A História De Rose Fitch.
4 Capítulo 4 - Promessas.
Notas iniciais
(Me perdoem por qualquer erro ortográfico!)
Eu reconheci aquela voz e aquele rosto, era o Alexandre.
Meu pai se levantou e disse:
— O que você quer com minha filha, rapaz?
— Pai não se preocupe, ele é meu amigo.
— Hunf, tudo bem. — Ele se senta e volta a comer.
— O que você veio fazer aqui Alexandre?
— Vim fazer uma coisa que devia ter feito há muito tempo. — Ele se aproxima do meu rosto, acaricia meu cabelo e eu começo a me "perder"... Meu rosto fica vermelho e eu não consigo me mover.
Nossos lábios se aproximam lentamente e enfim se tocam. Não foi um "beijo", foi algo mais sereno e intenso, enfim estávamos mais unidos.
— Al-ale-alexandre? — As palavras pareciam estar presas á 7 chaves, eu estava vermelha e encantada ao mesmo tempo.
Ele segura minha mão e vamos caminhando até sua casa.
— Querida, onde você vai? — Diz minha mãe.
— Vou passear com o Alexandre, mãe. Até mais.
— Tudo bem. — Ela dá uma "piscadinha" bem discreta pra mim.
Quando entramos na casa dele, olhamos um para o outro e sorrimos. Começamos a nos beijar e ele tirou minha camisa, estávamos indo em direção ao quarto e deixamos o vaso Indiano da Cassandra cair, eu empurro ele pra cama e começamos a rir.
— Acho que não estamos prontos pra transar. — Ele riu.
— Eu também acho, ainda não estamos prontos para tanta pressão emocional.
Ele se vira, olha nos meus olhos e diz:
— Rose, eu te amo.
— Alex, eu não tenho certeza das coisas.
Ele se levanta da cama e diz:
— Como assim?
— Nada, deixa pra lá, vou me vestir. Eu ponho meu vestido novamente, dou uma girada, olho pra ele e digo:
— E então?
Ele começa a rir e diz:
— Gostei mais quando você estava sem essas roupas.
Ficamos deitados e ele acabou dormindo, depois de meia hora eu decidi tomar pegar uma bebida e ver um pouco de televisão.
Preparo um chá e ligo a TV, foi quando eu vi uma foto cair de uma estante empoeirada... Havia 4 pessoas naquela foto: Alexandre, Cassandra e um homem mais velho ao lado de uma linda moça, deveria ser Laura e Vladmir. Ela era encantadora, por um momento esqueço que ela era uma desconhecida e uma lágrima rola sobre meu rosto... Era como se eu conhecesse ela há muito tempo, era como se eu já havia visto ela em algum lugar no passado.
Alexandre sai do quarto e vem correndo em minha direção, ele pega minha caneca e bebe um pouco do meu chá.
— Tá tudo bem? — Diz ele, levantando meu rosto.
— É como se... É como se eu conhecesse sua mãe há muito tempo. — Eu entrego a fotografia em suas mãos. — Eu me lembro perfeitamente desse rosto.
— Quantos anos você tinha nessa fotografia?
— Ah, sei lá, uns 4 anos.
— E você tirou essa foto que dia?
— 14 de março, esqueci o ano.
— Eu preciso ir.
— Já?
— Sim, estou cansada.
Ele segura minhas mãos e nossos corpos se aproximam assim como nossos rostos.
— Você podia dormir aqui.
— Tá doido? O que meu pai vai pensar?
Ele faz um biquinho e diz:
— Por favor...
— Eu não consigo resistir a esse rostinho.
— Sério?
— Não, seu idiota, eu preciso ir.
— Apenas seu idiota...
— Sério? Vai ser tão clichê assim?
— Ok, eu paro. — Ele me dá um leve beijo e diz:
— Boa noite, Rose, querida.
— Hm, Boa noite, Alex, bobão.
Alexandre entra em seu quarto e se joga na cama, ele estava cansado e decidiu descançar um pouco. Eu estava indo em direção á minha casa quando de repente, Cassandra segura meus braços e diz:
— Precisamos conversar.
— Sobre?
— Você tentou transar com meu irmão?
— E-eu... Ah Cassandra pelo amor de Deus, você não tem mais o que fazer? Por que não vai transar com o Don? Huh?
— Eu exijo respeito! Você não está falando com qualquer uma!
— Estou falando com Cassandra Caixão, aquela que está sendo engana e não percebe.
— Enganada? Como assim?
— Você realmente precisa de ajuda, acho que a ausencia de Laura fez com que você mudasse.
— E o que você sabe sobre minha mãe?
— Por em quanto eu não sei nada, mas eu tenho certeza de que vou descobrir oque aconteceu com Laura... Eu prometo. — Seguro as mãos dela e digo: — Me perdoe, você só precisa de alguns tratamentos ou algo do tipo. Você está magoada emocionalmente e eu não posso ajudar nisso... Você precisa enxergar as coisas sozinha, abrir seus olhos sozinha.
Ela me abraça e diz:
— Promete que vai descobrir oque aconteceu com minha mãe?
— Prometo, eu prometo. Agora eu preciso ir.
Vou correndo em direção a porta e tento abri-la, porém não consigo.
— Mãe! Pai!
Minha mãe abre e diz:
— Rose onde você estava?
— Na casa do Alexandre, me desculpe por ter chegado tão tarde. — Abaixo a cabeça demonstrando arrependimento.
— Aw querida, não precisa se desculpar, essas coisas são normais... Você está na puberdade.
— Mãe!— Mas é verdade, olhe para seus seios. Estão grandes demais, oque me fez lembrar que preciso comprar novos sutiãs.
— Esse assunto é um tanto desconfortável.
— Ok querida, tome uma ducha e vá dormir, amanhã me conte oque aconteceu.
— Aconteceu? O que?
— Você e Alexandre. — Diz ela, subindo as escadas e entrando em seu quarto.
— Ok, amanhã eu... amanhã eu "conto tudo".
Entro no banheiro, tomo uma ducha e pego meu celular... Eu precisava mandar um SMS para Alexandre, então fui até a sala e peguei a lista telefônica. Encontrei o nome "Família Caixão", é óbvio que uma família tão importante quanto a Caixão, estaria disponbilizando seu telefone residencial ou o celular.
Liguei para eles e a Cassandra me atendeu:
— Alô? Quem fala?
— Cassandra, sou eu, Rose... Rose Fitch.
— O que houve? Por que está nos ligando há uma hora dessas? Você deveria estar dormindo.
— Você poderia me passar o celular do Alexandre?
— Você nos ligou pra isso?
— É muito importante... Por favor.
— Ok, ok. 85384544.
— Obrigada, até mais.
— Até.
Subo para meu quarto rapidamente e pego meu celular, enviando a seguinte mensagem:
"Preciso de algumas informações sobre a suposta morte de sua mãe. Quero desvendar esse mistério e vou até o fim!
Ah, caso se sinta confuso, não se preocupe, sou eu, Rose. Até."
Algo estava acontecendo com aquela família, e isso estava acontecendo há muitos e muitos anos...
Eu realmente estava disposta a resolver o mistério de Laura Caixão e absolutamente nada iria me fazer mudar de ideia, aquilo foi uma promessa que fiz a Cassandra, e uma promessa que fiz a mim mesma...
Eu juro que não vou deixar as coisas acontecerem dessa maneira, nada vai ficar assim, eu vou ajudar eles e descobrir oque levou a morte de Laura.
Notas finais
Me perdoem por qualquer erro ortográfico...
Ah, eu aceito críticas e sugestões!
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