A Little Thing

4 Capítulo 4


Notas iniciais
Hey, aqui estou eu de novo, um pouco mais cedo dessa vez.
Então eu simplesmente odiei o capítulo anterior, eu achei tão chato e se eu pudesse postaria de novo, mas enfim dei meu melhor nesse e espero que gostem, já que minha amiga criatividade ficou de bem comigo(rsrsrs)
Boa leitura, vejo vocês lá embaixo...

Capítulo 4

No capítulo anterior...

Pov. Narrador

Jenny Hastings estava péssima, seu cabelo loiro estava bagunçado e sua maquiagem estava borrada, graças as suas lágrimas. Ela tinha acabado de presenciar uma das piores coisas que uma garota perdidamente apaixonada pode ver. Seu amado com outra.

Mas Jenny nem ao menos poderia reclamar, sabe por quê?

Por que o cara que ela mantinha seu amor platônico, nem sabia quem era ela. E a garota, bom era seu ídolo, Melissa. Jenny só podia chorar, feito uma boba que foi enganada por ela mesma, pela sua própria mente sonhadora e infantil.

Ela só queria ir embora dali o mais rápido possível, mas ela tinha esquecido seu casaco na varanda e lá fora estava um frio congelante que provavelmente a deixaria com uma pneumonia se ela saísse de lá apenas com seu vestido toma que cai.

Mesmo com a visão embaçada por causa das lágrimas, ela conseguiu ver Sarah, sua ex- cunhada que foi traída pelo seu irmão, Logan. Agora sabia o porquê de Sarah ter ficado com tanta raiva de Logan.

- Sarah?! _ ela chamou, sua voz embargada.

A garota se virou e a encarou assustada, Jenny estava péssima mesmo.

- Jenny? O que aconteceu? _ perguntou preocupada – Você esta bem?

Ela sabia que a resposta era um sonoro “não”, nenhuma garota do Upper East Side pode se sentir bem com o cabelo todo bagunçado e a maquiagem borrada, principalmente a princesinha da família Hastings, Jenny.

Jenny fugou e balançou a cabeça negativamente.

Sarah iria perguntar o porquê de ela estar daquele jeito, mas ela hesitou e não fez. Ela já teve quinze anos e sabia que quando garotas só fungam e balançam a cabeça negativamente é quase a mesma coisa de dizer quer não querem conversar sobre isso, não agora. Ela fazia isso com frequência há dois anos.

— Err... Você pode pegar meu casaco na varanda? É que eu esqueci lá.

Jenny não queria pegar um resfriado em ir lá pra fora, então não tinha problema em mandar Sarah, ela estava com seu Burberry bege, que foi à primeira coisa que ela comprou em Miami.

- Tudo bem _ Sarah assentiu dando um sorrisinho, aqueles de quando você só dar por educação, sem mostrar os dentes, diferente de quando você esta realmente feliz.

Sarah se virou de costas para Jenny, que pode ver nitidamente sua pequena tatuagem quando seu cabelo balançou. Jenny gostaria de fazer uma, qualquer dia, mas ainda era muita jovem para isso.

Sarah empurrou a porta de vidro que dava diretamente para a varanda que tinha uma vista perfeita da 5 ave e também dava para ver o Central Park, bem ao norte, se ela ficasse na ponta dos pés. Ela sentia falta da Park ave, agora quando ela olhava da janela da sua suíte ela via a catedral de St. Patrick. Ela sempre se lembrava de seu pai, Patrick, quando via a catedral, ele a levava todos os dias de ação de graça lá. Fazia um tempo que ela não o via.

Ela logo viu o casaco azul marinho de Jenny em cima de uma cadeira, tipo aquela que você senta e vê o por do sol tomando chocolate, mas também viu outra coisa que a fez parar instantaneamente.

... No capítulo atual

Pov. Sarah

Eu não acreditava no que estava vendo... Definitivamente Nate é um galinha!

Não só um galinha, mas um galinha, cara de pau elevado ao quadrado. Eu realmente gostaria de saber o que se passa na cabaça desse cidadão, não só dele , mas também na de Lilian, para trair o marido com o melhor amigo do enteado. Isso mesmo, sim Lilian era uma vadia e Nate um... Cretino!

- Sarh, ele esta bem ali... _ Jenny se aproximou da porta.

- Shhh! _ eu botei um indicador na frente da boca, a mandando fazer silencio.

Seus olhos castanho chocolate se arregalaram quando Jenny olhou através do vidro e pode ver a cena. Ela murmurou alguma coisa que eu não entendi, eu estava com meus pensamentos e minha visão fixados naquela cena.

Nathan e Lilian, se agarrando na varanda da casa do marido de Lilian, Sr. Hampson. Os nem ao menos tiveram a decência e inteligência de ir para um quarto, ou alguém lugar privado. Há quanto tempo eles têm um caso?

- Há quanto tempo eles têm um caso? _ Jenny verbalizou meu pensamento em um sussurro.

- Eu não sei _ sussurrei de volta – Ela é uma vadia, né?!

- Com certeza. E eu que pensei que o Nate era todo certinho. _ Jenny murmurou

Eu não contive o riso.

- Nate? Certinho? O que? Quem te contou essa mentira? _ murmurei incrédula. – Ser grosso, indiferente e não falar uma só palavra comigo ou com você não quer dizer que ele seja um cara certinho, Jenny. Ele é só um idiota que evita conversas.

- Ele é mesmo de agir, certo? _ Jenny disse risonha observando os dois que sinceramente tem muito folego, com certeza eu já estaria sem ar.

- Oh você é rapidinho hein garotinho! _ Lilian disse em um fio de voz

- Eu não gosto muito que me chamem de “garotinho”, não sou muito mais novo que você! _ Nate disse risonho, suas mãos brincando com o zíper do vestido vermelho de Lilian.

Até onde eu sabia Nate estava certo, Lilian não tinha mais do que trinta anos de idade. O Sr. Hampson gosta de mulheres mais novas, suas ultimas esposas eram tão jovens quanto Lilian. E elas amam a fortuna dele.

- Okay. Então... _ ela começou, passando a ponta do dedo no botão da camisa de Nate, mas ela parou e seus olhos azuis se arregalaram assim que ela olhou por cima do ombro de Nate.

- Ah não, eles tão ferrados... _ Jenny murmurou olhando para o canto da varanda.

E lá estava perto da soleira da porta do escritório que dava diretamente para a varanda, lá estava Sr. Hampson, parado só observando assim como Jenny e eu, como se fossemos espiões. Ele tinha um sorriso maligno no rosto um pouco enrugado e um cigarro nas mãos. Ele deu um trago no mesmo, fingindo estar relaxado quando soltou a fumaça escura.

Nate se virou e pode ver sua plateia, dando mais um trago no cigarro. Sr. Hampson – que devo dizer. Não me lembro do primeiro nome — fumava feito Bob Marley, além do que ele parecia fumar feito um maconheiro, com o cigarro entre o indicador e o polegar. Eu não duvidava que ele estivesse fumando um desses agora, já que seus olhos estavam vermelhos.

- Ah não se importem comigo. _ ele disse sarcástico – Continuem. Está ótimo! Querem minha cama emprestada?

- Tom. _ Lilian disse como se temesse o pior

- Não é o que você esta pensando! _ Nate disse à frase que todos dizem quando são pegos traindo alguém, ele já deveriam estar acostumado.

- Tom, por favor, me perdoa. Aconteceu. _ Lilian pediu antes mesmo do Sr. Hampson dizer alguma coisa.

- Cala a boca _ ele respondeu ríspido. Ela chegou perto de Nate, que estava um tanto risonho. Sim, isso mesmo. Ele estava com a expressão risonha.

Como eles não nos viram ainda? _ me perguntei enquanto me virava para a parede, Nate tinha olhado para a porta. Mas bom, tinha uma fina cortina cinza chumbo ali, impedindo que qualquer um pudesse nos ver, a não ser que caíssemos na varanda.

E infelizmente foi isso que quase aconteceu.

Um ser infeliz esbarrou em mim em Jenny, na verdade mais de um. Fazendo com que quase caíssemos de cara na varanda. Jenny se apoiou na porta assim como eu, mas foi em vão, a mesma já tinha se aberto e lá estávamos nós sendo encaradas por Lilian, Nate e Tom, quer dizer... Sr. Hampson.

- Olha mais gente chegou para ver o espetáculo! _ Sr. Hampson agora gritava e por mais que a música tivesse alta, os poucos que estavam perto da varanda podiam o ouvir aos berros.

Nate se sentou em uma cadeira, indiferente. Eu pensei que Sr. Hampson iria dar uma surra em Nate ou pelo menos um soco naquele rosto perfeito dele, mas ele parecia estar mais focado em humilhar Lilian, que já se assustava com a pequena multidão que se formava ali, observando atentamente os gritos do Sr. Hampson.

- Então querem me trair _ isso foi uma pergunta? — Em tudo bem, mas vai ter que ser no inferno seus desgraçados!

Sr. Hampson berrou partindo para cima de Nate que já estava de pé. Lilian só gritou enquanto Nate e Tom trocavam socos por causa dela, se ela não fosse tão gulosa em querer dois, isso não teria acontecido.

Nate deu um soco em Tom, mas logo levou um, que rapidamente devolveu sendo jogado sobre uma outra porta de vidro ao lado da que Jenny e eu estávamos anteriormente. A porta se quebrou debaixo deles que ainda distribuíam socos um no outro.

- Cuidadooo!

Alguém gritou e de repente o enorme lustre da sala estava no chão, quebrado. A multidão correu desesperadamente e eu quase fui junto com toda aquelas pessoas correndo desesperadas, aquele lustre era muito grande e com certeza causou um baita estrago.

Sr. Hampson agora tinha uma arma, seu cigarro fora jogado em uma planta que agora parecia soltar algumas faíscas prestes a se tornarem chamas. Eu fiz menção de correr mais Nate me impediu, segurando meu braço. Desde quando ele estava do meu lado? E cadê a Jenny?

Ah sim, eu não tinha me ligado, mas o cenário agora parecia ser outro. Jenny tinha desaparecido, na verdade fugido seria mais apropriado. Lilian estava caída em um sofá – Será que ela levou um tiro?, Eu pensei – Sr. Hampson tinha uma arma apontada pra Nate que me segurava pelo braço. Será que ele queria me fazer de escudo humano?

- Tom. Abaixa essa arma, cara _ Nate pediu, ele estava nervoso, suas tremiam.

- Nate me larga! _ eu disse, mas ele me ignorou, para variar.

- Sr. Hampson por favor larga essa arma! _ eu pedi nervosa, ficar na mira de uma arma causa um nervosismo terrível. É como se sua vida estivesse nas mãos de alguém, que bom no momento não parece estar lúcido.

- Da pra calar a boca! _ ele gritou

Nate me largou e me mandou um olhar que parecia dizer: “Sai daqui!” . Mas eu sempre fui teimosa, por isso eu nem me movi. Apenas continuei ali parada, morrendo de medo de levar um tiro, mas eu ia deixar Nate ali.

Eu sabia que Sr. Hampson iria fazer uma besteira se saísse correndo e eu tenho certeza que se eu desse meia volta e corresse eu iria levar um tiro, por que é claro que eu chamar polícia e eu realmente esperava que alguém tivesse chamado. Cadê os vizinhos chatos quando a gente precisa?. Eu não gostava muito de Nate, mas não o queria morto. Por isso continuei ali bem do lado dele. Como eu queria dar um soco no Nate! Por que esse idiota não pegou a esposa dos outros em um lugar mais privado?

Tom deu mais um tiro para o alto, fazendo um pequeno buraco no teto. Um pouco de concreto caiu no chão da varanda. Nate me encarou por um tempo.

- Sai daqui! _ ele murmurou, eu ignorei.

Nessas horas eu gostaria de ser uma garota má e sair sem se importar se provavelmente alguém iria levar um tiro logo em seguida. Mas eu não sou.

Sirenes. O barulho de sirenes finalmente ecoou, para o meu alivio. Sr. Hampson não teve nem tempo de nos fazer de reféns ou coisa parecida. Policiais já tinham entrado no apartamento praticamente destruído.

Enfermeiros vieram também, eles socorreram Lilian que tinha levado um tiro no braço.

- Vocês estão bem? _ um policial perguntou enquanto eu encarava estática os outros polícias levarem o Sr. Hampson algemado e os enfermeiros carregarem Lilian em uma maca, só de pensar que eu ou ... Nate (só pra constar: Eu não me preocupo com ele!) poderíamos estar feridos ou coisa pior, para Nate, porque provavelmente estaria no céu, é claro.

- Sim. _ Nate respondeu – E você?

Ele olhou para mim, eu não consegui responder. Enquanto eu encarava seus olhos azuis que mais pareciam o fundo do mar, eu fui puxada bem para o fundo, para o escuro.

- Sarah?! _ uma voz chamou longe, mas eu nem ao menos ouvi direito... Eu simplesmente desfaleci nos braços de alguém.

(...)

Foi tudo tão rápido.

Há uma hora, eu estava bebendo refrigerante no bar, quase me engasgando de tanto rir das piadas de Liam, depois lá estava eu e Jenny presenciando a traição de Lilian, se não faltassem Nate e eu estávamos na mira de uma arma e agora, bom eu não sei direito só sei que parece fofo...

Arfei com as fortes luzes em meus olhos.

- Sarah?! _ uma voz chamou.

Ah será que era tudo um sonho, ou melhor pesadelo? Será??

Não. Infelizmente não era. Eu estava em uma maca dentro de uma ambulância, minha estava ao meu lado. Era Nate, seu rosto parecia estar... Preocupado, talvez por que eu tivesse desmaiado, é claro.

- Finalmente acordou! _ ele disse, eu revirei os olhos – Você esta bem?

- Estou, mas eu estaria melhor se eu soubesse que sua preocupação não é falsa _ respondi me sentando na maca. Ele riu

Ele estava sentado do meu lado, seu cabelo estava bagunçado e seu rosto tinha somente um arranhão, mas ainda sim estava lindo. Eu devia estar terrível.

- Tem razão, eu não to tão preocupado assim, mas você me deu um susto. _ ele disse olhando para suas mãos.

- Conta outra! Eu sei que você nem deve ter levado um susto. _ eu não estava acreditando ainda. Ele riu de novo.

-Você é desobediente! _ ele disse no seu tom indiferente, como sempre, e agora olhava para fora da ambulância, com um olhar vago. Eu franzi a testa. — Se não fosse enxerida, não ia ficar na mira de uma arma, nem vomitar no meu sapato e muito menos ia desmaiar. Quando alguém diz: sai daqui, é pra sair.

Ele ta achando que é quem? Meu pai?

- E você acha realmente que eu ia te obedecer? _ eu perguntei, eu sabia que ele daria a resposta certa, um sonoro: Não.

- Não. Provavelmente não.

Ele agora encarava suas mãos, ele estava pensativo, preocupado, talvez.

— Perai. Eu vomitei no seu sapato? _ eu perguntei depois de entender o que ele tinha dito antes.

- Humm... Sim _ ele ainda olhava para as mãos. Eu engoli seco

- Me desculpa _ eu murmurei prendendo um riso, na verdade eu gostaria de vomitar na cara dele, mas no sapato serviu. Brincadeira, mas deve ter sido engraçado.

- Como a Lilian esta? _ eu perguntei depois de um tempo.

- Ainda esta viva _ ele bufou, eu tive a impressão que ele queria que fosse ao contrario, eu preferia achar que fora apenas impressão.

- Você esta com raiva dela? _ eu perguntei, Nate revirou os olhos.

- Não é da sua conta _ ele disse ríspido. Eu confesso que minha mão coçou para dar um belo tapa na cara dele e deixar muito mais que uns arranhões que já estavam.

- Idiota. _ grunhi – Eu só to tentando puxar papo, ser amigável

- Não precisa ser amigável, Sarah _ ele disse

- E você não precisa ser um idiota ignorante _ eu disse – Ops... você não precisa ser um idiota ignorante, por que você já é um

Eu estava ficando um tanto sarcástica. Nate me encarou e fingiu rir. Até o seu sorriso falso era lindo. Arghh!

Ele se inclinou, ficando com o rosto um pouco próximo do meu, ele riu. Quando eu tombei um pouco para trás, senti uma sensação estranha, na verdade um frio na barriga. Como eu queria vomitar nele agora!

- Era pra ser engraçado? _ ele perguntou, com um sorriso nos lábios. Ele parecia até um bom garoto que nem ficava com a madrasta do melhor amigo.

- Se o palhaço quer rir _ retruquei, mostrando um sorriso debochado.

Ele não disse nada, apenas bufou e voltou a sua antiga posição, ou seja, distante de mim.

Eu olhei pela porta entreaberta da ambulância e pensei que estivesse em um hospital, ou na estrada indo para um. Mas ainda estava na 5 ave, que agora estava lotada de carros de emissoras de televisão, policiais e repórteres correndo em busca de uma bela noticia para a capa do jornal de amanhã.

Uma repórter olhou para a ambulância com a porta entreaberta, onde Nate e eu estávamos. Ela estava vindo em nossa direção, eu realmente não queria ter uma repórter chata na minha cola e Nate também não, por isso rapidamente fechou a porta.

Ficamos em silencio, sem trocar uma só palavra por minutos até uma morena com um jaleco branco e um prontuário nas mãos, era uma médica, entrar na ambulância.

- Com licença. Posso entrar? _ ela perguntou algo que não tinha muita necessidade agora, já que ela já estava dentro da ambulância.

- Já entrou. _ Nate murmurou, eu provavelmente não teria ouvido se não estivesse sentada de frente para ele.

- Err... Srta. Hale e Sr. Crawford, né? _ ela checou.

Nate e eu assentimos com a cabeça.

- Bom, já estão liberados... Estão se sentindo bem? _ ela disse com uma voz típica de medica, aquela voz que é meio amigável, mas no fundo você sabe que ela queria dar um chute me cada um por ter que estar em plena 03h00min a.m. atendendo um desmaio. Okay... Acho que bati com a cabeça quando desmaiei.

- Ótimo! _ Nate disse se levantando antes de mim e saindo o mais rápido possível dali.

- Ele esta bem? _ a doutora perguntou com uma sobrancelha erguida. O idiota é tão insuportável que nem a medica aguenta.

- Esta, ele é insuportável mesmo! _ eu disse me levantando.

Sai o mais rápido possível daquela ambulância, aquele lugar me dava a sensação de que eu estivesse doente, sei lá. Estava chovendo, fraco mais ainda sim chovendo. Eu consegui passar pelos carros de policia e os repórteres, ilesa e o melhor invisível, mas não de Jessica e Melissa que logo vieram atrás de mim.

- Como você esta? _ Melissa perguntou preocupada.

- Bem. _ eu respondi — E vocês?

- Bem também! _ Jess respondeu – Até rimou

Nós três caímos na gargalhada. Eu estava tão cansada que riria até do vento.

- Cadê o Liam? _ eu perguntei olhando em volta

- Ele ta na delegacia com o pai, acho que ele vai ficar um bom tempo lá. _ Melissa disse

Eu não me importava se ele estava na cadeia ou não, eu só queria ir pra casa, tomar um banho quente, vestir meu pijama de flanela e dormir, isso se eu tivesse a sorte do meu sono voltar, se não eu provavelmente irei fazer pipoca e ficar vendo Bob esponja, meu desenho animado favorito. Mas isso provavelmente não seria possível, não agora.

- Srta. Hale? _ o policial chegou perto de mim – Por favor, me acompanhe...

Notas finais
Então?
Quero saber a opinião de vocês.
Até o próximo.
Bjus...