A Ilha - a Descoberta do Amor

37 Capítulo 36 - resoluções


Notas iniciais
Bom dia amores,

Segue o capítulo 36 para vcs!

Capitulo 36 – Resoluções...

PDV Bella

- Não se lembra da ultima vez? Eles te machucaram... Se isso acontecer de novo, eu juro que passo com o carro por cima de cada um deles como no filme. – eu disse nervoso – ninguém Bella, ninguém vai te fazer mal mais uma vez. Nem a você e nem ao meu filho e eu juro... Vou te proteger sempre.

- Quem poderia me fazer mal? Estamos juntos agora e francamente não me importa o que estará escrito nos jornais amanhã. Desde que decidi me casar com você aceitei os riscos.

- De que riscos você está falando?

- Ambos sabemos o que vão dizer de mim. As coisas que falam sobre você... Não podemos negar o que é inegável, lembra? Talvez melhore depois do nosso casamento.

- Tem razão, devo mesmo me acostumar com isso – ele saiu do carro e fez a volta para abrir a minha – só não me peça para aceitar que falem mal de você e do nosso casamento. Isso eu não permito.

- E como vai pará-los? Liberdade de imprensa, temos uma vida pública, Edward.

- O que me importa é que temos um ou outro.

(...)

Subimos para o apartamento dele, o prédio era luxuoso e era composto por apenas dois apartamentos por andar, exceto a cobertura, lá havia apenas um, que era onde Esme vivia com Carlisle e Emmett. No andar debaixo, na porta defronte da de Edward, Alice morava com Jasper.

Entrei ainda receosa do que me esperava naquela nova vida, por mais que tentasse estar segura, a insegurança me alcançava. – não precisa ficar constrangida, aqui você não é mais visita, essa será nossa casa agora. Sempre achei esse apartamento grande demais para uma pessoa apenas, mas eu sempre quis ser independente. Morar sozinho sabe?

Fiz um sinal positivo com a cabeça e segui para a cozinha onde me livrei das sacolas. Quando voltei para a sala ele estava sentado recostado no sofá com a mão nas têmporas. Sua expressão era cansada e camisa estava aberta mostrando seu abdômen bem definido, por um instante me senti culpada. – prefere descansar um pouco? Tenho certeza de que posso ser compreensiva e te deixar livre das obrigações matrimoniais por uma noite. – sentei ao lado dele.

- E deixar você insatisfeita? Jamais.

- Creio que não estaria insatisfeita se pudéssemos dormir abraçadinhos, afinal, não poderia encantá-lo e fugir no meio da noite. – ele gargalhou e me puxou colocando-me sobre seu colo.

- Perdoe-me, meu dia foi exaustivo e as negociações para a venda das bonecas que levam seu rosto não foram fáceis. Estou morto... Exaurido.

- Pobrezinho, é uma pena, contudo, sou obrigada a entender seu estado atual. Então tenho uma sugestão. Eu te darei um banho e o alimentarei, logo em seguida o colocarei na cama com uma massagem nas costas. Depois de tudo isso, farei você dormir e sonhar com os anjinhos.

- E o que eu te dou em troca?

- O prazer da sua companhia... Edward eu... – ele começou a acariciar meu rosto e me puxou para mais perto. Senti que sua outra mão percorria a extensão entre minha perna e minha cintura... Tremi.

- E se isso não me bastar?

- Te darei um pouco mais de carinho.

- Que tipo de carinho? Posso ser exigente quanto a isso. Por exemplo, posso querer te tocar aqui – ele passou a mão por debaixo do vestido colocando-a dentro do elástico da minha calcinha e me tocando intimamente. – ou aqui – com a outra mão apalpou meu seio. Joguei o cabelo para trás e desabotoei o botão da sua calça tocando-o da mesma forma como ele estava fazendo comigo.

- Não era isso que eu tinha em mente – sussurrei.

- Posso saber o que era então? – levantei e retirei a peça antes que ele a rasgasse, depois voltei a me sentar sobre ele tocando-o novamente.

- O seu problema senhor Cullen, é que gosta de pular etapas, isso estava escrito para ser o final do programa que tracei, mas como o senhor é um tanto sedutor e – rocei meu sexo nu no dele e ele fechou os olhos deixando a boca entreaberta. Naquele momento tomei a iniciativa de trazê-lo para dentro de mim. Segurei-o firmemente e sentei sobre ele permitindo que me invadisse sem receios. Tomei seus lábios e ele se entregou completamente aquele momento.

Movimentei-me sobre seu corpo enquanto ele segurava minha nádega fazendo com que seguisse o seu ritmo. Eu estava entregue, sentia-o pulsante e quente dentro de mim. Enquanto nossas bocas não se desgrudavam. A língua dele invadia minha boca da mesma maneira que eu podia ainda senti-lo em movimentos de vai e vem. Ele me segurou pela cintura e me deitou no sofá ficando de frente para mim.

- Você não pode me provocar e deixar de ser castigada por isso – ele continuou se movimentando rapidamente.

- Me castigue – pedi quando ele aumentou o movimento. Pude sentir que meu corpo se contraia e o dele ao mesmo tempo. – Edward... – murmurei quando o senti explodir e ainda sim se manter movimentando dentro de mim. Logo depois eu o acompanhei naquele momento que era sempre mágico e impar.

- Bella! – o suor escorria pela sua testa quando ele me beijou mais uma vez... Ele ajudou a levantar e ficou sentado comigo no sofá da sala ainda arfante... Foi quando a campainha tocou.

- Deve ser Alice, só pode ser Alice... – ele resmungou. – vou deixá-la na porta, tocando a campainha... Quem sabe ela desiste e vai embora.

- Acho melhor que vá ver o que é, afinal você deve a ela pelo jantar de ontem — sorri saindo do seu colo. Pude ver e notar que ele ainda estava tão excitado quanto eu.

Edward caminhou se arrumando e abriu a porta impacientemente, tentei conter o calor que parecia ter tomado conta daquele ambiente – o que você está fazendo aqui? Que parte de não me procure mais você não entendeu?

- Eu precisava te ver, estou com saudades Edward. Você não pode me negar isso pelo nosso passado.

“Nosso passado?” aquilo não podia estar acontecendo. Ela irrompeu sala adentro e parou a me ver. Com desdém, ela ignorou minha presença e virou-se para ele – podemos conversar a sós?

A mulher de cabelos curtos e pretos e aproximados 1,70m de altura tinha o andar firme e o corpo esguio. As pernas eram longas e numa delas tinha uma tatuagem que notei eram as letras E.C. – não Erim, Isabella é minha noiva e pode ouvir o que quer que você queira me dizer.

- Não me leve a mal, Isabella – ela sibilou – mas acho que esse assunto só diz respeito a nós dois – talvez ela tivesse razão, senti uma fúria me dominar. Tive vontade de esquartejá-la naquele momento... Mas não podia fazer nada que atentasse contra minha saúde, ou a do bebê.

- Eu já disse, Bella fica – ele foi incisivo.

- Não Edward, acho melhor que resolva essa situação antes do nosso casamento – eu disse olhando para ela – não quero ninguém mais interferindo nas nossas vidas e daqui para frente, espero que fique bem claro, que não aceitarei essa situação. – peguei minha bolsa e segui em direção a porta.

- Bella, você não tem que sair, ela tem. – ele me segurou pelo braço. Sem dizer nada eu me soltei e fui à direção do elevador. Eu sabia que era burrice deixá-lo lá, sozinho com aquela mulher que tinha a cara do sexo. Os olhos grandes e azuis em contraste com o preto dos cabelos faziam seu rosto parecer mármore de tão branca que era sua pele. A boca vermelha e o nariz arrebitado davam-lhe um ar de soberba. Mas eu precisava pensar, precisava refletir.

Entrei no elevador e percebi que ele havia tentado impedi-lo de se fechar sem sucesso, passei como um furacão pela portaria e pedi que o porteiro parasse um taxi. Enquanto esperava na calçada eu o vi se aproximar descalço e com a camisa ainda aberta. Ele se aproximou e respirou fundo – Bella, não vá – ele pediu.

- Precisa resolver seu passado se quiser um futuro comigo. Será que você não vê? Como poderei algum dia dizer que o amo se seus fantasmas aparecem para me assustar o tempo todo?

- Você está me deixando de novo?

- Não... Eu estou te dando à oportunidade de me provar que estou errada, de que posso confiar em você. Eu passei meses lhe negando isso e agora estou te dando esta chance. Por favor, me prove que você está certo e eu estou errada. Que eu estive errada todo esse tempo... — Eu quase supliquei.

- Eu farei isso. Não espere que eu venha a te deixar fugir de mim mais uma vez.

- Eu não irei fugir, não irei à parte alguma... Pelo menos não sem você ao meu lado... Eu não vou te deixar nunca mais.

- Depois que tudo isso for resolvido, não deixarei mais que vá embora – ele me abraçou e me deu um beijo demorado. Vi flashes piscarem, entretanto não fazia diferença alguma. Edward era meu e eu lutaria por ele.

PDV Edward

- Você está me deixando de novo? – perguntei.

- Não... Eu estou te dando à oportunidade de me provar que estou errada, de que posso confiar em você. Eu passei meses lhe negando isso e agora estou te dando esta oportunidade. Por favor, me prove que você está certo e eu estou errada. – ela me disse.

- Eu farei isso. Não espere que eu venha a te deixar fugir de mim mais uma vez. – prometi.

- Eu não irei fugir, não irei à parte alguma... Pelo menos não sem você ao meu lado... Eu não vou te deixar nunca mais. – ela disse segura.

Link seguro para a musica: http://www.youtube.com/watch?v=iczaDcixBj4 O Amor É Divino

Seal

Então a tempestade caiu sobre mim

E eu senti que meu espírito se quebrou

Como pode ver, eu perdi toda minha crença

E me dei conta do meu erro

Mas o tempo esclareceu tudo para mim

E tudo ao meu redor ficou imóvel

Eu preciso de amor, o amor é divino

Por favor me perdoe agora eu vejo que estava cego

Me dê amor, amor é o que eu preciso para me ajudar a descobrir meu nome

Através da tempestade veio o século

E senti meu espírito voar

Encontrei toda minha realidade

E me dei conta de quanto isso custou

Eu preciso de amor, o amor é divino

Por favor me perdoe agora eu vejo que estava cego

Me dê amor, amor é o que eu preciso para me ajudar a descobrir meu nome

Oh, não aposte (não aposte), não se renda (não se renda)

Me mostre como viver e me prometa que não vai me abandonar

Por que o amor pode me ajudar a descobrir meu nome

Bem, eu tentei dizer que não havia nada errado

Mas interiormente me senti mentindo o tempo todo

Mas a mensagem aqui estava tão clara de se ver

Acredite em mim

Eu preciso de amor, o amor é divino

Por favor me perdoe agora eu vejo que estava cego

Me dê amor, amor é o que eu preciso para me ajudar a descobrir meu nome

Oh, não aposte (não aposte), não se renda (não se renda)

Me mostre como viver e me prometa que não vai me abandonar

Por que o amor pode me ajudar a descobrir meu nome

O amor pode me ajudar a descobrir meu nome.

- Depois que tudo isso for resolvido, não deixarei mais que vá embora – beijei sua boca e vi o flash da maquina de um dos paparazzi de um pouco mais cedo. Fiz menção de ir até ele, mas Bella me deteve.

- Não vá... Deixe-o espalhar por ai que estamos juntos. Não quero outras ex suas aparecendo na nossa porta depois que nos casarmos.

- Vou pagar para sempre pelo meu passado não é? – perguntei desanimado.

- Não foi uma decisão minha. Mas também não posso esperar que as coisas aconteçam para tomar uma atitude madura, passei meses fugindo de você e daquilo que aconteceu. Não sei dizer se acredito que é inocente, ou se realmente gosta de mim... Tenho muitas duvidas no que diz respeito a nós, entretanto, juro que estou tentando simplesmente porque não posso fingir que não sinto nada por você. Por favor, Edward, tente me entender. Seu passado é a única referencia que tenho de você e... – eu a fiz calar colocando a mão sobre seus lábios.

- Bella... Eu prometo que não irei te decepcionar. – o taxi parou, eu a vi entrar e ir embora com os olhos cheios de lagrimas.

Fiquei parado um instante para recobrar a sanidade antes de mandar a mulher no meu apartamento embora. O sono, o cansaço, a fadiga... Tudo foi convertido em raiva. A mulher que eu amava foi embora por causa de um passado que para mim era morto e enterrado. Subi pelas escadas, assim daria tempo de repensar as minhas atitudes, também porque, quando eu chegasse lá, estaria tão esgotado que não correria o risco de ser violento.

A porta do meu apartamento estava aberta, encontrei Erim sentada no sofá completamente à vontade. Respirei fundo, tamanha era a vontade de esganá-la. – viu só o que você fez? Se era a sua intenção voltar e estragar minha vida mais uma vez, dê-se por satisfeita, pois você conseguiu. – gritei alto e forte...

- Se ela não confia em você, talvez não o mereça... Tenho acompanhado sua vida pelos jornais... Acho que eu sou a mulher certa para estar ao seu lado.

- Do que está falando Erim? Ficar ao meu lado? Não vê que se não te procurei era porque não te queria?

- Você está mentindo e eu sei – ela se aproximou de mim e passou as unhas no meu abdômen, segurei seu pulso com força e lhe olhei nos olhos.

- Não estou mentindo. Eu amo Isabella e vou me casar com ela, será que você é capaz de entender? – ela me tocou com a outra mão, colocando-a em meu peito.

- Por mais que esteja apaixonado, sou bem capaz de me lembrar como pegávamos fogo, qual é Edward? A quem está querendo enganar? Você sempre me amou...

- No passado, muitas coisas mudaram depois que você foi embora e eu francamente não quero discuti-las com você.

- Deixe que eu te mostre o quanto somos compatíveis... – ela desceu a mão e me tocou intimamente, segurei seu outro pulso afastando sua mão de mim.

- Não há compatibilidades entre nós, agora eu quero que vá embora e me deixe em paz. Se estava acompanhando minha vida pelos jornais, sabe que eu vivo melhor sem você e te agradeço profundamente por ter me deixado. Fazendo isso, conheci uma mulher que me ama de verdade.

- Você não entende que eu também o amo?

- Ama o meu dinheiro? Ama aquilo que posso te oferecer de material? Se eu te dissesse que vivo do meu salário na fabrica, você ficaria comigo?

- Claro...

- Que não! – completei sua frase – você iria embora em uma semana. Eu sei que não voltou antes porque acreditava que ninguém ocuparia o seu lugar, mas Erim, por favor, entenda. Eu amo a Bella e nós vamos nos casar. Não há nada que você possa fazer quanto a isso.

- Isso quer dizer que não tenho chances?

- Não... Agora, vá embora e não volte mais.

- Eu ainda não desisti Edward, ainda não acabou entre nós...

(...)

Depois que praticamente segurei Erim pelo braço e a joguei para fora do meu apartamento tudo que eu queria era o calor de Bella ao meu lado. Como podia ser? Eu havia amado tanto a mulher que há poucos minutos estivera na minha sala e quando de repente ela apareceu, nada mais havia dentro de mim que a reconhecesse como a mulher que um dia amei.

Caminhei até a cozinha onde as sacolas com as compras que fiz com Bella permaneciam intactas. Embora estivesse cansado, eu precisava dar um jeito de vê-la, nem que fossem por alguns breves minutos. Peguei o telefone e disquei o numero do seu celular – olá – ela atendeu com a voz embargada. Céus, ela havia chorado.

- Bella? Está em casa?

- Acabei de chegar... – ela informou – e você? Está sozinho?

- Sim, sozinho e morto de saudades de você.

- Será mesmo senhor Cullen? – ela colocou um pouco de animo que eu sabia, não estava lá na voz.

- Onde estão seus pais?

- Com os seus pais. Acabei de falar com Charlie, acho que ele se identificou tanto com Carlisle que não se desgrudam mais. Já programaram pesca para o domingo... Por hoje acho que ainda demoram, estão jogando cartas... Então já viu não é?

- Claro... Eu só queria dar meu beijo de boa noite, mas como você está tão longe de mim ele vai ter que passar pelo fio do telefone.

- Acho que poderei recebê-lo mesmo assim.

- Adeus – me despedi. Ela não sabia, certamente ficaria surpresa quando eu chegasse a sua casa, aquela idéia me ocorreu enquanto conversávamos ao telefone. Será mesmo que uma surpresa seria bem vinda? Não queria pensar, num impulso levantei do sofá e caminhei até o banheiro. Tomei um banho e sem demora estava dirigindo até a casa dela.

(...)

Quando cheguei a casa dos Swan passava das 21:00 hs e Bella demorou um pouco para atender a porta, cheguei a pensar que já estava dormindo quando ouvi o girar das chaves. – Edward – ela disse surpresa.

- Não achei que um beijo pelo telefone me faria dormir tranquilo, então resolvi dá-lo pessoalmente. No entanto, vestida desse jeito – ela usava uma camisola preta bem curta com um hobbie semi-transparente por cima. – você me dá idéias...

- Que tipo de idéias?

- Aquele tipo que me faria ficar aqui com você a noite toda, no entanto, eu teria que ir antes que Charlie chegasse e quisesse me transformar num picadinho de Edward... Ele é tão ciumento... – sorri. – então, te darei um beijo e irei para casa, dormir no vazio que é a minha cama sem você.

- Talvez eu não o deixe ir depois desse beijo...

- Talvez, é só uma hipótese, Charlie me castre se me encontrar sozinho com você na casa dele mais uma vez...

- Hum... Talvez, meu pai tenha ligado informando que só virá para casa bem mais tarde e tenhamos tempo suficiente para fazer travessuras.

- Talvez eu aceite... – segurei sua cintura e a puxei para perto de mim.

- Então... Talvez deva entrar... – beijei sua boca calorosamente. – estamos perdendo tempo...

PDV Bella

Quando entrei no taxi duas horas atrás, não imaginei que veria Edward parado a minha porta pouco depois. Confesso que aquilo me surpreendeu e me deixou imensamente feliz. Vestido com um suéter cinza e calça jeans desbotada, completamente informal... Ele estava completamente lindo.

Pude notar seu olhar cansado, as olheiras que começavam a se formar naqueles olhos lindos, e uma idéia me veio à cabeça. – vou preparar um chá para você – eu disse entre os beijos que ele deitava em minha boca.

- Não, eu quero você aqui perto de mim. – ele relutou em me soltar.

- Fique tranquilo, estarei a 50m de você.

- É uma distancia perigosa... Suficientemente longa para que eu sinta sua falta.

- Como assim? – ele me olhou, sorriu e me beijou mais uma vez... Um beijo profundo e apaixonado, suave e gentil, como se quisesse me mostrar que aquele sentimento estava ali todo tempo e eu não consegui ver.

- Bella... – ele afastou o rosto e segurou o meu entre suas mãos – não consigo mais ficar longe de você. – ele disse me beijando mais uma vez. Não havia como resistir... Então me entreguei.

(...)

Estávamos deitados no carpete da sala, completamente saciados... Depois que fizemos amor duas vezes, Edward me olhava como se nunca tivesse me visto antes, beijou minha testa e falou – acho que a idéia de castração ainda está valendo. Somos loucos por nos deixar levar tão insanamente pelo desejo ainda mais na sala da sua casa. Imagina Charlie entrando por aquela porta nesse momento? – e sorriu.

Eu estava deitada de frente para ele, ambos despidos de todo receio que poderia nos assaltar o pensamento naquele momento. – melhor mesmo seria se nos vestíssemos e agíssemos como duas pessoas sensatas.

- Você tem razão – ele disse levantando e me puxando pela mão – um namoro a moda antiga agora vai muito bem...

- Tenho uma idéia.

- Qual? – ele perguntou com um largo sorriso no rosto.

- Sorvete e um bom filme – sai puxando-o para a cozinha.

(...)

Sentamos na minha cama e ele recostou a cabeça sobre as almofadas na cabeceira, não acreditava que Charlie fosse querer me matar por receber meu noivo e por ele estar vestido sobre a minha cama. Começamos a ver o filme e nos primeiros cinco minutos Edward era só comentários, aos poucos notei que o cansaço o havia dominado e que em poucos minutos ele simplesmente adormeceu.

Acomodei-o sobre a cama de forma a deixá-lo confortável, deitei-me de frente para ele e observei seus traços perfeitos e ali, observando o homem que naquela ilha, me deu a possibilidade de descobrir o amor. Eu adormeci.

Notas finais
Bom dia gente,
Espero que tenha tido um Natal maravilhoso.... Pois, teremos emoções fortes nos proximos capitulos....rsrs

spoiler 37:

"- O que houve Edward? - meu pai perguntou curioso.
- Bella... Está sendo seguida pelo mesmo repórter de ontem à noite, veja... Eu o conheço muito bem para saber que ele não a deixará em paz. Aquele é o pior tipo de repórter que pode existir...
Ele segurou minha mão – calma, filho...
- Ele pode me seguir, pode tirar fotos... Mas não fará isso com ela... Isso eu não vou admitir...
- Será um prato cheio para fofocas.
- Não farei nada, se ele não fizer. Só não a deixarei sozinha – ela parou do outro lado da sinaleira – vejam... Há outros, eu já os conheço, ela não... Bella não sabe lhe dar com isso sozinha.
- Vá com calma – ele pediu. Eu o vi se aproximar e chamar a atenção dela bem no instante em que ela descia do passeio para atravessar a rua. Notei que um carro vinha e que algo estava para acontecer no instante em que ela olhou para ele, completamente confusa.
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