A Lua Que Te Dei
15 Sempre Teremos Amigos
Martin estava literalmente perdido, ele havia deixado o seu carro estacionado em frente a casa de seus pais, e havia decidido sair a pé pelas ruas sem destino algum, apenas caminhando sem direção.
As palavras que acabara de ouvir de seu pai haviam o ferido com a potência de uma bomba atômica, e a falta de defesa por conta de sua mãe só confirmou ao garoto que ele não tinha o perdão da mesma.
Todos esses pensamentos deixavam Martin atordoado, as palavras que ouviu martelavam na cabeça do garoto e toda essa confusão acabou o levando inconscientemente, a um lugar já conhecido. O garoto agora estava parado olhando fixamente para a porta da casa de Kathryn. Martin ficou apenas ali parado decidiu não entrar, e então sentou- se em uma calçada que havia ali perto, onde ficou observando a casa a sua frente até acabar adormecendo, para depois ser acordado por alguma pessoa que agora estava sentada ao seu lado.
— Você já está há muito tempo aí? — perguntou Martin a Kathryn.
— A pergunta certa é, a quanto tempo você está aqui? — rebateu Kathryn.
— Nem sei. Uma ou duas horas...Não faço a mínima ideia. -falou Martin se esforçando ao máximo para pronunciar cada palavra.
— Por que, você está aqui? Tipo deitado em uma calçada. — indagou Kathryn.
— Bom isso também eu não sei te responder...Quando eu me dei conta já estava aqui.
— Você está bêbado?
— Infelizmente não...Eu preferia está acompanhado de um litro de Vodka...mas vim até você. — falou Martin em meio a um breve sorriso.
— Você está me comparando a um litro de Vodka? — indagou Kathryn em tom de brincadeira.
— Não! — respondeu Martin quase em um grito. — Claro que você é melhor que um litro de Vodka...mas é que as duas me fazem esquecer do mundo.
— Fico feliz com o elogio — falou Kathryn se permitindo sorrir — Agora vamos entrar, pra você me contar o que foi que aconteceu.
— Claro tô precisando daquele seu café.
O ex casal entrou, na casa de Kathryn e foi até a cozinha onde a garota serviu ao seu ex-namorado uma xícara de café e alguns biscoitos que tinham sabor de laranja.
— Você lembra que você amava comer esses biscoitos? — Indagou Kathryn.
— Eu ainda amo. Esse gostinho de laranja me faz lembrar de bons momentos — falou Martin saboreando dois biscoitos de uma só uma vez.
Kathryn observava Martin comendo e sorrindo, o que não convencia a garota, pois ela conhecia o jeito do garoto e já estava acostumada a decifra-lo, bastava apenas alguns instantes para que a moça perceber os sentimentos que Martin tentava esconder.
— Vai me fala, o que aconteceu? — indagou Kathryn tomando mais um pouco de café.
— Não aconteceu nada, por acaso precisa acontecer algo para eu vir conversar com a garota que eu amo.
— Não, mas precisa acontecer algo para você ficar tentando esconder que está triste atrás desse sorriso.
Martin ficou em silêncio, e por instante ficou muito sério e Kathryn observava aquela brusca mudança de humor que só confirmava o que ela havia pensado desde o princípio. A garota sensibilizada com a tristeza que via nos olhos do mais velho, lhe tocou a mão, e com esse ato quase que instantaneamente as lágrimas brotaram dos olhos de Martin que agora deixava que toda a sua tristeza se esvair pelos seus orbeis.
— Eu vou embora Kath...Eu não vou conseguir conviver com essa culpa...Os meus pais me odeiam. -falou o garoto apertando a mão da mais jovem.
— Claro que não Martin, eles só precisam de tempo, afinal eles perderam um filho.
— Hoje eu vi o rancor nos olhos de meu pai...A tristeza nos olhos da minha mãe... E tudo por minha culpa...Eu só queria encontrar com meu irmão apenas uma vez, e me ajoelhar nos seus pés e implorar o perdão. — falou Martin quase que gritando tais palavras.
— Eu tenho certeza que ele te perdoaria e seus pais um dia vão te perdoar. — falou Kathryn levantando-se e indo em direção de Martin para o abraça-lo, tentando o confortar.
— Está decidido eu vou fazer um favor para eles...Eu vou sumir.
OoO...
O filme já estava chegando em seus momentos finais, e o casal estava em silêncio e paralisado ao ver as cenas finais, que prendiam a atenção. Após o término do filme, Mari levantou da cama e disse a Alex que precisava ir embora, o garoto por sua vez não aceitou o desejo da garota e a segurou pelas mãos pedindo que não fosse embora naquele momento.
– Alex! O filme acabou e eu preciso ir embora agora. — disse a garota imobilizada pelas mãos de seu namorado.
— Ah não, você vai ficar...A chuva ainda nem passou.
— O filme acabou, não temos mais nada pra fazer.
— Aí que você se engana meu amor — disse Alex com um sorriso malicioso.
— Para Alex! Assim você me assusta — disse a garota indo até a porta de saída do quarto.
— Espera amor, eu ia dizer que...A gente pode ficar aqui abraçadinho, vendo TV — argumentou Alex.
— Sei...Eu não deveria ficar mas...devo admitir que a proposta é tentadora.
— Eu sabia! Vamos voltar para o nosso ninho.
O casal voltou a cama e ligou a Tv em um canal que transmitia um péssimo programa de humor, e Mari ria com as piadas sem graça que via no tal programa , e ria ainda mais ouvindo as piadas que Alex fazia sobre o tal humorístico. O casal acabava se beijando entre piadas e risos, até o clima ficar um pouco mais quente, e Mari se retrair.
— Alex é melhor...Eu...Ir...Embora — falava a garota de forma quase inaudível por ser interrompida pelos beijos de Alex.
— Relaxa amor, a gente não está fazendo nada demais. — falou Alex vagarosamente sem deixar de se concentrar nos beijos.
— Agora não...mas depois — falou Mari se livrando dos beijos de seu namorado e correndo até a porta.
— Amor espera — falou Alex correndo ao encontro de Mari.
— Eu já vou Alex...É melhor eu ir.
— Olha dentro dos meus olhos — disse Alex olhando fixamente nos olhos de Mari — Eu gosto de você de verdade, e você não precisa ter medo de mim, a gente só vai fazer o que você quiser.
Nesse momento Mari aumentou sua respiração e ficou em silêncio até dizer palavras que surpreenderam a seu namorado.
— Eu quero — falou a garota beijando Alex com intensidade, tentando retirar a blusa que o garoto vestia.
" If I've been feeling heavyYou take me from the dark Your arms, they keep me steady So nothing could falling apartAnd I will find my strength to untame my mouth When I used to be afraid of the wordsBut with you I've learned just to let it out Now my heart is ready to burst' Cause I, I feel like I'm ready for love And I wanna be your everything and moreAnd I know every day you say it But I just want you to be sure That I'm yours That I'm yours "
Estou me sentindo pesadaVocê me tirou da escuridão Seus braços me mantém firme Então nada poderia se despedaçar E eu vou encontrar a força que controla minha boca Quando eu costumava ter medo das palavras Mas com você eu aprendi apenas deixa rir
E agora meu coração esta pronto para explodir
Porque eu, eu sinto que estou pronta para o amor
E eu quero ser seu tudo e mais
E eu sei que todos os dias você diz Mas eu só quero que você não se esqueça
Que eu sou sua
Eu sou sua...
" Ella Henderson — Yours "
Após alguns beijos a blusa que Alex emprestou a Mari caiu no chão revelando assim Mari que ficou apenas em trajes íntimos.
— Você tem certeza? — perguntou Alex seriamente a Mari.
— Certeza é impossível de se ter, mas eu sei que eu já sou sua, desde que te conheci. — falou a garota quase em um sussurro.
Após as últimas palavras Alex sentiu um arrepio percorrer o seu corpo e então retirou a bermuda que vestia ficando apenas com uma cueca branca, e voltou a beijar a garota com intensidade.
Nesse momento a porta do quarto fez um barulho que de certa forma deixou Alex e Mari em estado de desespero, porém o que deixou o casal em pânico foi reconhecer a pessoa que abria a porta.
— O que está acontecendo aqui? -perguntou Jenna surpresa com o que via.
Alex e Mari ficaram em um verdadeiro pânico ao ver a imagem de Jenna na porta, e quase que instintivamente se soltaram, e a garota correu para se esconder em baixa dos lençóis da cama de Alex.
— Me diz Alex o que estava acontecendo aqui? -perguntou a mulher irritada.
— Você sabe mãe...E você não devia entrar assim no quarto dos outros sem bater a porta antes. — falou Alex calmamente.
— Eu entro da forma que eu quiser, por que eu sou a dona dessa casa.
— Essa casa também é do meu pai, e também é minha...E você não tem direito... — Alex falou sendo interrompido.
— Eu posso fazer o que eu quiser nessa casa, inclusive expulsar essa golpista daqui. — falou Jenna em tom de ameaça.
— Experimenta expulsar a minha namorada daqui — disse Alex em tom de desafio, dando ênfase a palavra "namorada".
— Deixa Alex, ela não vai me expulsar, por que eu mesmo vou embora. — disse Mari tentando conter a discussão.
— Você fica Mari! Essa casa também é minha. — falou Alex nervoso.
— Ah você duvida que eu coloque essa...garota pra fora? — falou Jenna puxando Mari pelo braço.
Alex correu ao encontro das duas e conseguiu tirar sua mãe de perto de Mari, que agora começava a chorar.
— Para Alex! Eu vou embora, pra mim já chega — falou Mari indo em direção a porta, chorando.
— Espera, você não vai agora, eu ainda não terminei. — falou Jenna.
— Você pode mandar nessa casa, mas em mim você não manda eu vou embora. — disse Mari batendo a porta do quarto, levando sua roupa molhada, para depois vesti-la na sala.
— Mari! — gritou Alex correndo atrás de sua namorada.
— Você não vai me deixar falando sozinha... Alex volta aqui!
Alex correu atrás de Mari sem ouvir os chamados de sua mãe, que por sua vez também foi atrás do casal. Alex chegou até a sala da casa, porém não encontrou Mari que já estava fora da casa.
— Ela já foi filho, aquela golpista já foi...Vamos...
— Cala sua boca! A Mari não é golpista. Ela é a minha namorada e eu vou atrás dela.
— Nessa chuva?
— Claro — disse Alex pegando um casaco e um guarda chuva.
Ao sair para fora de casa Alex encontrou a rua completamente molhada, e o céu prometia ainda mais chuva, provavelmente para a noite inteira. O garoto procurou algum sinal de sua namorada, porém não a encontrou de imediato, então saiu andando debaixo de seu guarda chuva que parecia que iria quebrar a qualquer instante. Após andar alguns metros o garoto conseguiu avistar Mari de longe, a garota corria rapidamente tentando chegar a sua casa o mais rápido a sua casa.
— Mari! — gritou Alex.
A garota aumentou a rapidez de seus passos afim de não ser alcançada pelo garoto, porém logo Alex conseguiu chegar até Mari, que ainda estava chorando, e agora suas lágrimas misturavam — se com a água da chuva.
– Você não ouviu eu te chamar? — indagou Alex, abraçando a garota.
Mari não respondia as indagações feitas pelo garoto, apenas chorava imóvel.
– Me responde por que não parou quando te chamei? — indagou novamente Alex.
— Por favor...deixa eu embora — falou a garota em voz baixa devido ao choro.
– Eu te levo em casa...
– Não eu não quero. ..Eu preciso ir sozinha.
– Para! Eu te levo.
— Não...Eu vou sozinha — falou a garota andando para longe...
— Leva pelo menos o guarda chuva — falou o garoto em tom derrotado.
— Está bem... — falou a garota pegando o guarda chuva, e andando até sumir dos olhos de Alex ao virar na primeira esquina.
Alex agora sentia um misto de tristeza e de raiva, e sabia que naquele momento não poderia voltar para casa, foi então que tomou o caminho mais óbvio, a casa de Kim, onde ele precisava estar, pra esfriar a cabeça, ter com quem conversar, desabafar, e o seu melhor amigo era a pessoa mais adequada para esse momento.
Após andar por alguns quarteirões ainda em baixo de chuva, Alex chegou até a casa de Kim e rapidamente começou a tocar a campainha.
" Só me falta o Kim não abrir essa porta e me deixar aqui na chuva"
Pensou o garoto, enquanto a água da chuva o molhava ainda mais. Após muita insistência em fim Kim apareceu com uma cara de sono e de poucos amigos.
— Alex? O que você está fazendo aqui? Debaixo dessa chuva?
— Boa Noite pra você também meu melhor amigo. — disse Alex, entrando rapidamente na casa de Kim.
— Ah não Alex...Você está molhando a minha sala toda.
— Porra Kim, agora eu só podia recorrer a você...Não briga comigo não cara — falou Alex com uma voz trêmula e embargada pelas lágrimas que estavam presas em sua garganta.
— O que aconteceu cara? — perguntou Kim assustado com o estado em que o seu amigo encontrava-se.
— No seu quarto eu te conto. Agora por favor deixa eu usar seu banheiro pra eu tomar um banho e me empresta alguma roupa sua. — disse Alex ainda com uma voz fraca.
— Claro vamos subir. Eu procuro algo que sirva em você enquanto você toma banho.
OoO...
Mari estava sentada em uma calçada, onde chorava abraçando suas próprias pernas, a todo momento as lembranças do que havia ouvido reviravam a sua mente. A garota ficou ali parada por um bom tempo, até sentir o seu corpo estremecer, e os seus lábios tremerem de frio, então levantou-se vagarosamente e começou a andar, a princípio em direção a sua casa, porém depois decidiu seguir até a casa de Kathryn, aquele momento ela precisava de sua amiga e em poucos instantes ela já estava do lado de fora da casa de Kathryn, a espera de que a porta se abrisse e ela pudesse entrar.
– Mari? O que aconteceu amiga? — perguntou Kathryn surpresa com a visita de sua amiga.
– Eu posso entrar? — perguntou Mari tremendo de frio.
— Claro...Vamos subir para o meu quarto, você precisa trocar essa roupa.
" You can count on me like one, two, three I'll be there And I know when I need it I can count on you like Four, three, two And you'll be there Cause that's what friends are supposed to do, Oh yeah
Você pode contar comigo como um, dois, três Eu estarei lá E sei que quando eu precisar, posso contar com você como Quatro, três, dois E você estará lá Porque é isso que os amigos devem fazer Oh sim "
" Bruno Mars — Count on me "
Já no quarto Kim procurava alguma roupa que servisse para seu amigo, o que não era uma tarefa muito difícil já que os dois amigos possuiam praticamente o mesmo porte.
– Kim, já escolheu a roupa — falou Alex enquanto saiu do banheiro enrolado em uma toalha branca.
— Já sim...pode vestir isso aqui. — falou Kim jogando uma bermuda feita de tecido azul e uma camiseta branca.
— Acho que está faltando algo aqui... — falou Alex com seu humor de sempre
— Ah não cara...cuecas são algo imcompartilhaveis.
— Para de frescura Kim a gente é irmão, me dá aquela pretinha... — falou Alex sorrindo.
— Tá certo vê se essa serve — falou Kim jogando uma cueca boxer branca para seu amigo.
— Bem...servir eu não sei se vai, já que...meus atributos são bem maiores que os seus, mas...vou fazer o possível pra caber tudo direitinho. — falou Alex sorrindo e vestindo a roupa emprestada de seu amigo.
— Ah vai te catar... — falou Kim sorrindo.
OoO...
Já de banho tomado Mari agora conversava com Kathryn que insistia em saber o que havia acontecido.
— Ai amiga me conta o que aconteceu. — falava Kathryn enquanto preparava a cama para dormirem.
— Precisa falar...
— Claro, foi o Alex?
— Não...Pior aquela bruxa da mãe dele...Você conhece? — disse Mari lembrando da mãe de seu namorado.
— Vagamente, acho que já vi o Alex com ela. O que ela fez?
— Ela é uma...Acredita que ela me chamou de golpista e insinuou que eu queria engravidar do Alex? — disse Mari revoltada.
— Não acredito... — falou Kathryn desacreditando do que sua amiga lhe contava. — Mas espera...pra ela desconfiar disso você e o Alex...
— Quase, mas graças a Deus, não aconteceu nada.
— Mas ia acontecer?
— Provavelmente...Eu estava decidida, só que aí a mãe dele apareceu e...Eu não sei se eu quero mais.
— Por que amiga? Só por causa da mãe dele?
— Também, mas o Alex não faz nada para isso melhorar...Eu não sei mas nada...Eu já me magoei demais. — falou a garota chorando novamente.
— Oh minha amiga, chora, comigo você pode. — falou Kathryn fazendo com que Mari deitasse na cama, onde ficou mais confortável, recebendo o carinho de sua amiga até adormecer.
OoO...
— Você ainda não falou o que aconteceu — disse Kim a Alex, que já estava deitado na cama de Kim.
— Cara eu não estou aguentando a minha mãe.
— O que aconteceu? — indagou Kim com curiosidade.
— Eu e a Mari a gente ia...
— Espera...Você e a Mari...
— Isso eu e a Mari iriamos tranzar, e a minha mãe estragou tudo — Falou Alex frustrado.
— Nossa que droga em...Mas precisa ficar tão triste assim por isso, vocês ainda podem tentar — disse Kim.
— Eu sei. ..Eu tô triste por que eu não sei se a Mari ainda vai querer algo comigo depois de hoje...A minha mãe expulsou ela de lá...foi horrível, e eu não fiz nada pra impedir.
— Cara você não pode fazer nada.
— Claro que posso, eu não sou mais um garotinho.
— Calma Alex não é assim.
— Eu estou com raiva...É isso
— Já sei...- disse Kim pegando jarro de flor de seu quarto — anda pode quebrar.
Alex soltou uma longa risada deixando Kim sem entender o motivo das risadas.
— Olha só você usando os meus métodos. — disse Alex continuando a sorrir. — Pode guardar o jarro, eu não preciso quebrar nada não, só preciso de um abraço de um amigo meu aí.
— Hum...vai começar com as frescuras — disse Kim sorrindo, contagiando Alex com sua risada — Vem aqui então.
Então Alex não exitou e correu para o Abraço de seu amigo, que era o local mais confortável para ele naquele momento, naquele dia...
OoO...
" If you're tossing and you're turning and you just can't fall asleep I'll sing a song beside you And if you ever forget how much you really mean to me Everyday I will remind you Oh Find out what we're made of When we are called to help our friends in need You can count on me like one, two, three I'll be there And I know when I need it I can count on you like Four, three, two And you'll be there Cause that's what friends are supposed to do, Oh yeah Wooooh, wooooh You'll always have my shoulder when you cry I'll never let go, never say good-bye
Se você estiver se sacudindo e se virando E você simplesmente não consegue adormecer Eu vou cantar uma canção ao seu lado E se você esquecer o quanto você significa para mim Todos os dias eu vou lembrá-la Oh Descubra do que somos feitos Quando nos chamam para ajudar nossos amigos necessitados Você pode contar comigo como 1 2 3 Eu estarei lá E sei que quando eu precisar, posso contar com você como Quatro, três, dois E você estará lá Porque é isso que os amigos devem fazer Oh sim Wooooh, wooooh Você sempre terá o meu ombro quando você chorar Eu nunca vou te deixar, nunca vou dizer adeus "
" Bruno Mars — Count on me "
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