Notas iniciais
Ola pessoas! Sapatilha realmente espero que esteja lendo isso. Essa é minha segunda tentativa de fic e espero não abandoná-la! Espero sinceramente que gostem! este capitulo esta minimo mas espero aumentar os outros, esses primeiros são mais para vcs entrarem na estoria e verem o meu estilo de escrita. Boa leitura!

Ela tremia. Mara, cuja coração é bom, estava febril a dias. Não era para menos, afinal. Ela não ganhara seu nome a toa, e agora ali estavam às consequências. Quando o primeiro surto da peste atingirá seu reino, os plebeus entraram em pânico, acreditaram que Deus os havia amaldiçoado, e como a boa princesa que era Mara fora a primeira a ir acalma-los e organizá-los.

Porém, pouco tempo depois adoecera. A maldição era contagiosa. Seu primeiro movimento foi ordenar que a cidadela fosse organizada de modo a impedir como possível que o vírus espalhasse-se. Os doentes foram levados em quarentena e ela isolara-se, levando a tristeza a todo o reino e especialmente aos seus pais.

Mas a doença não a atingira como aos outros. Primeiro ela levara sua disposição, Depois o fora o rosado de seu rosto e Assim o foi também a cor de seus olhos. Porem a febre chegou ao quinto dia após a visita ao vilarejo. E com ela veio os tremores. A doença de Mara entristeceu o reino e levou ao desespero seus pais. Todos os curandeiros do reino, os médicos, até mesmo os de outros reinos foram chamados para cuidar de Maracujazinho, a frutinha do reino, a princesinha que estava sendo corrompida pela doença. Mara, vulgo Maracujazinho, estava sendo levada aos poucos, estava morrendo, mas seus pais, como os bons cristãos que eram, recusaram-se insistentemente a chamar um mago, porem, ao verem-se em frente à perda de sua única filha, deixaram de lado qualquer receio e decidiram por tentar tudo o que pudessem pelo docinho do reino.

Não fora em vão ao menos. No décimo dia de cama chegou o mago misterioso. Ele não fora bem recebido.

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O palacete era bastante bonito, porem a cidadela era suja, embarrada, pobre. Mas pela estrutura das casas já vira tempos gloriosos sim, e se a comparasse com outros reinos ficava obvio que fora bastante recentemente atingida pela terrível peste. O povo daquele reino, porem, parecia de longe o mais triste. Seus instintos lhe diziam que era pela princesa.

Ah! Como essa princesinha estava intrigando-o! Uma garota a possuir a peste negra que não possuía a peste bubônica? O que teria acontecido à garota? O mito seria real, afinal? Existiria mesmo uma criatura com um coração tão altruísta que para a peste atingir seu corpo teria antes de vencer sua alma? Ele estava tão ansioso que mal continha-se em sua égua. A cidadela havia o deixado realmente esperançoso em relação à pequena princesinha. Ele nunca havia visto tantas almas clamarem juntas pela vida de alguém, tão pouco um governante. Sim tinha realmente ajudado reis e rainhas adorados, admirados e ate amados, mas não tão profunda e desesperadamente,

Ao chegar às portas do palácio sentiu a energia mudar. Ali dentro eles estavam nervosos, desesperado. Mas sentiu também algo negro, mortal. Sentiu uma maldição.

Ao entrar foi recebido por servos assustados. Não era para menos, seu manto longo e negro era bastante gasto e deixava sua aspada a mostra, seu rosto possuía a sua cota de cicatrizes e seus dentes eram manchados por venenos e seus antídotos.

As criadas deixaram-no em frente a grandes que presumiu ser a sala de guerra. Como sempre, não estava errado em tal afirmação. Ao entrar pode sentir o asco dos reis, mas seu desespero era sem duvidas dominante.

Os monarcas locais tentaram abreviar ao maximo a conversa, apenas deram um breve relatório de como a doença desenvolveu-se, o que surpreendentemente lhe fora bastante útil e, enquanto conduziam-no aos aposentos da princesa, prometiam-lhe exorbitantes quantidades de ouro. Em frente à porta baixou a mascara com o bico de ervas, fechou o manto e abriu as esplendorosas portas.

Logo percebeu que não se tratava da peste comum. A princesa havia atingido outro nível de enfermidade. As historias eram mesmo reais.

A pequena menininha, que tinha no maximo 14 anos, estava pálida, tão frágil quanto a mais fina porcelana. Podia ver a maldição tentando levar a bondade e a vida da garota tão claramente quanto o sol poente. O que poderia lhe fazer?

Seu rosto era tão delicado, e não pode deixar de notar, belo! Mas mesmo em corpo tão jovem parecia conter uma sabedoria anterior ate mesmo a ele! Apesar da aparência frágil ela lhe parecia tão imortal...

Isso! Imortal! Como pode esquecer-se de tal modo do primeiro ensinamento que recebera? A, sim, a energia da pequena herdeira o deixava confuso, parecia envolver-lhe em sua luta. Enfim, o mais antigo ensinamento de qualquer mago era, quando todos os antídotos falham, só uma maldição poderá curar outra maldição. E que controvérsia maior que cobrir a maldição da morte com uma de vida eterna? Claro havia o risco de que ele fosse mais fraco que aquele que primeiro a amaldiçoará, mas ele confiava em si mesmo, só faltava agora perguntar à pequenina.

Notas finais
É isso espero que tenham gostado!