A Little Mine And a Little Yours
7 Capítulo 7
Após chegarem em casa depois de uma noite mal dormida tudo que Tasha queria era poder dormir pelas próximas horas, depois de um banho a morena se juntou a Reade e Théo na mesa para um almoço pela primeira vez em família.
— Eu já pedi para a Maria terminar de arrumar o quarto de hóspedes pra você. — Disse ela quebrando o silêncio . — Tá precisando de alguma coisa?
— Não precisa se incomodar. — Diz ele colocando mais um pouco de comida na boca do Théo. — Eu estava pesquisando um hotel aqui perto para ficar.
— Para de bobagem Reade, você vai ficar conosco e fim de assunto.
— E melhor concordar papai, a mamãe nunca aceita um não. — Brincou Théo.
— Eu sei bem como ela é! — Reade entrou na brincadeira do filho vendo Tasha sorri.
— Eu vou até o supermercado comprar algumas coisas, vocês querem algo da rua? — Tasha perguntou enquanto comia mais um pouco da sua salada.
— JUJUBAS! — Gritou Théo empolgado.
— Jujubas? De ursinhos? — Ela pergunta de forma divertida imitando a voz dele fazendo Reade sorrir.
— De ursinhos mamãe!
— Trago sim meu amor! Pode deixar.
— Pensei que você iria descansar Tasha. — Reade falou preocupado com ela. — Você não dormiu no hospital e em casa não te vi descansar.
— Preciso comprar as coisas do Théo e algumas para casa também. Você precisa de alguma coisa? Pode falar, sem cerimônias já disse. — Reade negou com a cabeça. — Você já falou com o pessoal? Eles chegaram bem?
— Sim, a Patterson pediu o seu número de telefone, espero que não se importe com isso, ela disse que vocês precisavam conversar.
— Sem problemas! Eu já iria pedir isso também.
— Tá sujo de molho. — Ele falou limpando o canto da boca dela. Tasha ficou um pouco sem jeito pelo contato, já que Reade demorou mais que o normal com a mão no seu rosto, e isso lhe causou uma sensação boa. — Pronto! — Disse ele com um sorriso de canto.
— Obrigada! — Ela falou sem jeito pelo contato e pelo sorriso que viu no rosto dele.
— Eu espero que não se importe. Eu fiz alguns stories do Théo e mandei para o time, eles estavam ansiosos para conhecê-lo.
— Eu e o papai fizemos vídeos de cara de bichinhos mamãe.
— Eu imagino que ficaram ótimos meu amor, eu quero ver depois. — Disse Tasha fazendo carinho no cabelo do filho.
— Vou te enviar agora mesmo. — Respondeu Reade.
— Recebi! — Diz ela vendo a notificação do celular. — Quando eu voltar podemos ver as fotos do Théo, posso te passar algumas por e-mail.
— Quero sim, deve ter fotos incríveis.
— Mamãe mostra ao papai o meu vídeo jogando futebol.
— Mostro sim, vamos ter muitos dias juntos. — Tasha não percebeu a insinuação das suas palavras mas Reade gostou de como isso soou. — Você se importa em ficar com o Théo pelo tempo que eu vou ficar fora?
— Claro que não Tasha! Vamos nos divertir muito, não é garotão?
— Eu volto logo tá? A Maria tá aí e você pode pedir ajuda se precisar, eu deixei os remédios do Théo com os horários na bancada, mas qualquer coisa pode me ligar, eu não pretendo demorar.
Tasha deixou os dois sozinhos terminando de almoçar e foi até a cozinha onde encontrou sua empregada.
— Maria tá faltando ajuda coisa?
— Sabe que pode pedir tudo por um app como você sempre faz não é? — Maria percebeu o quanto ela estava tensa, trabalhava com a Tasha desde de que ela veio para a Geórgia.
— Me deu vontade de escolher algumas frutas, de respirar um pouco lá fora, você me entende não é?
— Sabe que tenho idade de ser a sua mãe, então isso me autoriza fazer essa pergunta.
— Não! — Tasha protestou bem antes de ouvi-la.
— Porque está fugindo dele?
— É o pai do me filho, o que quer que eu faça? Eu não tenho um roteiro pra isso.
— Só não fuja, seja sincera com o que você ainda sente. — Maria lhe aconselhou. — Eu tenho certeza que ele também será sincero com você.
— Ele tem namorada, está aqui pelo filho dele. Se não fosse isso ele já teria ido embora.
— Eu duvido que tenha, não o vi pegando no celular em nenhum momento além da hora em que ele estava falando com os amigos de vocês, e falou sobre você e o Théo o tempo todo, de como estava feliz por estar com vocês.
— Que bonito Maria, cuidando da vida alheia. — Tasha falava com deboche enquanto concluía a lista de compras.
— E ele admirou por muito tempo as fotos que estão na sala. — Rebateu ela.
— As fotos do filho dele.
— Ah! Natasha por favor! — Rebateu Maria. — Só não tem fotos do Théo na sala. Ele não tirava os olhos de você enquanto almoçavam, o tempo todo preocupado se você estava comendo o suficiente.
— Maria, vou no mercado. — Tasha quis fugir daquela discursão como sempre fez quando o assunto eram os sentimentos dela.
Após dirigir por cerca de de vinte minutos, Tasha passeava pelos corredores em busca dos itens da sua lista, ela não conseguia parar de pensar no momento maravilhoso que tiveram durante o almoço, da forma carinhosa que Reade estava tratando Théo, da preocupação com ela, era tudo muito incrível, porém ela tinha muito medo de alimentar algo e acabar magoando o filho.
— Até que fim te achei! — Scarlett lhe surpreendeu. — O que você está fazendo na rua ao invés de está com eles?
— Eu precisava comprar algumas coisas. — Justificou ela.
— Existe delivery Tasha, inventa outra desculpa.
— Trouxe os papéis? Preciso assiná-los.
— Usou a desculpa que precisa assinar documentos do trabalho? Anda, fala logo! Eu sei quando você quer desabafar.
— Não, é que hoje eu pretendo não voltar para o escritório e não quero que fique essa pendência.
— Hmm, vou fingir que aceitei essa desculpa. Earl Grey -chá preto — Ela leu pausadamente. — Quem tá tomando chá na sua casa? — Perguntou a cientista enquanto ajudava a amiga com a lista. — Porque você eu sei que não é!
— É para o Reade, ele não toma café, só chá. — Justificou Tasha. — Ele gosta bastante, decidi levar uma caixa.
— Ownn é para o Reade. — Scarlett imitou a voz dela com humor.
— Não é nada de mais, eu sei os gostos dele e ele sabe os meus. Convivemos por anos juntos...
— E eu torço para que venham mais anos por aí. Mesmo correndo o risco de perder a minha grande confidente.
— Não vai perder, jamais!
— Espero, e por favor, conversem. Vocês dois tem tudo para dar certo.
— Obrigada por isso! — Disse Tasha sinceramente.
— Disponha minha medrosa favorita.
— Pela primeira vez na minha vida eu estou sentindo realmente medo de algo. — Confessou Tasha. — É que tá tudo tão perfeito que eu já estou prevendo o final. Ele vai embora e o Théo vai me odiar pra sempre.
— Você estar virando vidente agora Natasha? Ah por favor, vocês dois precisam conversar, se você quer e ele também qual o problema nisso? Vocês são adultos. E se não for para acontecer, pelo menos você vai tirar essas paranóias da cabeça. — A amiga lhe aconselhou. — E outra, pelo pouco que eu vi ele seria incapaz de ir embora e não ver mais o filho. Chega de paranóias!
— Vou tentar, mas tudo tem que ser com calma.
— O que o Théo está achando disso tudo?
— Amando, era tudo o que ele sempre quis. Não sei porque eu privei meu filho dessas coisas.
— Você tinha os seus motivos. Para de se torturar com isso, quer saber? — Tasha murmurou um Hmm para que ele continuasse. — Estamos na seção errada do supermercado, você precisa comprar umas cervejas e uns aperitivos, isso vai criar um clima pra uma conversa descontraída.
— SCARLETT! — Tasha lhe repreendeu. — Não vou fazer isso.
— Qual o problema? Vocês são adultos, tomem umas cervejas, conversem e vejam no que vai dá.
— De que lado você está? — Perguntou Tasha lhe fuzilando.
— Eu sou team Théo, nunca neguei isso. — Ele falou com humor, empurrando Tasha para os outros corredores em busca dos outros itens.
Após um bom papo muito bom entre elas, as duas se despediram no estacionamento, e logo Tasha voltou para casa. Ela e Scarlett se veriam logo para os preparativos da festa do Théo no final de semana.
Ao chegar em casa ela entra pela porta de serviço devido as compras que estava carregando e não queria atrapalhar. Tasha chega silenciosamente na sala e se depara com a cena mais fofa que vez o seu coração acelerar cheio do amor.
Reade e Théo brincavam na sala, os dois eram incríveis juntos, eles gralhavam de algo que estavam assistindo na TV, e aquilo também fez Tasha sorrir involuntariamente. Ela com certeza deveria está com cara de boba encostada na parede, mas só se deu conta quando o seu olhar encontrou com o de Reade, ele lhe admirava com carinho e um sorriso, deixando Tasha um pouco sem jeito.
— Porque não me chamou para te ajudar com as compras? — Perguntou ele tentando disfarçar após ver as bochechas coradas dela.
— Subi de elevador!
— Mamãe! Eu já estava com saudades. — Falou Théo pulando no seu colo.
— Eu também estava minha vida. O braço ainda dói? — Théo negou com a cabeça. — Isso é muito bom, olha só o que a mamãe trouxe. — Disse ela com o saquinho de jujubas vendo o seu filho ficar saltitante. — Ele deu muito trabalho? — Ela se dirigiu a Reade.
— Claro que não! Já mediquei ele.
— Eu também trouxe algo para você, não é grande coisa mas eu vi no mercado e lembrei dos seus gostos por chá. Trouxe uma caixa para você não ficar tomando suco em todas as refeições. — Brincou ela.
— Ei, nem precisava, mas eu agradeço muito. Me desculpa a bagunça na sala, decidimos montar o trenzinho dele.
— Sem problemas com isso, ele enfim decidiu brincar? Lembro que ele me pediu por meses esse brinquedo.
— É divertido, você quer tentar? — Ele perguntou passando o controle do brinquedo.
Logo Tasha se juntou aos dois na sala, e se divertia por está levando a pior na disputa de trenzinhos. Ela propôs que fizessem uma pausa para que eles vissem as fotos que ela já tinha falado mais cedo.
Os dois estava sentados no chão com Théo entre eles, a morena revirava os arquivos no computador mostrando as fotos, Reade prestava atenção em tudo o que ela falava, nem se importando em deixar isso transbordar pelos seus olhos.
— Essa foto foi quando Théo chegou da maternidade. — Mostrou ela, uma foto com o filho no colo.
— Eu era bem pequenininho, não era mamãe?
— Era sim, e bem chorão também! — Brincou Tasha vendo a cara de indignação do pequeno.
— Essas são de algumas consultas com o pediatras. Do primeiro dentinho. E essas aqui são de quando ele começou a andar.
— Você foi incrível passando por tudo isso sozinha e ainda trabalhando fora, eu tenho muito orgulho da mulher que você é, tanto como mãe como a grande profissional que você se torna a cada dia. — Ele a olhava com carinho. — Essas fotos aqui, zoológico e praias? — Reade buscou falar outras coisas, achou que estava deixando ela sem jeito.
— Passeio da escola para o zoológico, nossas primeiras férias na praia, ele tinha um ano e meio.
— Eu amei ver os animais, tinha um urso enorme, e os leões com os bebês leaozinhos. — Théo falou empolgado deixado os pais ainda mais apaixonados por ele.
— E essa foto dele chorando Tash você se lembra o motivo?
— Deixe-me ver... — Ela se aproximou um pouco mais de Reade colocando Théo no seu colo, já que o notebook estava no colo dele. — Ah, esse dia foi hilário, levei o Théo para o primeiro corte de cabelo, ele detestou. — Se recordou Tasha sorrindo. — Lembro que ele chorava toda vez que se olhava no espelho, depois decidimos não cortar tão radical.
Ah esse vídeo aqui, ele perdendo o primeiro dente de leite, o primeiro dia de aula e esse é o do jogo de futebol. — Os três assistiam aos vídeos encantados, Reade mais ainda por conhecer um pouco mais do filho.
— Ele é realmente um garoto muito incrível, não me canso de parabenizar você por isso.
— Ah Reade eu só fiz a minha obrigação como mãe, além do que o Théo é um garoto maravilhoso e muito atencioso, ele herdou isso de você. — Tasha devolveu o elogio.
— Você pode por favor aceitar o meu elogio sem se diminuir? Você foi incrível! — Ela sorriu com o comentário. — E esse álbum aqui, gestação eu posso ver? Não tem problema se não quiser.
— Pode sim! — Ela respondeu após um momento pensando. — Foram só algumas fotos que eu fiz durante as fases da gestação. Eu queria eternizar esses momentos.
— Estava ainda mais linda! — Reade se derreteu ao vê-la. Imaginou o quão linda ela estava com aquele barrigão enorme, guardando o fruto tão puro do amor deles. — Você estava linda, muito linda. Não que você já não seja, mas eu achei que você ficou ainda mais linda. — Ele se atrapalhou um pouco com os elogios.
— Obrigada Ed! — Ela falou de forma doce, pela primeira vez depois de anos ela o chamou assim, talvez pelo momento que estavam compartilhando juntos.
O clima foi interrompido por uma chamada de vídeo do time que estavam ansiosos em ver os três.
— É o time, eles querem falar com a gente e conhecer o Théo, mas se tiver ocupada eu peço pra ligarem uma outra hora.
— Claro que não, vamos falar com eles. — Tasha falou pegando Théo e colocando entre eles.
A primeira a aparecer no vídeo foi Patterson que estava eufórica por esse momento.
— Como vocês três são lindos! — Exclamou a loira. — O Théo é muito fofo, estou me derretendo até agora com os vídeos que o Reade mandou.
— Ei, filho? Diz oi pra tia Patterson! — Pediu Tasha. — As vezes ele fica um pouquinho tímido, depois ele solta.
— Oi tia Patterson! — O garotinho disse um pouco tímido. — Olha o meu dinossauro o meu papai comprou.
— Que dinossauro lindo, eu amei! Você é muito lindo, é a mistura perfeita dos seus pais.
— Oi Patt, cadê todo mundo? Rich, Kurt e Jane. — Perguntou Tasha ouvindo um oi em coro dos amigos.— Nem deu tempo de conversar com vocês como eu gostaria. Sinto muito!
— Sem problemas! — Disse Jane do outro lado do vídeo. — Ficamos muito preocupados com o Théo quando a Scarlett nos avisou, que bom que só foi um susto.
— Um susto enorme, ele teve alguns pontos e o braço machucado, tá se recuperando muito bem.
Eles passaram uma boa parte do final da tarde conversando e se divertindo, prometeram se reunir em breve para um encontro pessoalmente, não viam a hora disso. Tinham muito do que conversaram, mesmo eles falando que entendiam o motivo dela mas Tasha ainda sentia a necessidade de se explicar pessoalmente. Com muita relutância eles se despediram, os quatro do outro lado ficaram muito apaixonados pelo garoto, além de carinhoso ele se mostrava muito inteligente e educado.
Após organizarem toda a bagunça Reade e Tasha foram com Théo preparar o jantar, foi uma incrível refeição. Decidido a ceder os apelos de Théo para que o pai lhe contasse uma história antes de dormir, que se transformaram em três divertidas invenções do pai o garoto pegou no sono e dormia tranquilamente.
— Ótimas histórias! — Brincou Tasha da porta do quarto. — Você está bem para conversarmos? Se tiver cansado a gente deixa pra outro dia.
— Não, eu estou bem! Podemos ficar no sofá conversando. — Sugeriu ele.
— Eu pensei eu irmos pra varanda, tem uma vista linda e eu separei umas cervejas. Não é nada de mais, quer dizer, são só algumas cervejas.
— Não precisa ficar nervosa, algumas cervejas eu entendi. — Reade tentou tranquiliza-la.
Os dois se sentaram um de frente ao outro e começaram a conversar sobre os planos futuros com Théo, e sobre o que a criança estava achando. Estavam na verdade preparando o terreno para as conversas futuras.
Reade contou sobre seus últimos anos em Nova Iorque, sobre tudo o que enfrentou e Tasha ouvia tudo aquilo com um pouco de tristeza ao saber que ela causou essas coisas na vida dele.
— Eu sinto muito por ter feito você sofrer todos esses anos, se eu pudesse voltar no tempo...
— Ei, eu não estou dizendo isso para que você se sinta culpada, não é nada disso. Só estamos sendo sinceros um com o outro. — Ele tentou intervir.
— E a Becca? Por que terminaram? — Ela não sabia se poderia falar sobre esse assunto, mas arriscou.
— Não era algo sério, eu sabia que a qualquer momento ela iria voltar para África para o trabalho comunitário dela.
— Poderia ter insistido , quem sabe desse certo. — Ela não sabe porque falou aquilo.
— Não daria, o destino sabe de tudo! E você não teve ninguém?
— Não! — Disse ela tomando mais um pouco da sua cerveja. — Decidi me dedicar só para o meu filho, acho que bloqueei esse meu lado. E foi muito bom, não me arrependo dessa escolha.
— Então, você não tem ninguém é isso? — Reade queria deixar tudo bem claro.
— Não, eu não tenho ninguém no momento. — Respondeu ela já sabendo as intenções da pergunta dele.
— Então isso quer dizer que, o caminho está livre para nós dois ou eu vou precisar lutar por ele? — Ele foi direto pegando ela de surpresa.
— Lutar é sempre bom para saber o preço que custou. — Ela tomou mais um gole da sua cerveja. — Mas não, eu não tenho ninguém como eu disse, e sim o caminho está livre, mas precisamos conversar com cuidado e ver se é isso mesmo que queremos e não só por que temos um filho juntos.
— Concordo totalmente com você! — Ele segurou uma das mãos dela recebendo um sorriso por isso.
— Vamos com calma! Não se trata só sobre nós dois, temos o nosso filho no meio disso tudo e eu não quero que ele se machuque por isso.
— Claro, você teve um pensamento muito bom, vamos conversando aos poucos até acharmos o nosso ritmo. Tudo bem pra você? — Ele quis saber.
— Tudo ótimo pra mim! — Respondeu ela.
Eles terminaram a cerveja conversando um pouco sobre o que eles planejavam para o futuro. Após recolherem tudo os dois se preparavam para dormir.
— Está confortável o quarto? — Ela perguntou enquanto os dois estavam no corredor que dava acesso aos quartos.
— Está sim, nem se preocupe com isso. Boa noite Tash, dorme bem.
— Você também Reade, durma bem!
Os dois se olharam por alguns instantes, talvez balançados ainda pela conversa anterior e pelas cervejas, porém Reade decidiu respeitar o ritmo dela. Mas não era bem nisso que os instintos de Tasha queriam no momento.
Ela ficou na ponta dos pés, puxando-o pela gola da camisa ao encontro da sua boca. Reade buscava espaço na boca dela, enquanto uma de suas mãos repousaram na sua cintura aproximando ainda mais os seus corpos a outra encaixou-se delicadamente entre as mechas do cabelo dela. O beijo foi carinhoso e cheio de entrega e desejo que ambos sentiam.
Continua....
Fale com o autor