A Magia Perdida
6 Bem-vinda a Fairy Tail!
Notas iniciais
Só estou triste pois muitos não comentam a estória!!E olha que a fic tem mais de cinquenta leitores, contando com os favoritos!!
Leiam meus amores!
Lucy parecia uma criança andando toda feliz ao lado de Natsu!
Quando ele escutou que ela aceitava o trabalho na guilda, por um instante ele imaginou os dois saindo em missão juntos e destruindo cidades. Mas aquilo só iria acontecer, se inexplicavelmente Lucy virasse maga da noite para o dia! O que era meio improvável.
-A Fairy Tail é muito grande?- Ela perguntou, claramente entusiasmada.
-É a guilda mais fantástica que você vai conhecer!- Natsu falou.- Somos uma família, e nós nunca deixamos um nakama na mão!
Lucy sorriu, quando Natsu pronunciou a palavra Nakama.
Ela havia crescido em um lar onde aquela palavra não tinha significado, e seu único refúgio era uma boneca de pano que ela havia chamado de Michele. Porém o amor de uma família ainda fazia falta em sua vida!
-Você acha que eles vão me aceitar, mesmo sabendo que não sou uma maga?- Ela perguntou.
-A gente não julga as pessoas pela magia que elas possuem!- Natsu falou, como se fosse algo óbvio.
-Eu não estou querendo insinuar isso. Só estou tentando dizer que alguns magos podem ficar insatisfeitos com isso!
“Se alguém falar qualquer palavra, eu torro a cara desse infeliz!”, Natsu pensou consigo mesmo.
-Vai dá tudo certo!- Foi o que ele falou.
Lucy ainda sentia um certo medo, mas mesmo assim não falou nada. Ao que tudo indicava, ele estava do seu lado, e como o mesmo havia falado logo pela manhã eles estavam tão desesperados em conseguir alguém, que a aceitariam sem pestanejar.
-Natsu!- Lucy chamou.
Natsu conseguiu perceber que o tom de voz dela havia mudado, ele desviou o olhar para ela, encontrando de cabeça baixa, enquanto remexia suas mãos, na frente do corpo.
-Algum problema?- Ele perguntou, tentando não soar ansioso.
-É só que... desde quando cheguei aqui, você tem me ajudado bastante!- Ela falou, envergonhada.- E eu meio... que nem te agradeci direito...
-Os magos ajudam as pessoas, lembra?!- Ele falou.
-Não desse jeito que você está me ajudando!
Ela levantou o olhar para analisa-lo por alguns segundos, mas logo os desviou para a frente.
-Queria poder te recompensar de alguma forma!- Ela falou.
-Se fizer outro bolo de chocolate, eu quero o maior pedaço!- Ele falou brincalhão.
Lucy deu uma risada.
-Eu acho que você está falando isso para me agradar!- Ela falou.
-Está funcionando?!
-Está sim!- Ela falou indo na onda dele.- Pode continuar desse jeito!
Ele riu.
Era tão fácil conversar com ela! Como se os dois soubessem o que dizer, cada expressão, palavra e sorriso, mostrava o quanto eles eram compatíveis e de uma forma bem estranha unidos!
Lucy se sentia a vontade com ele, mesmo tendo se conhecido dois dias atrás. Ás vezes ela realmente achava que ele estava interessado apenas em usá-la para algum prazer dele, mas quando eles começavam a conversar era inevitável pensar que ele tinha seu charme e até mesmo carisma, que a atraia fortemente!
Natsu se perguntava se ela era mesmo real!
De repente todas as palavras de Mira começaram a embaralhar sua mente, fazendo um sentido tão grande, que ele teve um pouco de receio. Ele analisou a garota ao seu lado pelo canto do olhar, vendo-a admirada com a paisagem que passava diante de si, e rindo para as pessoas que sorriam para ela! Lucy era verdadeiramente encantadora, e ele teria sorte se ela fosse sua parceira, mas aquilo tudo estava fora de cogitação já que a mesma nem era uma maga!
Mas haviam magos que se casavam com humanos! Talvez a parceira de Natsu estivesse perto dele, mas ele queria tanto que fosse a loira ao seu lado!
-Bom dia, Natsu!- Um homem o cumprimentou, fazendo-o sair de seus pensamentos.
-Bom dia, Sawagi!- Natsu cumprimentou de volta.
-Vai levar peixe hoje?- O homem perguntou de volta.
-Talvez na volta, agora não!
O homem acenou para ele, e Natsu correspondeu, se afastando com Lucy ao seu lado.
-Como mago você conhece todas as pessoas da cidade?- Lucy perguntou.
-Talvez a metade!- Ele respondeu.- Não chega a ser todo mundo pois alguns tem medo de magos!
-Quem seria louco de ter medo das pessoas que podem salvá-las?!
-Você ficaria espantada com o número de pessoas!
Natsu conseguiu ver no final da rua o prédio que ele tanto amava, e sorriu. Qual seria a reação de todos ao ver ele passar pela porta da guilda acompanhado por uma garota que não era Lisanna?!
Talvez ele devesse se aproveitar do momento e rir da cara de alguns carentes da guilda!
Lucy parou no mesmo instante que Natsu, na frente de um prédio cinza de dois andares, não muito decorado mas que chamava a atenção de longe. De onde estavam ela conseguia escutar o barulho de risadas e copos batendo em mesas de madeira!
Fairy Tail!
-É aqui!- Natsu falou, fazendo-a desviar a atenção para ele.- Essa é a minha guilda!
Ela abriu um sorriso, admirada, e retornou sua atenção para o prédio.
-Será que eles vão me aceitar, mesmo sem ser uma maga?!
-Não seja boba!- Natsu falou, risonho.- Eles praticamente vão implorar para que você fique conosco!
“E se não implorarem eu faço todos irem queimar no inferno!”, Natsu pensou.
-Então vamos logo!- Ela falou animada.- Sempre quis entrar em uma guilda, e essa será a primeira!
Natsu caminhou na frente, e abriu a porta para Lucy entrar, assim que ela passou por si ele entrou batendo a porta de leve.
Aquela não era a entrada que ele, geralmente, fazia, porém, ele não queria assustar Lucy. De uma certa forma ele queria impressioná-la!
Os olhos dela estavam brilhando mais do que o normal, enquanto ela olhava toda a decoração do lugar. As mesas espalhadas, o bar no canto, uma escadaria que levava até o segundo andar, os magos rindo distraídos...
Era tudo tão comum, mas ao mesmo tempo mágico!
-Ei Natsu, quem é a sua amiga?- Macao perguntou.
Aquelas palavras pronunciadas, fizeram toda a guilda se calar e voltarem seus olhares para os dois na entrada da guilda.
Lucy se sentiu estranha naquele momento, com todos olhando-a com curiosidade, e engoliu em seco.
-Deixa de ser pervertido, Macao!- Natsu respondeu, fazendo-a se acalmar um pouco.- Ela não é pro seu bico!
-É a loira peituda!- Happy gritou.
Aquele gato maldito! Lucy iria arrancar todos os pelos dele e assa-lo na lareira que tinha na sua casa.
-Happy, tenha mais educação!- Uma mulher de cabelos brancos e sorriso doce falou.
-Mira era com você mesmo que eu queria falar!- Natsu falou.
Ele pegou Lucy pelo pulso e arrastou-a para perto da maga, e assim que se aproximou o bastante Lucy reconheceu quem era aquela.
-Lucy essa é a...
-Mirajane Strauss!- Ela falou maravilhada.- Ai meu Deus, eu sou sua fã! Eu tenho todas as revistas em que você é a capa, eu simplesmente te acho incrível!
-Obrigada!- Ela respondeu com um sorriso tão doce, que Lucy pensou que se caísse uma chuva ali dentro ele poderia derreter.- E você é...
-Meu nome é Lucy!
Os olhos de Mira brilharam, e ela olhou para Natsu com expectatica, e ele confirmou com a cabeça de um modo discreto, que ninguém percebeu.
-Bem, Lucy,- Mira começou a falar- provavelmente está aqui, pela vaga de emprego que abrimos!
-O Natsu me falou, mas se tiver algum problema eu posso procurar outro lug...
-Não!- Mira falou rapidamente.- Quer dizer... Natsu, vou apresentar a guilda para a Lucy!
Ele assentiu com a cabeça se afastando.
Mira entendia que Natsu havia a levado para lá para que ela ficasse perto dele. A mesma sabia que suas palavras haviam mexido com ele, e assim ele procurava respostas para as dúvidas que se formavam em sua cabeça.
Ele se sentou em uma mesa perto do bar, em uma mesa vazia, perto o suficiente para ficar de olho em Lucy e Mira.
Lucy estava tão entusiasmada, que chegava a ser um crime! O jeito que os olhos dela brilhavam, e até mesmo o sorriso que ela exibia, eram tão naturais e ao mesmo tempo só dela, que fazia o rapaz ficar preso em cada movimento dela.
Ela era incrível!
Olhá-la era tão pouco que Natsu sentiu suas mãos formigarem se imaginando tocando-a.
-Natsu, por que trouxe a loira peituda para a guilda?- Happy perguntou, pousando em cima da mesa.
-Eu trouxe ela para ajudar a Mira!- Natsu falou como se fosse óbvio.
-Mas você está olhando para ela com um olhar pervertido!- Happy respondeu.
-Eu não estou olhando para ela como pervertido!
-Alguém falou em perversão?- Gray falou, se sentando ao lado dos dois.
-O pervertido número um da guilda chegou!- Natsu falou, entediado.
-Estou realmente pensando em virar um pervertido,- Gray falou desviando o olhar,- a loira que você trouxe é realmente interessante!
Algo se remexeu dentro de Natsu, mas ele preferiu não manifestar.
-O que você quer com a Lucy?- Ele perguntou.
-Ei Natsu!- Laxus falou se aproximando.- Aquela é a loira peituda, atriz de pornô?
-A Lucy não é atriz de pornô!- Natsu falou indignado.
-Mas ela parece, Natsu!- Happy falou.- A bunda dela é grande e redonda!
Os três olharam ao mesmo tempo para a bunda dela, na mesma hora em que Lucy subia a escada com Mirajane.
-Será que ela está usando calcinha?- Gray perguntou, distraidamente.
-Homem não usam calcinha!- Elfmam falou se aproximando.
-Ela é uma garota, Elfmam!- Laxus respondeu.
-Natsu, sua amiga é solteira?- Warren perguntou também se aproximando.
-Vocês todos são pervertidos!- Levy gritou.- A garota mal chegou e vocês já ficam falando imoralidades dela!
-Você é a menina mais linda da guilda, Levy!- Jet e Droy falaram ao mesmo tempo.
-Você já viu o tamanho da saia dela, Levy?- Gray falou.
-O que tem a saia dela, geladinho?- Natsu perguntou se levantando.
-Vai querer encarar, esquentadinho?
-Ei vocês dois parem!- Cana brigou deixando de lado seu barril.
-Cai dentro, friozinho!
Os dois se atracaram cada um tentando acertar o outro.
-Onde está a Erza quando precisamos dela?- Levy falou, entediada.
-Mandei vocês pararem!- Cana gritou.
Logo a confusão estava feita, com cadeiras jogadas para tudo quanto era lado, enquanto Levy observava tudo entediada demais para participar daquilo tudo.
Mira e Lucy desceram para o primeiro andar, e Lucy arregalou os olhos ao ver o estado em que todos se encontravam.
-Mas o quê...- Ela se abaixou rapidamente, conseguindo desviar de uma cadeira que havia sido lançada.
-Isso é normal!- Mira falou, sorrindo.
-Como você consegue sorrir em um momento desses? Eles vão destruir tudo!- Lucy falou assustada.
-SEUS PIRRALHOS BARULHENTOS, CALEM A BOCA!- Um gigante assustador gritou.
Lucy arregalou os olhos, sentindo todos os pelos de seu corpo se arrepiarem de pavor.
Era um gigante, negro?!
Na verdade nem ela sabia o que era! Mas era assustador!
-EU MANDEI VOCÊS PARAREM!- O gigante gritou mais alto.
Aquele grito fez todos pararem aos poucos, e a confusão foi se apaziguando até todos estarem completamente calmos.
De repente o gigante começou a diminuir de tamanho, até virar uma anão que batia, no máximo, na altura do joelho de Lucy.
-Já disse para vocês não brigarem mais!- O anão falou.- A última reforma do prédio custou bem mais do que a gente pode pagar!
Os magos foram se afastando aos poucos cada um indo para um lado, voltando a beber ou retornando as conversas que antes estavam tendo.
-Mestre, mestre!- Mira gritou, acenando para o anão.
Ele olhou na direção das duas demorando seu olhar sobre Lucy, e caminhou até as duas.
-Esse é o mestre da nossa guilda, Makarov!- Mira sussurrou para Lucy.
Ele era tão pequeno! Quer dizer, há instantes atrás ele era grande e assustador, mas agora era tão pequeno e ranzinza!
-O que foi, Mirajane?!- Ele perguntou, ainda analisando Lucy.
-Ainda continua de mal humor?- Mira perguntou sorrindo.
Será que as bochechas dela não doíam de tanto que ela sorria?!
-Meu escritório continua uma bagunça, como que que eu esteja?!
-Tenho uma boa notícia para você, mestre!- Mira falou e puxou Lucy para seu lado.- Essa Lucy, minha nova ajudante!
Lucy percebeu um brilho pervertido vindo do mestre, mas preferiu pensar que foi impressão dela!
-Lucy!- Ele falou lentamente, ainda analisando-a.- Lucy! Você me lembra alguém?
Lucy arregalou os olhos. Será que ele conhecia seu pai?! Isso seria horrível pois se ele conhecia, sabia da fortuna que ele tinha, e provavelmente não daria o emprego para ela.
-Por acaso você é uma maga?!- Ele perguntou.
-Não!- Ela respondeu.- Na verdade nunca me envolvi nessas coisas de magia, até agora!
Ele olhou para as pernas dela, e ergueu uma sobrancelha pensativo. Mas depois suspirou alto.
-Seja bem vinda!- Ele falou.- Mira, pode colocar a marca nela!
-Marca?! Que marca?- Ela perguntou assustada.
-A marca da guilda!- Mira explicou, indo para de trás do balcão.- Todos os magos da guilda tem uma marca com o símbolo da guilda!
-Mas eu nem sou uma maga!
-Isso não importa!- Makarov falou.- Você Faz parte da família agora!
Família!
Uma palavra que Lucy não sabia o significado!
-Onde vai querer sua marca?- Mira perguntou, preparando o carimbo.
-E-eu...- ela limpou a garganta,- Na minha mão direita.
-Em que cor?!
Lucy escutou a gargalhada exagerada de Natsu e olhou na direção nele, encontrando-o conversando com um cara forte e um outro com cachimbo.
-Rosa!- Ela respondeu, sem perceber.
Mira sorriu, e carimbou o símbolo na mão dela. Lucy ficou olhando para a sua mão por alguns minutos analisando o símbolo tão bem desenhado mas que agora mostrava que ela fazia parte daquela guilda, mesmo sem ser uma maga de verdade.
-Escutem!- Makarov gritou, chamando a atenção de todos.- Temos uma nova integrante em nossa família!- Todos olharam para Lucy, que corou.- Mesmo que ela não seja uma maga, ela faz parte da família agora, então a tratem bem!
Alguns murmúrios foram ouvidos pela guilda.
-Agora Mirajane,- Makarov falou, se virando para Mira- você poderia arrumar meu escritório?
-Claro, mestre!- Mira respondeu.- Lucy, faça do jeito que te ensinei, se precisar de algo, peça para o Natsu me chamar, certo?!
Lucy assentiu, e Mira se afastou junto com o mestre.
Era meio estranho para ela de uma hora para outra, conseguir fazer parte da guilda mais falada de Fiore, mesmo sem ser uma maga.
— Olha, Natsu,- Ela falou animada, quando viu ele se aproximar,- agora eu tenho a marca da Fairy Tail!
Natsu sorriu, a alegria dela era mesmo contagiante.
-Que bom, Luigi!- Ele respondeu.
-É Lucy!- Ela falou, um tanto constrangida.
-Desculpe!- Ele falou, desviando o olhar.
Ela deu de ombros, antes de ir para de trás do balcão, e colocar um copo sobre o balcão.
-O que vai querer beber, Salamander?- Ela perguntou, risonha.
Natsu se sentou no banco, pensativo.
-Não sei!- Ele falou, entrando no ritmo da brincadeira.- O que me recomenda, Lucy?!
-Posso te preparar um coquetel de fruta, mas nós só temos cerveja!
Natsu riu.
-Então eu quero cerveja!
-Boa pedida!
A garota se virou, para pegar a garrafa de cerveja. E enquanto Lucy o serviu, ele não parava de analisar o modo como os cabelos dela se movimentavam, ou simplesmente como os movimentos dela eram tão delicados...
-Olá, Lucy!- Aquela voz fez os pensamentos de Natsu se dissiparem.
Gray!
Estava totalmente sem blusa, e tinha aquele sorriso galanteador que fazia todas as mulheres caírem aos seus pés.
Aquele sorriso estava sendo dirigido para Lucy!
Algo, parecido com raiva, se remexeu dentro de Natsu, e ele se sentiu pior ainda quando Lucy olhou para ele com aquele sorriso doce!
-O que você deseja?- Ela perguntou, educadamente.
-No momento, você!- Gray respondeu, piscando para ela.
-A gente só tem cerveja, serve?!- Ela respondeu.
Natsu franziu os lábios com a cara assustada que Gray fez. Lucy realmente não tinha entendido a cantada, e isso o deixou muito feliz!
-Eu acho que você não enten...
-Por que você está sem roupa?!- Ela perguntou, analisando-o.
-Mas quando foi qu...
Gray se afastou procurando por baixo das mesas sua camisa.
-O nome dele é Gray Fullbuster!- Natsu respondeu, antes que ela perguntasse.- É um mago de criação, sua magia mexe com gelo.
-Ele parece interessante!- Lucy falou, observando-o.
Natsu olhou para ela com cenho franzido, e percebeu o brilho no olhar que ela tinha, enquanto analisava Gray de onde estava.
-Você realmente o achou interessante?- Natsu perguntou, com certo nojo.
-Ele é bonito!- Ela respondeu.- E me paquerou agora a pouco!
-Pensei que não tivesse entendido!
-Eu entendi, só que eu quis dá uma de difícil!- Ela respondeu risonha.
-O Gray não faz muito o seu tipo!- Natsu falou, um tanto irritado.
-Mas não custa nada tentar, não é mesmo?!- Ela falou se afastando.
Natsu simplesmente não havia gostado daquilo. Poderia até ser chamado de ciúmes, ele só não entendia o porquê de sentir aquilo!
"O ciúme tem o seu cabimento: é a pimenta do amor."
( Paula Nei )
Notas finais
Bjos bjos... vou tentar postar até terça-feira, estou na semana de prova na faculdade e estou enrolada!!!Mas me esforçarei por vocês!!
bjos, até!!!
Fale com o autor