Notas iniciais
É o plano era fazer 20 cap em cada livro. E vou seguir minha meta por tanto não me chinguem ok? Ps ando carente comentar não ofende tah! ^_^ cade o povo lindo que comentava direto? Me abandonaram T_T por que? Q q eu fiz de errado?

O que ninguém esperava era que a antiga amada do treinador fosse avó de Katara, e ele vê nela a mesma força e vibração que o manteve apaixonado por tantos anos.

–--- Quem diria que este seu colarzinho iria resolver tanta coisa? ---- o moreno se anima ao se aproximar da irmã fadigada de mais um treino exaustivo. Trazia com sigo um prato farto de algumas frutas que ele não tarda em por na própria boca a deixando irritada.

–--- Pensei que tinha trazido pra mim... ---- ela retruca irritada e retira uma pequena camada de neve de baixo de seus pés o derrubando no chão gelado. ---- Sou eu quem estou me matando de treinar aqui e você só se empanturra.

–--- Ei! Já se esqueceu que eu também treino? ---- ele se ergue vendo o prato no chão lamentando o desperdício. ---- Você pode ter a água mágica mas eu não tenho. ---- pontua ainda desgostoso deixando sub entendido o quanto teria de se esforçar para poder igualar o nível de combate com a irmã que possuía talentos que ele nem sonhara.

–--- O que anda falando com Yue? ---- ela corta todo o contesto e assunto disparando um duvida antiga que estava engasgada. ---- Você passa muitas noites junto dela sabia. Já começaram a falar... Ela tem um noivo você sabe muito bem. ---- a jovem afirma irritada, temendo pela honra da amiga.

–--- Eu sei... ---- ele corresponde em um tom desdenhoso e mole, como se quisesse de esquecer. ---- Ela esta me ajudando a traduzir as visões que tenho quando me aproximo dos peixes. ---- ele afiram mas parece não querer tocar no assunto.

–--- Eu não acho que sejam visões.

–--- Eu concordo. Mas isso a anima e faz parte da cultura dela não custa nada. ----- ele confirma e logo os dois começam a caminhar para extravasar a conversa. ---- Sei que você esta achando que eu só estou fazendo isso pra ficar junto dela, mas... Ah vamos lá ela é uma gata ta dando o maior mole e... ela não gosta tanto assim do noivo. ---- o jovem tenta se explicar, mas não consegue mentir olhando nos olhas da irmã que o julgava. ---- Juro que nunca fiz nada com ela! Só ficamos falando desta coisa de peixes mágicos. Ontem mesmo vi um cara. Não era muito mais velho que eu e parecia ser dobrador de fogo mas tinha uma cicatriz enorme na cara...

–--- São visões! ---- a jovem exclama se recordando do moço que a ajudara no passado. Porque tinha se lembrado dele? Só o vira uma única vez mas a marcara muito. ---- Ele era forte, cabelos longos mas raspados, a cicatriz cobria boa parede do rosto e... colava a orelha a cabeça?

–--- ...e não tinha um dos olhos. ---- ele completa.

–--- Como você sabe? ---- ambos questionam em um coro perfeito.

Mas a resposta não vem.

No lugar dela um pequeno floco de neve cai sobre o nariz de Katara espantando seu irmão. Era negra.

–--- Eles estão aqui! ---- os irmãos voltam a ritmar suas afirmações e partem cada um para um lado.

O irmão mais velho vai em direção as forças armadas a onde alerta sobre o que já sabia; neve negra igual a guerra. Enquanto a irmã caçula seguia ate a frente para tentar ver se estavam próximos.

Seu sangue ferve e o mar calmo do ártico cria ondas.

De simples pontos no horizonte, logo tornam-se gigantescos e ela logo podia ver com facilidade a aproximação da horda de navios.


"Os navios chagam e um efeito nostálgico cruel invade a mente dos jovens viajantes."

O sol ainda raiava em pico quando as imensas maquinas de guerra trazidas pelo mar ancoram, se pondo a começar seu ataque, que logo se tornaria incessante.

Pedras gigantescas em chamas forram os céus e atingem a cidade costeira que era formada por gelo e apenas gelo, derretendo não só as paredes de entrada, mas também ruas e casas.

Com uma precisão incrível os dobradores logo reerguem paredes e protegem as pessoas dos ataques, se pondo ao mar e naufragando os navios sem que eles próprios possuíssem um; porem a frota inimiga era incansável.

–--- Calma! ---- o moreno grita ao segurar a irmã que ia se lançando ao mar para ajudar a deter os ataques. ---- Eu sei. Eu sei! Karata me olha! ---- ele a segura enquanto ela se debate como uma criança ao fazer birra. ---- Você não quer que aquilo se repita. Mas não é assim que você vai conseguir ajudar. Temos mais conhecimento; se não falar o que sabemos para ajudar será a mesma historia.

–--- Tudo bem. ---- ofegante ela corresponde e se ergue sendo finalmente livre dos braços fortes do irmão mais velho. ---- Mas como? Já dissemos tudo o que sabíamos sobre eles... Eu já vi isso varias vezes, não tanto quanto você mas você sabe que eles vão continuar vindo. Como se seu exercito não tivesse fim!

Vendo o semblante enérgico da irmã ele se cala, olhando em torno de si e vendo os jovens que tentam salvar os feridos pelo caminho. Jovens que menos talentosos que sua irmã também eram capazes de dominar a agua. ---- Mas ele tem. Este é o modo de intimidação. Poucos homens em vários navios... ---- ele sorri e ela sorri de volta mais confiante.

Eles podem ver facilmente que enquanto uma pequena repartição vinha em direção a costa o restante permanecia distante em resguardo apenas a lançar as esferas em chamas que arrancavam o chão dos pés de inocentes os convertendo em vitimas fatais.

Os poucos homens que desciam a praia, trêmulos, agiam separadamente sempre a se manterem distantes um dos outros e lançando seus disparos sem o mínimo de discernimento; se analisados friamente pareciam apavorados a atacar qualquer coisa, esta se mexendo ou não.

A batalha é intensa e persistente, tendo grandes perdas de ambos os lados; homens eram empalados pelas estacas de gelo ou simplesmente soterrados pela neve dura; ate mesmo viam seu chão ser retirado por uma ação errônea.

E assim que o sol começa a diminuir no horizonte (já que lá são noites longas e dias longos) as embarcações se afastam para evitar uma derrota. E os nativos ao invés de aproveitar para atacar, se concentram para cuidar dos feridos.

–--- Mas que droga ninguém me escuta. ---- o moreno se aproxima do grupo que descansava se mostrando muito irritado, esbravejando com a lua. ---- Deveríamos aproveitar para atacar agora. Eles perdem parte do poder de noite enquanto nós ficamos só mais fortes! Aaaaarrrg! Que ódio.

O líder apenas olha a sena o vendo se sentar em um canto qualquer. ---- É por isso que estes demônios como sua irmã sabiamente os apelidou, vencem. Eles não se importam com os feridos, só em atacar. ---- ao pegar mais um gole da bebida quente ele o saúda com alegria. ---- Parabéns. Esta começando a pensar como eles.

–--- O que disse? ---- o moreno agarra o líder pelas vestes e o ergue do chão. ---- Não ouse me comparar a eles Jet. Principalmente com este tom de elogio.

A cabeça do líder já estaria dentro do gelo se a caçula não tivesse segurado o irmão com seu poder.

–--- Katara... eu não ia...

–--- Ia sim. ---- ela o solta, indo ver se o líder estava bem. ---- Mas Jet esta certo. De tanto viver com eles “todos” estamos pensando igual. Ajudar quem esta ferido é mais importante que atacar. Não vemos isso e achamos ridículo... ---- pontua de maneira tristonha. ---- Estamos ficando como eles...

As palavras da morena silenciam a todo grupo e logo cada um vai para um lado.

Sokka tinha roubado as manias da bela princesa local, e quando se sentia desorientado acabava indo refletir no lago do peixe Koi. Entretanto ao adentrar a área privada o que ele encontra não é a paz para poder se tranqüilizar.

–--- So-k-ka... ---- a lamuria ecoa como um falho miado, fugindo entre os pulmões da princesa que era segurada e rendida por um homem, o mesmo que havia o tirado tudo.

–--- Zhao. ---- ele congela, mas não de medo. Seu corpo emana a fúria que carregava a anos e seu oponente percebe nele um perigo, se pondo atrás de seus soldados. ---- O que faz aqui?

A pergunta do jovem a sua frente ecoa como uma ordem soberana e sem delongas ele responde. ---- Ora o que mais poderia ser? Vim por meu nome nas paginas da historia. ---- o bufão trajado de um armadura pomposa ergue um pequeno saco que se debatia. Molhado...

Zhao não era guerreiro, muito menos honrado.

"""Havia se aproveitado da batalha usando seus próprios homens como escudo vivo para tirar a atenção de si e seguir ate este local as escondidas no meio da batalha abandonado a todos.

Sequestrara a prinsesa e a forsara a trazelo ate este local sagrado, provavelmente matando alguém na sua frente pos suas roupas estava tingidas de vermelho, e o sangue não era dela."""

Uma dedução rapda de alguém acostumado a batalha e com um raciocínio de nível gênio. Mas e a sacola?

Marcar seu nome nas paginas da historia ele disse.

Porem o moreno não tem chances de bancar o herói pos um disparo em forma de chamas, acerta o general em cheio livrando a princesa que corre sendo atrapalahda pelas próprias vestes.

Os dois soldados que o acompanhavam ignoram o jovem da tribo da água mirando em seu agressor que estava sob as geleiras, porem o mesmo cai sobre eles armado de laminas afiadas. Um é empalado no ato, isto quando o agressor despenca fincando sua fina lamina em seu crânio, enquanto o outro tem a garganta cortada quando este se levanta em um contra golpe.

Zhao nem mesmo assiste a nada disso, correndo para longe assim que rescebe o disparo, esquecendo-se completamente do jovem moreno. Coisa que é sua ruina.

O jovem guerreiro da tribo da água descarrega todo seu ódio em um único golpe, aproveitando da tamanha distração do almirante trazida pelo desprezo que tinha pelas demais pessoas; não as levava mesmo em consideração.

O golpe dado com uma curta e grossa espada não é capaz de romper sua dura couraça mas a amaça gravemente fazendo com que ela, a coisa que deveria protege-lo o ferisse gravemente, permanecendo a agrava-lo cada vez mais.

–--- D-desgraçado. Maldito pirralho... ---- o almirante murmura entre gemidos de dor sentindo a armadura rasga -lhe a pele. ---- Você pagara caro por esta afronta. Conhecera o poder da nação do fogo! A conhecera através de escravidão e serventia! ---- ele grita a ponto de salivar, porem por conta da dor extrema acaba por derrubar a sacola que é recolhida pela ainda tremula princesa de cabelos alvos.

–--- Você realmente não se recorda de mim não é mesmo Zhao. ---- o jovem o circunda como um predador ao encurralar uma presa aflita; e ele entende sua posição naquela cena.

–--- Sinto seu ódio. ---- a voz soa abafada pois o agressor usava uma mascara azul, algo típico de sua tribo e enpunhava duas espadas. ---- Ele é seu... ---- a voz abafada, se aproxima exigindo a sacola que lhe é entregue. A atenção do moreno estava no homem parado a sua frente.

O ser misterioso apenas solta o conteúdo sobre o lago mostrando ser os próprios peixes, que rapdamente voltam a nadar como se nada tivesse ocorrido.

–--- Venha garota. ---- o homem de mascara com voz abafada segura a mão da princesa e a arrasta com sigo para fora do local sagrado. ---- Você não quer ver isso.

–--- Mas o Sokka... ---- ela se cala notando o que iria ocorrer naquele local, seguindo o homem que a puxava a contra gosto. –--- Isto é a guerra não é. ---- a jovem comenta puxando o corpo para tentar evitar continuar o caminho, mas é em vão. Com um puxão ele quase destronca seu braço de seu corpo frágil. ---- Ai! Espera por favor! Ei me escuta. Por favor... ---- choraminga.

–--- Sim.

–--- Por que? ---- choraminga.

–--- É isto que é a guerra princesa. ---- o homem para de andar olhando para um campo aberto a onde famílias sem lar se uniam a seus parentes feridos enquanto outros choravam em pânico ao descobrirem suas mortes. ---- É só isso que é a guerra. Não é honra é morte. Não é lucro é perda.

Ele frisa ao ver uma pequena garotinha tremendo em pânico ao esperniar ferida e suja de um sangue que não era dela.

Por toda a tribo de podia ver marcar vermelhas espalhadas por entre a neve alva e limpa, tingindo-a perpetuamente. Muitas das rochas lançadas no inicio do dia ainda estavam sobre casas e corpos esmagados pelas mesmas.

–--- Por que eles fazem isso? ---- a princesa pergunta ainda incrédula, tentava encontrar algum motivo para tal horror.

–--- No inicio... A palavra que ecoa é a de Sozin, o demônio louco que iniciou tudo isso. Ele dizia que a nação do fogo era tão explendida que deveria se espandir e mostrar isso ao mundo.

A princesa para de fitar o horizonte se virando olhando a face do demônio azul que a relatava com um tom de repudia, não conseguia se recordar do significado daquela mascara, mas se lembrava de já a ter visto em algum livro antigo de criança. Era uma mascara de teatro.

–--- Isso já rola a tanto tempo que não importa não é? Quanto mais matam mais terras têm para dominar, mas escravos e mordomias. ---- ele relata ainda a fitar os estragos e ela pode ver uma lagrima solitária escapa da mascara escura. ---- Enquanto isso mais inocentes morrem. Mais pobres homens e mulheres são obrigados a se tornarem membros do exercito e travar batalhas. E morrer para que um bando de aristocratas continuarem engordando suas contas e seus corpos.

–--- Você... ---- confusa com tudo o que ocorria e ainda muito atordoada a princesa se aproxima aproveitando que o homem a soltara. Suas vestes estavam estragadas e tingidas de vermelho sentindo frio, ela tenta retirar a mascara que encobria a face de seu salvador.

–--- Ei você! ---- a voz feros corta a noite e o mascarado se vira encarando o líder que coberto pela cor do ódio, possuía um brilho perigoso no olhar. ---- Da onde você veio? Eu vi você lansar chamas. ---- ele caminha apassos largos quase trotando ate chegar a princesa a pegano pelo braço e tirando de perto do mascarado. Um ato de proteção mas feito de modo tão brusco de deixaria uma marca na pele escura e frágil dela. ---- Você é um deles!

O grito e os atos antes feitos por Zhao tinham deixado os soldados e guardas bem alertas e logo o rapaz é cercado.

E mais uma vez não demonstra medo ou ser capaz de sentir nada.

–--- Mataram Zhao? ---- pergunta por fim.

–--- Eu faço as perguntas aqui. ---- fervoroso e pronto para acrescentar mais uma camada de vermelho a sua roupa o líder aponta suas marcantes espadas gancho para o invasor que se mantem apático a tudo.

–--- Isso é um não. Só digo uma coisa... descarregar sua raiva não ira tirar o que a faz queimar. ---- a vós jovem abafada pela mascara soa sem sentimento algum. ---- Se o que vocês querem é saber como ele entrou? Simples, ele é um demônio...

–--- Tire esta mascara. ---- o treinador de dobra surge erguendo-se sobre o muro usando de suas habilidades elevadas ordenando, e logo percebendo que este não planejava fuga, parecia ter completa noção de sua sina. ---- Como entrou aqui? Você não veio com aquele homem...

O jovem não responde, apenas retira o laço que prendia a mascara. Sabia qual seria seu destino, ou ao menos fazia uma vaga ideia.

Yue o fita curiosa para ver o rosto que há havia salvo, surpreendendo-se ao encarar os dourados olhos tão característicos.

Notas finais
(O nome do cap foi um referencia ao Agni-kai dos dobradores de fogo. Sei que não existe a variação da água e tralala, ate pq só os demônios que criaram a dobra do ódio. Mas vamos lá! Próximo cap será duplo! Final do 1 e inicio do 2)