A História De Uma Semi-deusa
26 Tenho minha mente invadida
– Olá, Digore — digo olhando para trás vendo todos pegarem suas armas — Viemos te fazer uma visitinha, ou você não quer que sua irmanzinha o visite?
– Sim, quero, por que vocês não entram? — ele pergunta — Prendam eles. — diz ele fazendo tres ciclopes nos agarrarem e nos levarem para dentro.
Lá dentro ele nos levou para uma sala de jantar com uma mesa enorme servida. Ele nos convida para sentar e nos sentamos logo em seguida.
– Bom, irmanzinha, como você sabe meu exercito está mais forte que o seu. Para o Caos, isso é ótimo. Veja. — ele se levanta e retira um enorme pano vermelho de cima de um lindo espelho. Fico encarando o espelho até que aparece a imagem do mundo, o mundo pegando fogo, e um exercito de monstros marchando para o Empire State, bem no centro do Exercito está Digore rindo, a imagem muda e mostra o mundo inferior, com todos os monstros e mortos saindo com armaduras prontas.
''Viu, semideusa? O seu mundo não tem chance, contra eu, o Caos.'' — diz uma voz grossa e rouca ecoando, o caos ri fazendo tudo a meu redor tremer. Por um momento tive a impressão que as taças nas mesas também tremiam, por um momento, olhei para todos a minha volta, todos exeto por Digore, pareciam atordoados.
– O que você quer com isso? — pergunto para digre — Me responda! — grito
– O que eu quero? Poder! Eu quero poder! — ele sorri friamente e vai até a porta. Ele a abre e entra uma figura monstruosa, uma caveira, como a que eu enfrentei, só que esta parecia muito mais antiga e tenebrosa, ela carregava uma enorme foice negra, ela tinha dentes de pontiagudos e podres, como seus ossos, em algumas partes de seu corpo viasse musculos, seus olhos eram vermelhos como sangue e me sinti fraca na sua presença. Ele não disse uma palavra a Digore, que também não disse nada.
Olhei para todos e vi que eles pareciam pertubados, me voltei para a caveira, ela parecia de uma certa forma um dos monstros mais perigosos já criados.
– Você tem razão, semideusa — ela diz como se lesse minha mente. — Sou o ser mais perigoso e temido, sou conhecido como Coveiro. — ele ri friamente e sou jogada contra a parede juntamente com meus amigos. — Com quem posso começar que tal com você? — ele solta os outros e me diexa ainda no ar. — Agora vamos ver o que eu tenho para ver...
Me sinto com uma enorme dor na mente, me sinto sendo invadida, vejo todas as minhas memórias uma por uma. No meu aniversário de 11 anos quando minha mãe me coloca no internato, nas férias quando vou para Londres e faço uma mini chuva de raios sem querer, lembro de minha mãe me explicando que não era como as outras crianças, eu era especial, com 12 anos quando nos mudamos para NY, e minha mãe me coloca em outro internato, me vejo conhecendo o internato e vejo as pessoas me ignorando, fazendo as coisas nas aulas explodirem, quando eu fiz 13 anos, uma semana depois, a morte de minha mãe, sinto uma lagrima em meu rosto, escuto a voz abafada de Iago, me volto para as memorias, me vejo sozinha no cemitério, em um dia chuvuso, vendo a cepultura de minha mãe e colocando rosas brancas, me lembro que naquele dia me senti sendo observada, como se alguém trassace meu destino, vejo depois disso Digore Henrique e Iago, vejo Henrique nos meus braços, sinto outra lagrima em meu rosto.
– Pare! — grito — Por favor, pare!
– Só paro, quando eu quero, semideusa! — diz Coveiro.
Vejo a figura de minha mãe, ela tinha cabelos escuros como os meus, um sorriso bonito, e um ótimo senso de humor, mas mesmo assim, não nos davamos bem. Ela nunca tinha tempo o suficiente para mim.
''Filha, — ela diz em minha mente, a sensação de duas pessoas invadindo sua mente não era nada boa — seja forte não deixe, pegue mais suas memórias''
Fecho os olhos com mais força e falo só para ele:
– Você... não irá... entrar mais na minha mente! — Abro meus olhos e fecho logo em seguida, tento formar uma barreira contra ele, mas é muito dificil. Sinto minhas memórias voltando, penso novamente no que eu disse, ''ele não irá entrar na minha mente'' faço mais força para não deixa-lo entrar, ainda me sinto contra a parede mas não o sinto mais em minha mente. Olho para ele e o encaro, onsigo mexer minhas mãos e jogo um raio nele, fazendo o cabalenar e fazendo-o me soltar. Caio no chão, e vejo Jack, Angélica e Priscila indo contra ele.
Me levanto, Carla e Iago vem me ajudar.
Olho novamente para Jack, Angélica e Priscila e os vejo decepando o Coveiro e esmagando sua cabeça. Me sinto muito fraca de minha visão fica escura.
Fale com o autor