A Magia Una
24 Frustração
Notas iniciais

Finalmente, depois de uma semana inteira com muitas confusões e dormindo com Gray, agora Natsu estava feliz por ter sua loira de volta. Depois que ouviram Erza contando como foi a lua de mel, Lucy ficou ainda mais sonhadora com o seu casamento, falando nisso... Será que a ideia de Natsu ainda está de pé? Desde que Lucy perdeu o filho, o rosado tenta evitá-la, porém isto era recíproco, pois a loira também evitava Natsu e isso estava matando a por dentro, pois queria que tudo voltasse como era antes. Antes que os membros começassem a irem embora devido ao horário que ficava cada vez mais tarde, Makarov chamou todos os membros até um local de Magnolia, próximo a Catedral Cardia, todos os membros se encaravam com olhares suspeitos como se já soubesse o que iria acontecer. Por fim, o mestre pediu para que Mira vendasse os novos noivos e assim foi feito. Erza e Jellal não sabia o que iria acontecer, mas sabiam que era uma surpresa feita pelos membros da guilda. Chegou o momento em que todos os membros da Fairy Tail fizeram uma fila um ao lado do outro, em frente à Erza e Jellal. Ao comando, a ruiva e o azulado puderam tirar as vendas e ficaram surpresos quando os membros gritaram "surpresa" e deram espaço para que os dois vissem o que tinham atrás deles. Era uma casa com as paredes vermelhas e portas e janelas cor marrom claro, nas janelas superiores, havia alguns vasos com plantas. Por fora, dava para perceber que a casa tinha dois andares. Os noivos arregalaram os olhos e logo perceberam o que havia acontecido. Erza não contém as lágrimas.
Makarov: Sejam bem-vindos ao seu novo lar! — O velhote pula de alegria, assim como o sorriso no rosto dos membros da Fairy Tail que denunciavam que todos estavam felizes.
Jellal: M-Mas... Mestre... Isso não... Não podemos aceitar... Vocês compraram uma casa para nós?! — Perguntou para tentar crer no que havia presenciado.
Makarov: É o mínimo que podemos fazer por vocês... Erza... Espero que nesse lar você seja muito feliz...
Erza: M-Mestre... Eu não tenho palavras... — Soluçava.
Makarov: Por favor, peço que aceitem, sei que vocês dois são orgulhosos, mas vocês não devem fazer desfeita de um presente dado pelo seus Nakamas...
Erza: Jellal!? — Perguntou. Erza estava colocando Jellal naquele momento como o "Homem da Casa", pois a última palavra seria dele. — Você dará a palavra final se vamos ou não aceitar... — O mago pensou por longos momentos. Jellal tinha seu orgulho, além disso, ainda se sentia como se não merecesse toda essa felicidade que estava acontecendo em sua vida. Mas prometeu a Erza que iria viver, então assim faria.
Jellal: Aceitaremos porque não encontramos uma casa a tempo e Erza está grávida, precisa de mim perto dela... — Abraçou a ruiva por trás e acariciou a barriga dela. — "Cada vez que fico mais nessa guilda, vejo o quanto eles são unidos... Será mesmo que eles guardam algo que pode acabar com a humanidade, como o Mestre Ivan falou?" — Pensou em sua missão. Sempre tinha algo para preocupá-lo, mas naquele momento não queria pensar em sua última missão da Crime Sorcière.
Mirajane: Eu encontrei essa casa quando vi você comentar que precisava de algo assim para morar. Foi uma vez que te acompanhem para testar o vestido de noiva...
Erza: Mira... Muito obrigada! — Abraçou a albina e os membros da guilda comemoravam. Eram rivais anteriormente e agora uma ajudava a outra.
Makarov: Estão esperando o quê seus bundas moles? Vamos entrar! — Já ia abrindo a casa e os membros presentes já iam entrando nos vários cômodos. Havia uma sala, uma cozinha, dois banheiros e dois quartos. Um desses quartos era menor e havia uma cama de solteiro, provavelmente era o quarto do filho deles. Erza não se continha de felicidade, assim como Jellal. Ambos estavam muito felizes.
Rapidamente uma festa já iniciou no local, mas não teve como durar muito tempo por causa dos vizinhos, que já reclamavam do barulho. A festa teve que ser movida para a guilda. Mas alguns membros preferiram deixar essa passar, como Natsu e Lucy. Os dois desejaram felicidade para Jellal e Erza e se despediram. Happy também iria com eles, se não fosse intervenção da Charle.
Charle: Eu acho melhor você ficar um pouco mais... — Falou enquanto puxava pela mochila do Exceed. O mesmo olha para a gatinha confuso — Eles terão uma conversa séria... Eu previ isso...
Happy: Mas eu vou dormir aonde?
Wendy: Que tal com a gente, o que me diz Charle? – Wendy, que estava próxima dos dois, logo sugere uma coisa não tão agradável para Charle.
Charle: O QUE? Homens não podem entrar na Fairy Hills! — Disse empinando o nariz.
Happy: Eu sou um gato! — Com a resposta na ponta da língua, Happy termina por convencer a Princesa de Extalia. Mesmo não gostando muito da ideia, mas não teve outra opção melhor para evitar que o Exceed azul atrapalhasse a conversa de Natsu e Lucy. Só em pensar que dormiria no mesmo quarto com Charle, o Exceed dava piruetas no ar. Foi até Natsu e avisou que não iria com ele, pois Charle convidou para dormir com ela.
Natsu e Lucy se despedem dos outros membros da guilda e vão embora sozinhos. Durante o caminho, não se falavam, era como se fossem dois estranhos caminhando um ao lado do outro. Eram poucos quilômetros de onde estavam até o apartamento da loira, mas parecia que eles estavam andando até a eternidade, era como se o apartamento de Lucy nunca chegasse. Durante o caminho, Lucy pensava de como tocaria no assunto com Natsu, estava confusa e não queria magoa-lo para fazê-lo lembrar que ela perdeu um filho. Por fim, chegaram ao prédio em que Lucy morava, a loira o abriu o portão e deixou que Natsu passasse, subindo os degraus até ir para o apartamento dela em si. Entrou no pequeno cômodo e Natsu já foi direto para poltrona.
Lucy: Vou tomar um banho... — Só avisou como forma de quebrar o silêncio. Natsu também já estava ficando irritado com tudo isso. Ele sentia que a loira estava o evitando.
Natsu: Até quando vai ficar fugindo de mim? — Disse calmo. A loira cessou os passos até o banheiro.
Lucy: E-Eu não estou...
Natsu: Te conheço mais do que você mesmo se conhece... — Lucy se virou para Natsu e esperou que ele completasse. Colocou um braço para trás e com o outro segurou seu próprio antebraço, também por trás das costas, ficando em uma pose fofa, mas que apontava que a loira estava nervosa. — Vamos acabar logo com isso... Não aguento mais fingir que está tudo bem, porque não está!
Lucy: Você diz isso, mas é você que finge que está tudo bem... — O rosado olhou confuso para Lucy. — Eu sei que você está muito triste e talvez até com remorso...
Natsu: Não! — Disse rápido, antes que a loira completasse. Natsu se levantou do sofá e parou em frente à loira. — Se está achando que estou com raiva ou algo do tipo de você, está muito enganada... Eu só... — Desviando o olhar triste. Aquele olhar triste demonstrava o quanto o rosado estava abalado com tudo isso, Natsu tenham olhos escuros, porém expressivos. Ao mesmo tempo em que esconde uma grande tristeza, ele nublava com nuvens de falsa alegria, era essa sua maior defesa e também fraqueza. Só quem o conhece realmente, saberia o momento em que ele está triste ou alegre. Lucy sabia disso, desde que ela perdeu o bebê que Natsu não ria como antes, ela sentia saudades do sorriso largo do rosado.
Lucy: Por que você é assim? — O rosado volta a olhar confuso para Lucy. — Por que esconde seus sentimentos para mim? Eu também te conheço mais do que você mesmo se conhece e estou contado agora que hoje fazem 13 dias que você não sorrir verdadeiramente... É tudo muito forçado... — Ela tinha razão e quem cala, consente. Natsu não tinha argumentos para disputar contra os de Lucy. — Me fala Natsu, você não confia em mim? — Foi pego de surpresa pela pergunta da loira.
Natsu: Não é isso, é só que... — Ficando novamente em silêncio.
Lucy: Então fala comigo qual é o problema? Por que está me negando? Por que está me evitando? Desabafa comigo... — Lucy implora, já com sua voz embargada. Estava frustrada, pois achava que Natsu a amava o suficiente para confiar nela, assim como ela confia nele cegamente.
Natsu: "Por que ficar guardando esses sentimentos ruins se pode desabafá-los com a Lucy?" – As palavras de Gray vieram em sua cabeça. Não queria admitir, mas o moreno tinha razão. Natsu suspira pesadamente. — Estou com medo... — Confessou por um fio de voz. Lucy espera concluir — Estou com medo de te engravidar novamente e dessa vez você não ter sorte e ter uma gravidez de risco... — Lucy vai até seu amado e o abriga em seus braços em um abraço forte. Natsu esconde o rosto na nuca da loira e finalmente mostra para ela seu momento de fraqueza, quando suas lágrimas caem sobre os ombros de Lucy. — E-Eu não queria... Ter essa dificuldade para termos filhos... Eu queria ser normal...
Lucy: Está tudo bem... Te prometo que você não irá me fazer mal... — Lucy não aguentou em vê-lo dessa forma, começa a chorar também.
Natsu: Sempre irei me sentir culpado se Lisanna morrer... E se acontecer a mesma coisa com você... Eu nunca me perdoaria... — Eram quentes e constantes as lágrimas de Natsu. Lucy sorrir, pois sabia que havia conquistado a confiança de Natsu.
Lucy: Amor... Eu te prometo que não sofrerei riscos... — Afasta Natsu para encarar suas orbes escuras. — Nosso amor irá me proteger...
Natsu: E-Eu... Só não queria tocar nesse assunto antes, porque achava que você iria sofrer mais ainda... — Falou um pouco mais calmo. Enxugando as lágrimas com o cachecol.
Lucy: Está se sentindo mais aliviado agora? — O rosado assente e sorrir fraco — Vou tomar banho agora, tudo bem?
Natsu: Certo... — Natsu volta a se sentar na poltrona e suspira de alívio. Se sentia como se tirassem um peso nas costas. Nunca pensou que chorar abraçado com alguém fosse tão bom às vezes. Lucy termina seu banho e Natsu vai tomar o seu logo em seguida. Em poucos minutos o casal já se encontravam na cama da loira, porém sem sono algum. Haviam voltado mais cedo do que de costume da guilda. — Está sem sono? — Pergunta ao perceber a loira se ajeitando atrás de si.
Lucy: Sim... Mas é porque não paro de pensar em outra coisa... — Um fica de frente para o outro. Coberto pelo edredom rosa.
Natsu: O que? — Seus rostos estavam a poucos centímetros de distância.
Lucy: Queria tentar mais uma vez... — Fala corada. Deixando a loira com um ar fofo. — Por favor... Sem medos dessa vez... — Os dois ficam se encarando por longos segundos. Como queriam que aquele momento continuasse para sempre. — Me beija... — O pedido da loira não demorou a ser atendido. Natsu devora seus lábios com tamanha insanidade. Estar ali com ela o deixava muito excitado, ainda mais quando os dois passaram dias sem fazer sexo. O corpo de um deseja o do outro.
A loira estava apenas com uma camisola de seda e transparente, no qual fazia um ótimo caimento no corpo de Lucy. Natsu estava apenas de cueca box, era seu costume dormir apenas de cueca. Seu cachecol estava jogado na cadeira ao lado da cama. Natsu fica por cima, agora já atacava o pescoço da loira, fazendo com que a maga gemesse mais alto. Lucy agarra a cabeça de Natsu com suas mãos, impedindo que ele saísse dali. Às vezes voltavam a se beijar e às vezes Natsu destruía beijos e chupões por todo pescoço da loira, com certeza ficaria marcado no dia seguinte. Natsu vai descendo cada vez mais, abocanhando os seis de Lucy ainda por cima da camisola. Era uma seda fina que era como se não tivesse usando nada, mas para Natsu aquilo atrapalhava muito. Rapidamente, com ajuda do Dragon Slayer, Lucy tira sua camisola e joga para qualquer canto do quarto, dessa vez os seios fartos da Maga Celestial eram completamente de Natsu. Volta a chupar os mamilos da loira, alterando entre um seio e outro. Lucy já não conseguia conter seus gemidos, tentava o máximo possível abafá-los quando gemia entre dentes, mas era inútil quando Natsu tocava com suas mãos calejadas e quentes em seus seios, apesar de usar essas mesmas mãos para lutar, Lucy ficava ainda impressionada de como ele conseguia tocar nela de modo sensível. Novamente o rosado desce cada vez mais distribuindo beijos e lambidas pelo corpo da loira, agora queria experimentar o quanto ela estava molhada, Natsu direciona um olhar sacada para a loira quando sua cabeça fica em frente a sua pélvis.
Natsu: Vira... — Ela entendeu o que ele quis dizer. Lentamente, Lucy vira o corpo de um modo sensual e provocativo. Ficando na posição de 4 na frente de Natsu. Ao ver o quanto Lucy estava excitada, Natsu não pensa muito e introduz a língua em sua intimidade, a loira é pega de surpresa e um gemido alto lhe escapa. Natsu chupava com insanidade, como se não experimentasse aquele gosto há séculos. — Você é tão saborosa... — Dizia ofegante.
O rosado alternava entre chupadas e introduzia a língua. Às vezes esfregava a língua no clitóris da loira e subia passando pelo ânus. Alterando entre um e outro. Lucy revira os olhos de prazer e seu corpo fica tenso, anunciando que já iria chegar ao clímax. Mas Natsu percebe e não queria que ela gozasse naquela hora. Natsu para com as chupadas e lambidas, Lucy geme em protesto e olha maliciosa para o rosado. A loira vai até Natsu e sussurra em seu ouvido.
Lucy: Coloque na minha boca... — Durante o período em que começaram a transar, os dois já haviam aprendido várias posições diferentes, pois treinavam quase todos os dias, quando Happy não atrapalhava. Natsu tira sua cueca e se deita na cama e Lucy sobe nele, colocando sua intimidade na boca do rosado enquanto se deliciava com o membro do seu namorado.
Os dois iniciam a posição 69, na qual um provava o gosto do outro. Lucy rodeava a cabeça do membro de Natsu com a língua, fazendo o rosado dá gemidos abafados pela intimidade da loira. A Maga Celestial sugava, conseguindo engolir quase tudo, alternava também entre chupar os testículos do rosado. Lucy fazia questão de demonstrar o quão ficou experimente treinando com bananas as escondida... Conselho da Levy. Chupava, lambia e masturbava o membro de Natsu, deixado o mago completamente doido, mas ele também estava fazendo sua missão de maneira bem feita. Sugava com delicadeza o clitóris de Lucy ao mesmo tempo em que introduzia um dedo dentro da loira, fazendo a mesma arquear as costas e sugar Natsu com cada vez mais ferocidade. Com certeza aquela posição foi uma das melhores que experimentaram.
Natsu: Luce... Senta em mim... — Implorou para sentir Lucy. A loira também queria senti-lo logo e não hesitou. Aproveitou que Natsu já estava deitado e apenas se virou para ficar de frente com o rosado. Sentando com lentamente sobre o membro do Dragon Slayer que fixa seus olhos na entrada de Lucy e se deliciando com cada centímetro do seu membro entrando na loira. Natsu geme de tesão e Lucy inicia as cavalgadas, apoiando as mãos no abdômen tanquinho do namorado, enquanto o mago segurava a fina cintura de Lucy com força, ajudando a loira nas estocadas. — Hmm... Isso... Ah! — Natsu não era de gemer muito e às vezes era muito baixo, mas a saudade de ter Lucy em seus braços acumulou em forma de prazer e todo esse prazer era descrito a cada gemida que o rosado dava em sincroniza com a cada estocada.
Lucy: Ahh! Natsu... Ahhh! — Toda vez que a loira chamava pelo seu nome, o rosado fazia questão de ir mais fundo e Lucy sabia disso, a maga fazia questão de chamar pelo nome dele, sabia que ele ficava cada vez mais excitado. Natsu pensa em outra posição, um pouco arriscava, mas ousou em fazer. Levantou-se, ficando sentando na cama enquanto a loira ainda cavalgava. Segurou Lucy pelas costas.
Natsu: Segure no meu ombro... — Pediu ofegante e assim a loira fez. Rapidamente Natsu se levantada da cama de vez, ficando de pé e carregando Lucy, a loira dá um grito pelo susto e os dois sorrirem com isso. Natsu recomeça a estocar, pois não desconectou de Lucy nem mesmo para se levantar da cama. As mãos do rosado descem e seguram por baixo de cada coxa de Lucy, enquanto a loira entrelaçou as pernas na cintura de Natsu.
Agora eles podiam degustar os corpos e os lábios de cada um. Lucy ficando um pouco mais alta, fazia questão de tomar os lábios de Natsu, ao mesmo tempo em que o rosado tentava se concentrar no beijo e nas estocavas, mas estava perdendo a sincronia, então se concentrou apenas nas estocadas e Lucy em seus lábios e sussurros em seu ouvido com palavras provocantes. O barulho dos corpos suados estalando ecoava pelo apartamento, em conjunto com os gemidos altos de Natsu e principalmente de Lucy. Com certeza havia acordado os vizinhos naquela noite. Natsu cansa e coloca Lucy no chão, mas a loira ainda tinha fogo de sobra e se tem fogo, Natsu pode comer. A Maga Celestial caminha até a parede mais próxima e apoia as mãos, empinando completamente a bunda para Natsu. O Dragon Slayer segura pela cintura da loira e estoca com força, dessa vez ele estocava dando intervalos maiores enquanto se deliciava com a intimidade quente da loira. Aos poucos foi aumentando a velocidade das estocadas e encurtando os intervalos de tempo que ficava dentro dela. Em alguns momentos levantava uma das pernas de Lucy, fazendo a loira se apoiando em uma perna só, mas Natsu também fazia o mesmo, levantava uma de suas pernas para sentir com mais gosto o corpo de sua loira. Dessa vez não iria mais conter o orgasmo, nem ela e nem ele.
Lucy: Natsu!!! Eu vou... Ahhhh! — Não dá tempo da loira anunciar, pois alcança o clímax de maneira brutal, fazendo seu corpo enrijecer e tremer, enquanto sua vagina contraia com o pênis do Natsu dentro, fazendo assim com que o Dragon Slayer gozasse minutos depois.
Natsu: E-Eu.. Também vou... Merda!!! — Um palavrão escapa da boca do rosado ao sentir o quão gostoso aquilo estava. Como queria ficar mais tempo, mas teria Lucy pelo resto da vida para ficar o tempo que quisesse. Natsu preenche Lucy completamente com seu líquido branco, grosso e quente. A loira revira os olhos ao senti-lo dentro dela. Os dois ficam parados ofegando, Natsu ainda segurava a cintura de Lucy, aos poucos o rosado sai de dentro dela, fazendo com que caíssem algumas gotas no chão. Lucy vira para Natsu e o rosado pressiona a loira contra a parede. — Eu te amo... — Fala olhando no fundo dos olhos achocolatados. Lucy deposita um beijo nos lábios de Natsu.
Lucy: Eu também te amo... — Os dois mal se aguentavam em pé. Natsu carrega Lucy até a cama como se fosse uma noiva e ali deita a loira de forma delicada, se deitando ao seu lado depois. Lucy se deita sobre o peito de Natsu e assim ficam por minutos calados, apenas curtindo o momento de ter um com outro, dessa vez o silêncio não incomodava os dois. Por fim, Lucy quebra o silêncio. — Será que teremos outra chance? — Natsu beija a superfície da cabeça de Lucy, aproveitando para sentir o cheiro da loira.
Natsu: Se a gente não conseguir desta vez, o lado positivo é que podemos tentar todos os dias... — Lucy ri e adormece, o rosado puxa o lençol e cobre o corpo pelado dos dois. Adormecendo logo em seguida com um sorriso de satisfação.
...
Manhã Seguinte, guilda Fairy Tail.
Ainda era bem cedo quando Mirajane abriu a guilda, o Sol ainda não estava no ápice do seu brilho, ainda era um brilho jovial e gostoso de sentir. Depois que abriu o grande portão da guilda, Mira começou a arrumar a guilda, colocando as cadeiras no chão. Todo dia antes de sair, a albina arrumada as cadeiras colocando-as de cabeça para baixo e em cima das mesas, uma arrumação típica de bar. Não demorou muito para que terminasse, após isso decidiu limpar o balcão da guilda que estava pegajoso devido às bebidas que foram derramadas ali por acidente e por qualquer outro motivo. Pegou o pano e o encharcou na pia do banheiro, voltando e começou a esfrega-lo no balcão. Estava concentrada fazendo os seus deveres quando viu alguém passando pela porta da guilda, achou estranho, pois os membros começavam a aparecer depois que o Sol estava completamente exposto, isso quando não dormiam por lá. Direcionou o olhar curioso para a porta, percebendo Laxus entrando com passos lentos.
Mirajane: Nossa... De todos os membros você sempre é o último a chegar à guilda... Com exceção de quando vai pegar...
Laxus: Uma missão! Exatamente! — Completa a frase da albina. Laxus se senta em uma cadeira próxima ao balcão. — Por que limpa a guilda se vão sujar novamente? — Perguntou curioso ao perceber que a albina limpava o balcão. Mira sorrir.
Mirajane: Porque se eu deixar toda a sujeira se acumular, isso poderia terminar virando um lixão... — Laxus sorri. Era óbvia essa resposta. O silêncio se instala no local e minutos se passam e nada de outros membros chegarem, provavelmente estavam completamente cansados devido a festa de "Retorno de Lua de Mel da Erza" que teve na noite anterior, esse nome foi dado por Makarov quando já estava no ápice da embriagues. — Não ia pegar uma missão? — Perguntou ao perceber que o Dragon Slayer do Trovão estava perdendo muito tempo apenas sentado no banco, já que ia pegar uma missão.
Laxus: Ah! Sim... Eu ia, mas estou esperando os outros chegarem para não te deixar aqui sozinha e desprotegida. — Mira gargalhou.
Mirajane: Ora, ora... Como se eu não soubesse me defender...
Laxus: Talvez não consiga se defender contra um dragão faminto! — Rapidamente Laxus pula sobre o balcão, assustando Mira, e fica de frente com a albina. — Talvez eu queira ficar um tempo a mais com você... — Se aproximando e sussurrando lentamente no ouvido da garota, o Demônio se arrepia e sua respiração fica ofegante devido à proximidade de Laxus. Seus olhos se encaravam, era uma disputa entre os azulados de Mira e os esverdeados de Laxus.
Mirajane: P-Por que faz isso comigo? — Gaguejou e se amaldiçoou internamente por isso. Não conseguia desviar seus olhos dos de Laxus.
Laxus: Digamos que eu estou com um leve interesse em você! — Laxus aproxima o rosto até o pescoço de Mira e roça o nariz delicadamente, a albina se arrepia. Mirajane não conseguia mover um músculo do seu corpo, estava estática e não conseguia pensar direito. — Você cresceu Mira... Ficou muito gata... — Laxus dá uma leve mordida no lóbulo da orelha de Mira, conseguindo arrancar um gemido erótico da albina. Aquele jogo de sedução estava começando a passar dos limites.
Mirajane: Leve interesse é? Para mim você está completamente gamado em mim... — Para demonstrar que está no controle, Mira o provoca direcionando um olhar que pedia para Laxus tudo que ele podia dá. — Acha mesmo que pode domar um Demônio, Laxus? — O loiro sorrir de canto e Mira o provoca deixando sua boca entreaberta, como se estivesse chamando os lábios de Laxus para devorar os dela. A albina ousa cada vez mais e leva sua mão delicada para dentro da camisa social do Dragon Slayer, alisando e arranhando de leve seu peitoral. — Acho que não deveria me provocar Laxus... — Mira fica na ponta dos pés e encosta a ponta do seu nariz no nariz do Laxus — ... Pois é você que irá sair machucado... — Sem desgrudar os olhos, Mira o provoca cada vez mais. Laxus teve até sensações de frio na barriga, mas não deixou transparecer. O próximo passo do Dragon Slayer seria devorar os lábios da albina, o barulho da porta da guilda se abrindo faz com que ambos se afastem de rapidamente, denunciando a chegada de Gajeel, Levy, Pantherlily, Jet e Droy que logo vão para qualquer mesa.
Laxus: Vou pegar minha missão... — Laxus ri e ao passar por Mira, dispara um leve tapa na bunda da garota, fazendo com que Mira grita-se, mas logo tampasse a boca. Assim o Drago Slayer sai rindo, andando em direção ao andar de cima da guilda, onde iria pegar uma missão.
...
Cervus, Seven.
Na manhã seguinte, dentro do castelo de cores que variavam entre rosa e roxo, o Rei do país Seven, Arthur Hansenbeck se encontrava em seu trono pacientemente. Olhava fixamente para a esfera que havia no topo do seu cetro, como se estivesse assistindo algo muito interessante ali. Porém é tirado do devaneio ao presenciar passos vindos da direita do seu trono, o que significa que a pessoa saiu de um dos aposentos do grande Castelo. Arthur direciona o olhar calmo para uma figura de uma garota que aparentava ter 17 anos, com cabelos longos, mas divididos em duas mechas, um cabelo típico "Maria-chiquinha", onde as mechas presas iam até suas coxas, dando um ar infantil para a garota. Usava um vestido tomara-que-caia preto longo, indo até o calcanhar. A colocação do seu cabelo era verde-claro, quase azulado e o que a destacava eram as pupilas de seus olhos, eram rosa-choque. Parecia estar um pouco sonolenta, pois esfregava os olhos como se estivesse acabado de acordar naquela hora. Estava descalça e seus passos eram um tanto desengonçados, o que provava que ela estava mais dormindo do que acordada.
Arthur: Lillith Hasmundel? O que faz acordada? — Disse calmo. A garota sobe os pequenos degraus até o trono e senta no braço do mesmo.
Lillith: Eu só vim te ver um pouco, Arthur-nee-chan. — Bocejando logo em seguida. Arthur sorrir.
Arthur: Não me chame assim, agora sou o Rei de Seven, exijo respeito... — Disse sorrindo, o que provava que ele não falava sério com ela. Lillith sorriu.
Lillith: Por que eu não posso ser a Rainha? — Perguntou triste e fazendo manhã com uma voz infantil..
Arthur: Eu sou o mais velho, além disso, Seven não pode ter uma Rainha que durma a maior parte do tempo... Aliás, sabe que não pode ficar muito tempo acordada, é melhor voltar aos seus aposentos princesa Lillith... — A garota se levanta para voltar aos seus aposentos, mas logo para ao perceber a entrada de mais um personagem na cena. Era Samantha, a morena de olhos se serpentes verde-limão. A mesma entra vagarosamente, como uma cobra rastejando para o ataque, parando em frente ao trono e fazendo reverência.
Samantha: Eu peço perdão por ter interrompido o momento em família dos senhores...
Arthur: Tudo bem... Levante-se Samantha! — Ordenou. Assim a morena fez. — O que te traz aqui?
Samantha: Kazuo me pediu para avisá-lo que em 1 mês os Panteões* ficaram prontos... — Arthur sorrir de canto. Kazuo era o mesmo indivíduo que fez Gajeel fugir com o rabo entre as pernas.
Arthur: Ótimo! Em breve eu terei o herdeiro da Magia Una...
Lillith: Não seria melhor fazer nosso Dragon Slayer ter um filho? — Lillith se pronuncia. Arthur e Samantha olham para ela como se ela tivesse falado algo muito errado, mas a mesma não se intimida com os olhares.
Samantha: Acontece que o nosso Dragon Slayer jamais amaria uma mulher para ter filhos com ela... — Dando de ombros. — Era só um aviso que queria dá, na verdade voltei para Cervus para buscar umas coisas importantes... — Fazendo outra reverência antes de sair do salão real.
Arthur: Cronos! — Arthur grita e seu grito ecoa pelo local, rapidamente um de seus guardas aparece. O que significa que Cronos seria o nome daquele guarda. — Junte muitos Cronos... — Esse termo na verdade era uma denominação para seus guardas reais. — E peça para que todos os Panteões dos Pecados se unam, iremos partir para nossa glória daqui a 1 mês...
Cronos: Sim Senhor! — Longo o homem some pelos corredores do castelo.
Lillith: Eu também irei? — Pergunta esperançosa.
Arthur: Claro que irá. Você é muito valiosa e também faz parte dos 7 Panteões dos Pecados. Mas preciso que evite que lute com toda sua magia, não queremos que Fiore seja destruída conosco lá... — Lillith sorrir batendo palmas, dá um beijo na bochecha do seu irmão mais velho e volta para seus aposentos. — Finalmente... Chegou o momento de espalhar a Paz pelo mundo!
CONTINUA...
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