A História De Uma Semi-deusa
22 Iago me salva.
Vamos para onde os campistas estão.
– Campistas — digo fazendo todos pretarem atenção em mim — o exercito de Digore está proximo... — eles me olham desativam suas espadas — Quem está pronto para a guerra?
Os campistas gritam e começam a descer para a 5° Avenida.
– Íris — me chama Iago quando ia me preparar para descer.
Espero o maior número de campistas descerem para descer. Quando chego lá, escudo um enorme barulho de marcha, olho para Quíron que para ao me lado, ele coloca as mãos em meu ombro e faz que sim com a cabeça. olho para trás e os campistas esperam em silêncio total. O exercito de Digore para a um quarteirão de nós. Olho novamente para Quíron e ele fala :
– Campistas! Lutem com bravura. E boa sorte! — campistas levantam suas armas e vão para a luta passando a minha volta e a de Quíron. Olho para o céu e ele começa a escurecer e parto em direção ao exercito.
Uma caveira de mais ou menos dois metros e meio, ela para na minha frente e pega uma enorme espada, ela tinha algumas partes do corpo com musculos podres, mas a maioria era de osso, não osso normal, branco, e sim, osso negro, podre. Ela me olha e parte na minha direção. Ataco-a jogando um enorme raio na sua direção, mas não faz nada mais nada menos do que faze-la para-la por instantes. Olho curiosa para ela.
– Cria de Zeus. — ela diz com uma voz grossa — Você não tem nenhuma chance comigo. Sou um membro do Submundo. Um dos primeiros filhos de Gaia. Escolha como você irá querer morrer.
– Por que, em vez de eu escolher como eu vou morrer, por que você não escolhe a sua morte?
Um quê de raiva surge da expressão da caveira e ela parte para cima de mim com sua espada. Ela era mais forte do que pensava. Tentei bloquear seu golpe com minha espada mas foi quase improvável, seu golpe era muito forte, acabei caindo no chão. me levantei rapidamente e ataquei a caveira na barriga mas ela me jogou para trás novamente. Cai com mais força e não consegui me levantar tão rapidamente, ela veio para cima de mim e colocou sua espada em meu pescoço.
– Morte rápida ou morte lenta?
– Tanto faz. Ande está esperando o que?
Quando acabo de falar, vejo um adaga atingindo e cabeça da caveira e logo mais outra e outra, no total foram 5 adagas enterradas até o cabo na cabeça dela. Olho para o lado e vejo Iago correndo em minha direção. Ele olha para mim depois para a caveira. Ele corre com mais velocidade e atinge a cabeça dela, logo depois onde estaria o coração, e em seguida a decepa. Olho espantada para ele e um sorriso fraco surge em sua boca. Ele estende a mão e me ajuda a levantar.
– Obrigada. — digo e sorrio, ele retribui o sorriso.
– Não há de que.
– Vamos, pode ter alguém precisando de nós.
Ele concorda e fomos em direção aos monstros.
Um lagarto enorme aparece em meu caminho dizendo algumas coisas que de inicio eu não entendia.
– comer... matar... sangrar... – olho com descrença para Iago e depois me volto para o lagarto enterrando minha espada até o cabo na sua cabeça. Olho para o meu pulso esquerdo e ativo meu escudo.
Continuamos correndo para a batalha. Dois semideuses vestidos totalmente de preto nos olham e vem em nossa direção. Eles tinham cabelos negros e olhos azuis eletricos, uma garota e um garoto, diria que eles eram irmãos, pois tinham a mesma exepressão seria no rosto. A garota vem em minha direção com um chicote e o garoto vai na direção de Iago com um machado.
A garota era rápida com seu chicote. Ela prendeu meu braço e me puxou, quando me aproximei ela me deu um soco na barriga. Olhei para ela assustada, ele retribui meu olhar com um sorriso frio. Isso me deixou com um quê de raiva e deixei uma carga eletrica passar pelo chicote e chegar até ela, fazendo com que ela me soltasse. Ela me olha intrigada.
– É querida, sou filha de Zeus, irmã de Digore...
Ela me olha e tenta me prender novamente com o chicote, mas crio uma camada de estática no chicote e ele não obedece. Ela o larga e pega um adaga que estava em sua cintura, ela se aproxima de mim e passa sua adaga de raspão em meu rosto.
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