Notas iniciais
Ta osso... me deu vontade de escrever um hentai. Rapidinho tah kkkk só pra matar a vontade depois volto o foco central. Prometo não fazer putaria e nem perder o foco. Ta na ultima divisória se você quiser pular e não ler.)

Todas as partes estavam apontando para o pólo norte.

Mesmo sem notarem.

Todos estavam indo para lá.

Katara e Suki estavam banhadas em dor e culpa em busca de força, força que esperavam conseguir com a dobra de água que agora por culpa dos demônios, apenas existia no pólo norte.

Iroh comandava e supervisionava os treinamentos nos navios de Zhao que seguiam rumo ao povo do norte. E Sokka acabara de conseguir uma pista sobre este ataque tão terrível.

Ele mal havia respirado o ar da liberdade e já estava trancafiado novamente.

Mas desta vês era sorte.

Sua nova dona nada mais era que a ilustre princesa da nação do fogo. A tão famosa quanto temida Azula, que estava nos reinos da terra a promover o nome de seu povo e rebaixar cidades a seus pés.

Ela era mais do que as lendas de seu nome glorificavam, muito mais assustadora e bem mais bela.

Seus cabelos lisos e negros estavam constantemente presos enquanto sua silhueta mesmo por baixo de uma armadura tão pesada se mostrava formosa. Porem o que lhe mais roubava a atenção era o modo de todos se portarem perante ela. Não só por ela ser a princesa, mas eles realmente a temiam. Ela exalava poder.

Tanto que os deixam a sós. E ele nem sequer foi amarrado ou acorrentado.

–--- Esta calado há horas. ---- diz a princesa ao soltar os cabelos e por as ombreiras na cômoda ao lado. Uma serva a despia; tirando peça por peça de sua armadura. ---- Qual o seu nome? Guerreiro da tribo da água do norte.

Ele se impressiona por ela saber quem ele era. Quando ele mesmo já havia esquecido. ---- Sokka.

–--- Venha ate aqui. ---- ela ordena já dispensando a criada. O olha de cima a baixo, fazendo com que a criada também o despi-se. Ele nega e isso irrita a princesa. ---- Esta imundo. Não gosto de camponeses imundos. ---- afirma como se fosse uma ordem divina e se aproxima dele vestida apenas de trajes leves. Não portava arma alguma, era menor que ele e bem mais leve e parecia muito frágil. Mas ele congela como se estivesse de fronte a um verdadeiro demônio.

Apenas a obedece.

E ela sorri satisfeita.

Fica a assistir a tudo ate que é interrompida. ---- Senhorita Azula. Chegou uma carta da casa de ....

–--- O que eu disse sobre ser interrompida? ---- ela não se exalta, não se vira. Mas o homem cai ao chão em suplicas.

–--- S-sinto muito senhora! É Tylee. Ela não esta mais em sua casa. Deixou-a para juntar-se ao circo. ---- o homem se apavora quando esta se levanta da cadeira por um ato involuntário de desaprovação e surpresa. Logo voltando a se sentar pensativa e ele se vai correndo por sua própria vida, e agradecendo por ter sido poupado.

E sua próxima ordem é para seguir em direção a tal circo.

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Já fazia anos que sua vida não fazia sentido algum. Ele já não possuía um único motivo para prosseguir, porem algo ainda o mantinha vivo.

Passou um curto período junto de camponeses. Ensinou o garoto como usar uma espada e defendeu a vila. Apenas para ver o horror em seus olhos.

Eles o temiam.

Via a todo o momento pessoas sofrendo. Mas mesmo em agonia, cada uma delas possuía um objetivo. Qualquer coisa. Por mínima que fosse. A mais ridícula idéia.

Se sentia vazio. E de fato era.

Tinha plena certeza que era odiado por seu pai e sua relação com sua irmã nunca foi das melhores; sua mãe desapareceu a anos... E por conta de decisões tomadas em um ímpeto impensado não possuía mais um lar.

Nunca teve muitos amigos; isso por agir e se portar de maneira diferente do normal e esperado de um príncipe.

LEMBRANÇAS ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

Estava nervoso.

Na manha seguinte seria seu primeiro dia na escola.

Sua mãe o encorajava explicando sobre seus deveres e engrandecendo sua existência enquanto brincava com ele nos fundos do glorioso palácio. Um pacote chega. Presentes. Para encorajar os jovens príncipe e princesa a ingressarem na escola.

Vinha de seu tio que estava em batalha em uma terra tão distante que o jovem de olhos dourados não conseguia sequer imaginar. Para sua irmã, uma boneca do reino da terra e para ele uma adaga. Tomada de um general inimigo caído.

Durante todo o tempo escolar, sua irmã se sobressai acima dele em tudo o que importava: historia, artes, musica, e ate mesmo o combate. Ela era perfeita.

Mas ele não se importava.

Não muito.

Apenas quando esta roubava sua adaga.

Ela sempre foi a favorita. E mesmo nascendo poucos meses após ele, eles eram tratados como gêmeos. E ela era sempre a predileta de seu pai, seu avo, burgueses e empregados. De todos! Menos de sua mãe...

Sua mãe só tinha olhos para ele.

Estava constantemente a aconselhá-lo e ajudá-lo. Sempre a seu lado. E isso sim, dava inveja a sua irmã.

–--- Ola Zuzu. ---- este apelido o irritava, pôs sabia que não vinha de carinho; era um deboche. Um claro e cruel deboche. Queria inferiorizá-lo ainda mais. ---- Como foi na escola hoje? Fiquei sabendo que a mamãe teve quer ir ate lá de novo. Andou brigando outra vez? Espero que não tenha apanhado de novo.

–--- O que você quer? ---- ele pergunta, mas não quer ouvir resposta alguma. Era apenas a educação que sua mãe o ensinava.

Ele logo segue seu caminho deixando sua irmã sozinha no corredor. Nervoso ele tromba em alguém caindo ambos.

Era a primeira vez que ele a via.

Cabelos negros como uma noite sem estrelas, a pele tão alva quanto à neve nunca mapeada. E olhos em um tom de castanho claro quase beirando o dourado, que refletiam os seus.

Que falta ela lhe fazia agora.

(continua)^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

–--- Moço?----- ele desperta de seu devaneio com a voz de uma moça o chamando. Vestia-se com trajes verdes e marrons. Longos cabelos trançados e trazia com sigo uma pequena luminária. ---- Você esta bem? Não precisa dormir ao relento. Venha comigo! Moro aqui perto.

Ele apenas a vê partir. ---- Por que confia assim a um estranho que vê caído na estrada? ---- e ela apenas se vira e sorri.

Vê o vazio em seus olhos.

Algo ali a atraia. –--- Por favor... Eu insisto.

E assim ela o leva a sua casa, sendo recebida por sua calorosa mãe.

Apesar da fome ele mantém a postura aprendida nos palácios e se porta como um lorde; mãe e filha não estavam acostumadas com tal postura ou modos de se portar. Eram apenas camponesas que se alimentavam à-vontade e com alegria, não eram porcas, mas estavam acostumadas a ver homens comendo sem fazer cerimônia.

E mais tarde a jovem o pega a fitar o céu estrelado. ---- Ele não muda não é. ---- afirma ela ao se sentar a seu lado. ---- O céu. Ele não muda... Unf! Não importa o que passamos. Se o vemos de forma diferente é por que nós mudamos... Não ele. ---- ela ergue sua saia a pondo de mostrar sua perna. Havia marcas e cicatrizes em forma de serpente. Provavelmente um chicote em chamas. ---- Me perguntou o por que de eu confiar em você... pois bem... ---- ela apenas tenta tocar-lhe a face. Mas é severamente repelida.

Ele se espanta, mas compreende. A marca que significava a sua vergonha, para eles o trazia um igual. Ou pior... uma vitima.

Esta comparação não o agrada. Lhe traz um nó no estomago ser comparado com uma vitima da nação do fogo, quando ele carregou sua coroa no passado.

LEMBRANÇAS ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

A jovem de cabelos negros vivia a segui-lo com o olhar.

Não menos que toda e qualquer outra jovem de todo o reino. Todas sempre a almejar um dia carregar a coroa.

Mas esta estava constantemente em sua casa; havia se aproximado de sua irmã e fez amizade a ponto de visita -la sempre que podia, ou melhor que sua irmã ordenava. E claro que sua irmã tirava proveito de toda esta situação, fazendo-os se encontrar e brincando com as intenções e sentimentos da jovem; que corava dos pés a cabeça quando o via.

–--- Não são um belo casal? ---- Azula zomba com prazer após mais uma brincadeira. E ele sai irritado, secando as roupas.

Ela havia o feito cair no chafariz em cima da jovem alva.

Estava a trocar de roupa quando uma batida tímida o chama a porta. Este toque. Não podia ser outra pessoa. Era ela.

–--- O que você quer!? ---- já irritado pelas zombarias da irmã ele nem abre a porta. Apenas ouvindo os passos se afastarem da porta depressa. ---- Garota irritante... ---- ele murmura ao deixar seus aposentos. Passando pelo corredor e parando a ouvir um som muito incomum para ele.

Um choro.

(continua)^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

–--- Poderia me responder uma coisa? ---- ele questiona, mas ainda estava distante em pensamentos.

–--- An... Bem sim... Eu ganhei esta marca quando...

–--- Já se apaixonou? Já sentiu seu coração batendo em outro peito? ---- ela se envergonha e se questionando por que destas palavras vindas dele. Teria ele notado suas intenções? ---- Se não... Eu te digo. É algo assustador. Você teme o tempo todo. Pôs sem um coração você morrera.

–--- Então. Você...? Sinto muito. --- ela se levanta desapontada, seguindo em direção a porta. ---- Eu não deveria ter...

–--- Não. Não deveria. Pôs eu não serei seu... namorado.

O modo frio dele falar não a abala. ---- Mas eu não lhe pedi isso.

Ele se vira questionando a posição da jovem, que agora evitava olhar para ele. Curioso e confuso. ---- O que esta me oferecendo...?

–--- Sei quem você é. Sei o que fez na vila ao norte. ---- Ela ainda afirma tropeçando nas palavras. ---- Você é um deles. Mas tem esta marca e... protegeu aquela gente então... você é um de nós. Entende?

–--- Mais ou menos. (Entendo o que você acha. Só não concordo) O que eu não entendo é o que você quer... de mim. ---- ele não demora e logo se levanta indo ate ela. ---- Vou sumir pela manha, e você sabe disso.

–--- Eu sei. Eu sei sim. E não me importo. ---- envergonhada ela se explica. ---- Já não tenho mais minha pureza. Me foi tomada. Não pelos dobradores de fogo. Mas pelos guardas que deveriam nos proteger deles... ---- ela treme de ódio ao contar, mas ele não se surpreende de ouvir esta historia. Já era repetida. ---- Sei que o seu povo e o meu... Não são tão diferentes assim. A pessoas boas e pessoas más em ambos. ---- ela o fita vendo que ele ainda esperava uma resposta plausível para o seu pedido tão incomum. ---- Quero que me ajude a perder meu medo. De um homem. ---- ela se explica como a um espirro. ---- Planejo um dia ter filhos e ser feliz. Mas sempre que chego perto da aquele que amo. O medo me toma.

–--- Ainda sou um homem... Não me teme?

–--- Você acabou de me explicar o por que não te temo. ---- ela explica vendo a confusão tomar o semblante do jovem a sua frente. ---- Esta morto. ---- pontua finalmente. ---- Eu não sei o por que mas você esta morto. ---- ela fala olhando em seus olhos e não sente nenhuma reação vinda dele. Nem negativa ou positiva. ---- Não sinto nada vindo de você. Parece um fantasma.

–--- E você acha que posso curar seu trauma... ---- murmura voltando a se sentar e perdendo o interesse. ---- Ainda é um pedido bastante estranho vindo de uma dama. Mas acho que posso entender... Este que você ama já esta perdendo a paciência não é mesmo? Ou você provavelmente inventou isso por que não quer me contar seu verdadeiro motivo. Mas esta bem... eu não me importo. ---- ele volta a fitar as estrelas, ficando tão distante quanto elas.

–--- Quase isso... Você ira embora amanha cedo. Ele nunca saberá. ---- ela volta a se aproximar insistindo em sua historia. ---- E alem do mais... Você não toca uma mulher há quanto tempo? Guerreiro...

Ao ouvir tal insinuação ele se levanta e vai ate ela; quase que respondendo a sua provocação. E entra na casa a deixando só na varanda fria.

Ela o estava incomodando.

Como ela mesmo havia dito, ele estava morto. Morto em alma não se interessava por estas coisas carnais. Pelo menos achava...

Tarde da noite a jovem insistente invade seu quarto. Sua casa se tratava de uma pequena hospedaria, e sua mãe fez questão de por o estranho viajante bem distante da casa principal.

Ele ainda dormia, mas parecia estar sofrendo algum pesadelo. Assim como quando o encontrou. Delicadamente ela tenta acariciar sua face novamente, mas ele desperta e a segura antes que esta pudesse sentir a pele áspera que havia sido queimada.

–--- O que esta fazendo? ---- ele tenta e se esforça para ignorar o fato de ela estar com os trajes abertos de maneira a mostrar seu belo corpo singelo.

Ela se cala.

Responde com os atos, deixando o restante de suas vestes deslizar por sua frágil pele de veludo e cair sobre ele. É quase impossível não olhar para outro local que não fosse as curvas da saudosa anfitriã.

Ela estava certa.

Fazia tempos que sua única companhia era o desespero. E mesmo estando com a alma morta; seu corpo não estava.

Apenas um toque de sua mão em seu ombro e ela se arrepia. Possuía mesmo um medo que queria derrotar. Ela podia fazer o que quisesse, dês que ele não reagisse a nada.

–--- Se você não vai conseguir ir ate o fim. Não deveria ter provocado um guerreiro viajante. ---- ele sussurra e a joga sobre o leito a segurando conta o mesmo, pelos braços, ficando a admira-la se debater. Mas por algum motivo ela não grita. Não queria chamar a atenção de ninguém.

–--- Qual... qual é o seu nome... verdadeiro?

–--- De que vai adiantar você saber? ---- ele testa as reações de seu corpo enquanto a observa, suas mãos treinadas de um guerreiro eram firmes e sabiam exatamente a onde ir e como tocar. ---- Vou ter sumido antes mesmo que você acorde amanha.

–--- E-eu quero saber... se o que você disse na vila era verdade. ---- livre de apenas um dos braços ela põe sua mão sobre seu ombro não conseguindo decidir entre empurrá-lo e tira-lo de cima dela ou incentivá-lo a prosseguir. ---- Príncipe Zuko.

O conhecimento da jovem o surpreende e espanta, mas a esta altura... É difícil parar.

O corpo dela tremia em suas mãos. Mas seria medo ou excitação? Mas de que adiantava saber agora. Isso ia acontecer de um modo ou de outro.

Ela já havia demonstrado querer isso ao vir desta maneira ate ele, não pedindo ajuda quando derrubada, e não negando nada que ele estava fazendo.

Mas ela era uma jovem traumatizada, já havia o contado isso, certos toques só a faziam recuar. Mesmo que fosse divertido brincar com seus seios, mordiscá-los e acariciá-los ela não reagia como o esperado.

Mas ate mesmo ela possuía áreas que era impossível não reagir se tocada do modo correto. Ele instiga e provoca seu corpo usando as áreas mais sensíveis que podia; os lábios, porem apenas um leve toque ali já a faz reter todo o corpo. ---- N-não vai dar certo. D-deixa pra lá.

Porem sua suplica é ignorada completamente.

Ele leva os dedos a própria boca e desliza o indicador de baixo para cima umedecendo toda a parte interna dos lábios, e aos poucos consegue que ela o forneça sua própria lubrificação. Com a área já bem acessível ele se põe a instigar seu ponto com leves movimentos circulares, quando vê que esta reagia aumenta a preção e velocidade. Só um pouco.

Ensinar a sentir prazer é uma tarefa difícil, mas um corpo que esta acostumado a associar isto a dor... não é uma tarefa para qualquer um. Ela reagia mais ao olho no olho do que ao toque, palavras leves aos poucos a faz se soltar e ele pode em fim despir-se.

Mas não introduz.

Ameaça, e vê sua reação. Deixa ele ali na porta mesmo, ameaçando invadir. Hora ou outra a cutuca, deixa entrar somente a cabeça e para. Provoca e estimula a área. Faz com que ela mesma deseje ser invadida. Que implore com o corpo.

Uma provocação bem aceita. ---- E-espere! Eu ... Não... ---- ela se pronuncia negando, mas age o oposto. Se sentia mal e suja, gostando de algo que há havia feito tão mal no passado. Ela treme, como se seu corpo implorasse para prosseguir. E ele obedece. ---- Gkya!

Ele move-se de maneira a massagear uma área de cada vez, como se buscasse por algo. E quando encontra ela retém o corpo o apertando e quase o desconcentrando. Ele para por alguns segundos antes de prosseguir, sem sair. Depois volta a estimular aquela área variando o modo; ela se contorce ainda mais e ele sorri.

Aos poucos o medo vai deixando seu corpo e ela própria se move de modo a incentivar a brincadeira. Seus gemidos começam a ficar mais e mais audíveis, e logo ela tem de ser calada. Um beijo gelado de um corpo quente.

Vendo que sua anfitriã já estava bem mais à-vontade ele não tem mais motivos para se segurar, e ataca. Movimentos mais fortes e firmes a faz emudecer. Não tinha espaço para reação entre tanto prazer. Ambos perdiam a noção se onde estavam.

Ate seu clímax final.

–--- Unf...!---- Ela suspira ainda tremula incapaz de proferir uma única palavra sequer, o fitando por um ou dois segundos. Ele havia se sentado e estava a fitar o vazio. ---- Esta cansado? Deite-se um pouco aqui comigo...

Por cerca de segundos ele havia entrado novamente no passado e sem querer a responde de imediato. ---- Já vou Mai.

Notas finais
(So achei este nome hj dia 27/6/15.... a menina se chama Song!!! o/ quem diria. Bem... isso não foi romanizado, se tratou apenas de um sexo casual. É bem mais comum que se imagina. Sei lá não acho vulgar fazer este tipo de coisa. Se você se lembra dela na serie original, ela deu mesmo em cima do Zuko então... )