A Magia Perdida

37 Deixa de ser tapada...


Notas iniciais
Antes de mais nada quero dedicar esse capítulo ao leitor HAPPY WAVE, E AGRADECER PELA LINDAAA RECOMENDAÇÃO QUE RECEBI DE VOCÊ!!
Eu fiquei tão feliz que nem acredite, achei que tinha entrado no perfil errado no Nyah! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Esse capítulo eu dedico para você meu amor!!
Esse capítulo, não tem muito acontecimento, mas temos GaLe... já é um começo...

Natsu observava os passos de Lucy detalhadamente, como se ela fosse algum jogo de futebol, ou a única coisa interessante por ali. O que era totalmente verdade, considerando o fato de que só estavam eles dois na casa!

-Você já pensou na possibilidade de parar de ficar me secando com o olhar?!- Lucy exclamou por cima do ombro, enquanto penteava seus cabelos.

-Neste exato momento, eu estou tentando descobrir a cor da sua lingerie!- Ele respondeu com um sorriso de lado.

-E quem disse que eu estou usando lingerie!- Lucy falou, largando a escova de cabelos e saindo do quarto.

Natsu arqueou as sobrancelhas, como se aquilo fosse algo irreal, se ela não queria ser tocada, por que ficava provocando?! Tudo bem, ele estava pressionando um pouco, mas eles estava tentando seduzir ela, e não o contrário! Ou será que ela tinha algum jogo de sedução na manga?!

-Natsu, estou indo para a guilda!- Ela avisou da sala.

Natsu levantou da cama e correu para a sala, onde Lucy terminava de calçar suas botas.

-Eu vou com você!- Ele avisou.

-Perfeito, então vamos!

Lucy abriu a porta, mas a mão de Natsu bateu a porta, fechando-a. Lucy deu um pulo de susto, e olhou Natsu confusa.

-O que você pensa que está fazendo?!

-Eu sou o cavelheiro aqui. Eu devo abrir a porta para a dama!- Ele falou, deslizando a mão para a maçaneta abrindo a porta para a loira passar.

-Não precisa de tudo isso.- Ela falou com um sorriso, passando pela porta.

-Claro que precisa, estou tentando te conquistar!

-Natsu, eu tenho mãos, e isso significa que eu posso...

-Lucy, para!- Natsu segurou-a pela braço, fazendo-a virar para ele.- Pelo menos uma vez na vida, me deixa fazer as coisas sem você ficar reclamando!- O tom de voz dele, estava um tanto sério, e os olhos do mesmo, estavam fixos no dela.

-Eu não reclamo!- Lucy falou, fazendo biquinho.

-Reclama sim! E para de fazer biquinho, senão eu vou te beijar!- Natsu ameaçou.

Natsu passou à frente da loira, se adiantando na caminhada, Lucy apressou os passos, para poder conseguir chegar até a Natsu.

-O que vou dizer a Mira, quando ela perguntar como foi a missão?!- Lucy perguntou.

-Esse é o menor dos problemas, provavelmente, todo mundo deve estar ocupado com a restauração dos prédios destruídos ontem a noite.- Natsu falou.

-Foi algo assim tão terrível?!

-Só pra constar, tinha uma mulher morena, que conhecia o Gray, ela carregava uma lagrima flutuante, e tinha uma aura de magia estranha!

-Alguém se machucou?!

-Não! Mas a Yukino tem uns espíritos legais!

-Como assim espíritos legais?!

-Uns peixes gigantes, e tem mais duas chaves que ela não usou!

-Acha a Yukino mais interessante do que eu?!- Lucy perguntou, com um tom de voz diferente.

Os dois já estavam saindo do caminho entre as árvores, quase chegando a cidade, Natsu percebendo o tom de voz diferente da loira, diminuiu os passos.

-Isso é ciúmes?!- Ele perguntou, cheio de segundas intenções.

Lucy suspirou impaciente.

-Entenda como quiser, mas não é ciúmes!- Ela respondeu, apressando os passos.

Natsu teve de correr atrás da loira.

-Ei, não fica com raiva da pergunta...

-Não estou com raiva!- Lucy cortou o mago. — Acontece que conhecer outra maga celestial, é a mesma coisa que ter uma irmã mais bonita e mais simpática que você.

-A Yukino não é bonita!- Natsu falou como se fosse óbvio.

-Ela parece um pouco com a Lisanna, só que bem mais bonita!

-Agora estamos falando da Lisanna?!- Natsu perguntou confuso.

-Não, Natsu!- Lucy parou se virando para ele. — Acontece que, a Lisanna foi seu primeiro amor, e eu sei que ela deixou marcas, porque o primeiro a gente nunca esquece!

-Acho que não entendo aonde quer chegar?!-O tom de confusão era aparente na voz do mago.

Ela estava com ciúmes, mas não queria admitir!

-Só vamos para a guilda, está bem?!- Ela falou, antes de continuar a andar.

Natsu ficou alguns instantes vendo a loira se afastar antes de correr para alcança-la. O caminho para a guilda foi silencioso, e por mais que Natsu quisesse quebrar aquele silêncio, ele sentia que não deveria, parecia como se Lucy estivesse pensando, ali do seu lado. Ele suspirou aliviado quando, finalmente, chegaram na guilda.

Ela estava um tanto vazia, mais do que o de costume. Estavam somente alguns magos novos, Wendy, Romeu, Happy e Charles, que estavam jogando algum jogo de cartas

-Natsu, Lucy!- Mira os chamou. A maga estava junto com Guildarts, Laxus, Era e o mestre, com certeza conversando algo com relação a profecia, já que todos os magos Classe-S estava ali, junto com o mestre.

-Ohayo, pessoal!- Lucy cumprimentou com um sorriso forçado.

-Como foi a missão, Lucy?!- Erza perguntou. Sinceramente quando ela ficava de braços cruzados, dava arrepios em Lucy.

-Na verdade, eu gostaria de falar sobre isso Mira...- Lucy tentou falar.

-Sabemos que você talvez possa ser a garota da profecia!- Laxus falou.

-Laxus, seja mais gentil!- Mirajane ralhou com o mesmo.

-Por que eu seria gentil?! No final a gente ia dizer mesmo pra ela!- Laxus deu de ombros.

-Você é impossível...- Mirajane falou.

-Eu já sabia disso!- Lucy se pronunciou, tentando evitar uma briga entre Mirajane e Laxus.- Na verdade um cara estranho me abordou ontem na floresta...

-Um cara te abordou na floresta?!- Natsu perguntou, totalmente confuso.- Por que não me falou isso?!

-Não achei importante na hora...

-Tudo em relação a você é importante para mim, Lucy! Quero que confie em mim, afinal eu te fiz uma promessa!

O modo como as palavras foram pronunciadas pelo mago, fizeram os olhos da loira se encherem de lágrimas. Ela sentia falta daquilo, daquele afeto, de alguém que passasse segurança para ela, ou até mesmo a fizesse se sentir destemida...

Era como se Natsu não superasse as suas expectativas... Suas expectativas não existiam perto dele, ela gostava quando o mesmo a surpreendia.

-Quem era esse homem, Lucy?!- Makarov perguntou.

Sob protesto interno, Lucy se virou para olhá-lo nos olhos, deixando a imagem de Natsu de lado por alguns instantes.

-Eu lembro do semblante dele, porém ele me disse que se chamava Jellal.

Demorou um pouco para Lucy perceber que todos os olhares se voltaram para Erza, inclusive o de Natsu. A maga tinha um olhar distante, ao mesmo tempo que tentava preservar uma imagem forte. Era como se ela estivesse fingindo algo que ela demonstrava que era o contrário.

Tentava ser forte, quando algo a incomodava.

-Acho que vamos ter problemas com o Jellal e a Ultear na mesma equipe, novamente!- Guildarts falou. Ele havia ficado tanto tempo calado que Lucy havia esquecido que ele estava ali.

-Novamente?!- Lucy perguntou confusa.

-Já tivemos problemas com eles no passado. — Mira falou, e apontou para Erza.

Lucy evitou olhar na direção da Titânia, por ter certeza que a mesma estava atenta a tudo que se passava a seu redor.

-Estamos nos agitando por que?!- Laxus perguntou despreocupado.

-Ultear e Jellal estão juntos em uma guilda das trevas!- Mirajane falou, como se fosse óbvio.- Isso de certa forma é perigoso!

-Acabo com eles em dois segundos!- Laxus deu de ombros.

-Acho que deveríamos nos concentrar no fato da Lucy ser a garota da profecia, e está precisando de ajuda!- Natsu falou.

-Eu não sou a garota dessa tal profecia!- Lucy falou indignada. — Eu nem se que profecia é essa!

-Pelo amor de Deus, como ela é a escolhida se nem sabe para o que foi escolhida!- Laxus jogou as mãos para o alto.

-Não sabemos se a Lucy é verdadeiramente a garota!- Erza se pronunciou, e Lucy percebeu certa alteração na voz dela.- Ela tem todos os sinais de que possa ser, mas não podemos esquecer da Yukino!

-O que tem a Yukino?!- Lucy perguntou, ansiosa.

-Magia celestial... acho que estamos mexendo com magia da luz!- Guildarts falou.

-Não, não, a profecia é clara, dia magia celestial...- Laxus falou.

-Magia vinda dos céus...- Makarov pareceu pensativo.

-Alguém poderia me explicar o que essa maldita profecia fala!- Lucy falou, chamando a atenção, o que era seu objetivo e deu certo.

-Uma mestiça, filha de um humano e mago, portadora de magia celestial, aparecia na cidade da grande cerejeira no último trocar de suas folhas, de modo que ninguém a notaria, essa deve ser sacrificada no altar de Zeref, para que o lorde das trevas volte a reinar...- Erza falou.

-E quando o sangue da mestiça tocar no chão, Zerefe terá sua glória e poder restaurada!- Makarov completou. — Resumindo, Lucy, você nos apareceu dois anos atrás quando a cerejeira trocava de folhas, é uma maga de magia celestial, filha de um humano e uma maga... preenche todos os requisito!

Lucy começava a sentir o tanto que aquela história começava a afetar sua vida. Na verdade, ela começava a sentir medo...

-E-eu não... não sou e-essa garota!- Ela falou.

Um silêncio se instalou, e instantes depois, ela sentiu uma mão se entrelaçar na sua, e naquela mão quentinha ela conseguia sentir todo o suporte que precisava para se manter firme.

-Não sabemos realmente se a Lucy é essa garota, então deveríamos continuar procurando!- Natsu falou.

-Não é questão de procurar — Makarov falou- a questão é que não podemos deixar a guilda das trevas encontrar ela, enquanto eles não a encontrarem estará tudo bem para nós!

-E por que simplesmente não destruímos essa tal guilda?!- Lucy perguntou.

-Tem magos inocentes ali. — Mira falou.- Na verdade ainda não os destruímos porque não fizeram nenhum mal para nossa guilda!

-Você quer dizer antes do ataque de ontem à noite, certo?!- Laxus falou irônico.

-Na verdade, acho que temos um trunfo,- Erza falou- o fato deles pensarem que a Lucy é a tal garota, nos deixa um passo a frente.- A maga fez alguns minutos de silêncio, respirando fundo, como se algo estivesse incomodando-a.- E o Jellal está com eles.

-Acha que ele irá atacar a guilda?!- Guildarts perguntou.

-Seria óbvio demais, não faz parte dele ser tão óbvio!

Lucy ainda não entendia o que aquele tal de Jellal tinha de importante, para deixar a mulher mais assustadora da guilda com aquela cara de derrotada, mas sabia que aquela não era uma boa hora para perguntar.

-Onde estão todos?!- Lucy tentou desviar o assunto da conversa.

-Estão ajudando na reconstrução dos prédios destruídos. — Makarov respondeu.

-Seria legal se fôssemos ajudar!- Lucy falou se virando para Natsu.

Ele deu um sorriso fraco.

-Se é o que você quer, então é o que iremos fazer!- Ele respondeu.

-Ai que lindo!- Mira gritou.- Vocês fizeram as pazes, agora são um casal!

-Por favor!- Laxus falou entediado.

Erza segurou uma risada, e Guildarts se mostrava indiferente.

Natsu não se atreveu a responder de volta, apenas puxou a loira para que os mesmos saíssem dali o mais rápido possível.

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>O

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Gajeel não se lembrava quando foi a última vez em que havia ajudado a reconstruir um prédio e não destruí-lo!

Destruir era mais fácil, mas reconstruir até que era interessante.

-Levy-chan, cuidado!- Wendy gritou.

Levy carregava um balde e passava pelo local onde Jet e Droy tentavam erguer uma viga de madeira, por algum motivo, os dois não conseguiram segurar a viga e ela escorregou das mãos de Jet.

Levy olhou para cima, o balde escorreu de suas mãos e ela ergueu os braços para se proteger, fechando os olhos com força, pronta para sentir o impacto. Seu corpo foi jogado no chão, fazendo-a bater o cotovelo esquerdo em alguns pedregulhos, mas Levy virou o rosto para cima, no tempo de ver Gajeel se posicionar de quatro em cima dela, e a viga cair com tudo nas costas dele.

Levy arregalou os olhos, mesmo que Gajeel não tivesse mudado sua expressão, ela sabia o quanto aquilo devia ter doído.

-Seus idiotas, olhem o que fizeram!- Kanna gritou. — Gray, Rufus, precisamos de ajuda!

Gajeel ainda aguentava a viga nas costas, com Levy embaixo dele.

-Por que fez isso?!- Ela perguntou, um tanto assustada.

O braço esquerdo dele fraquejou.

-Uma família se protege, não?!-Ele respondeu- Somos da mesma guilda, eu estou te protegendo...

-Gajeel, não é de o seu feitio fazer essas coisas...

-É que nem da vez que a gente se conheceu, você estava presa e eu te salvei, dessa vez eu só não deixei nada te machucar!- Ele comentou com um sorriso fraco.

-Se isso for algum tipo de piada, pode parar!

-Você já me viu brincando alguma vez?!

Podia ser impressão dela, mas por um instante pareceu que ele estava... flertando com ela!

-Gajeel, Levy, não se mexam!- Gray falou.

-Como se tivéssemos opção!- Levy falou, revirando os olhos.

A viga de madeira foi tirada das costas de Gajeel por Gray e Rogue. Quando se viu longe daquele desconforto, Gajeel respirou bem fundo e se levantou, dando a mão para ajudar Levy a se levantar. A maga se apoiou na mão dele e se levantou sem muita dificuldade.

-Você dois estão bem?!- Kanna perguntou, tendo ao se lado, Sting e Gray.

-Estamos sim!- Levy respondeu.

-Está com um machucado no braço!- Sting apontou para o local onde instantes antes, Levy havia batido no chão.

-Não é nada demais,- ela respondeu, tentando esconder o lugar onde machucara,- eu cuido disso mais tarde!

-Eu a ajudo!- Gajeel falou, puxando-a pela mão.

Só então Levy percebeu que não havia soltado a mão dele desde que ele havia ajudado ela a se levantar.

Gajeel passou por Kanna, Gray e Sting, indo na direção de um banco ali perto, debaixo de uma árvore. Somente quando chegaram lá, Gajeel soltou a mão dela.

-Você espera aqui, eu vou atrás de algum pano limpo pra limpar esse machucado!- Ele falou.

Mas assim que ele se virou, Levy puxou-o pelo braço.

-Eu posso cuidar disso depois, sério, nem está doendo!- Ela falou.

-Mas pode infeccionar!

Levy franziu o cenho.

-Você sabe o significado da palavra infeccionar?!- Ela perguntou, parecendo chocada.

-Qual o problema de falar infeccionar?!- Ele perguntou, confuso.

-Nada, era só que eu não imaginava que você falava esse tipo de palavra!

Gajeel abriu a boca, totalmente surpreso.

-Então, quer dizer que eu te salvo, me preocupo com você, e você me agradece desse jeito?!- Ele respondeu.

-Não estou te agradecendo!- Levy respondeu com um sorriso de lado.- Pra falar a verdade, eu só agradeço quem merece!

Gajeel suspirou bem fundo, cruzando os braços.

-Então, eu não mereço sua gratidão?- Ele perguntou, transparecendo a raiva que estava se formando dentro de si.

-Eu também não disse isso!- Levy riu.- Sério, Gajeel, por que fica todo tempo me tentando, e às vezes sendo até indelicado comigo, para depois vir com um papo de não querer que eu me machuque! Por um acaso, você é bipolar?

-Está tentando me julgar agora?!- Ele falou indiferente.

-Não estou te julgando, pra falar a verdade, desde que nos conhecemos, naquele incêndio, eu tento te decifrar!

-Me decifrar?!- Gajeel falou erguendo as sobrancelhas.

-Sim. Eu me dou bem com todos na guilda, converso com todos e convivo bem com eles, mas tem algo em você que insiste em me irritar!- Ela falou, tentando parecer com raiva.

-E por que só agora está me falando isso?!- Ele perguntou, descruzando os braços.

-Porque só agora criei coragem pra falar!- Ela falou abaixando a cabeça.- Por isso eu falei pra você parar de brincar comigo, e se tornar meu amigo de verdade, porque eu...

-Sério, Levy,- Gajeel ergueu o rosto da garota, pegando delicadamente no queixo dela- quando você vai deixar de ser tapada e começar a perceber que eu vivo tentando te paquerar?!

Levy arregalou os olhos, e entreabriu sua boca, esperando que algo inteligente saísse dali, mas por mais incrível que parecesse para ela, pela primeira vez, ela se via sem argumentos! Gajeel era impossível, irritante, sarcástico, e às vezes, muito raramente, fofo de um jeito estranho. Como ela conhecia todos aqueles lados dele, Levy começava a perceber o quão diferente ele se encontrava naquele momento.

Na verdade podia ser mais uma das brincadeiras irritantes dele, mas toda aquela ideia foi por água abaixo, quando os olhos de Gajeel começaram a brilhar de um jeito estranho, e ele começou a umedecer seus lábios...

-Parece que eu deixei a madame “sabe tudo”, sem palavras!- Ele sussurrou, em um timbre bem mais grave que a voz normal dele.

-Levy-chan, Gajeel?!- Os dois se viraram na direção da voz de Lucy. A loira os olhava com certa curiosidade, enquanto Natsu parecia alheio à tudo que acontecia.

-Lu-chan?- Levy falou como se a estivesse vendo depois de um longo tempo.

-Ei Gajeel, não era pra você está ajudando na reconstrução?!- Natsu reclamou, se aproximando do mago.

-Se você quiser, posso quebrar um daqueles prédios na sua cabeça!- Gajeel respondeu, dando as costas para os magos.

-Ei, não me dê as costas...- Natsu fez menção de segui-lo, mas se virou para Lucy,- nos vemos depois princesa!- Ele depositou um beijinho nos lábios dela, correndo atrás de Gajeel depois.

Levy olhou para Lucy, cheia de segundas intenções. A loira respirou fundo, antes de olhar para a amiga, um tanto envergonhada.

-Acho que precisamos conversar...

Notas finais
Corrido não?! Bom, sendo assim não importa...
Gostaria de ter mais contato com vocês, que tal me seguirem no Twitter?? https://twitter.com/thaly_swan
Ai me digam que estão me seguindo que os seguirei de volta!!
Haaa, mas por que não coloca o perfil do Face?! Simples, não os conheço, quem me garante que não são pedófilos???kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, por isso primeiro twitter, depois face...
Enfim, estou respondendo as reviews, se acalmem okay?!
acho que já fiz todas as considerações... então, é isso!!!
bjos bjos bjos bjos bjos bjos bjos... um para cada dia da semana!