A Lesson Never Learned On Story Classes
1 Prólogo
Notas iniciais
A noite fria trazia uma sensação não muito agradável quaisquer pessoas que se aventurassem nas ruas escuras e de atmosfera inquietante. Os poucos transeuntes passavam rapidamente, provavelmente temerosos de sofrerem um assalto ou pior, afinal nos dias atuais nenhuma destas possibilidades estava tão longe de alguém. As taxas de criminalidade nunca estiveram tão altas quanto naqueles últimos anos o que não era encorajador.
Acima deste cenário, observando a cidade na segurança de um dos níveis mais altos de um hotel, um rapaz jovem – ninguém lhe daria muito mais que 17-18 anos embora ele tivesse muito mais que isto – observava a vista da capital americana. Apesar de todo o luxo pelo qual estava cercado, realmente não via hora de voltar para casa, para sua terra e oh céus! Ele tinha tanto a fazer, tanto trabalho por conta da crise econômica...
Só de pensar na mesma lhe trazia de volta o mal estar que pensara ter superado, mas que, pelo jeito, ainda demoraria a passar. Maldita recessão... Soltou um suspiro cansado e voltou a se concentrar na janela. Tinha de esperar até que o encontro mundial acabasse antes que pudesse voltar, porém, pelo modo como as reuniões nunca chegavam a lugar algum, isto provavelmente ainda demoraria e muito.
Voltou a observar a cidade. Fazia algum tempo que não pisava em Washington DC antes do encontro ter sido marcado em território americano, mas ficara surpreso – e certamente que não de modo positivo – com o aumento da criminalidade e desastres naturais.
Mas, uma vez que desastres naturais vinham acontecendo por todo o mundo – e a provável explicação talvez sendo sempre o aquecimento global (que era um dos principais assuntos sendo discutidos naquelas reuniões recentemente) – e a recessão deixando tantas pessoas desempregadas (o que poderia sim trazer o aumento da marginalidade) talvez não fosse realmente algo tão estranho.
Só não era agradável em todo. Não era agradável em nenhuma parte, afinal.
Acordou de seus pensamentos ao ouvir um barulho atrás de si, levantando o olhar dos pontos luminosos da cidade diretamente para o vidro, encontrando o reflexo de uma silhueta. Seu reflexo o fez virar rapidamente para encarar o intruso, a expressão se suavizando ao reconhecer a pessoa.
- Ah é você. – um alívio, seguido de um pequeno sorriso perpassou pela face do rapaz – Não faça mais isso, entrar assim sem dizer nada é assustador!
Não houve resposta, a não ser o barulho de um tiro encontrando em cheio a testa do rapaz loiro, que nunca chegou a conseguir gritar como gostaria de ter feito ao ver a arma sendo apontada pra si, os olhos arregalados se tornando vidrados quando não havia mais vida no rapaz. E o assassino misterioso deixou o local tão silenciosamente quanto veio, largando o outro para uma morte solitária e inevitável.
Mais tarde, quando a camareira veio para os habituais serviços, encontraria uma porta aberta e o corpo do rapaz morto no tapete, soltando um grito que atrairia a atenção de todos para o crime ocorrido...
Notas finais
E sim eu matei alguém, quem conhecer Hetalia pode ter algumas dicas de quem foi, mas ainda assim tentei não deixar muito claro quem foi, embora se você continuar a ler vai descobrir no capítulo seguinte /hn
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