Notas iniciais
Yo! Cadê os pervos de plantão??? Capítulo é o maior até agora, espero que gostem! Capítulo +18! Boa leitura

Fiore — Magnólia

Após sair do apartamento de Lucy, Lisanna caminhava distraidamente para um lugar onde nem mesmo sabia qual era. Tudo o que queria era caminhar. Sentia-se angustiada e não podia negar, mas estava com medo... Estava com medo do que poderia acontecer com ela futuramente e o medo levava a albina a ter dúvidas se queria mesmo ter essa criança. Ela queria sim ter um filho do Natsu, mas não nessas condições, mas agora demonstrou a sua irmã mais velha que tem uma grande força de vontade e iria com isso até o fim. A albina caminhava de cabeça baixa, não notando as pessoas que passavam por ela. Não queria ir para casa de Mirajane, mas também não queria ir para Fairy Tail, afinal, como poderia ir para um lugar onde as pessoas esqueceram o que Natsu fez a ele. Se bem que nem ela mesma continuava com raiva do Natsu, sabia que ele é tonto o suficiente pra fazer a grande besteira que fez. Mas sentia mágoa por ele já ter esquecido ela, novamente, assim como ela retornou de Edolas. Também culpava Lucy, como a loira podia aceitar o pedido de namoro do Natsu? Afinal, Lisanna sempre deixou claro que gostava do rosado e Lucy não levou isso em consideração. Sentia raiva de Lucy, sempre se perguntava: Porque ela e não eu?

Depois de caminhar perdidas em pensamentos, Lisanna parou em uma ponte, a mesma que dava acesso até a casa de Gildarts. Suspirou pesadamente, olhou para aquele lugar e viu imagens dela e Natsu quando eram crianças, brincando naquela ponte com o Happy e Gildarts. Sorriu consigo mesma. Como eram bons esses tempos? Porque teve que ficar dois anos fora? Porque o destino quis assim? Porque o destino quis unir Natsu com Lucy e não com ela? Todas essas perguntas rondavam a cabeça da albina. Tornando uma expressão tristonha, Lisanna deixa escapar lágrimas carregadas de dor, angústia e saudade... Sentia muita falta de sua infância feliz com Natsu. Nessa época Lucy não fazia parte da guilda, então, se ela não tivesse entrando na Fairy Tail, tudo estaria resolvido? Ou se Lisanna não se afastasse por longos anos, será que sua amizade com Natsu seria a mesma? Novamente as perguntas voltaram rondar sua mente. Mas o que a deixava frustrada, era que não tinha respostas para elas. Ah! se o tempo pudesse voltar. O tempo... Tudo culpa do tempo! Porque ele não parou quando Lisanna foi para Edolas?

A albina não segurava mais as lágrimas. Sentou no chão e encostou as costas na parede da ponte. Agora chorava com os joelhos dobrados e o rosto escondido neles. Seus soluços chamaram a atenção de uma senhora misteriosa que passava por aquela ponte. A senhora estava com o capuz que cobria toda sua roupa de baixo, era possível visualizar suas sandálias surradas e velhas de cor marrom e suas mãos já enrugadas. Algo que a destacava suas mãos eram as unhas, enormes por sinal, porém limpas, o que era estranho. Seu capuz cobria o rosto, ficando impossibilitado de ver a expressão da idosa, aliás, só se sabia que era uma pessoa idosa graça as rugas em suas mãos que a denunciavam. Era parecida com bruxas típicas de estórias infantis, como Branca de Neve. E levando em conta a cor da pele de Lisanna, poderíamos considerar que aquela senhora é a Madrasta Má?

Aos poucos se aproximou da albina, ficando na frente de Lisanna e tapando o Sol que tocava na garota. Logo Lisanna levantou o olhar para saber quem estava em sua frente, pois sentiu a sombra da pessoa em cima de si. Analisou a senhora por alguns segundos, até que decidiu lhe perguntar algo.

Lisanna: A senhora deseja alguma coisa? — Falou enxugando as lágrimas com as costas da mão.

Samaya: Eu sou a Samaya... Eu vi ver como você está... — Falou com voz de preocupação. De fato, ela uma senhora atenciosa — Na verdade... Eu vi o que aconteceu agora a pouco e fiquei com muita pena de você... — Tomando a liberdade e sentando ao lado de Lisanna. A albina apenas estranhava a presença dela ali, mas não a ignorou. Lembrou que estava discutindo no meio da rua com Lucy e provavelmente essa senhora assistiu tudo — Eu entendo como você se sente...

Lisanna: Como assim? — Perguntou confusa.

Samaya: Eu já tive um homem que não quis aceitar meu filho... Aposto que você agora está pensando em abortar, não é? — Virou o rosto para que Lisanna pudesse vê-lo. Parecia uma senhora normal aparentando entre 80 a 85 anos. Era até simpática. Seus olhos verde limão era coisa que mais se destacava em seu rosto.

Lisanna: Bom... Eu pensei sim! Na verdade eu decidir não abortar, mas estou pensando em voltar atrás... — Falou com voz triste.

Samaya: Acho que você não deveria fazer isso... Quando eu tinha sua idade, eu também era apaixonada por um homem... Ah! Ele era lindo, cabelos negros como ébano e olhos azuis como o céu. Era uma perfeição. — Fala com ar sonhador — Tivemos um relacionamento e aí engravidei dele, mas ele era apaixonado por outra mulher... — Suspirou em desânimo — Eu engravidei dele, mas ele não acreditou que fosse meu e não quis assumir a criança... Então eu abortei, porém, foi algo que me fez quase deixar esse mundo... — Formou uma expressão triste no rosto da senhora — Eu conseguir abortar, mas como consequência, não posso mais ter filhos, tive uma esse efeito em troca...

Lisanna: Eu sinto muito...

Samaya: Tudo bem... — Samaya demonstrou um sorriso, demonstrando alguns dentes inferiores faltando — Até hoje me arrependo de ter tirado essa criança... Por isso que eu queria te pedir para não fazer isso...

Lisanna: No meu caso é um pouco diferente... — Lisanna pensou em contar que corria risco de vida se continuasse com essa criança dentro de si, mas mudou de ideia logo depois, afinal, uma senhora daquelas não a entenderia, seria muito difícil explicar as coisas do mundo mágico. Rapidamente pensou em outra coisa para completar sua frase inicial -... Ele sabe que é o pai, mas não pode ficar comigo porque gosta de outra garota...

Samaya: Ele é o garoto de cabelos da cor de folhas de cerejeira? — Lisanna assentiu, com certeza essa senhora viu a discussão na frente do apartamento de Lucy — Ele é um garoto muito bonito... Você não deveria desistir dele...

Lisanna: Mas ele já está namorando aquela loira que estava brigando comigo...

Samaya: Não significa dizer que ele não goste de você! Se quiser... Eu posso te ajudar a conquistá-lo...

Lisanna: Sério isso? — Falou esperançosa, mas logo tomou uma expressão triste — Não sei se dará certo... Eles são muito apaixonados um pelo outro...

Samaya: Então faça ele se apaixonar pelo seu filho... — Samaya riu... Uma risada inocente — Eu lembro quando eu tinha todas essas esperanças, mas elas foram embora junto com ele... — Se referiu ao amor de sua vida — Por isso não quero que cometa o mesmo erro que eu cometi quando tinha sua idade... Corra atrás da pessoa que ama... — Falou olhando nos olhos de Lisanna. A albina sorriu em resposta — Agora eu preciso ir... — Tentou se levantar. Logo Lisanna se levantou primeiro.

Lisanna: Eu te ajudo... — Ajudando a velhinha a se levantar do chão. Logo as duas estavam de pé.

Samaya: Eu preciso ir agora... Não se esqueça das minhas dicas... Não tire seu filho e lute para conquistá-lo... — Falou sorrindo e logo se virando para ir embora.

Lisanna: Espere! A senhora mora aqui em Magnólia? Eu nunca a vi por aqui...

Samaya: Eu sou nova nessa cidade... Moro naquela casa... — Falou apontando para uma casa próxima a ponte, era uma casa velha por fora, ficava ao lado de várias outras com mesmo modelo, só diferenciava as cores. A casa de Samaya era verde musgo e um pouco da tinta estava soltando.

Lisanna: Posso vim te visitar sempre? — Perguntou com o sorriso no rosto — Eu acho que a senhora é bem experiente para dá conselhos amoroso e eu gostaria muito de ter mais conselhos...

Samaya: Claro que pode sim querida... Aliás, qual é o seu nome?

Lisanna: Lisanna... Eu me chamo Lisanna! — Ali estariam começando uma grande amizade entre as duas mulheres que não tiveram sorte no amor.

...

Apartamento de Lucy

Lucy: Natsu... Quero que você me faça sua agora... — Falou levanto a cabeça e encarando os olhos ônix. Sentia-se pra baixo por não ter feito amor com Natsu antes, então decidiu dá mais um passo no relacionamento dos dois — F-Faça amor... Comigo... — Estava corada e com a voz trêmula, mas o que é a vergonha quando você se sente na obrigação de agradar alguém que ama? Se a intenção de Lisanna foi fazer com que os dois brigassem, isso foi por água abaixo, pois apenas ajudou para que os dois dessem outro passo no relacionamento. Natsu arregalou os olhos pelo atrevimento da loira. Seu coração disparou. Será que agora a Lucy seria somente dele?

Natsu: Lu... Ce... — Sussurrou o nome da loira. Lucy fechou os olhos quando o hálito quente de Natsu bateu em seu rosto. Era uma sensação excitante senti-lo tão próximo... Mas e se ela se arrependesse, assim como Lisanna fez? — Eu não acho que seja uma boa ideia... — Falou se afastando da loira. Lucy olhou confusa para Natsu — Você está fazendo isso por cauda das coisas que a Lisanna lhe disse? — Lucy não respondeu. A resposta era óbvia demais — Não posso fazer isso com você... Só quando você quiser por conta própria... — Falou caminhando até a janela e subindo no parapeito — Só me peça isso quando você estiver com vontade própria... — Falou e saltou para fora do apartamento. Lucy ficou parada refletindo no que seu namorado dissera. Natsu estava certo, não podia fazer isso porque se preocupava com o que falavam dela. E poderia se arrepender depois e ser bem pior. Sorriu com a atitude de Natsu. O rosado preferiu sair do apartamento de Lucy o quanto antes, sua excitação estava subindo ao saber que os dois estavam ali sozinhos. Poderia agarrar Lucy ali, mas aí seria dois arrependimentos pós-transa, não queria sentir isso de novo. Por isso decidiu ir para guilda e pensar em outras coisas. Como lutar contra alguém...

...

Fairy Hills

Pela tarde, Lucy foi à Fairy Hills, sabia que podia contar com Levy quando se tratasse de relacionamento, apesar da baixinha nunca ter praticado nada fisicamente, porém conhecia muito coisa sobre esse assunto por ter vários livros com esse gênero. As duas estavam no quarto da Levy que mais parecia uma biblioteca. Estavam sentadas ao redor de uma mesa arredondada, onde possuía alguns livros sobre ela. Provavelmente era o que Levy lia antes de Lucy chegar.

Levy: GRÁVIDA?! — Levy arregalou os olhos e gritou com a mão nas bochechas. Não podia acreditar que Lisanna estava grávida do Natsu. Lucy confirmou com a cabeça — Mas assim Lu-chan, o Natsu nem tinha nada com você na época... — Tentou defender Natsu. Sabia que a amiga amava aquele idiota mais do que tudo e não queria que ela brigasse com Natsu por causa de uma coisa que a baixinha considerava ser uma besteira, a princípio.

Lucy: Você deve imaginar como estou me sentindo, não é? A Lisanna vai dá um filho pro Natsu, enquanto eu nem se quer me deitei com ele...

Levy: E o que está esperando para liberar logo? — Perguntou com um olhar malicioso e cheio de segundas intenções.

Lucy: É fácil falar... Eu não consigo prosseguir, eu tenho medo que alguém nos veja... Ou pior, eu tenho medo que o Happy nos veja... Eu sou muito insegura...

Levy: Lu-chan... Você quer ou não transar com o Natsu? A decisão é sua...

Lucy: Eu quero... Sinto muito tesão por ele, mas...

Levy: Você é virgem... É isso? — Adivinhou. Não se espantou, afinal, a baixinha também era. As bochechas de Lucy logo ficaram em tom avermelhados. Era nítido que a loira estava morrendo de vergonha e Levy percebeu isso — Qual é Lu-chan? Se você tem vergonha de falar sobre sexo com sua melhor amiga, imagina quando for fazer amor com Natsu?

Lucy: É que eu nunca fiz... — Falou cada vez mais corada, se é que isso era possível.

Levy: Toma aqui... — Levy colocou um livro aberto na frente de Lucy — Leia esse capítulo e logo você vai diminuir a vergonha... — Piscou para amiga — Eu vou ficar aqui e ver sua reação, logo sua vergonha passa... Sorriu e esperou Lucy ler o trecho que a mesma indicava. Os olhos castanhos de Lucy percorreu o papel aos poucos. Em alguns momentos Lucy arregalava bem os olhos e sorria sem graça.

Lucy: Levy-chan... Esse livro é de sacanagem...

Levy: E daí? Lu-chan! Hoje você libera pro Natsu! — Falou determinada ao mesmo tempo em que se levantava da cadeira.

Lucy: Acho melhor deixar as coisas seguirem o fluxo normal... — Lucy também se levanta — Preciso ir agora... — Pegou sua bolsa que estava em cima da mesa e saiu correndo. Lucy parecia um tanto apressada. Levy sorriu ao ver a reação da loira.

Levy: Esse livro é ótimo! Aposto que Lu-chan tá toda molhada... — Gargalhou.

Lucy saiu correndo rapidamente pelos corredores da Hills, deu graça a Deus que não encontrou ninguém pelo caminho. Não sabia por que, mas estava sentindo o calor debaixo das pernas. Aquele trecho do texto que leu não saia de sua cabeça. Como seria ter o Natsu em cima do seu corpo? Sempre imaginou isso, porém percebe que já teve Natsu em cima do seu corpo antes, mas... E pelado? Lucy corou ao imagina o corpo pelado do seu namorado trabalhando em cima do dela. Sacudiu a cabeça para espantar os pensamentos pervertidos. Pensou em ir à Fairy Tail, mas aí teria que se encontrar com Natsu lá, e não seria uma boa ideia do jeito que estava. As noites que terminaram apenas no amassos entre os dois viam em sua mente de uma forma louca, deixando o calor entre suas pernas mais quente.

Lucy voltou ao seu apartamento e foi direto ao banheiro. Quem sabe com um banho frio esse “calor” passava? O problema era que tudo lembrava Natsu. Lembrou que já flagrou o rosado vendo-a trocar de roupa. Lembrou que certa vez, em um dos seus amassos, pegou sem querer no membro do rapaz e viu que estava bem rígido. Como seria "ele" sem aquele calção e cueca? Os pensamentos da loira estavam cada vez mais eróticos. Lucy não podia mais negar, queria Natsu com ela, mas ao mesmo tempo o queria distante, pois não sabia o que aconteceria se visse ele agora. Talvez rasgasse toda roupa dele ou talvez se trancasse no banheiro e só iria sair depois de meses. As cenas que imaginou quando leu o texto que Levy indicou a atormentavam. Após a ducha fria que tomou. A adrenalina do seu corpo parecia ter normalizado. Enxugou-se e vestiu novas roupas. Talvez se escrevesse parte do seu romance isso melhoraria. Foi o que fez.

Lucy passou o resto da tarde se dedicando ao seu romance, por incrível que pareça, sua inspiração estava no ápice ultimamente. Mas como dizem: Uma pessoa apaixonada sempre é inspirada. Estava tão distraída com seu romance que não percebeu a hora passando. Conseguiu terminar cinco capítulos naquela tarde. Quando finalmente o cansaço se mostrou presente, Lucy se espreguiçou e bocejou. Já estava na hora de visitar a Fairy Tail, mas ao olhar pela janela, viu o céu escuro com várias estrelas e uma linda cheia. As luzes da cidade já haviam acendido e aí Lucy percebeu quanto tempo passou dentro de casa. O estranho é que ninguém foi saber o que havia acontecido com ela.

Lucy: Nossa! Perdi tempo demais e nem percebi... Nem o Natsu sentiu minha falta? Última vez que o vi foi hoje de manhã... — Falou indignada pelo fato do seu namorado nem ter ido de procurar também — Que horas são? — Fez essa pergunta para si mesmo, mas uma voz masculina chamou sua atenção. Horologium havia surgido atrás de Lucy especialmente para lhe dizer as horas.

Horologium: São exatamente 20 horas e 30 minutos... — Lucy se assustou com a aparição repentina.

Lucy: Kyahhh! Que susto! Porque você anda surgindo assim agora? — Perguntou. Mas o relógio ambulante não teve tempo de responder, pois voltou a desaparecer, deixando uma pequena fumaça rosada no seu lugar que logo foi dispersa — Esses meus espíritos... — Disse sorrindo. Logo Lucy se lembrou de que não foi a sua guilda nesse dia — Hoje eu nem fui para Fairy Tail! E pior! Ninguém veio me procurar! Será que aconteceu alguma coisa? E se todos foram sequestrados e só eu restei! Uma Maga escolhida pelo destino para salvar seus nakamas! — Falou fazendo uma pose heroica. Lucy já estava imaginando coisas demais, conseguindo até mesmo superar Juvia com sua imaginação. Mas foi tirada do Devaneio por Natsu que apareceu na janela, já destruindo seu pequeno sonho da loira.

Natsu: Duvido muito...

Lucy: Kyahhhh — Se assustou de novo, não era pra menos, estava viajando na maionese. Natsu entrou pela janela e já foi se sentando na cama da loira — Eu perdi a noção do tempo e terminei esquecendo de ir na guilda hoje... Porque o pessoal não veio para cá me ver? — Lamentou. Sempre quando Lucy demorava a chegar à guilda, Gray, Erza, Happy, Wendy, Charlie e até mesmo Natsu, sempre ia chamá-la. Mas dessa vez ninguém apareceu.

Natsu: Foi porque o Bickslow chegou lá na guilda dizendo que Lisanna estava grávida, aí fizeram uma festa para ela e o pessoal terminou ficando por lá... – Falou indiferente.

Lucy: Você passou a tarde toda nessa festa? — Perguntou com segundas intenções. Embora tentasse esconder, Lucy já estava preparado para um ataque de ciúmes caso Natsu confirmasse.

Natsu: Eu fiquei lá por pouco tempo... Toda hora vinha aqui, mas você estava escrevendo e não queria te atrapalhar... — Falou coçando a cabeça. De fato, Natsu foi a cada 15 minutos na casa de Lucy, mas a loira estava tão perdida em seu mundo imaginário que nem percebeu a presença do namorado.

Lucy: Eu me sinto na obrigação de ir lá e dá um "Alô" para o pessoal...

Natsu: Essa hora eu acho que foi todo mundo embora... Mas fique tranquila, eu já falei para todos que você está bem! — Todos perguntaram por Lucy e o rosado já estava cansado de repetir a mesma coisa o dia inteiro: "Está muito ocupada em casa!" — Eu só vim te desejar boa noite... Não sei se vai querer que eu durma aqui hoje... — Falou jogando verde — Amanhã ficamos o dia inteiro na guilda... — Natsu se levantou da cama e caminhou até a janela.

Lucy: "Ele vai escapar Lucy, se tem algo a fazer, que faça agora!" — Foram os pensamentos da loira. Natsu já estava subindo no parapeito da janela, mas Lucy o impediu a tempo — Espera! — Lucy foi até o rosado e o puxou pelo braço para ele descer do parapeito — Dorme comigo hoje? — Pediu fazendo manha. Nunca fizera isso, apenas se dava conta que Natsu já estava ao seu lado dormindo quando acordava no dia seguinte. Porém seu pedido, de fato, não foi com segundas intenções. Queria realmente aproveitar o tempo perdido com seu namorado.

Natsu: Eu já lhe disse... Quero fazer isso com você quando tiver a certeza que não vai se arrepender depo... — Lucy calou Natsu com o dedo indicador. Após isso, a mão da loira segurou com gentileza o rosto do namorado. Lucy foi aproximando seu rosto e encostou a ponta dos narizes. Seus olhos estavam conectados.

Lucy: E se eu te dissesse que minha decisão já foi tomada? Mas estou com medo do Happy aparecer... Por favor, entenda, não vou fazer isso por mágoa da Lisanna ou algo do tipo... Vou fazer isso por amor a você e porque eu quero... — Lucy falou baixo, quase como um sussurro. Natsu estava hipnotizado com os olhos castanhos da loira. Ela estava ali, tão próxima...

Natsu: "Ela quer, ela quer" — Sua mente sempre repetia essas palavras. Estava comemorando e saltando fogos de artifícios dentro de si, mas Natsu tinha que conter seu instinto — H-Happy... Vai dormir na casa da Lisanna... — Falou com a voz trêmula de ansiedade. E após a confirmação que o certo gato azul não estragaria sua noite. Lucy não pensou duas vezes e devorou os lábios de Natsu.

O rosado não perdeu tempo e logo retribuiu o beijo. As mãos de Lucy foram para a nuca de Natsu. O Salamander ousou mais e puxou Lucy pela cintura para mais perto do seu corpo. Natsu tinha um costume de segurar Lucy firme pela cintura, para ela, aquilo representava algo possessivo, como se ele estivesse confirmando que ela era dele, e ela gostava disso. Ela gostava de ser dele. O beijo foi ficando cada vez mais insano, apaixonante e cheio de desejos de ambas as partes. As mãos de Lucy desceram para o peito de Natsu, ali ela o arranhou, mesmo por cima da roupa e lamentou por ele ainda está vestido e não ter sentindo as unhas da amada. Natsu foi empurrando Lucy aos poucos, a mesma foi ajudando dando passos para trás, mas sem desgrudar os lábios e os corpos. Finalmente havia chegado a um local apropriado para fazer um gostoso amasso. Lucy caiu deitada na cama e puxou Natsu para cima dela. O mago cessou o beijo, mas desceu para o pescoço da loira, dando leves lambidas ali e fazendo com que Lucy gemesse ao sentir a língua quente do namorado, os seus pelos se arrepiaram naquele momento. As mãos de Lucy já se encontravam nas costas de Natsu, ali ela o apertava e puxava contra ela cada vez mais. Aos mãos de Natsu desceram para as coxas torneadas da garota e ali ele depositou um aperto firme. Arrancando um gemido delicioso que eram músicas para o ouvidos do Dragon Slayer.

Lucy: Natsu... — Gemia. E Natsu adorava escutar os gemidos da loira, era sinal de que ela estava adorando isso.

Natsu: Se continuarmos... Eu não vou conseguir parar... — Sussurrou ofegante no ouvido de Lucy. Aquilo a excitou cada vez mais.

Lucy: N-Não quero que pare... — Confessou. Natsu sorriu e logo em seguida voltou a dar lambidas no pescoço da loira, agora complementando com mordiscadas — N-Natsu...

Lucy foi subindo um pouco mais para o meio da cama e Natsu fazendo o mesmo, ficando sempre por cima dela. Agora os dois estavam completamente na cama da loira. Lucy decidiu que já era hora de despi-lo, começando pelo cachecol. Natsu entendeu o que ela queria e ajudo-a a tira o objeto mais precioso que tinha. Deixando ele sobrado na cômoda ao lado da cama. Natsu usava sua segunda roupa costumeira. Sua gola levantada e o colete fechando, com apenas uma manga. Voltando a devorar os lábios da loira com luxúria. O beijo foi ficando mais intenso do que o de antes. A boca de Lucy cedeu espaço para que a língua de Natsu adentrasse. A língua do rosado era morna, assim como seu hálito e seus lábios. E era uma sensação excitante para Lucy ter algo morno tocando no céu da boca. Lucy começou dando investidas com a Lucy, sugando a língua de Natsu, o que deixou o rosado surpreso pela ousadia da namorada, pois ela nunca o beijou assim nos seus um mês de namoro. Após se divertir com a língua de Natsu, agora era a vez dele, sugava a língua dela, mas ele puxava com muito mais firmeza e insanidade, provando de vez que amava aquilo. Natsu ficou ainda mais surpreso quando as mãos de Lucy desceram até o cinto do mago e tentou abri-lo, mas sem sucesso. O Salamander riu entre o beijo, separou os lábios e ficou de joelhos em cima de Lucy, em uma posição que suas pernas estavam em cada lado do corpo da loira. Natsu mesmo abriu seu cinto. Lucy via cada movimento do mago com cautela e para ela, um simples gesto era super excitante. Natsu retira o cinto e o arremessa para qualquer canto do quarto.

Natsu: Sua vez de tirar algo, não acha? — Perguntou com seu riso safado que estava se tornando frequente nos lábios do rosado. Lucy cora, pois teria que ficar pelada com Natsu em cima dela, mas não havia outra maneira de sentir o corpo dele por completo — Eu tiro para você... — Natsu falou já se atrevendo a ajudá-la a tirar sua blusa tomara-que-caia com listras rosa e branco. Lucy deixou... Talvez ela sozinha não conseguisse fazer isso. E lá se foi outra peça para qualquer canto do quarto. Lucy se encontrava agora só de sutiã branco rendado.

Natsu parecia hipnotizado, apenas admirando aqueles seios ainda cobertos pelo fino pedaço de pano. Já pegou tantas vezes neles, mesmo que sem querer... Ou não. Até mesmo em alguns amassos que davam, ele ousava e apertava os seios de Lucy, isso era o máximo que conseguia ir, mas Lucy sempre o socava para longe. Mas agora eles estavam ali, prestes a serem tocados sem Lucy questionar, prestes a serem sugados e lambidos. Lucy ficou desconfortável com o olhar que Natsu dava pra ela. Então cobriu os seios cruzando os braços. Mas seu desejo de ver o namorado pelado falou mais alto, após Natsu tirar o olhar de cima dos seus seios, Lucy levou suas mãos até o colete do rosado para abri-lo, agora sem o sinto, podia fazer isso fácil. Com a ajuda de Natsu, conseguiu tirar o colete que ia até um pouco acima dos joelhos. Também foi jogado em qualquer lugar do cômodo. Agora Natsu se encontrava sem o colete e cachecol, somente com sua calça e suas botas com o cano até um pouco abaixo dos joelhos, Natsu havia substituído suas sandálias por elas. Lucy direcionou o olhar para o pé do namorado e riu.

Lucy: Você está na minha cama com botas... Tire elas... — Natsu sorriu sem graça. Nem havia percebido isso. Quando está em cima de uma mulher como a Lucy, a última coisa que iria olhar era seus pés. Natsu saiu de cima de Lucy e tirou suas botas o mais rápido que pode — Aproveita e tira a calça... — Lucy fala baixo para evitar que Natsu escutasse, na verdade ela pensou alto. Mas com ouvidos aguçados que o Dragon Slayer tem, Natsu não podia deixar escapar essa frase. O rosado sorriu sacana.

Natsu: Como você quiser princesa... — Lucy tapou a boca com as mãos ao perceber que falar algo de mais. Natsu se levantou da cama e foi descendo as calças, deixando a mostra sua cueca box preta. Aquilo aos olhos de Lucy foi quase como um strip-tease, pois para ela o tempo parou e a cena de Natsu descendo as calças foi tão lenta e sensual. Agora ele só estava de cueca e a olhava como uma presa prestes a ser devorada por um dragão faminto — Porque não tira seu short também? — Perguntou com um sorriso de canto que Lucy sabia muito bem o que significava.

Lucy: Porque não vem tirá-los? — Cutucando a onça com a vara curta. Lucy o provoca, sem pensar muito Natsu avança para cima de Lucy, novamente a beijando fervorosamente. Lucy nem teve tempo de respirar, quando percebeu, a língua do rosado já adentrava a sua boca e a mesma o retribuía na mesma intensidade.

Natsu: Não me provoca loirinha... — Falou enquanto descia para o pescoço da garota. Ali Natsu depositou uma chupada que com certeza ficaria marca por vários dias. Lucy agarrou os cabelos de Natsu, como se quisesse que ele continuasse ali. Natsu foi descendo as lambidas e agora já se encontravam próximo aos seios da loira. A sensação era deliciosa e Lucy o deixou ali mesmo, fazendo o que quisesse com o corpo dela. Pois ela era dele.

Natsu desceu o sutiã branco até abaixo dos seios da loira. Deixando espaço para que ele os apertasse. O rosado passou a língua ao redor do mamilo esquerdo já duro, fazendo Lucy arquear as costas e gemer de prazer. Ao perceber que a loira demonstrou que amou aquilo, Natsu continuou com lambidas no seio esquerdo, enquanto apertava o direito com firmeza, satisfazendo todas as vezes que desejaram eles ali, em sua mão e sua boca. Natsu mordeu com delicadeza o mamilo esquerdo. Arrancando gemidos eróticos por parte Lucy. Logo depois dando o mesmo tratamento para o seio direito. Lucy agarrava os cabelos de Natsu com força, forçando-o a não sair dali.

Lucy: Arrhh... Natsu...

Natsu: E-Eles são... Mais gostosos do pensei... — Falava Natsu ofegante enquanto se deliciava com o seio da parceira. Natsu foi descendo o sutiã cada vez mais, deixando eles na cintura fina da loira.

Lucy ofegava e gemia por Natsu, era deliciosa aquela massagem que recebia em seus grandes seios. Natsu foi descendo cada vez mais, distribuindo beijos que iam dos seios até a barriga. Quando chegou ao short jeans, Natsu colocou o dedo nos botões e olhou para Lucy com um olhar pidão. Com aqueles olhos Lucy sabia que ele estava pedindo permissão. A loira também queria aquilo, apesar de achar errado transar só com um mês de namoro, mas aquele era Natsu, o homem que salvou sua vida inúmeras vezes, o mesmo cara que ela disse que confiava, então porque essa desconfiança? Era com ele que ela queria fazer aquilo. Então, Lucy assentiu para Natsu, dando permissão para que o rosado prosseguisse. E assim Natsu fez, desabotoou o short e o tirou, junto com seu sutiã, que após percorrer uma maratona no corpo da loira, finalmente havia sido tirado. Agora a loira estava apenas de calcinha. A mesma calcinha que Natsu se perguntara: "Qual era o momento que usava uma calcinha daquele tamanho?". Pois é Natsu, aquele era o momento... A famosa calcinha preta com detalhes rosa. Agora no corpo de Lucy, de um jeito que Natsu sempre quis ver. Lucy cruzou as pernas e cobriu os seios com os braços, algo típico movido pela vergonha. Natsu tocou no cós da calcinha, pronto para tirar. Lucy relutou um pouco por vergonha, fazendo o rosado parar a ação e olhá-la.

Natsu: Não precisa fazer se não quiser... — Lucy estava nervosa, porém estava cada vez mais excitada. Assentiu positivamente para que Natsu prosseguisse e assim o rosado o fez. Natsu desceu a roupa íntima bem devagar até que deixou completamente pelada, loira deixou escapar um suspiro de prazer e ansiedade. Natsu tocou no clitóris de Lucy, fazendo a garota gemer seu nome ao sentir o dedo quente do rosado.

Lucy: N-Natsu... — Arqueou as costas em consequência. Natsu continuou fazendo movimentos circulares com os dedos. Arrancando gemidos um pouco mais altos por parte da garota. Ele adorava esses gemidos. E adorava torturá-la sexualmente. Natsu aproximou o rosto da intimidade da loira e passou a língua por cima do clitóris da loira — N-Na... Tsu... — Lucy gemeu cada vez mais alto e para dá mais prazer para ela, Natsu dava sugava leves para não machucá-la, queria experimentar cada parte de sua mulher. Aos poucos, Natsu foi introduzindo a língua dentro da vagina de Lucy.

A loira revirava os olhos ao sentir a língua quente do namorado saindo e entrando dela. As chupadas de Natsu iam ficando mais rápidas e intensas. Ele rodopiava a língua dentro da loira só para arrancar seu nome em tom sexy da boca da garota. Lucy por outro lado, agarrava nos cabelos de Natsu com força e ainda girava os quadris para senti-lo cada vez mais fundo. Aos poucos, a loira foi sentindo seu corpo ficando tenso e a frequência das reboladas aumentava. Seus gemidos instigavam Natsu a continuar com a velocidade maior. Lucy gemia cada vez mais alto, sem se importar com quem pudesse ouvir, pois Natsu a deixava confortável a ponto de fazê-la perder a vergonha na hora H. A loira já sabia o que estava acontecendo com seu corpo, não que era pervertida em ficar lendo livros que explicassem como era a sensação do orgasmo, mas só lia por pura curiosidade mesmo.

Natsu: Lu... Ce... Que Delícia... — O rosado ofegava enquanto voltava a dar sugadas, lambidas e introduzia a língua ao mais fundo que conseguia. Natsu também adorava sentir a intimidade da garota em sua boca. Era uma sensação maravilhosa para o rosado saber que sua namorada está gemendo por você enquanto você a chupa. Isso o excitava muito.

Lucy: Nat... Su... Eu vou... — Lucy fecha os olhos e aperta o cabelo do rosado com toda sua força. Seu corpo fica tenso e a loira para de respirar por alguns segundos. A maga celestial deu seu gemido mais alto da noite. E derramou todo líquido na boca de Natsu que engolia tudo sem excitar, sentindo todo gosto salgado. As pernas da loira tremiam mesmo contra a vontade de Lucy, ela havia gozado pela primeira vez. Natsu era insano e exagerado nesse quesito, começava a sugar Lucy como se pedisse por mais, a loira parecia que ia ser sugada de dentro para fora. Após alguns segundos sentindo a sensação do gozo, Lucy relaxa o corpo de uma vez — I-Isso... Foi... — Tentava formular frases, mas sua mente naquele momento estava pensando só na sensação que sentiu há poucos.

Natsu: Isso... Foi muito louco... — Natsu completa a frase de Lucy, passando a língua pelos próprios lábios. O rosado presenciou um orgasmo violento da namorada, isso é algo que muitos homens desejam presenciar. O próprio ficou surpreso com isso. Mas Lucy queria mais, não ia se satisfazer apenas com aquilo. A mão da loira percorreu até o abdômen de Natsu, logo depois a Maga cravou as unhas levemente e foi arranhando enquanto descia a mão para as partes íntimas da loira. O rosado acompanhava todo movimento com os olhos atentos, não podia esperar mais um minuto e ansiava para que ela tocasse logo em seu membro, que já estava rígido. Lucy sempre quis vê-lo e agora era o momento, sua vergonha já havia diminuído e então a loira foi ousada para massagear o membro do rosado por cima da box preta. Após alguns minutos olhando atentamente para cada movimento da mão da loira, Natsu decide fechar os olhos e apenas sentir a mão delicada e macia de Lucy — Isso... Continua... — O rosado estava indo ao delírio aos poucos.

Lucy foi mais ousada e abaixou o cós da cueca de Natsu, finalmente deixando o membro rígido a mostra. A orbe castanha percorreu todo corpo do rosado, indo do seu peitoral rígido, passando pelo abdômen definido e parando no membro duro. A primeira vista ela recuou, pois achou... Grande. Lucy nunca imaginou um membro daquele tamanho, pois quando imaginava ao ler em alguns livros, sempre achava que fosse menor. Mas ali estava um membro real e ela teria que encarar esse. Aos poucos o próprio Natsu foi tirando a cueca e após ficar completamente pelado, foi deitando cautelosamente por cima de Lucy. A loira abriu mais as pernas, para deixar espaço para o rosado penetrá-la. Natsu colocou as mãos em cada lado do rosto de Lucy, se aproximou da garota e voltou a tomar seus lábios carnudos. Dessa vez o beijo foi desconsertado, pois o rosado estava mais concentrado em roçar as intimidades, fazendo os dois corpos tremerem de prazer.

Natsu tentou adentrar, forçando um pouco a entrada da vagina de Lucy, mas a loira recuou ao sentir uma leve pontada naquele local. Então como um flash de poucas cenas que se lembrava da sua transa com Lisanna, o rosado se lembrou que a albina gritou muito de dor quando ele foi de uma só vez. O Dragon Slayer não queria fazer Lucy sofrer da mesma maneira, então decidiu distraí-la.

Natsu: Olhe nos meus olhos... — Pediu com uma voz sedutora no ouvido da loira. Lucy não resistia àquele tom de voz do seu namorado. Direcionou o olhar para a orbe ônix e ali se fixou. O olhar de Natsu estava escuro de desejo, ela pode sentir naquele olhar confiança, paixão e desejo — Quer mesmo fazer isso? — Arriscou uma última vez, dando tempo para Lucy desistir se ainda estivesse com dúvida. Mas agora eles já tinham ido longe, não iria desistir ali. Lucy pensava em todas as vezes que foi salva e todo o tipo de carinho que Natsu dava pra ela, não que se senti obrigada a se entregar para ele por causa disso, mas lembrou de que ele também sentia o mesmo que ele. Um grande amor que os dois sentiam um pelo outro. Lucy levou as mãos ao rosto do rosado.

Lucy: Quero fazer isso... Tem que ser com você... — Falou firme, olhando no fundo dos olhos de Natsu. E ali o rosado pode ver que não havia mais nenhuma dúvida — Me faça sua... — Desejou. Natsu a beijou novamente, ao mesmo tempo em que tentava adentrar com cuidado para não machucá-la. Dando leves estocadas iniciais. Lucy por outro lado se concentrava nos lábios do amado, que bem pouco era retribuído por Natsu, pois o mesmo pensava em outra coisa, além de beijá-la. Lucy sabia disso, mas fazia para não doer tanto — Hmmm... — Gemeu de dor entre os beijos ao sentir outra pontada na região. Natsu começava adentrando com um pouco mais de velocidade. Até que Lucy sentiu um ardor na região, deixando seu corpo tenso, mas mesmo assim não parou de beijar aqueles lábios quentes.

Natsu: Hummmm... — Natsu por outro lado, urrou de prazer, deixando claro que ele havia conseguido entrar boa parte do seu membro. Lucy beijava Natsu com o cenho franzido, para poder aguentar o ardor que sentia. A loira sabia que se ficasse fugindo, aquilo não terminaria tão cedo, então fez o possível para permanecer no lugar — Tá doendo? — Perguntou em tom preocupado ao notar a expressão de dor da loira, mas para deixá-lo despreocupado, Lucy negou com a cabeça.

Lucy: Continua... — Pediu. Natsu foi estocando cada vez mais rápido e aos poucos, a sensação de prazer foi tomando conta de Lucy — Ohh... — A loira deu seu gemido mais erótico ao sentir o membro do namorado entrando e saindo dela, ainda com um pouco de dificuldade devido a Lucy ser bem apertada, mas que facilitou foi ela ter gozado antes de iniciar a penetração. Lucy cravou as unhas nas costas, agora desnudas, de Natsu, agora sim ela o arranharia e deixaria marca até o dia seguinte.

O rosado ia aumentando a velocidade e Lucy foi sendo preenchida com o prazer. A loira enlaçou as pernas na cintura de Natsu para deixá-lo mais perto de si. Lucy fechou os olhos com força para sentir cada longo centímetro do Natsu penetrá-la. Natsu havia cessado os beijos e agora se encontrava alternando as pupilas cor ônix entre os seios de Lucy que balançavam de acordo com os movimentos e o rosto de satisfação de Lucy. A loira voltava a rodopiar o quadril para estimá-lo ainda mais e os seus gemidos de prazer já não eram tão baixo. Natsu por sua vez gemia mais baixo. A velocidade das estocadas foram aumentando, Lucy sentia que ia ser virada do avesso e isso era muito prazeroso para ela. Natsu tenta alternar a posição, pegando Lucy de surpresa, senta na cama e puxa a loira pra sentar em seu colo de frente com para ele, sem desconectar os sexos. Aquela posição era melhor para visualizar os seios pulando e era isso que ele queria. Voltou a estocar na loira, agora Lucy se agarrou nos ombros do namorado e ali cravou as unhas. Para senti-lo cada vez mais fundo, Lucy iniciou algumas cavalgadas, fazendo o membro de Natsu ir bem fundo. Os dois já soavam e ofegava, aquilo estava ficando muito quente, Natsu estava ficando muito quente, mas era um calor confortável, era gostoso sentir a temperatura do corpo dele. O problema que a vagina de Lucy parecia que estava entrando em combustão literalmente, mas ela não queria parar. Lucy rebolava na cintura de Natsu, fazendo com que o garoto revirasse os olhos de tesão. Era ali onde ela queria estar, dando e recebendo prazer.
Logo, os dois sentiram que iriam chegar ao clímax, primeiro Lucy, a loira cavalgou com mais intensidade, fazendo sua intimidade engolir todo o membro do rapaz.

Lucy: N-Natsuuu... — Novamente seu corpo sente os efeitos do orgasmo e a loira goza clamando pelo nome do homem da sua vida.

Natsu: Luceee... — Natsu acelera ainda mais as estocadas e minutos depois goza dentro de Lucy, urrando pelo nome da loira e preenchendo a completamente, Lucy sentiu o quanto quente aquilo era, possivelmente até fumaça poderia ter saído devido à temperatura avançada. Mas não foi doloroso para ela, na verdade, ela gostava da sensação de algo quente escorrendo dentro dela.

Os dois caem exaustos na cama, Lucy por cima de Natsu. Ali eles descansavam por algum tempo e aguardava suas respirações normalizarem. Lucy sai de cima de Natsu, tirando o pênis de dentro dela e deita ao lado dele, colocando a cabeça em seu peito. Natsu puxa o lençol da loira e cobre os dois da cintura para baixo.

Lucy: Eu... Estou tão feliz... — Lucy confessa e sente ser preenchida por uma imensa felicidade. Algumas lágrimas de felicidade brotam em seu rosto. Natsu olha para e enxuga suas lágrimas.

Natsu: Então não chore... Apenas sorria junto comigo... — Disse dando seu sorriso de orelha a orelha. A loira riu e enxugou as lágrimas.

Lucy: Eu te amo... — Disse olhando no fundo dos olhos dele. O mesmo ficou com uma expressão séria e deu um selinho nos lábios da loira.

Natsu: Eu te amo mais...

Lucy: Não... Eu te amo mais... — Falou sorrindo.

Natsu: Nada disso... Eu te amo muito mais! — Já iniciava a brincadeira.

Lucy: Meu amor por você é maior que o mar... — Falou convencida que ele pararia ali, mas...

Natsu: Meu amor por você é maior que seus peitos...

Lucy: Natsu! — Lucy dá um leve tapa no braço do namorado. Os dois caem na gargalhada por algum tempo e depois a loira se aconchega mais no peito dele — Seu bobo... — Fala com um sorriso bobo nos lábios, porém é derrotada pelo sono e não resiste.

Natsu: Sua estranha... — Natsu sorri bobo e beija a testa da garota. Logo fechando os olhos e dormindo também, com seu sorriso de satisfação por ter feito de Lucy sua.


CONTINUA...

Notas finais
Próximo Capítulo: Amigo! Erza: O que é que você quer me falar Gray? Gray: É que... Eu sou... apaixonado pelo... Natsu ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Eu acho que estou meio enferrujado com hentais... Então o que acharam? Compensou o Hentai NaLi que fiz? Por favor, comentem sua crítica ou sugestão :)