A Hóspede

6 I ‘one’ know your name


Notas iniciais
Capítulo fresquinho!
-Lembra do lance do vinho? –Ainda não havia beijado minha boca, abaixava o zíper da minha jaqueta. –Queria fazer o mesmo com você. –Aquilo me deixou mais excitado ainda e mais louco para beijá-la, mas não queria me entregar, uma mulher não pode mexer tanto comigo... –Pare de fugir de mim! Você não queria meu corpo? Então sinta–Pegou minha mão e colocou sobre sua perna, subindo até as nádegas e por debaixo das blusas meu corpo tremer de tesão pelo seu. –Ela estava tão quente... Não tive a ousadia de tocar seus seios.

Desci minha mão novamente pela sua perna tirando a meia de lã devagar e distraidamente.

-Eu não quero fazer isso... –Disse ofegante a rouco beijando o pescoço da moça.

-Então por que não para?

-Não consigo! Você é linda demais!

-Então por que não fica? –Ela parou as carícias e me olhou, confusa.

-Não quero depender e você. –Respondi depois de um silêncio breve. –Não quero que seu corpo seja uma droga pra mim. Pode ter certeza que eu vou viciar em você e, eu sei que não vou ter minha dose diária dessa droga quando a neve cessar.

Seus olhos tristes combinavam com os meus, agora, com minha respiração controlada, tive vontade de me acorrentar em algum lugar para não arrancar aqueles casacos do corpo da moça e beijar aqueles seios quentes, prontos para mim.

-Nunca, nesses meus vinte e cinco anos –Então temos a mesma idade? –vi um homem igual a você. É o primeiro a me tocar com minha permissão, é o primeiro a temer me magoar, é o primeiro a admitir que me amar é perigoso, que é um risco que prefere não correr. –Ela tirou fios de cabelo sobre seus olhos e se aproximou de meus lábios. –É por isso que estou em cima de você prestes a me despir. –Avancei nos lábios rosados dela finalmente mas esta me interrompeu com dois dedos entre nossas bocas praticamente coladas. –Eu quero saber seu nome.

Ainda na falta de luz pude me ver refletido em sua retina feroz. Ela estava me matando, tinha que continuar independentemente de qualquer coisa no mundo.

-Sasuke Uchiha. –Disse num sussurro. Ela sorriu e disse:

-Sakura Haruno. –tirei a mão dela entre nossa boca e lhe dei um beijo urgente e molhado. Nossas línguas dançavam no mesmo ritmo selvagem e sensual. Paramos para pegar fôlego e repetimos tudo de novo, só que agora tirando as peças de roupa.

Estava só com minhas calças e ela beijava meu tórax, puxava meus cabelos de leve fazendo com que eu beijasse mais e mais aquele pescoço cheiroso e nu.

Queria devorá-la!

Enfim, tirei as duas blusas que lhe restavam e me excitei ainda mais: um sutiã negro de renda e um mini shorts, só sobrara aquilo tapando meus alvos principais. Seus seios não eram nem muito grande e nem muito pequenos, eram perfeitos, ao sob o sutiã, imagina sem ele?

Com uma mão ela desabotoou minha calça e com a outra massageou meus cabelos. Estava completamente entorpecida, como eu que mal abria os olhos. Então ela começou massagear meu “amigo” e mordiscar meus lábios, enquanto eu tocava seus mamilos sob o sutiã. Gememos de tanta excitação que ouvi tudo ecoar no ateliê e voltar para os meus ouvidos.

Estava uns 5ºC abaixo de zero e eu não sentia nenhum calafrio a não ser de Sakura apertando meu sexo. Na situação que eu estava, tinha que penetrá-la o quanto antes.

Levantei da poltrona com ela presa a minha cintura e caminhei para o meu quarto que estava iluminado pelo relógio do criado mudo. Marcava 01h56min. Fechei a porta e prensei Sakura nela, desabotoando deu sutiã e tocando seu sexo todo molhado.

-Oh, Sasuke!!! –Gemeu baixinho no meu ouvido. Tirei seu sutiã rapidamente e comecei a beijar aqueles seios redondos e incitá-la ao mesmo tempo.

Duvido que havia alguém no mundo mais excitado do que eu!

Só senti de repente suas mãos delicadas me masturbarem a arranharem minhas costas de leve. Dei uns passos para trás e caí na cama com ela sobre mim. Seus olhos eram selvagens e famintos e com a habilidade de uma ninfa, ela tirou o short que sobrava em seu corpo e arrancou minha calça e minhas meias com aquela expressão de mulher pervertida dos canais de TV a cabo.

Não vejo esses canais, eu juro! É que eu ia comprar um filme em Pay Per View e passei sem querer por esses canais.

Seus lábios semi cerrados começaram a brincar com meu “amigo” de extremo à extremo. Enlouqueci. Peguei seus cabelos róseos e macios e coloquei todo o meu membro dentro de sua boca pequena e carnuda. Ela engasgou e começou rir, depois começou fazer tudo de novo, mais rápido e... Puxa! Eu não agüentava mais aquilo!A peguei pela cintura e coloquei sobre mim. Demos um longo beijo então ela pegou meu “amigo” e o penetrou em seu sexo molhado e quente. Gememos a uníssono, tudo começou finalmente, só começou!

-Sasuke!!! –gemeu enquanto pulava em mim descontrolada. Seus seios saltitando me excitavam tanto! Parecia um sonho! Apertei-os e ela deu estocadas e gritos mais fortes.

Se continuássemos nesse ritmo chegaríamos ao orgasmo em minutos. Me sentei e ela continuou a penetrar mais meu ‘amigo’ nela, mais rápido, mais forte, mais louca como uma vadia. Como uma boa vadia! Mudei de posição, coloquei ela sob mim, comecei a trotar em cima dela de forma descontrolada, estava quase no orgasmo.

-Mais...rápido! –Pediu arranhando minhas costas.

Mais rápido? Mais rápido do que aquilo? Seria possível?

-Oh! –Gemeu. –Estou quase lá!

-Vamos chegar juntos! –Mordisquei seus lábios e comecei sentir o clímax. Gemi e penetrei com mais força e mais rapidez(sim, era possível). Ela delirava! Enfim, gozei. Deitei ofegante sobre o corpo nu dela e a beijei, quase rançando seus lábios para mim. –Te amo Sakura! –Disse ainda sem ar próximo de sua boca.

-Não, você não me ama –Corrigiu sorrindo com as duas mãos no meu rosto-, ama o que eu faço em você! –E me beijou.

Nos cobrimos com os cobertores mais grossos e ficamos ali, juntos, quentes: nariz com nariz, boca com boca, unidos e estáticos ainda provando o êxtase do momento.

O relógio marcava 02h24min; estávamos exaustos, eu estava pelo menos, mas esperei Sakura adormecer primeiro. Contemplei seu corpo por uma última vez antes de cair no sono, voltei a atenção para o seu rosto apagado e tranqüilo, então, dormi.

A partir de agora, ela seria minha flor de cerejeira mais preciosa, mesmo eu não a conhecendo, mesmo isso sendo absurdo, ridículo, eu sei que....ou melhor, eu não sei o que eu estou sentindo, só sei que não tem nada haver com a minha abstinência rompida, tem haver com ela.

...

Notas finais
Meu povo e minha pova,
aq estou para cumprir com meus deveres!
Aí está o hentai
(que vergonha)
me perdoem se está muito escroto,
eu nunca fui tão explícita em público.
kkk