A Irmã do Meu Rival

1 Meu irmão mais velho


Notas iniciais
Esse cap. não foi betado. Eu tentei fazer com minha inteligencia em portugues /

Inner: Plzzz! Alguém que tem beta que se identifique e beta essa fic.

Eu: ¬¬' perdoem os erros de portugues e quem quiser se oferecer para betar eu ficaria bem agradecida.

Cap. 1: Meu irmão mais velho

Amber suspirou uma, duas, três vezes ao tirar os olhos do livro que estava lendo. Finalmente iria conseguir ver seu irmão, nunca viu ele antes. Ele estudava e morava na Wammy’s House, estava claramente nervosa e ansiosa. Ela nunca havia conversado ou feito qualquer comunicação com ele, apenas o conhecia por fotos.

Voz: Última chamada para o vôo 345 para Winchester, Inglaterra.

Novamente a menina de cabelos loiros suspirou e levantou-se da cadeira. Seus braços nus foram agarrados quase que no mesmo instante por duas meninas que choravam muito. Amy e Lisa, as duas melhores amigas da loira.

Amber: Meninas... –suspirou. –Eu preciso ir.

Amy: Não vá... Lá é cheio de gênios. Você vai ficar perdida.

Amber: Está me chamando de burra?

Lisa: Que se dane. Fica!

Amber: Eu tenho que conhecer meu irmão. É só esse verão.

Amy: Mas com quem você vai fazer compras?

Lisa: É você vai morrer sem alguém pra fazer compras com você.

Amber: Eu sei... –realmente, iria encontrar só nerd lá, ninguém que se interesse por compras. –Opa! Já estou atrasada, tchau meninas.

Amy/Lisa: Mas... Mas... –começaram a chorar.

Amber já estava longe. Após colocar etiquetas nas bagagens a loira ficou cara a cara com o avião que mudaria sua vida para sempre... Está bem. Isso é exagero, mas com certeza ia ser muito desastroso.

Sentou-se na sua cadeira arrumando a saia que estava extremamente curta, e os seus pés com uma sandália com um salto tanto alto quanto fino, uma blusa regata que deixava a mostra o umbigo. Arrancou uma última olhada da grande torre Eiffel, da grande Paris, a capital da moda e fitou suas unhas pintadas com um tom vibrante de vermelho com um olhar corajoso. Iria sobreviver.

Após longas horas de viagem finalmente chegou a Winchester. A menina estava lendo à última pagina de seu livro quando a aeromoça começou a gritar, isso mesmo gritar, no interfone.

Aeromoça: Senhores passageiros estaremos pousando em Winchester em alguns minutos.

Amber: Ouviu isso? –disse se dirigindo a um cara do seu lado.

Homem: E tem como não ouvir? A mulher gritou no interfone.

Amber: Não é isso. É que é a primeira vez que eu vejo meu irmão, ele está aqui e eu estou... Nervosa.

Quando a garota olhou o companheiro uma enorme gota desceu de sua cabeça, o homem estava escutando música e aparentemente nem ouviu o que ela falou. Encostou-se na sua cadeira meio emburrada com o ato.

Quando finalmente chegou ao aeroporto a menina desceu as escadas um tanto vergonhosa. Tinha muita preocupação de como iria agir na frente do irmão. Ela não tinha muita intimidade com meninos, na verdade só de ver um ela começa a corar e a gaguejar sem parar.

Pegou suas malas e correu para o banheiro. Ao chegar lá ficou encarando a figura refletida no espelho. Abriu uma malinha muito pequena e pegou um estojo de maquiagem e uma escova de cabelos. Com a escova deslizou em suas longas madeixas loiras que iam até a cintura junto com sua franja que escondia a testa, o cabelo estava preso somente por uma travessa rosa.

Amber: ‘O cabelo está bom, mas se eu passar muita maquiagem ele vai pensar que eu sou uma vadia. ’- pensou a loira

Suspirou de novo. Era só isso que a acalmava, dando um longo suspiro. Após passar um brilho rolete sabor morango nos lábios, fechou o estojo e colocou suas coisas de volta na pequena maleta e foi desanimadamente de volta ao salão do aeroporto.

Sentou-se em uma das fileiras de cadeiras que lá tinham. Estava tão cansada. Ficar horas sem fazer... er nada... Cansou e muito. Só pensava em ir para uma cama confortável e repousar, dormir uma longa noite de sono para se recuperar daquilo.

A verdade mesmo é que Amber tinha muito medo de altura, qualquer coisa com mais de 3 metros que ela teria que olhar pra baixo a deixavam com muito medo.

Estava perdida em seu mar de pensamentos quando alguém puxou nada delicadamente, diga-se de passagem, seu braço que a assustou e fez derrubar a bolsa. Ela ia gritas quando olhou pra cima e viu um garoto loiro com corte chanel, olhos azulados, tal como ela, porém seu cabelo era mais comprido.

???: Amber?

Amber: S-sim. V-você é Mihael Keehl? –perguntou um pouco corada.

???: Sou, pare de gaguejar. Eu odeio isso. E me chame de Mello.

Amber: Sim senhor. –disse abaixando o olhar. ‘Sim senhor? É assim que eu trato o cara? Ele vai achar que eu ainda estou na ditadura militar. ’

O loiro pegou duas malas grandes com as duas mãos fazendo a menor se assustar um pouco com o ato e dar dois passos pra trás e esbarrar numa moça que deixou cair o sorvete num moço que passava que estremeceu por causa do frio caindo em cima da atendente do local e deixou cair todas as bagagens que estava na fila da etiqueta.

Amber: Ops... –foi só o que conseguiu dizer, estava corada e com muita vergonha, o mais velho apenas riu.

Mello: Não sabia que tinha uma irmã tão engraçada.

Amber: — cora mais ainda. — Er... Vamos?

Mello: Claro.

A menina pegou suas ultimas malas, eram fixinhas perto das que o Mello estava carregando. Ela realmente se perguntava como ele conseguia ser assim tão forte se ela já estava morrendo carregando coisinhas de 5kgs e ele que estava carregando de cinco toneladas.

Após colocas as malas da irmã no carro, o loiro entra e faz sinal para a menor também entrar. A menina entra sem dizer nada. Ficou em silêncio assim o tempo todo, Amber olhava para outro ponto qualquer com vergonha, e Mello mordendo o lábio inferior para não rir daquela situação.

Mello: Amber! Haja a santa paciência... Eu não mordo...

Amber: Cale-se, eu ainda não estou acostumada com meninos.

Mello: Então se fudeu. Porque vai dividir o quarto com um.

Amber: Nani?! Tá de brincadeira com minha cara?

Mello: Não, é sério.

Amber: ‘Puta que pariu. Eu mato o desgraçado que teve essa ideia. ’ Quem teve a ideia?

Mello: Roger.

Amber: Quem?

Mello nada disse, apenas sorriu para a imooto-san. Ela não entendeu nada, porém ao mesmo tempo não questionou, estava confusa, com vergonha e até mesmo com medo de tudo aquilo. A Inglaterra era mesmo muito diferente da França.

Até que chegaram ao santo local. Amber podia jurar que havia trovões e música sinistra naquela casa. Estava caindo aos pedaços, era tudo tão diferente, tão... Macabro. Ela estava claramente com medo, então estava andando com seu irmão até a entrada, quando alguém a acertou com uma bola.

Amber: AAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!

Menino: Desculpa ai moça, eu não te vi.

Mello: Calma, ela é responsabilidade minha mesmo.

Menino: É sua namorada?

Mello: Não. Minha imooto-chan.

Menino: AH! Então tá! Prazer moça.

Amber: E-eu... –desmaia.

Mello: -segura- eu me esqueci dessa vergonha por meninos, melhor levá-la pra dentro...

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Abriu os olhos lentamente tentando acostumar-se com a claridade do local. Não sabia onde estava nem o que estava fazendo ali. Era um quarto um tanto amplo, com paredes brancas, mobilhada com coisas de garotos mesmo e a luz estava incomodando seus olhos. A garota de orbes azuis levantou-se, mas...

Amber: AI MINHA CABEÇA! –olha pra cima. – É u-um beliche?

Mello: Você acordou finalmente.

Amber: Onde eu estou?

Mello: No meu quarto, ou melhor... Seu quarto.

Arregalou os olhos surpresa como quem dizia: “como assim meu quarto? Please, diga que é uma piada”. Não, não era uma piada. Era lá que ela dormiria. Cristo! Ela rezou começou a rezar mentalmente para que aquele verão acabasse logo e ela pudesse voltar para Paris e fazer muitas compras com suas amigas, longe de serem garotos.

Mello: Antes claro, falar com o Roger.

Amber: Dá pra me dizer quem é Roger caramba?

Mello: Ihh! Que estresse. Vem comigo.

O loiro agarrou o braço da menor e arrastou ela até ela ficar cara-a-cara com uma porta. Em cima em letras miúdas estava escrito: diretor, embaixo escrito: Roger. Ao perceber que se tratava de um homem a menina agarra o braço do mais velho e olha pra ele com uma cara manhosa.

Amber: É u-um c-c-cara?

Mello: Não é bem um cara.

Amber: Então o que ele é?

Mello: O Roger... É o Roger... Até logo.

Amber: Mas Mello, isso não faz sentido nenhum! VOLTA AQUI!

Foi em vão... O loiro estava longe, muito longe. Novamente uma enorme gota desceu à sua cabeça, por que os garotos são tão inúteis? Cristo! Iria ter que enfrentar o diretor local, ou diabo, como ela chamava. Tinha certeza do que viria a seguir, afinal, um diretor de uma escola onde só tem CDF o que podia esperar? Bateu na porta dele.

???: Entre! –disse uma voz do outro lado.

Amber: My God! –entra na sala.

???: Em que posso ajudar?

Amber: Eu sou irmã do Mello e... Você é o Roger? É muito novo pra ser diretor não?

???: -risos- Eu não sou o Roger, eu só vim aqui pra pegar meu vídeo game portátil que o cara confiscou.

Amber: Ah tá! E você é quem?

???: Mail Jeevas. Mas me chame de Matt, ou companheiro de quarto se preferir.

Amber: O-o que? –cora.

Matt: Isso mesmo, você é a irmã do Mello, vai dormir no quarto dele. E eu sou companheiro de quarto dele, então, vamos dormir juntos. (N/A: apanha quem levar isso pro lado da maldade).

Quando o garoto ruivo estendeu a mão para segurar a de Amber ela ficou tão vermelha, não só as bochechas, mas o rosto inteirinho. Ela caminhou uns passos para trás, esbarrando-se em uma coisa que nem ela mesma não teve importância em ver o que seria aquilo. O mais velho começou a caminhar em direção a ela que se afastava cada vez mais até que trombou com alguém, ao vira-se quase cai, mas uma mão rodeia sua cintura e a impede de cair.

Ela fitou corada aqueles olhos negros que não mostravam uma emoção sequer, apenas a segurava para não cair. Um garoto albino parecia uma criançinha, mas devia ter a idade dela ou parecido. Ao ficar encarando o garoto por alguns minutos a menina sentiu seu coração bater mais rápido e suas pernas tremerem. ‘O que é isso Jesus?’

Near: Você está bem? –perguntou o menino branco ainda inexpressivo.

Amber: A-AH! E-eu s-só... V-v-você tem duas c-c-c-ca-cabeças? –desmaia.

Matt: Pirralho do Céu! –coloca as mãos na cabeça assustado. –Tu matou a irmã do Mello! Temos que esconder o corpo! My God!

Mello: Eita nois! Ela desmaiou de novo! Melhor levá-la pro quarto.

Matt: A guria é sempre assim?

Mello: Sim... Eu acho.

Near: Ela é sua irmã e você ainda acha?

Mello: Dá um tempo floco de neve, eu a conheci hoje.

Near: ...

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Amber: ‘Droga... Eu estou no quarto de novo. Quero ir pra casa. Mas aquele garoto branco é tão fofo. FOCO AMBER! FOCO! Você já tem um pretendente... Que eu não gosto. Aquelas histéricas da Amy e da Lisa que arranjaram pra mim. Bom melhor levantar... ’

-Bate a cabeça no beliche-

Amber: MERDA! –acaricia a cabeça. –Eu ainda não me acostumei com essa budega.

A loira se levanta da cama e vê uma muda de roupa dela em cima da escrivaninha, tinha um pijama, uma calcinha e um sutiã. Mas a mesma não se lembrava de ter tirado as coisas da sua mala.

Mello: Eu tomei a liberdade de escolher sua roupa. Mas o resto você arruma.

Amber: Você tocou nas minhas roupas intimas?

Mello: Toquei.

A menina levantou a mão e bateu na cara do mais velho com todas as suas forças. Está certo que ele era seu irmão, mas ele não tinha intimidade nenhuma para fazer isso. O loiro levou uma das mãos na bochecha e em seguida soltou uma risada histérica.

Mello: Você precisa malhar mais, bate muito fraco, menininha. Agora vá tomar banho.

A menina arregalou os olhos surpresa. Não esperava que ele reagisse dessa forma, já que em todos os meninos que ela batia sempre ficava uma marca bem roxa no lugar. Pensando melhor, todos os meninos que conhecia de Paris pareciam meninas, era sensíveis e mauricinhos. Tinha que reconhecer... Era outro universo.

Foi andando pelos corredores com a toalha no ombro e a muda de roupas na mão ainda acariciando a cabeça que estava doendo devido à pancada. Distraidamente andava pelo corredor quando pisou num carrinho e caiu para trás.

Amber: Meu! Hoje não é meu dia mesmo!

???: AH! Desculpe-me, acho que deixei cair sem querer, você se machucou?

Ela se lembrava bem daquela voz fria, já ouvira ela antes de desmaiar. Ao virar-se deu de cara com o menino albino da sala do diretor, sentiu sua face esquentar e seu coração bater mais forte novamente. ‘Meu pai, o que eu tenho hoje?’

Amber: Não foi nada... Estou bem... –disse com o olhar abaixado, fazendo de tudo para não encarar aqueles orbes.

Near: Hum... Que bom então. Aliás, qual é mesmo seu nome?

Amber: Amber... E o seu?

Near: Nate River, mas me chame de Near.

Amber: C-certo.

Near: Bom... Boa noite então.

Amber: Boa noite.

O esforço que fez para não vomitar e desmaiar naquele momento podem ser considerados desumano. Foi assim em apenas um dia, imagina um verão inteiro. Iria precisar de um psiquiatra. Tomou um banho gelado, quase morrendo, por estar acostumada com chuveiro quente. Saiu e foi dormir dando “boa noite” a seus novos companheiros de quarto.

Continua...

Notas finais
Por Jashin! Eu sei, eu sei. Era para ser uma fic de comédia, mas esse capítulo teve pouca(ou nenhuma ¬¬) comédia, mas eu continuo esperançosa de que um dia eu consiga fazer *olha determinada para o horizonte*

Se não der certo... vou ter que mudar o gênero da fic *envergonhada*

Inner: Que bom que sabe.

Eu: Você não me dá nenhum apoio moraalll *chora*

Inner: Sua emo!

Mas uma coisa... eu sei que a maioria das pessoas odeiam o Near, mas eu não *agarra o Near* euamoessacoisinhafofaaaaa

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“Eu sou um alien na terra a procura de bala de chocolate”? Reviews ----- WTF? Oo

Kissus

Ja ne.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.