A Magia Grega
13 A varinha de Jade sobra para mim
Notas iniciais
Era berro para todo o lado.
— JADE!
- DAVID!
Eles se abraçaram.
- Jade, por que tudo de ruim acontece com agente? – ele beijou sua testa e mexeu nos cabelos dela.
Ela estava chorando.
- Jade.. — então pensou melhor, — amor, não fica assim. – ele limpou as lágrimas dos seus olhos, embora continuassem inchados e vermelhos e lhe deu um beijo.
- Agente vai sair dessa vivos, O.K.?
O avião continuava caindo, todos berrando. Mas agora sabiam porque. Vinha saindo do gabinete de controle o piloto com um sorriso branco no rosto. David contou na sua cabeça 3...2...1/2...1. Eu sabia! – pensou. Ele pegou sua espada e foi em direção do piloto (que agora virara um monstro).
Todos ainda gritavam e olhavam para ele, não para o monstro.
- Argg! essa névoa! Agora eles pensão que quem que quer matar todo mundo sou eu. – pensou.
David correu com a espada apontada para a frente, o monstro voou para outro lado para se defender. Ele continuou perseguindo o monstro, mas ele sempre fugia. Parecia que o objetivo dele não era ele. Era..
- JADE! – Berrou.
Ela correu. Mas.. a varinha dela? Aonde estava? Como ela iria de defender?
- David!
Ele correu em direção dela. O monstro queria pegá-la. Ele estava quase lá... só mais um pouquinho.
O monstro pegou-a pelas garras e saiu voando para fora do avião.
- JADE!!! JADEE! JADE! JAAAAAAAAADE! – Ele estava olhando para o buraco que o monstro tinha saído. Não tinha oque fazer. Somente.. chorar.
Ele sentou no chão e envolveu os joelhos com os braços, abaixou a cabeça e começou a chorar.
Ninguém mais gritava. Todos olhavam para ele. Desculpa Jade.. é minha culpa! É MINHA CULPA! Se não fosse por mim... ela nem teria se metido nisso tudo e estaria como uma fugitiva de Hogwarts. Só isso. Não taria nas mãos – garras — de um monstro. Não taria nas garras de uma Benevolente.
Alguma coisa atingiu seus pés de leve. Ele alevantou a cabeça lavada de lágrimas, e viu a varinha de Jade encostada nos seus pés.. a varinha de Jade!
Ele deu uma olhada na sua volta. As famílias se abraçavam. Se davam adeus.
- Adeus!
- Adeus!
- Iggor, peço desculpas por te odiar por cinquenta anos, — Disse uma velha de bengala, — Me desculpa?
- Tá perdoada! – Os dois velhinhos se abraçaram.
Ele se levantou e correu para a gabinete dos pilotos. O outro piloto estava desmaiado — ou morto?
— O.K. – pesou David, — Calma. Preciso fazer isso.
Ele começou a apertar todos os botões mas nada ajudava. Ele viu uma alavanca, que estava para baixo, puxou-a para cima. O avião estava muito perto do chão agora. Eles conseguiam ver a cidade lá em baixo.
- EU CONSEGUI! O Avião voltou a voar! – Um alívio percorreu seu corpo.– POR JADE!
Todos davam berros de felicidade.
- Iggor – A velha falou.
- Oque foi Dennise?
- Eu ainda estou brava com você. – A velha ria enquanto falava.
De alguma forma – no meio daquele desespero todo – ele achou o botão “piloto automático” e apertou. Ele saiu do gabinete e alevantou a mão pedindo silêncio.
— Ahm.. alguém aqui sabe pilotar um avião? – Pediu David.
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