Notas iniciais
Desculpe a demora,Victor não esta podendo postar e eu só consegui tempo pra postar agora,mas minha criatividade sumiu ~Mary

Ok essa é a primeira vez que eu admito ter medo.

Assim que aparecemos em um campo com uma espécie de cornucópia uma voz diz:

– Sejam bem vindos a 74º edição dos Jogos Vorazes.

E assim na cornucópia projetou contagem regressiva junto com uma voz dizendo os números conforme o holograma mostrava os números.

– 3... 2... 1...

Um tiro de canhão.

Uma voz na minha cabeça dizia que era melhor eu sair de onde eu estava logo.

Eu estava numa plataforma.

–Daniel, Clary, Victor!!! Saem dessas plataformas agora!.- Gritei.

Eles saíram e eu comecei a correr para florestas sem saber se estavam me seguindo ou não.

Parei e olhei pra trás, eles estavam atrás de mim.

–Acho melhor não ficarmos a vistas dos outros. – Diz Daniel.

–Também acho. – Falei procurando um lugar. –Que tal subirmos nas arvores? As folhas e os galhos vão nos esconder.

–Boa ideia. –Diz Victor. –Mas vamos ficar juntos.

Todos concordaram com a cabeça e começamos a subir nas arvores.

Eu e Daniel ficamos em uma e Clary e Victor numa que era praticamente grudada na nossa.

Arrisquei-me a ver o que estava acontecendo, pois havia muitos gritos.

Assim que vi a imagem as palavras da Feiticeira Branca vieram em minha cabeça: “São os Jogos mais sangrentos em Panem, vocês lutaram em uma arena com outros, até só sobrar um como vencedor!”

–Ok, quero sair desse lugar o mais rápido possível. –Digo assim que volto para meu lugar na arvore.

–O que você viu? –Pergunta Clary

–Um banho de sangue, á varias crianças mortas, muitos que conseguiram entrar e sair da cornucópia estão indo para a floresta, suponho eu, para se esconderem. –Respondo. –Quero sair daqui agora!! –Digo assim que eu escuto um grito que veio de algum lugar próximo. –Vamos arranjar um jeito de sair daqui logo por favor.

–Fiquem quietos. –Diz Daniel. –Acho que escutei algo.

Eu olho pra baixo e digo sarcasticamente:

–Ou alguém.

Notas finais
espero que gostem ~Mary