Notas iniciais
em primeira mão eu queria agradecer a linda Izzy jackson pela linda recomendação, eu estou muito mais muito feliz com ela.

POV – Annabeth

Quando sai as pressas do chalé do Percy tudo o que pude pensar foi que a pessoa cuja a qual eu estou apaixonada é um monstro, e por mais que isso esteja me deixando perturbada o meu estúpido coração está me mandando dar meia volta e voltar pra lá e me jogar nos braços do meu amado e dizer que está tudo bem e que eu o amo, mas a minha razão fica espetando meu coração e dizendo que se eu o seguisse e fizesse o que ele diz o monstro iria me matar por que é isso o que monstros fazem, eles matam pessoas inocentes. Mas então o que irei fazer ?, e como poderei escolher o que fazer se estou dividida em duas diferentes direções, o coração e a razão ?

Enquanto esse debate acontecia dentro de mim, meu corpo me levava para o único lugar que pode me deixa calma numa situação como essa, a praia.

POV – Silena

Que encrenca das grandes eu fui me meter, primeiro, meu namorado é um vampiro, segundo, descobri que Percy Jackson é um vampiro e de quebra que ele resolveu contar para a sua namorada, Annabeth, que ele é um vampiro o que resultou no termino dos dois e terceiro, como sou uma idiota filha de Afrodite e uma das best de Annabeth resolvi meter meu bedelho onde foi chamado e tentar resolver essa bagunça, pense na grande meleca em que fui me meter.

E aqui estou, procurando nesse enorme acampamento, sobre um sol escaldante, a filha de Atena que sumiu de uma hora pra outra só para dificultar minha vida, fala sério, depois que a encontrar vou dar a ela uma aula de pra onde ir depois que terminar com seu namorado, e nesses lugares vou incluir o chalé de Atena e os campos de morango, e bem que um suquinho iria cair bem agora. Depois de andar que nem uma condenada eu finalmente vi a cabeleira dourada que tanto queria ver, ela estava sentada em uma pedra na praia de cabeça baixa, me dirigi rapidamente para onde ela estava.

— Por que você não foi para o seu quarto como todas as garotas normais hem ? – disse eu com a voz fraca e entrecortada por causa da caminhada rápida que tinha acabado de fazer – você não faz ideia do quanto eu rodei pra po... – não pude terminar a frase porque naquele momento ela levantou a cabeça e puder ver seus olhos inchados que ainda teimavam em derramar lágrimas, e em uma tentativa de tentar consola-la depositei minha mão sobre o seu ombro – Anne..., eu sei que agora é um hora terrível pra conversar mas tem que ser agora, olha eu sei que você e o Percy terminaram.

— Como você ficou sabendo disso ? – perguntou ela entre pequenos soluços.

— Charles me contou, e ele também me contou o porque de vocês terem terminado – pude ver que a expressão chorosa dela foi dando espaço para a de total surpresa.

— O..oo.o. q..que...e...le... te dis...se ? – perguntou ela gagejando.

— Nada o que eu já sabia – nesse momento sua boca se abriu em um perfeito O – e acredite, eu sei o que você está passando agora, eu passei pela mesma coisa.

— Eu não sei do que você esta falando.

— É claro que sabe, você descobri que seu namorado é um vampiro – eu disse me divertindo om a careta que Annabeth fez quando eu falei isso – eu também fiquei bem surpresa quando Charles se revelou ser um também, mas a diferença entre eu e você é que eu não terminei com ele por causa disso, quer dizer..., eu fiquei um tempo sem falar com ele é claro, mas depois que eu o permiti explicar o que aconteceu eu vou a velo da mesma forma de antes, nada mudou a não ser o fato de que agora eu tenho certeza do que eu sinto por ele, é amor.

— Como você pode amar um monstro, você sabe que ele é do mau – disse ela exasperada.

— Você fala disso como se soubesse o acontece de verdade, mas na verdade você não sabe de nada, Charles pode ser um vampiro, e acredite ele não escolheu ser, mas ele não é do mau e muito menos é um monstro, ele escolheu não ser, do mesmo jeito que o Percy escolheu não ser um também.

— E como você pode saber alguma coisa sobre o Percy ?, você não é nada dele – rebateu ela gritando comigo.

— Porque ele é o meu amigo – eu rebati na mesma moeda – e eu sei que ele te ama mais do que tudo nesse mundo e também sei que ele escolheu você ao invés de se entregar ao “monstro” que você diz que ele é.

— Ele não pode mudar quem é agora, ninguém pode – disse ela voltando a chorar – e por mais que eu saiba disse, simplesmente não consigo parar de ama-lo cada dia mais.

— Não se pode mandar no coração, por mais que você queria, você sabe que minha mãe é bem cabeça dura – trovoes – desculpe-me, eu não quis ofende-la mamãe queria – pela primeira vez na conversa eu ouvi Annabeth rir – eu vou dar um conselho pra você de quem já passou por isso e você decide se quer segui-lo ou não ok ? – como ela apenas assenti e não disse nada resolvi continuar – vá fala com ele e deixe que ele se explique pra você tudo o que aconteceu com ele e o como ele se sente sobre isso e então você decide o que quer fazer você mesma .

— Então eu devo falar com ele agora ?

— Agora ele está fora do acampamento caçando com Charles – percebi a besteira que eu tinha falado quando vi Annabeth ficar pasma e tão branca que as pessoas que não a conheciam jurariam que ela é filha de Ades – relaxe, eles estão caçando esquilos.

— Esquilos ?????- perguntou ela com a sobrancelha levantada.

— Pra eles se alimentar de esquilos ou qualquer outro animal é como um vegetaria para nós, assim eles não precisam matar humanos para se alimentar.

— É muito a ser processado, eu vou precisar de um tempo para mim mesma pra colocar tudo no seu devido lugar.

— Eu vou indo então – disse já me virando pra ir embora quando percebi que ainda faltava uma coisa pra eu falar – e mais uma coisa.

— Oque ?

— Da próxima vez que isso acontecer, por favor me faça o favor de ficar no seu chalé ou no campo de morango, que pense numa coisa cansativa que foi te encontrar – e dessa vez nós duas caímos na gargalhada.

— Eu vou manter isso em mente – disse ela ainda rindo.

— já que esclarecemos as coisas eu vou deixa-la sozinha.

Dessa vez eu fui realmente embora.

Notas finais
peço desculpas pela demora.