Notas iniciais
Oi gente, resolvi fazer uma inovação, na metade do cap. Uma outro personagem vai narrar!!! Quem será heim?!Desculpa a demora!!

E respondi:

– Eu não sei, mas vou procurar em meu livro.

Peguei meu livro de dentro da bolsa, comecei a folheá-lo, procurando por algum animal, que fosse mais provável, depois de procurar em todos da lista só desconfiei de um que era o elfo-da-bavária, então eu falei a minha suspeita e expliquei:

– Desconfio que seja um elfo-da-bavária, eles têm uns 90 centímetros de altura, um queixo fino, e uma gargalhada que atrai principalmente as crianças, fazendonas se afastar de seu guardiões para devorá-las. Que terrível!

Então a Alex falou:

– Que nojento! Vamos acabar com ele!

E ela rangeu os dentes, o Walter concordou:

– Com certeza!

Diego continuou em silêncio pensativo, resolvi que iria falar com elequando nós fôssemos acampar, e eu perguntei para a Alex:

– Mas quando será que ele vai aparecer?

– Provavelmente à noite, por isso cuidado principalmente vocês dois que são menores, agora vamos continuar. — ela respondeu.

O resto da viagem foi em silêncio, quando chegou a hora de acampar paramos e eu e Alex fomos buscar madeiras para a fogueira enquanto o Walter e Diego ficaram fazendo a barraca, enquanto eu e a Alex estávamos pegando madeiras(galhos) ela disse:

– Como você está com tudo isso? Não deve ser fácil, eu sei, principalmente pra você, que sua família ficou em Virginia.

– É, não é fácil, mas eu tento não pensar nisso, e esses riscos todos que corremos, me fazem esquecer, mas enfim meu pai morreu e eu sou filha única, lá em Virginia só tem eu e minha mãe, eu ia pra Austrália para cuidar da minha avó que estava doente.

– Sinto muito pelo seu pai, sabe, meus parentes também morreram quando eu era criança, fui pro orfanato, depois quando fiquei maior fui mandada pra escola militar, anos depois fui pra uma seleção, que eram chamados os sem parentes para uma agencia secreta do governo americano.

– Mas e depois?

– Depois eu não queria mais servir a essa agencia, então fugi, e aqui estou eu.

– Eu sinto muito.

– Você acredita que vamos sair dessa ilha mesmo?

– Eu não sei, sinceramente eu não sei, e você?

– Veja, estamos em uma ilha perdida no meio do nada, e olhe que eu já estudei todo o mapa e nunca ouvi falar dessa ilha, e ninguém vai nos procurar, porque está ilha não existe no nosso mundo, além de estar muito longe de qualquer continente, então eu realmente acredito que não! Eu não sei o que dizer!

– Mas você está sendo tão firme nesse tempo todo tudo!

– Porque eu preciso, preciso ser forte, não só por mim, mas pra vocês também. Sabe eu tenho medo, mas seria louca se não tivesse, mas eu procuro transformá-lo em forças, acredite, chorar não vai adiantar de nada.

– Tem razão.

– Bom, acho que pegamos o suficiente, é melhor voltarmos.

Então voltamos até onde estava a barraca já pronta, e a Alex montou a fogueira e fez fogo com o seu isqueiro, depois peguei minha colcha da bolsa e montei do lado da de Diego. E eu fui para a fogueira todos estavam lá. Eu me sentei, a noite estava escura a lua estava minguante, e o céu estrelado, as árvores no cercavam, e o solo seco e com folas caídas por todo ele, na fogueira estávamos comendo, quando acabamos resolvemos nos deitar. Então lembrei que ia perguntar algo a Diego. Ele estava deitado, virado para o outro lado, então o chamei:

– Diego, você está acordado?

–Sim, não consegui dormir, e você?

– Eu estive me perguntando por que você estava tão quieto.

– Eu estava pensando, nos meus problemas.

– E eu posso ajudar?

– Creio que não, mas não se preocupe vou resolvê-los.

– Ta bom! Boa noite!

– Pra você também!

Então fechei os olhos e logo adormeci, pois estava cansada, foi uma longa caminhada até ali.


Diego

Enquanto a Anna já dormia eu continuei acordado, até que eu ouvi uma gargalhada que na minha opinião era muito irritante, resolvi q iria acabar com ela eu mesmo. Levantei-me, peguei o cinto com a espada, e pus a capa sobre meus ombros, logo já estava a caminho de entrar na mata densa entre as árvores apenas sob o céu escura e a luz do luar com milhares de estrela. Estava seguindo a risada daquele elfo, andava rapidamente e logo eu estava me aproximando dele, então o avistei atrás de uma árvore sorrindo maliciosamente para mim, e mesmo estando escuro pude perceber que ele usava roupas rasgadas, e era verde, além tem ter orelhas e queixo pontudos.

Desembainhei minha espada e andei em direção do elfo, ele pareceu rir ainda mais em tom de deboche, eu iria acabar com isso logo, quando estava perto o suficiente e ia dar o golpe ele deu um pulo rápido e engenhoso para trás de outra árvore, então sinto uma mão em meu ombro, pensei que era o elfo, mas assim que virei o rosto para ver quem era, percebi que era Anna em sua capa com sua espada embainhada em seu cinto, então eu disse ofegante:

– Anna o que faz aqui?

– Eu tive um pesadelo, e quando acordei notei que sua colcha estava vazia, olhei para a floresta e vi seu vulto então o segui. O que você veio fazer aqui?

– Estava seguindo o elfo, quando eu ia o acertando com a espada ele fugiu.

– O elfo estava aqui?!

– É, mas é melhor voltarmos.

– Verdade, vamos!

Então voltamos para o acampamento, quando chegamos lá Anna disse:

– É melhor irmos dormir, amanhã será um longo dia, boa noite.

– Esta bem, boa noite!

Então fomos dormir, logo adormeci, pois estava muito cansado.

Anna

Quando acordei, estava bastante descansada, mesmo depois do meu pesadelo, e o problema com o elfo. A Alex já estava de pé, arrumando suas coisas, segui o mesmo exemplo, e quando fui abrir a bolsa para guardar as coisas, tive uma surpresa, tão agradável, vi Mimmy, olhando para mim com seus olhinhos pequenininhos, então falei:

– Mimmy!

E estendi a minha mão pra ele, que pulou em cima, depois dei um abraço nele levando ate o rosto senti sua pelagem roçar em minha bochecha, fiquei tão feliz que ele estivesse ali. Então o coloquei por cima da capa sobre meus ombros, depois guardei minhas coisas na mochila, coloquei minhas botas e meu cinto com a espada, então penteei meus cabelos embaraçados. Quando todos estavam prontos começamos a andar pela floresta.

Enquanto estávamos andando, eu comecei a pensar sobre o pesadelo de ontem, q era o mesmo de antes, Henry e Maria sendo levados por um dragão até uma caverna em uma das montanhas. Eu estava tão distraída pensando no que isso significava, q não percebi como o tempo passou rápido, e a Alex teve que chamar duas vezes:

– Anna! Vamos parar aqui para almoçar!

O Walter fez uma fogueira, a Alex foi caçar, eu e Diego fomos procurar por frutas. Enquanto eu e ele procurávamos pelas frutas, ele disse:

– Eu vou contar a eles sobre o elfo ontem.

– Boa idéia.

– Você estava tão pensativa hoje mais cedo.

– Verdade, eu estava pensando no em ontem à noite.

– Tudo bem, já temos frutas suficientes, é melhor voltar.

– Certo, vamos.

Voltamos em todo o percurso em silêncio. Quando chegamos todos já estavam lá, sentamos em volta da fogueira, pois estava um dia frio, eu e Diego distribuímos as frutas, o animal que a Alex havia caçado já estava assado na fogueira quando ela o tirou e cortou e distribuiu os pedaços. Depois do almoço, Diego contou o que aconteceu noite passada sobre o elfo. Então nos levantamos, e continuamos a nossa jornada, quando a noite caiu, ainda estávamos andando, foi ai que o elfo pulou em nosso caminho, alertados desembainhamos rapidamente nossas espadas, ele começou a rir, depois se apresentou:

– Ola viajantes, me chamo Bolavar.

Então a Alex perguntou:

– O que você quer conosco?

Ele deu uma risada depois respondeu:

– As crianças! E então deixarei os deixarei passar!

– E se recusarmos?

– Então eu meus irmãos mataremos todos vocês!

– Nesse caso, que venham!

Falou a Alex com olhar confiante. Então apareceram mais treze elfos como ele, todos rindo, expondo seus dentes pontiagudos. Alex continuou, sorrindo maliciosamente:

– Vai ser uma aventura bem desafiadora, e eu adoro isso!
E avançou, Walter vendo o movimento avançou também, eles estavam lutando com os elfos, que por sua vez também tinham espadas. Eu e Diego avançamos também, eu lutava tão habilmente que parecia até que já havia feito isso antes. Mas mesmo assim eles estavam em vantagem, quando de repente uma centauro pulou em nossa frente, e levantou agitadamente as patas dianteiras em direção aos elfos, que amedrontados saíram correndo.

Link do elfo-da-bavária que eu desenhei:

https://plus.google.com/u/0/101593949325830514870/posts

Link do elfo-da-bavária:

http://images.wikia.com/harrypotter/it/images/e/e4/Erkling.jpg

Link de centauro fêmea:

http://1.bp.blogspot.com/_TUiXAyhWJUo/SxWesHYBruI/AAAAAAAAAA8/aw20ODcu3kY/s1600/centauro.png

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.