- O que?! — pergunto desentendida — Como assim? Digore!

- O que foi?

- O que você quer dizer com mandar uma mensagem?

- Bom, você vai ver. — ele diz e sai da sala.

Logo quando ele sai um homem loiro, que usava óculos entra na sala e para na porta. Ele fica me encarando depois ri.

- O que foi? — pergunto

- Só estou vendo seu ''mundinho'' acabar. — ele ri depois pega sua espada.

Escuto uma explosão do lado de fora da sala e o homem sai.

Ótimo, penso, agora estou presa aqui. Tento me soltar mas as correntes são muito fortes. Escuto outra explosão e logo depois vejo a maçaneta na porta girar.

- Ah, Iago. — digo

- Oi.

- Onde, onde você estava, e como conseguiu me achar?

- Eles me prenderam no depósito lá em baixo. Consegui me soltar e comecei a te procurar. Encontrei uns monstros e os matei, e roubei alguns Fogos Gregos. — ele sorri e começa a tentar me soltar.

- Muito bom. — digo — Essas correntes não vão soltar tão facilmente assim. E se puxa-las para arrebenta-las é bem provavel que eu morra. Olhe — ergo meu olhar e ele o segue vendo que há uma alavanca que segurava doze laminas super afiadas acima da minha cabeça.

- Pelo Deuses. — ele diz examinanado a sala. — Não faço a miníma ideia de como te soltar.

Olho para meus braços e minhas pernas e faço uma camada de estática, tentei arrembentar de todas as formas as corentes mas elas não cediam.

- Vamos Iago. Você é o filho de Hefesto aqui. — brinco. Olho a minha volta e vejo outra alavanaca mais longa do que a que estava presa a mim. Não dá para saber o que ela segurava. — Ali, olhe — mostro para Iago a alavanca.

- E se acontecer alguma coisa? Digo , se ela fizer essas coisas cairem em você.

- É melhor tentar.

Ele hesita, mas vai na direção dela. Ele me olha e faço que sim com a cabeça. Logo em seguida ele segura a alavanca e a puxa. Fecho meus olhos e prendo minha respiração. Nada acontece a mim. Escuto as laminas passarem à minha volta. Abro os olhos e vejo que Iago teve a mesma reção que eu. Olho para minhas mãos e vejo que as correntes estão soltas, acabo de me livrar delas, saio da cama e abraço Iago.

- Muito obrigada.

- De nada.

Nós dois olhamos para a porta e saimos. Passamos por um labirinto de corredores e escadas. Subimos mais cinco andares e acabamos no telhado no prédio. Olho para a porta logo atrás de nós e escuto vários passos pesados se aproximando. Iago se vira para o precipicio depois se volta para a porta. Vou para seu lado e pego minha espada.

- Boa sorte. — digo

- Boa sorte.

Os mosntros aparecem na porta e vem com tudo para cima de nós. Uma dracaenae se aproxima de mim e tenta me cortar, mas ela erra e acaba caindo do prédio. Logo mais e mais monstros tentam nos matar. Um Ciclope vem na minha direção com um machado. No primeiro golpe eu consigo desviar, mas depois ele começa a me empurrar para fora do prédio. olho para trás e tenho somente mais um passo. Ele me acerta nas pernas e acabo caindo.

No mesmo instante que estava caindo, Rashid passa voando e pega. Volto para cima do prédio e Iago sobe também em Rashid e voltamos para o Olimpo.