A História De Uma Semi-deusa

9 Patricinhas: vivas ou mortas?


Notas iniciais
Aeee! postei o novo capitulo!

Capitulo 9 – Patricinhas: vivas ou mortas?

Já estávamos no pavilhão do refeitório quando os outros campistas começaram a chegar. Eles nos olharam com uma cara de quem queria rir, pois estávamos ensopados.

– O que vocês aprontaram? – perguntou Jack

– Bom – comecei – eles me jogaram na água e depois ficamos nadando um pouco.

– Nossa! Nem me chamaram, amizade aqui ó 100% — Jack respondeu rindo

– Sim, é 100% mesmo! – respondeu Henrique

– Gente eu to com fome! – eu disse – to indo pra mesa comer, até depois

– Até depois – responderam os três juntos

Fui até minha mesa, e Quíron anunciou :

– São 24 lutas por dia campistas e já ocorreram 6 as outras 18 serão feitas logo após o almoço, quem quiser ficar lá para assistir será liberado de suas atividades diárias.

Os campistas aplaudiram e gritaram.

Comi minha comida e fui direto para o chalé me trocar. Coloquei outro shorts e outra blusa do acampamento e peguei um casaco preto. Sai do chalé e não tinha ninguém além de uns 5 campistas fora da arena. Vi Rebeca batendo em um garoto mais novo que eu, ele devia ter mais ou menos uns 11 ou 12 anos de idade, achei aquilo ridículo e fui defende-lo.

– Ei! – gritei para Rebeca – por que você não luta com alguém do seu tamanho?

– Olha quem vem para te salvar, a filhinha de Zeus. – disse Rebeca em um tom debochado

Levantei a mão e um raio caiu em seu lado, ela me olhou espantada e soltou o garoto que saiu correndo.

– Parece que a filhinha de Zeus aqui tem poderes – disse

– É parece sim – ela disse com um pouco de medo na voz, porem me atacou.

Estava cansada de lutar com pessoas, dei um grito alto e formei um campo de eletro estática entre nos, ela caiu a uns 5 metros para trás, cheguei perto dela e disse:

– Da próxima vez não mexa com uma filhinha de Zeus – e sai andando

Fui para o riacho fiquei lá olhando para o meu reflexo na água até que notei que estava lá a muito tempo e voltei para o pavilhão do refeitório.

– Está em qual luta agora? – perguntei para uma menina de olhos, pele e cabelo muito escuros.

– Não sei, mas acho que a próxima é Afrodite e Zeus. – ela respondeu em um tom doce.

– Obrigada.

Fui correndo para o chalé colocar a armadura e voltar para a arena, quando cheguei a luta já havia acabado.

– A próxima luta é chalé de Zeus contra chalé de Afrodite. – disse Quíron.

Fui para o centro da arena e vi Priscila entrando com uma adaga, que parecia um pouco pesada para ela, e uma armadura com flores coisas rosas que me deu uma certa vontade de vomitar.

Nós nos cumprimentamos e começamos a lutar. Ela era até boa para uma filha de Afrodite, ela chagava bem perto para me acertar então era um pouco difícil de acertar ela. Ela passou a adaga muito perto de meu rosto, mais ou menos uns 5 centímetros de distancia. Pulei para trás desviando de sua adaga, ela veio para cima de mim e joguei uns pequenos raios nela, isso fez ela gritar e comecei a rir. Ela veio novamente para cima de mim, quase me cortou no rosto novamente, mas fui mais rápida que ela e percebi que uma parte de sua perna é descoberta da armadura, me abaixei quando ela atacou novamente na altura de minha cabeça, estiquei meu braço e acertei minha espada de lado em sua perna e ela acabou caindo. Fui para cima dela, coloquei meus joelhos em cima de sua barriga e ela ficou tentando se mover mas não conseguia, olhei para Quíron, ele não tinha expressão nenhuma no rosto, me voltei para Priscila que me olhou com mais raiva ainda, ela olhou para sua adaga e conseguiu me cortar na perna, o corte ardia muito, tirei a força de minha perna e ela me jogou para o lado, olhei para ela, e vi que, não conseguiria lutar com minha perna cortada, então fiz um raio muito grande com minha mão e joguei nela e ela caiu novamente, fui para cima dela mancando, peguei minha espada e bati em sua barriga, que caiu novamente, coloquei minha espada em seu pescoço, Quíron gritou para parar a luta, mas sua voz foi abafada pelo minha raiva de Priscila, e continuei o golpe, ela foi mais rápida e bateu sua adaga em minha espada e a tirou de seu pescoço, vi de relance Jack vindo parar a luta, quando ele se aproximou criei uma camada de estática envolta de mim e Priscila, me voltei direito para ela, vi que minha perna perdia muito sangue, mas mesmo assim voltei a lutar, fui com tudo para cima dela, bati com minha espada em seu braço e ela cambaleou. Quando fui golpear em sua barriga, senti minha força acabando e vi também minha camada de estática se dissolver. Escutei Jack gritando :

– Parem agora! – falou Jack com um tom muito serio

– Ta! Parei! – gritei

– Você me machucou sua bruta — gritou Priscila com a mão no braço

– Você não escutou não? – perguntou Jack – Você poderia ter ferido seriamente Priscila!

– A é? – gritei – E como eu fico, ela me cortou na perna! – disse apontando para o corte

– Mesmo assim! – gritou Priscila

– Chega! – gritou Quíron – íris você está fora da competição.

– Por que?! Eu só lutei com ela.

– Você é a semideusa mais poderosa do acampamento, se você continuar a usar muito seus poderes no jogos você pode ficar muito fraca e também pode acabar ferindo alguém seriamente, então você está fora dos jogos. – disse Quíron

Quando ia saindo do centro da arena uma fúria parou na minha frente.

– Você tem cinco dias para ir para a Rússia ou todos sofreram conseqüências – disse a fúria em uma voz grossa e roca

– Hã? Como assim? – perguntei, mas não adiantou ela se desfez em pó como a outra fúria que apareceu em meu quarto. – é Quíron o que foi isso?

– Não sei. – respondeu ele pensativo.

– Quíron! – gritou Iago – você escutou o que a fúria disse? Íris tem que ir na missão.

– É – falou Henrique – ela tem que ir, ou o acampamento será destruído.

– Vamos escutar íris primeiro. – falou Quíron.

– Bom, a profecia diz – comecei — A pequena águia irá à nação a muito tempo inimiga
Para aquele que procura tentar encontrar, então creio que tenho que ir. Posso ir?

– Pode, mas fique sabendo que seu pai não gostará muito de você ir. – falou Quíron

– Dane-se meu pai. Não vou acabar como meu irmão.

– Se eu fosse você eu não voltaria a repetir isso... – disse Henrique

– Deixe isso para lá. – disse

– Se você vai para a missão, precisará de companheiros para ajudar, concorda? – perguntou Iago.

– Sim precisarei, mas posso escolher qualquer pessoa?

– Sim pode. – confirmou Quíron.

– Bom – disse – então eu escolho Iago, Henrique e Jack, quero dizer, vocês aceitam ir comigo?

– Claro – disseram os três em união.