A Magia Una
13 Grávidas
Notas iniciais

Seven — Cervus, ano de X792
Cervus é uma pequena cidade que fica localizada ao norte do país Seven, esse país faz fronteira com o Nordeste de Fiore. Cervus é a capital de Seven e se localiza bem ao Norte do país. É uma cidade pequena com aproximadamente 500 habitantes, se parece bastante com uma aldeia. O centro da cidade vive pessoas que era possível perceber a situação precária, com casas caindo aos pedaços e vestimentas rasgadas e sujas. No Sul da cidade existia um grande campo onde eram colhidos variados tipo de verduras e legumes, a população comia o plantava, porém, grande parte dessa colheita era direcionada ao reino. Também próximo à cidade de Cervus, porém ao Norte, existia um grande Castelo em cima de um monte, do lado de fora as cores da parede desse castelo variavam entre roxo e rosa, algo muito diferente da situação dos outros habitantes daquele lugar, era claro a riqueza que o dono possuía. Uma imagem que retrava perfeitamente a desigualdade social desse lugar.
Em frente à porta principal desse Castelo, encontramos Kazuo Kenjiro, o mesmo homem responsável por matar Shilder, da guilda das Trevas Harpy Wings. Ele adentrou o castelo e dava passos calmos pelo salão principal, era um grande corredor onde possuía um extenso tapete de cor roxo e as paredes rosa, contendo vários quadros de variados estilos. Ao final desse corredor se encontrava um trono, onde se encontrava sentando com as pernas abertas e os braços descansados nos braços do trono, a pessoa estava bem à vontade. Aparentava ter no máximo 18 anos, era um jovem com olhos marcados com sombras, as pupilas roxas. Seu cabelo possuía um topete onde na ponta era roxo e depois a cor ia enfraquecendo e ficando rosa, atrás e ao lado do cabelo era um tom marrom, o que indicava que a pessoa pintou o em cima da cabeça até o topete, deixando o resto do cabelo em seu tom natural. Suas roupas eram um termo branco, com um colete roxo escuro e a calça roxa listrada e sapatos negros, usava um par de luvas negro e a borda da manga do seu terno era roxa com detalhes dourados. Kazuo se aproximou do jovem e fez uma reverência, mostrando respeito ao suposto rei.
Kazuo: Senhor Arthur... — Pronunciou o nome da pessoa. Arthur apenas sorri de canto -... Acabo de retomar de Fiore... Tenho boas notícias... — Falou com um largo sorriso, até então estava de cabeça baixa, mas logo levanta para encarar Arthur.
Arthur: Diga-me que encontrou um Dragon Slayer... — Falou calmo, era uma voz de um adolescente ainda, aparentemente ele sentou naquele trono há pouco tempo.
Kazuo: Isso mesmo Senhor! Mas o problema é que ele é jovem demais... — Tentando prender uma gargalhada que por algum motivo queria sair, conseguiu se recompor.
Arthur: Ele já pode ter filhos? — Perguntou com muito interesse.
Kazuo: Com certeza! — Falou convencido — Mas teremos que esperar muito tempo para conseguirmos isso...
Arthur: Eu não me importo... Eu sou paciente... — Direcionando o olhar para um guarda ao lado de Kazuo que até o momento não foi percebido por ele mesmo — Mandem arrumar minhas malas... — Ao ouvir a ordem, Kazuo se intromete e propões algo.
Kazuo: Senhor! Se me permite? Eu aconselho construirmos uma base em Fiore, podemos monitorar esses Dragon Slayers...
Arthur: "Esses"? — Pergunta. Kazuo não demora a responder.
Kazuo: Segundo Samantha, há outros Dragon Slayers em Fiore... — Samantha, a mesma mulher que apareceu quando Kazuo matou Shilder — Aliás, ela preferiu ficar para investigar mais e até fazer com que um deles traga logo o que queremos...
Arthur: Não seja tolo Kazuo... — Falou sorrindo — A Magia Una vem do amor, é impossível forçá-la a vim a este mundo! Tem que espontaneamente e nesse caso não podemos interferir...
Kazuo: Eu entendo, mas de qualquer forma, eu aconselho que o senhor mande criar alguns Panteões para quando obtiver a Magia Una, será algo que teremos que esperar pacientemente, então haverá tempo de construir uma base nossa em Fiore... — Arthur pareceu pensar por alguns segundos, depois se pronunciou a respeito.
Arthur: Mandarei construir oito mansões próximas da localidade onde existe mais Dragon Slayers, quero um retorno da Samantha para saber quais são esses locais... — Kazuo sorriu de canto, parece que conseguiu o que queria — Em menos de cinco meses ficará pronto!
Kazuo: Certo meu Senhor! Agora, se me permite, irei me retirar! — Falou fazendo uma nova reverência e dando as costas para o superior.
Já fora do Castelo, Kazuo ouviu uma voz bem conhecida por ele. A pessoa estava encostada na parede atrás de Kazuo, com os braços cruzados e um pé apoiando na parede. Seus cabelos eram roxos e espetados, possuía uma franja, mas uma parte dessa franja era espetada e se misturava com o restante do cabelo, sua aparência era de um jovem de 17 a 18 anos. Com uma camisa de couro preta e sem mangas, um pouco justa, deixando seus músculos visíveis, possuía golas levantas que iam até o meio do rosto, ao redor do pescoço possuía um lenço vermelho, calça de couro preta, mas não era apertada, e uma bota preta com poucos detalhes pratas, usava luvas de couro até os cotovelos que deixava metade dos dedos à mostra. Era uma roupa bem parecida com de um ninja. Sua estatura era média e tom de pele levemente bronzeado. A pessoa se pronuncia com voz séria, chamando atenção de Kazuo.
?????: Ele irá construir oito mansões? Que exagero...
Kazuo: Ah! É você... — O jovem descruza o braço e se desencosta da parede, depois abri os olhos, mostrando um olhar marcante, para algumas pessoas era um olhar amigável. Para outras, era um olhar da morte, pois era perceptível o ódio contido nesse olhar. Suas pupilas era um verde vivo, o que deixava mais assustador — Há quanto tempo... Porque não vem dá um abraço no seu pai? — Falou estendendo os braços com um sorriso brincalhão. O jovem estala a língua e olha com desprezo para Kazuo.
?????: Não vem com essa, você nunca será meu pai... — Kazuo ri — Só acho que o Arthur deveria usar esse dinheiro para ajudar as pessoas dessa cidade que morre de fome... — Direcionando seus orbes verde-limão para a cidade logo abaixo.
Kazuo: Quando conseguirmos a Magia Una todos serão salvos... — Direcionando um olhar de pena para o mesmo local.
?????: Espero que não demore muito... — Lamenta — Tenho que voltar a treinar agora, só vim te ver... — Deu de ombros e começou a andar.
Kazuo: Então você sentiu mesmo saudades de mim?... — Perguntou para o jovem, esse não responde e continua a adentrar outra torre do Castelo — Até mais... "Outro"... — Fala provocando, porém o jovem já havia desaparecido dentro da torre para um árduo treinamento.
...
Fiore — Magnólia
1 Mês depois do Hanami
Algumas coisas voltaram ao normal depois do Festival da Colheita. O namoro de Natsu e Lucy ia indo cada vez mais firme, o rosado sempre fazia de tudo para agradá-la ou fazê-la ri. Algumas noites dormiam juntos, depois de vários amassos, mas sempre eram interrompidos por Happy. Quando não permitia que Natsu dormisse em sua casa, Lucy acordava no dia seguinte assustada quando encontrava o rosado dormindo ao seu lado pelado, deixando a garota muito corada. Natsu tentou conversar com Lisanna várias vezes, mas a albina o evitava, sempre dava respostas curtas e não olhava para o rosado, de certa forma isso o deixou triste, pois não queria perder uma amiga, porém o rosado prometeu que não iria desistir da albina. Lisanna também não falava com Lucy, apenas o básico como cumprimentos de "bom dia" ou "boa tarde". Uma semana depois do Hanami, Erza foi flagrada pela guilda inteira dando amassos com Jellal no depósito da guilda, com isso a Titânia teve que assumir o romance dos dois, deixando todos contentes e festejando por dois dias seguidos. Levy ainda não teve sua oportunidade de se declarar para Gajeel, sempre alguém interrompia a azulada ou Jet e Droy não desgrudavam dela. Juvia e Gray ficaram mais próximo no quesito amizade, Gray agora confia na azulada quando quer se desabafar com algo. E agora, todos prestando atenção em algo importante que Erza iria falar. A ruiva se encontrava no palco principal, ao seu lado estava Jellal e do outro lado o mestre Makarov.
Makarov: Silêncio! — Makarov berra, sua voz é ecoada por toda guilda e logo supri o barulho que os membros faziam. Após todos se calarem, Makarov forja uma tosse e fala o propósito daquilo — A Erza quer fazer um comunicado importante para vocês... Por favor, Erza... — Makarov dá espaço e a Titânia um passo a frente.
Erza: Bom... Como eu posso começar falando isso? — Erza estava claramente nervosa, os membros da guilda presente estranharam esse comportamento dela — É que... E-Eu... Como e-estou... g-grá-grá-grá-grá... — Erza travou como se fosse um robô velho, os membros da guilda não tinham o dia inteiro e já estavam começando a ficar impacientes.
Natsu: "G-grá-grá-grá" o quê, Ô doida? — Natsu perguntou impaciente.
Lucy: Deve ser algo bem tenso, para a Erza ficar desse jeito... — Lucy olhava a amiga com pena. Antes que pudesse completar a frase, Jellal a interrompe.
Jellal: Ela quer dizer que está grá... — Mas antes que pudesse completar... Erza tapa a boca do azulado com as mãos.
Erza: Eu consigo falar... — Tomando coragem e enchendo o peito a ruiva grita — EU ESTOU GRÁVIDA! — Gritou com os olhos fechados por causa da força que fez para sua voz sair alta, mas não precisava tudo isso para que os membros escutassem. Após alguns segundos de silêncio por parte da guilda, Erza abre os olhos lentamente e assustada com o que tem por vim. Erza tinha medo que os membros a tratassem como uma mulher frágil. Todos estavam estáticos olhando para Erza — B-bom... Era isso... — Após falar decepcionada, ficou surpresa quando todos gritaram e aplaudiram o casal que estava no palco.
Makarov: E por isso hoje teremos mais festa! — Makarov comemora já com sua cerveja em mãos. Todos comemoram juntos e em pouco tempo a festa já estava formada. Depois de um tempo comemorando e dançando, Lucy e Levy se sentaram em uma mesa um pouco afastada. As duas conversavam sobre várias coisas, até que a Levy tocou em um assunto delicado, pelo menos para Lucy.
Levy: E Então Lu-chan... Quando você dará uma criança para o Natsu? — Logo em seguida deu uma golada em seu suco. Ao contrário de Lucy, que cuspiu o dela com a pergunta repentina.
Lucy: C-como assim Levy-chan? — Gaguejando completamente corada.
Levy: Transando ué? Ou você conhece outra maneira de se fazer filhos? — Perguntou como se fosse óbvio.
Lucy: N-Não é isso Levy-chan... É que... — Abaixando a cabeça e tentava olhar para outro lugar, menos Levy. Gestos típicos de uma Lucy envergonhada e nervosa.
Levy: Já sei! Você e o Natsu ainda não transaram... — Disse decepcionada.
Lucy: Não é bem assim... — Tentava se explicar, mas foi interrompida pela azulada.
Levy: Não foi uma pergunta Lu-chan, estou afirmando isso... — Falou entre gargalhadas — Mas e aí... Quando pretende transar com ele? — Se recompondo. Lucy franziu o cenho com um olhar indignado.
Lucy: Levy-chan! — Fala em desaprovação.
Levy: Tá, tá... Parei... — Voltando a beber da sua bebida. Logo os olhos castanhos da azulada percorre uma pessoa curiosa na guilda. Lisanna que se encontrava sentada próxima ao balcão — Mas e a Lisanna? — Cochicha para Lucy. A loira suspira e responde a pergunta da amiga.
Lucy: Bom... Ela não está falando nem comigo e nem com o Natsu... Mas eu também não tiro ela da razão...
Levy: Como não? Você não teve culpa de nada e o Natsu já pediu desculpas... Se bem que ele estava bêbado e de certa também nem teve culpa... É um assunto complicado — Relaxando o corpo sobre a mesa.
Lucy: Pois é... Mas mudando de assunto, como está indo sua relação com o Gajeel? Ele continua invadindo seu quarto? — Perguntou maliciosa. Agora era a vez de Lucy se vingar.
Levy: Q-QUE RELAÇÃO?! — Levy levanta da cadeira espantada e gritando, chamando atenção de alguns membros próximos a elas, mas logo tapa a boca ao perceber que falou alto de mais — Tá maluca Lu-chan? — Cochicha com Lucy — Se a Erza descobre que o Gajeel já invadiu meu quarto ela me mata e mata ele!
Lucy: Certo... Eu só estava brincando, não precisava ficar assim... — Gargalhando — Mesmo assim... Eu acho que ele sente algo por você... — Olhou para Gajeel, esse brigava com Natsu por que queria cantar suas músicas, mas terminou que o rosado o atrapalhou.
Levy: É... Nós e nossos Dragon Slayers... — Falou para si mesmo, porém Lucy escutou e sorriu, preferiu guardar isso para zoar a amiga mais tarde.
Gajeel: Cala boca Salamander! Porque não vai pegar algo para a Burnny Girl beber? — Isso era parte da discursão dos dois que se encaravam como se fossem cães raivosos — É isso que namorados fazem...
Natsu: Eu vou mesmo cabeça-de-lata! Pelo menos eu tenho uma... — Finalmente se separam. Natsu vai até o balcão e lá ele encontra Lisanna debruçada no balcão, com cara de entediada — Yo Lisanna! — Cumprimentou e logo se sentou ao lado da garota, essa por sua vez revirou os olhos e estalou a língua — Por favor, volte a falar comigo... — Implorou. Mas Lisanna se levantou e saiu de perto de Natsu. O rosado bufa irritado, o que ela queria? Que ele se separasse da Lucy para ficar com ela? Mas ele não sentia nada por ela...
Mirajane: Não ligue para ela Natsu... Um dia ela irá se arrepender e voltará a falar com você... — Mira tira Natsu dos devaneios. A albina estava colocando alguns copos de bebidas em cima da bandeja — O que vai querer?
Natsu: Ah sim... Me dê algo para eu e a Lucy beber, por favor Mira... — Mira sorriu com Natsu. Aos poucos ele ia amadurecendo em ser um bom namorado e isso era engraçado aos olhos de Mira, pois nunca imaginava em ver Natsu Dragneel namorando.
Lisanna estava andando para fora da guilda, mas de repente sentiu suas pernas bambearem e seu corpo pesar. Sua cabeça começou a girar, a albina colocou a mão na cabeça para tentar se recompor, porém foi falho, já havia dois dias que sentia essas tonturas, mas preferiu não preocupar Mira e não contou a sua irmã sobre isso, mas agora estava uma tontura muito forte e o chão parecia um imã que puxava Lisanna e foi isso que aconteceu, nenhum membro da guilda percebeu que a albina passava mal ali, até que seu corpo cedeu e ela caiu, chamando atenção dos membros do local, mas Lisanna não chegou a cair no chão, pois um dos membros da Raijinshuu conseguiu segurá-la a tempo e a colocou em seu colo. Lisanna abre os olhos lentamente, a claridade do local a incomodava, mas aos poucos a imagem de um homem foi ficando nítida.
Lisanna: B-Bickslow...? — Foi a última coisa que pronunciou antes de fechar os olhos e escutar Mirajane correndo e gritando seu nome desesperadamente.
Mirajane: LISANNA! — Então tudo ficou escuro para Lisanna.
...
Aos poucos, Lisanna ia abrindo os olhos lentamente, sua tontura havia melhorado, mas ainda sentia o corpo mole. Piscava os olhos várias vezes para poder se acostumar com a luz do ambiente. Após de estabelecer completamente a visão, direcionou as pupilas azuis para lado, percebendo ali uma figura um tanto estranha. Era Bickslow que estava sentado em uma cadeira ao lado da cama de Lisanna. Após perceber que a garota acordou, Bickslow se levanta e a cumprimenta com um sorriso largo e a língua de fora.
Bickslow: Fala aí Branquinha! Está melhor? — Demonstrou preocupação. O mago estava com sua veste costumeira. Lisanna olhou confusa para o rapaz, a confusão era nítida nos olhos da albina — Eu que te tive que te carregar para cá...
Lisanna: O-Onde eu estou? — Perguntou massageando a testa — Aqui não é a casa da Mira...
Bickslow: Ah Sim! Estamos na casa da velha Porlyusica... Você estava muito mal...
Lisanna: Onde está a Mira? E o Natsu? — Perguntou pelas pessoas mais importantes para ela.
Bickslow: A Mira estava aqui, mas a velha Porlyusica disse queria falar com ela e elas estão lá fora, enquanto ao Natsu, o Salamander não veio... — Após escutar que Natsu não havia ido visitá-la, Lisanna entristece, desenhando um riso triste em seus lábios. Fora do quarto onde se encontrava Bickslow e Lisanna, Porlyusica e Mirajane se encontravam na sala. Pela cara da velha a notícia não era nada boa. Mira começa perguntando primeiro.
Mirajane: Então, o que a Senhora tem para me falar? — Perguntou já coçando o braço de nervosismo — O que a Lisanna tem?
Porlyusica: As notícias não são nada boas... — Arfando — A sua irmã está grávida! — Falou ríspida — Como você deixa uma criança da idade dela engravidar? — Não poupou Mira de broncas. Mira se assustou com a notícia e se apoiou na parede, receber uma notícia dessa forma com certeza a faria desmaiar se não tivesse se apoiado.
Mirajane: M-Mas... — Tentou falar algo, mas não conseguiu formar palavras, nada saiu de sua garganta, Mira nem conseguia pensar para pronunciar alguma palavra. Após fechar os olhos com força e respirar fundo, conseguiu pensar em algo para falar — Eu não imaginava que essa história pudesse ir tão longe...
Porlyusica: Está pensando em matar o bebê? — Perguntou indiferente.
Mirajane: Não! Jamais... Não teria coragem de fazer isso... — Mira estava nervosa, mexia os braços toda hora, não conseguia deixá-los cruzados, ou atrás das costas, ou enrolando alguma mecha de cabelo.
Porlyusica: A pior notícia não é essa...
Mirajane: O quê?
Porlyusica: O corpo de sua irmã está aquecendo muito rápido, eu conseguir identificar que essa temperatura vem da criança, mas o estranho é que nem feto foi formado ainda e já transmite essa temperatura...
Mirajane: Como assim? — Engolindo seco, temia pelo pior.
Porlyusica: Essa criança está superaquecendo o corpo de sua irmã com magia de fogo, se ela não abortar essa criança, a garota pode morrer!
CONTINUA...
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