A Hora do Pesadelo
7 A Hora do Pesadelo: Sweeney Todd
Notas iniciais
É que ultimamente ando muito ocupada com uma rotina de curso a tarde e escola a noite, dai fico meio sem tempo de escrever novos capitulos. Bom e falando nisso, me desculpa Joyce_Cullen pelo capitulo do Peter Pan que havia prometido, mas ocorreu um pequeno desastre, eu perdi a folha de caderno em que estava escrevendo esse pesadelo, e agora perdi totalmente o foco do pesadelo dele, então não vou prometer nada se vou conseguir postar aqui, porque eu particularmente achei muito clichê a parte que reescrevi, então vou fazer umas modificações antes de postar (se postar, poq tah uma coisa futil).
CARAA escrevi literalmente uma historia aqui o_O' (Nunca pensei que serei capaz de escrever tanto assim numa Nota de Capitulo)KSOPAKSPA'
Divirtam-se ^^.
Todd estava sentado na poltrona, que há instantes atrás servira de assento para um de seus clientes, que agora devia estar queimando em um dos caldeirões lá em baixo como ingrediente principal da tão deliciosa torta da Sra. Lovett.
O estabelecimento em que Todd fazia os assassinatos dos pobres homens que ia ao seu encontro com o intuito de fazer a barba era um quarto pequeno e escuro, um tanto macabro.
O velho barbeiro estava exausto, havia tido um péssimo dia, na verdade desde o dia do tribunal, quando o Juiz Turpin tirou a guarda da sua filha Johanna com uma falsa acusação ao seu respeito (detalhe: não sei muito bem se foi isso o que aconteceu), assim tornando a vida de Todd um verdadeiro inferno.
Já quase não comia e muito menos conseguia pregar o olho, sempre passava a noite em claro absorto em pensamentos vingativos e maquiavélicos. A Sra. Lovett vendo o seu cúmplice praticamente a beira de um abismo profundo, toda noite tentava animá-lo levando-lhe tortas e uma xícara de café, mas ele sempre recusava, não tinha ânimo para comer.
Estava tão abatido que o seu corpo não agüentou e o Sr. Todd caiu em sono profundo ali mesmo na desconfortável poltrona.
***
Fazia mais um dia nublado na Rua Fleet, Sr. Todd como de costume estava em frente à janela à espera de uma nova vitima, quando ele ouviu passos subindo as escadas, estava tão absorto em seus pensamentos que quase nem percebeu a Sra. Lovett entrar na sala quase saltitante seguida por um homem carrancudo de aparência muito familiar para Todd.
Era o Juiz Turpin, não tinha como se enganar, aquele rosto ranzinza e o olhar desafiador de sempre. Ao tirar suas conclusões Todd tentou conter-se ao máximo para não atacá-lo com a sua navalha que mantinha em punho firmemente.
-Ora! Ora! Ora! Olha quem veio nos prestigiar com a sua presença Sra. Lovett. – disse sarcasticamente Sr. Todd mal conseguindo se conter. – Veio fazer a barba Sr. Turpin? Sente-se, por favor, lhe darei serviço vip.
O estranho era que o modo em que o juiz agia era diferente do normal, estava serio e mudo, mas sem rodeios seguiu o barbeiro até a poltrona e se acomodou nela, Todd não perdeu tempo pôs-lhe o avental e começou a cantar como sempre:
- Pretty Woman!
Encontravam-se apenas os dois no quarto úmido, Sra. Lovett já havia se retirado, Todd não estava mais agüentando segurar a sua fúria, e num surto de adrenalina e ira atacou Turpin com a navalha lhe cortando a garganta, golpe que foi seguido por vários outros freneticamente. Todd estava tão fora de si que desfigurou por completo o rosto da vitima.
Depois de alguns minutos se restabeleceu e ficou admirando o seu pior inimigo ali todo ensangüentado com um olhar de triunfo e um sorriso de vitória. Enxugou a testa suada com a costa da mão e se preparava para puxar a alavanca para o corpo sem vida cair no andar debaixo onde a Sra. Lovett fazia as tortas, mas algo lhe chamou a atenção, o rosto desfigurado do Juiz Turpin parecia não ser o mesmo se transformava em outra feição. Aquilo deixou Todd apavorado, num sobressalto se afastou do morto e ficou olhando fixamente ainda com a sua querida e inseparável navalha em mãos.
Após alguns segundos, aquela digamos que “metamorfose” terminou e o resultado foi surpreendente.
- Johanna?! – murmurou incrédulo o assassino, murmúrio que por sinal foi seguido de vários gritos e lagrimas que não paravam de rolar na face do barbeiro.
Ouvindo todo aquele barulho, Sra. Lovett entrou como um furacão na sala toda assustada, ao se deparar com Todd ajoelhado aos pés da poltrona chorando em cima daquele corpo que ela julgava ser do Sr. Turpin, mas ao se aproximar ainda incrédula entendeu então o porquê da gritaria e do desespero do cúmplice. Ela não sabia o que fazer, pois nunca passara por isso na vida então resolveu deixá-lo sozinho um pouco para refletir.
Todd nem percebera que ela havia estado ali, ele estava fora de si, não chorava mais porque suas lagrimas haviam se esgotado, tentava reanimar o corpo da garota, mas não obtinha resultado. No momento em que viu que não tinha mais nenhuma saída e que havia matado a sua própria filha a sangue frio, restou-lhe apenas uma solução, segurou fortemente a sua navalha levando-a ao pescoço e ainda um pouco trêmulo rasgou a garganta sem piedade.
***
Acordou assustado com uma bofetada no rosto dada pela Sra. Lovett com o intuito de reanimá-lo, mal tinha forças para se levantar, ainda estava largado na poltrona, olhou todo o estabelecimento cada detalhe, enquanto isso a outra o observava atentamente.
- Acho que foi um pesadelo. – pensou alto Todd.
- Você esta bem Sr. Todd? Ouvi-lo gritar e subi as presas, encontrei-o desacordado e temi o pior. – disse ela se mostrando preocupada. – o Sr deveria comer esta pálido e fraco demais. – acrescentou mudando de assunto, pois não demonstrava nenhum interesse em saber o que lhe havia ocorrido enquanto dormia.
- É acho melhor mesmo, senão não vou ter forças para atender meus fregueses. – disse já mais disposto e recuperado do susto. – Por favor, Sra. Lovett poderia me trazer uma xícara de café e uma de suas tortas? – perguntou educadamente.
- Claro aqui está. – respondeu ela lhe entregando a bandeja que já havia trazido.
Todd se deliciou com a comida e foi para perto da janela, observar o movimento da rua, como sempre fizera, mas ainda com aquele sonho absurdo em mente.
Notas finais
Eaai mereço reviews? *-*
Fale com o autor