A História de Uma Semideusa - Os Jogos

33 Epilogo - Tudo Termina Em Sorvete


Notas iniciais
Espero que gostem do capitulo! Vejo vocês lá em baixo!

LEIAM AS NOTAS FINAIS E INICIAIS

P.O.V Summy

Ás três horas em ponto eu estava parado em frente à porta do apartamento da Beky. Eu estiquei meu braço e toquei a buzina.

– Já vai! – gritou a voz dela de lá de dentro.

Cinco minutos depois ela abriu a porta. Usava um roupão e uma toalha no cabelo além de estar descalça, eu percebi.

– Cheguei a uma má hora? – indaguei.

– Não. – ela respondeu. – Pode entrar.

E eu entrei. A casa da Beky não era muito grande, mas uma casa bonita assim dizendo. Na varanda dava para ver a escada que dava para o terraço. Na sala tinha um sofá branco, uma estante de madeira, onde ficava a televisão, uma mesinha de centro e um pouco pro lado ficava a mesa de jantar. Do lado da porta de entrada ficava a cozinha, que era aberta, estilo bar. Do lado da mesa de jantar ficava o corredor.

– Pode se sentar, eu já volto. – ela depositou um beijo na minha bochecha e depois entrou no primeiro quarto do corredor, fechando a porta.

Dez minutos depois ela apareceu de novo na sala. Dessa vez vestia um short, havaianas e uma camiseta do Hard Rock Coffe.

– Vamos? – ela indagou segurando a minha mão.

– Claro. – respondi me levantando.

– Quem vai dirigindo?

– Eu vou dirigir e nos matar.

– Haha, muito engraçadinho. Sério.

– Meu primo vai dirigindo e vamos pegar uma carona do Brian na volta.

– Mas ele não é menor de idade?

– O pai dele o deixou dirigir até aqui e além do mais é pertinho.

No final dessa frase chegamos ao play. Beky cumprimentou o porteiro e seguimos. Meu primo tinha estacionado o carro em frente ao prédio. Eu abri a porta para a Beky entrar e entrei logo atrás dela.

– Olá. – ela falou quando se sentou no banco traseiro.

– Beky, esse é meu primo, o Carlão. – apontei para o meu primo no volante. – E aquela – apontei para a garota sentada na cadeira ao lado dele. – é a namorada dele, Juliane.

– Oi. – cumprimentou meu primo.

– Oie. – falou a namorada dele.

Meu primo se parecia muito comigo, exceto pelo fato de que ele tinha uma pelugenzinha no queixo que a Juliane não deixava ele tirar. Ela tinha a pele morena e cabelos encaracolados, além de um corpo esbelto. Meu primo tinha 25 anos e trabalhava em uma empresa de telefonia. Já Juliane tinha 22 e era modelo. Eles moravam juntos há um ano e não se desgrudavam para nada.

Depois de meia hora chegamos à casa do Brian.

P.O.V Beky

Exatamente ás três e meia eu toquei a buzina da casa do Brian. E me surpreendi com quem atendeu a porta.

– Carol? – indaguei.

– Beky! – ela exclamou me abraçando. – O Brian – ela continuou enquanto cumprimentava o Summy. – me convidou para almoçar aqui, mas eu não sabia que vocês viriam para o lanche!

– Viemos buscar a Mel para tomar um sorvete. – explicou o MEU NAMORADO (foi mal, eu adoro dizer isso).

– Oi gente. – o Brian apareceu na porta. – Vieram buscar a Mel certo? Ela já está pronta. – então ele virou a cabeça para dentro da casa e gritou. – Mel! Eles chegaram!

Em menos de um minuto uma figura pequena de cabelos loiros e usando um vestidinho rosa apareceu.

– Beky! Summy! – ela exclamou enquanto nos dava um super abraço ao mesmo tempo.

– Então Mel, vamos? – indagou o Summy, se postando de lado para mostrar a rua.

– Vamos! – ela deu pulinhos.

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– Meu sorvete está um delicia! – exclamou a pequena.

A sorveteria ficava na rua de trás da casa do Brian, então tínhamos ido andando. Eu tinha pegado duas bolas de chocolate, como sempre. A Mel tinha pegado duas bolas de morango e o Summy uma de chocolate e a outra de coco. Ele tinha insistido em pagar. Eu ri da empolgação dela, mas ela estava certa.

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– A gente podia ir tomar outro sorvete amanhã! – a sugeriu quando estávamos deixando-a em casa.

– Amanhã eu tenho um compromisso. – inventei.

– Depois você marca com eles, está bem? – falou Brian. – Agora vá procurar a mamãe que eu vou deixa-los em casa.

Ela pareceu decepcionada, mas foi. O Brian fechou a porta da frente e nos guiou em direção ao fundo da casa, onde ficava o carro. O Summy sentou na frente para a minha infelicidade e eu fui atrás.

– Então... Há quanto tempo você e a Carol estão juntos? – Summy tentou puxar assunto.

– Desde do dia que a gente chegou dos Jogos. – explicou ele.

– Sempre soube que vocês ficariam juntos. – comentei.

– Verdade, vocês flertavam muito. – concordou o MEU NAMORADO.

Mais cedo do que eu esperava chegamos à minha casa. Eu me despedi do Summy com um selinho pela janela e acenei para Brian. Já eram seis horas da tarde. Eu comi um pão com mantei e fiquei esperando minha mãe chegar do trabalho. Logo depois que ela chegou, eu fui finalmente dormir. Agora tudo ficaria bem, ou tão bem quanto se pode quando você é uma semideusa. Sempre teriam os pequenos “inquéritos” que eu sempre teria que resolver.

Notas finais
Eu quero choraaaaaaar! Gente, eu vou sentir muita saudade de vocês! Nem acredito que eu tenho coragem de terminar a história! Podem me matar, mas ai vocês não vão nem ver a surpresa que eu preparei para o último capitulo (que ainda não é esse) e nem vão ler a terceira temporada que deve vir a tona no segundo simestre! Haha! Peguei vocês! Mas o proximo capitulo (e último) não vai ser bem "história", mas é surpresa.... Capitulo dedicado a todos que estão acompanhando e que gostaram da minha história! Quero pedir que vocês que não comentaram nenhuma vez durante a história comentem pelo menos no Epilogo, para eu saber quantas pessoas ficaram agradadas com a minha escrita.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!