele para com as meninas e os Exceeds, mas era ignorado. — Todos nós estávamos preocupados com a senhorita. Seu poder mágico sumiu e não conseguimos mais te encontrar em parte alguma, achamos que tivesse acontecido algo de ruim-moshi-moshi.
Lucy: Eu estava presa dentro de uma cela que ocultava meu poder mágico, mas agora está tudo bem. Pode avisar aos outros para mim? — Se referindo aos outros Espíritos Celestiais.
Sagittarius: Pode deixar. Boa sorte-moshi-moshi! — Batendo continência e desaparecendo em outro brilho dourado.
Lucy: Vamos sair daqui! — O grupo inicia uma corrida, saindo da sala e passando correndo pelo corredor.
Lector: Venham comigo, eu sei por onde devemos escapar! O Sting-kun e os outros estão esperando no subsolo. — Lector e Frosch já voavam, sendo seguidos por Lucy e Lisanna. O grupo desceu as escadarias de antes, mas ao chegarem na parte de baixo, vários guardas já esperavam por eles. — Droga! Devem ter escutado os gritos do outro.
Lisanna: Estamos cercados! — Agora haviam guardas até no topo da escada onde eles haviam acabado de passar. Eram pelo menos 50 formando um círculo, deixando o grupo no meio. Todos armados com lanças mágicas.
Lucy: Não vou voltar para aquela cela nem morta! Abro-te o portão para a empregada, Virgo! — Novamente o brilho surge, cegando os soldados, após o brilho cessar, as garotas e os Exceeds não se encontravam mais ali, apenas um buraco, deixando óbvio que eles escaparam por ele.
...
Em alguma parte do Labirinto de Creta, o grupo de Laxus havia parado de correr ao perceberem que o campo de força havia sido destruído, só restando uma chuva de cristais roxo que logo parou.
Freed: O Campo de Força quebrou... Depois de tantas tentativas inúteis... — Freed se perguntava que havia feito aquilo, com certeza era um grande mago, pois o mesmo havia tentado destruir o Campo de Força várias vezes e não tivera sucesso.
Bickslow: Temos que adiantar logo e ir para aquele Castelo, parece que é lá onde as garotas estão.
Laxus: Seja lá quem foi que quebrou o Campo de Força, só facilitou as coisas para nós. Vamos voar! — Fazendo seu corpo fica com uma aura amarelada de eletricidade.
...
Em outra parte do subsolo. Gray, Juvia e Cana ainda estavam perdidos, o grupo havia pego uma rota sem saída depois de andar por vários minutos, agora tiveram que voltar e pegar a outra rota, rezando para que tivessem sorte para encontrarem a saída. Enquanto isso, no jardim que fica em frente da Mansão de Creta, as lutas ainda ocorriam entre vários soldados contra o grupo composto por Erza, Natsu, Happy, Wendy, Charle e Warren.
Natsu: Merda! Quando estou tão perto esses idiotas ficam no meu caminho! Karyu No Koen! — Formando uma esfera de chamas e arremessando contra 20 soldados, derrubando todos de uma vez como se fossem pinos de boliche, mas o rosado parecia não ter ficado feliz com isso. — Droga, minha magia ainda não voltou completamente! — Olhando para a palma da mão direita onde saía fumaça por ter acabado de utilizar sua técnica.
Erza: Natsu! — A ruiva chama o rosado. A mesma estava com a Armadura da Imperatriz das Chamas, disparando uma rajada de chamas para que o rosado se alimentasse.
Natsu: Valeu, Erza! — Agradece já se alimentando e logo depois incinerando os punhos. Socando vários outros guardas em sua frente.
Wendy: Tenryu No Hoko! — Disparando seu rugido, fazendo vários guardas voarem para longe, se batendo em algumas árvores. Do grupo, os únicos que não lutavam era Happy, Charle e Warren. Esses apenas observavam.
Charle: O que é aquilo? — A Exceed percebe uma rajada de energia amarela indo em direção à Mansão, como um raio.
Warren: É um pássaro? — Espremendo os olhos para conseguir visualizar direito.
Happy: Não! É o Super Laxus! — Comemora o Exceed ao conseguir ver quem era. Laxus usou o raio do seu corpo para ir em alta velocidade direto para a Mansão, passando por cima do Labirinto completamente, aproveitando que ele não estava mais com o escudo. Bickslow usou seus bonecos para voar também, acompanhando Laxus voando do lado esquerdo, assim como Freed usou suas runas para criar uma asa mágica de cor lilás, voando ao lado direito do loiro.
Natsu: Ele vai chegar primeiro do que nós! Laxus seu trapaceiro! — gritando furioso como se estivesse perdido uma disputa contra o loiro.
...
Na mansão de Creta, no salão principal, o Rei Arthur Hausenback se encontrava sentado em seu trono, já sabia que receberia visitas em poucos segundos, pois havia visto isso no Cristal que ficava na ponta do seu cetro. Uma explosão acontece no teto da Mansão de Creta, surgindo Laxus, Freed e Bickslow entre os escombros e fumaças, ambos bem em frente a Arthur que não demonstra surpresa.
Arthur: Os lixos já chegaram... — provoca ainda com uma expressão sonsa.
Laxus: Lixo é o que você irá se tornar se tiver feito algo com a Lucy e a Lisanna! — O rapaz emerge da poeira com raios por todo corpo já disparando uma rajada de raio em Arthur, o rei salta rapidamente, fazendo o raio acertar seu trono, o destruindo completamente, mas antes que Laxus e os outros avançassem, muitos soldados chegaram até o salão com lanças mágicas já disparando.
Freed: Eu cuido deles! — Fala Freed ao mesmo tempo em que cria runas de proteção para se proteger dos tiros. — Bickslow, vá na frente salvar a Lisanna e Lucy. Eu e o Laxus cuidaremos dos guardas e desse cara!
Bickslow: Certo! — O mago sai correndo de dentro das runas de proteção, já acertando 5 soldados de uma vez com seus bonecos.
Freed: Yami no Ekurityuru: Itami! (Escritura das Trevas: Dor) — Puxando sua espada e fazendo um movimento, algumas palavras de cor roxa aparecem em frente ao mago, logo depois viram vários feixes de luzes lilás e acertam os soldados, fazendo-os cair. Bickslow olha para o lado e ver Arthur entrando por uma porta.
Bickslow: O rei vai fugir! — Dessa vez salta para se esquivar de um tiro, mas usa dois bonecos para acertar cada lado da cabeça do soldado que atirou.
Laxus: Eu cuido dele! Procure pelas outras! — Bickslow assente e já contrata atacava os soldados com seus bonecos, disparando raios verdes de cada peça, correndo logo em seguida e subindo as escadas que era o único lugar para onde se podia ir. Laxus cobre seu corpo com raios e passa como um vulto amarelo pelos guardas, fazendo vários caírem e serem eletrocutados.
Freed: Merda! Quantos deles ainda existem? — Freed se espanta pela grande quantidade de guardas que ainda apareciam, mas ele teria que dá conta de todos sozinho. Enquanto isso, pela porta onde Arthur passou, havia uma sala bem mais aberta. Laxus já entrou na sala arrombando a porta, encontrando Arthur do outro lado do salão.
Laxus: Pensei que você fugiria!
Arthur: Não... Só estava mudando o campo de batalha! Está na hora de recolher o lixo!
CONTINUA...
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